Contrato-programa do Teatro Nacional São João assinado a "curto-prazo" -- presidente

| Cultura

O contrato-programa do Teatro Nacional São João será assinado a "muito curto prazo", afirmou à Lusa o novo presidente do conselho de administração, Pedro Sobrado.

Sem querer adiantar detalhes, Sobrado, cuja equipa de administração entrou em funções esta semana, disse que tem conhecimento dos termos do contrato-programa, que classificou como uma "boa notícia", usando as mesmas palavras da sua antecessora, em dezembro.

"Foi negociado, os termos estão no limiar da finalização. A muito curto prazo ele será assinado. Está mesmo numa fase de finalização", afirmou o novo presidente do conselho de administração da instituição que gere também o Teatro Carlos Alberto e o Mosteiro de São Bento da Vitória, no Porto.

Na apresentação da programação do primeiro trimestre de 2018, em dezembro, a anterior presidente do conselho de administração, Francisca Carneiro Fernandes, mencionou o "processo difícil, mas positivo e produtivo" de construção dos novos contratos-programa, em que ficou consagrada a estratégia e o espaço para que os teatros tivessem "uma palavra a dizer".

Com o aumento da indemnização compensatória do Estado, para 2018, que regressou aos 4,9 milhões de euros de 2010, a primeira condição é poder, "a muito breve trecho, compensar financeiramente" a equipa e conseguir o seu reforço.

"A partir de 2018 vamos ter um contrato-programa, que a equipa do secretário de Estado [da Cultura] finalmente conseguiu, bastante mais certeiro e concreto em termos de instruções dadas pela tutela, sobre as orientações que temos de seguir, e algumas garantias por que vínhamos a lutar", apontou a então presidente, que garantiu que o novo documento, que vigorará por três anos é, como reforçou, "uma boa notícia".

Na altura, o secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, disse que os contratos-programa plurianuais para os teatros nacionais entrarão em vigor "no início de 2018" e vão permitir "um `recentramento` da missão na criação teatral".

"Terão início da sua vigência em 2018, e estamos a finalizar a sua versão definitiva com o Ministério das Finanças", afirmou à Lusa, destacando o processo "bastante intenso e alargado" no tempo, embora não exista ainda "previsão definitiva da assinatura".

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