Motoristas consideram requisição civil "a morte do direito à greve"

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Motoristas consideram requisição civil a morte do direito à greve

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Foto: Carlos Barroso, Lusa

No Porto de Leixões, os motoristas garantem que os serviços mínimos estão a ser cumpridos e consideram a requisição civil decretada pelo Governo "a morte do direito à greve".

Aníbal César, um dos trabalhadores e delegado sindical do Sindicato independente dos Motoristas, afirmou que os serviços mínimos estão a ser cumpridos e que, com a requisição civil, "estão a encostar-nos à parede, agora temos de ir até ao fim". A isto acrescentou que tudo isto "começou com os enfermeiros, está-se a passar com os motoristas e vai-se passar por aqui adiante".

Prosseguindo a sua declaração à RTP, afirmou: "Quem quiser fazer greve em Portugal, vai deixar de poder fazer. A requisição civil é pura e simplesmente um atentado ao nosso direito, que está consagrado na Constituição da República portuguesa".

Aníbal César prometeu além disso que ele próprio e os seus companheiros irão permanecer, de pedra e cal", no piquete de greve "até termos forças, até chegarmos a algum lado e até o sindicato nos mandar desmobilizar".

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