António Costa afasta um cenário de crise política após eleições mas recusa um governo de coligação

por Antena 1

Foto: Antena1

António Costa acredita que não há razão para haver uma crise política depois das eleições de 6 de outubro. Continua a evitar a expressão “absoluta” mas pede uma maioria e recusa a ideia de um governo de coligação: “Não vale a pena estragar uma boa amizade com um mau casamento.

António Costa acredita que não há razão para haver uma crise política depois das eleições de 6 de outubro. Continua a evitar a expressão “absoluta” mas pede uma maioria e recusa a ideia de um governo de coligação: “Não vale a pena estragar uma boa amizade com um mau casamento".

O país precisa de uma solução estável, sem um “arco da governação” que “condena o PCP, os Verdes e o Bloco de Esquerda ao estatuto de uma oposição obrigatória”. Opinião do secretário-geral do PS, que acrescenta que um bloco central só deve acontecer numa situação limite.

Nesta entrevista à editora de política da Antena1, Natália Carvalho, o secretário-geral do Partido Socialista também traçou como prioritário o equilíbrio das contas públicas. Por isso, não entende as promessas eleitorais de CDS e PSD, para a descida de impostos em Portugal: “São programas de quem não pretende governar”.

8 acidentes com meios aéreos em 2 meses

“A operação de combate aéreo aos incêndios é das operações mais delicadas e mais difíceis”, justifica António Costa, ao sublinhar que estes são meios contratados pelo Governo.

António Costa confessa estar muito satisfeito com a pasta que foi atribuída a Elisa Ferreira e que será tornada pública na próxima terça-feira.

Pode ver aqui na íntegra esta entrevista de Natália Carvalho ao secretário-geral do PS, António Costa: