Lucro da Vista Alegre aumenta mais de 5 vezes no 1.º trimestre para 634 mil euros

| Economia

O lucro da Vista Alegre mais do que quintuplicou (422%) no primeiro trimestre, face a igual período de 2017, para 634 mil euros, anunciou hoje a marca de cristal e porcelana.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Vista Alegre refere que "o reforço das equipas comerciais no mundo, a melhoria contínua dos processos industriais, a inovação produtiva e a investigação e desenvolvimento de novos produtos têm sido fatores chave para a boa `performance`" da empresa.

No primeiro trimestre, o volume de negócios subiu 4% para 19,2 milhões de euros e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) aumentou 18% para 2,9 milhões de euros.

O resultado operacional (EBIT) cresceu 36% para 1,4 milhões de euros.

"A Vista Alegre teve o melhor desempenho de sempre" nos primeiros três meses deste ano, "dando continuidade aos resultados alcançados" no final do ano passado.

"O mercado externo continua a ser o grande impulsionador desta boa `performance`, com 13 milhões de euros de vendas", o que representa mais de dois terços (67%) do volume de negócios da empresa, "um incremento de dois pontos percentuais face a 2017", adianta empresa.

"Este aumento é justificado pelo crescimento do negócio em novos mercados, nomeadamente na Europa e na Ásia", sendo que no palco europeu França e Espanha destacam-se com as maiores subidas.

No mercado português, as vendas ascenderam a 6,3 milhões de euros, "alicerçado no negócio das lojas próprias, e na consolidação da Vista Alegre, que apostou neste canal em Portugal".

Nos primeiros três meses deste ano foram realizados investimentos no montante de 3,2 milhões de euros, essencialmente no segmento do cristal e do grés mesa com a ampliação da fábrica da Ria Stone.

A informação mais vista

+ Em Foco

O antigo procurador-geral da República do Brasil revelou à RTP que já recebeu várias ameaças de morte e defendeu uma reforma profunda do sistema político brasileiro.

Quando Ana Paula Vitorino indicou Lídia Sequeira, a economista ainda era gerente da sua empresa, o que viola a lei em matéria de incompatibilidades e o dever de imparcialidade.

Em seis anos, as investigações sucederam-se, sem poupar ninguém, da política ao futebol e à banca, seguindo a bandeira da ainda procuradora geral, o combate à corrupção.

    O Conselho Europeu informal de Salzburgo tem em cima da mesa dossiers sensíveis, com a imigração e o Brexit no topo da agenda. A RTP preparou um conjunto de reportagens especiais sobre esta cimeira.