Visita presidencial a Angola deve ser última etapa de um processo em curso - Marcelo

| Economia

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que uma visita sua a Angola deve ser "a última etapa de um processo que está em curso", atualmente ao nível ministerial.

O chefe de Estado falava numa cerimónia sobre os seus primeiros dois anos em funções, que hoje se cumprem, na Sala de Jantar do Palácio de Belém, em resposta à comunicação social, que lhe perguntou se espera visitar Angola até final do seu mandato.

"Há etapas que têm de ser preenchidas. Eu penso que é muito importante a etapa que estamos a viver, que é a do relacionamento entre responsáveis governativos a nível ministerial", começou por responder Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente da República salientou que se vai realizar no dia 27 deste mês, em Lisboa, uma conferência da iniciativa da Câmara de Comércio Portugal-Angola, com empresários portugueses e angolanos.

"Haverá membros dos governos dos dois países a falar de um dos domínios em que estamos e continuaremos sempre muito próximos", referiu.

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, "depois, haverá um passo seguinte, normal, que tem a ver com o poder executivo, que é o que respeita ao primeiro-ministro".

"Portanto, eu penso que em termos lógicos a visita presidencial a Angola deve ser a última etapa de um processo que está em curso mas tem de seguir as várias etapas", concluiu.

A informação mais vista

+ Em Foco

O Conselho Europeu informal de Salzburgo tem em cima da mesa dossiers sensíveis, com a imigração e o Brexit no topo da agenda. A RTP preparou um conjunto de reportagens especiais sobre esta cimeira.

    Nas eleições primárias, alguns dos mais conceituados senadores democratas foram vencidos por candidatos mais jovens, progressistas e, alguns deles, socialistas.

      Em 1995, dois estudantes desenvolveram um motor de pesquisa. Dois anos depois, Andy Bechtolsheim passou um cheque no valor de 100 mil dólares. Nesse dia, fez-se história: a Google nasceu.

        A Austrália enfrenta a maior seca de que há memória, afetando agricultores e criação de gado.