Ailton e Eduardo Teixeira são os primeiros reforços do Sporting de Braga

| 1.ª Liga

Eduardo Teixeira e Ailton jogaram pelo Estoril na época passada
|

O Sporting de Braga, quarto classificado da I Liga de futebol 2017/18, anunciou esta quinta-feira a contratação do defesa esquerdo Ailton e do médio Eduardo Teixeira, jogadores que alinharam na última época no ex-Estoril Praia.

Ailton, de 23 anos, chega a Braga por empréstimo (uma temporada, com opção de compra) dos alemães do Estugarda, enquanto o também brasileiro Eduardo Teixeira, de 24 anos, assinou por cinco épocas pelos minhotos.

"Quando surgiu esta oportunidade não hesitei, quer pelo projeto como pela ambição do clube. Este é o maior passo da minha carreira. Senti-me atraído pela ambição de um clube que se aproxima cada vez mais do título, bem como pelo estilo de jogo que apresentou na última da temporada, um futebol atrativo e virado para a frente", afirmou o médio ao sítio oficial dos 'arsenalitas'.

Depois de duas épocas no Estoril Praia, que terminou em último lugar e desceu de divisão, Eduardo Teixeira diz sentir-se melhor a "jogar na zona central do terreno, para poder articular jogadas".

Ailton considera que a vinda para o Sporting de Braga surge no momento da carreira em que se sente "mais maduro" e mostrou ambição de "conquistar títulos" em Braga.

"Sinto que é hora de me afirmar e escolhi o clube certo para isso, mas também estou consciente de que venho para uma realidade, um projeto e uma massa adepta diferentes. Vim para cá para lutar títulos e tenho a consciência que a cobrança é diferente", disse.

Tópicos:

Ailton, Eduardo Teixeira, SC Braga,

Pesquise por: Ailton, Eduardo Teixeira, SC Braga,

A informação mais vista

+ Em Foco

No 20.º aniversário da Exposição Universal sobre os Oceanos, a Antena 1 e a RTP estiveram à conversa com alguns dos protagonistas do evento.

    Um dos mais conceituados politólogos sul-coreanos revelou à RTP o modo de pensar e agir de Pyongyang.

    Portugal foi oficialmente um país neutro na 2ª guerra Mundial. Mas isso não impediu que quase mil portugueses tivessem sido deportados, feitos prisioneiros ou escravos pelos nazis.

      Uma caricatura do mundo em que vivemos.