Mostra inédita de obras do Sector Intelectual de Lisboa do PCP no Museu da Cidade

| Cultura

Obras de arte portuguesa de 1968 à actualidade constituem a primeira exposição pública do acervo de arte do Sector Intelectual de Lisboa do Partido Comunista Português, patente a partir de 03 de Outubro, no Museu da Cidade.

No total estarão patentes 70 obras, entre serigrafia, escultura e pintura, que saem pela primeira vez dos edifícios do Partido e "apenas estiveram duas vezes expostas em circuitos internos", explicou Antónia Dimas, uma das responsáveis pela iniciativa.

"O trabalho", um óleo sobre tela, de Cecília Pinto, de 1968, é a obra exposta mais antiga.

A exposição, que é oficialmente inaugurada pelo secretário-geral do Partido Comunista Português, Jerónimo de Sousa, dia 02 de Outubro, reúne nomes como Adão Cruz, Ana Cassiano, António Carmo, António Domingues, Luís Ralha, Helena Almeida, Deolinda Amaro e Quintino Sebastião.

"Todas as obras foram oferecidas ao partido após o 25 de Abril de 1974, por artistas, quer fossem militantes ou não", afirmou Antónia Dimas.

Um dos objectivos desta exposição "é promover as pessoas que nela participam, mas também partilhar a arte com o grande público", disse à Lusa Dimas.


A informação mais vista

+ Em Foco

A primeira-ministro britânica descarta um segundo referendo, por considerar que não vai solucionar a encruzilhada que o Reino Unido enfrenta.

Xi Jinping passou dois dias em Lisboa, na primeira visita de Estado a Portugal desde que é Presidente da República Popular da China. Foram assinados vários acordos bilaterais.

    Toda a informação sobre a União Europeia é agora agregada em conteúdos de serviço público. Notícias para acompanhar diariamente na página RTP Europa.

      O processo de degelo na Gronelândia acelerou substancialmente nas últimas décadas. Os investigadores alertam para o perigo da subida do nível da água do mar.