Escritor Hanif Kureishi em Lisboa para escola de verão sobre cultura e globalização

| Cultura

O escritor e realizador Hanif Kureishi, o ensaísta Amir Mufti e a artista Amira Hanafi estão entre os convidados da escola de verão da Universidade Católica, cuja sétima edição começa no dia 26, em Lisboa, revelou a instituição.

A Lisbon Summer School, este ano dedicada ao tema "Global Translations", é dirigida a estudantes de doutoramento de ciências sociais, portugueses e estrangeiros, e inclui apresentação de estudos, `masterclasses` e debates ao longo de uma semana em vários espaços de Lisboa e Sintra

O programa desta edição abordará temáticas relacionadas com migrações, globalização, identidade, refugiados e economia, com a presença, entre outros, do escritor Hanif Kureishi, do académico Michael Cronin, do ensaísta Amir Mufti e da escritora Maureen Freely, presidente do English PEN.

A escola de verão da Católica contará com mais de uma centena de participantes, destacando-se ainda a presença da artista americano-egípcia Amira Hanafi, que apresentará um trabalho inspirado na Priamvera Árabe.

Todos os anos, a Lisbon Summer School reúne "professores, curadores, artistas e jovens investigadores para uma semana de palestras, apresentações, debates e actividades artísticas que pretendem estimular a reflexão sobre a cultura e arte contemporâneas", sustenta a organização.

Além da Universidade Católica, a escola de verão terá atividades até 01 de julho em locais como o Centro Ismaili e a livraria Ler Devagar, em Lisboa, e Palácio Monserrate, em Sintra.

 

 

Tópicos:

Lisbon Summer School, Monserrate,

A informação mais vista

+ Em Foco

Em entrevista à RTP, a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, garantiu que enquanto tiver confiança do primeiro-ministro não vai sair do Executivo.

Jorge Paiva, botânico e professor, um dos maiores peritos da floresta, critica em entrevista à Antena 1 o desinteresse generalizado dos políticos pelos problemas da floresta.

É uma tragédia sem precedentes que vai marcar para sempre o país. O incêndio de Pedrógão Grande fez 64 mortos mais de duas centenas de feridos. Há dezenas de deslocados.

Nodeirinho é a aldeia mártir do incêndio de Pedrógão Grande. É uma aldeia em ruínas, repleta de casas queimadas e telhados no chão. Um cenário de desolação e dor.