Sociedade

Detidos na Calheta por tráfico de droga e posse ilegal de arma

PSP apreendeu liamba, em quantidade suficiente para cerca de 368 doses individuais, uma arma de ar comprimido, uma arma de fogo de calibre 22 e várias munições próprias para a arma de ar comprimido e para arma de fogo de calibre 22, e ainda uma quantia monetária de 820 euros

Detidos na Calheta por tráfico de droga e posse ilegal de arma
Na sequência de uma operação vocacionada para o combate ao narcotráfico no concelho da Calheta, desenvolvida pela Esquadra de Investigação Criminal - Divisão Policial de Câmara de Lobos, a PSP procedeu à detenção de dois indivíduos, sendo um do sexo masculino, de nacionalidade portuguesa, com 43 anos de idade, serralheiro civil de profissão, e outro também do sexo masculino, de nacionalidade portuguesa, com 37 anos de idade, pedreiro, ambos residentes na freguesia dos Prazeres, concelho da Calheta, indiciados no crime de tráfico de estupefacientes e posse ilegal de arma de fogo.

A investigação da PSP conduziu à realização de buscas domiciliárias, com recurso aos binómios cinotécnicos do Grupo Operacional Cinotécnico (GOC/PSP), sendo possível apreender aos arguidos diversos materiais utlizados para o tráfico de estupefaciente, entre os quais se destaca a apreensão de produto estupefaciente – nomeadamente de liamba, em quantidade suficiente para cerca de 368 doses individuais, uma arma de ar comprimido, uma arma de fogo de calibre 22 e várias munições próprias para a arma de ar comprimido e para arma de fogo de calibre 22, e ainda uma quantia monetária de 820 euros.

Os detidos foram constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência, ficando sob custódia policial até à sua apresentação à autoridade judiciária, não sendo ainda conhecidas as medidas de coação aplicadas aos arguidos.

O material apreendido foi remetido para o Tribunal competente, conforme o preceituado na lei.

O Comando Regional da Madeira aconselha à população a comunicação imediata à PSP de condutas suspeitas ou situações delituosas que tenha conhecimento, com recurso à linha geral (+351 291 208 400) ou, sempre que se trate de crime em curso, à linha de emergência (112).