Sociedade

Jornalista Celina Faria distinguida amanhã em Coimbra

“Uma ilha de esperança” assim se chama a reportagem que mereceu a 2ª menção honrosa da ANMP

Jornalista Celina Faria distinguida amanhã em Coimbra
Um mês e meio depois dos grandes incêndios na Madeira (Funchal e Calheta) a Antena 1 Madeira, pelos olhos da jornalista Celina Faria, foi ver como estavam as vidas que “renasciam das cinzas”. As incertezas e as mágoas de mais de uma centena e meia de famílias que buscavam desesperadamente por uma solução de habitação, a limpeza urgente das serras e a necessidade de reflorestação das mesmas, são alguns dos aspetos retratados nesta reportagem.

A Calheta foi o município onde ardeu mais área florestal, cerca de um terço. O Funchal foi o concelho onde se registou a maior destruição: no total foram atingidas 233 casas, 154 ficaram completamente destruídas.

Os prejuízos foram avaliados na altura em 157 milhões de euros.

Mas a Madeira, conta a reportagem de Celina Faria com pós-produção áudio de João Carrasco, é “Uma ilha de esperança”. É esta mesma Grande Reportagem da Antena 1, emitida a 21 de setembro de 2016, que é amanhã oficialmente distinguida com uma menção honrosa pela Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) - Prémio ANMP de Jornalismo e Poder Local 2017. A cerimónia, presidida pelo Presidente do Conselho Diretivo da ANMP, Manuel Machado, decorre pelas 10h30 na sede da ANMP em Coimbra. Uma reportagem que pode ouvir aqui.

A Antena 1 recebeu mais uma menção honrosa com o trabalho “Lisboa, coração estrangeiro”, de Olívia Santos, na categoria de rádio, onde o primeiro prémio foi atribuído à reportagem "Ouro Branco", da TSF.

Na categoria de televisão, "Eu é que sou o presidente da junta", emitida pela SIC, foi a rubrica distinguida. A Centro TV foi também recebeu com uma menção honrosa pela a reportagem "Orçamento participativo".

Na categoria de imprensa o primeiro prémio foi dado ao dossiê "40 anos a aproximar as populações", do Jornal de Notícias. Houve ainda duas menções honrosas para o trabalho "O novo fado de Lisboa", do semanário Expresso e a três reportagens de Céu Neves, jornalista do DN.