Memórias do Curdistão: valeu a pena

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Memórias do Curdistão: valeu a pena

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Entrevista a Irene Guia, missionária portuguesa que chegou ao Curdistão Iraquiano no início de outubro de 2016 e regressou a Portugal há cerca de duas semanas.

Foi um tempo passado no apoio a refugiados e deslocados que fugiram do Estado Islâmico. Yazidis, cristãos, muçulmanos, todos tratados de forma igual pelo Serviço Jesuíta aos refugiados. Todos com marcas profundas das perseguições, raptos, violações e morte, que foram a imagem de marca do Estado Islâmico. 


Foram meses de muito trabalho com pessoas que sofrem com a guerra, mas a alma regressou cheia e com a noção de que, poder ajudar, é um privilégio.

O jornalista José Manuel Rosendo esteve com Irene Guia no Curdistão iraquiano, logo no início da missão e, agora, foi o reencontro, num estúdio de rádio, para esta entrevista.

Foto: Irene Guia (direita) em Qaraqosh (zona árabe), uma cidade maioritariamente cristã e onde o Estado Islâmico esteve muito tempo, tendo ficado com um grande nível de destruição. 

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