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"Impostos máximos, serviços mínimos, é o que o seu Governo oferece aos portugueses"
Se com José Sócrates os portugueses conheceram a bancarrota socialista, com António Costa os portugueses sofrem o empobrecimento socialista”, afirma Joaquim Miranda Sarmento.
O social-democrata acusa o primeiro-ministro de agravar a carga de impostos. “Quase não há ano da sua governação em que a carga fiscal não tenha subido”. “Em 2022 o seu Governo cobrou mais 11 mil milhões de euros em impostos”, e “a carga fiscal atingiu o máximo de 34 por cento do PIB”, sendo que nos primeiros cinco meses deste ano foram ultrapassadas todas as previsões “para o ano inteiro”.
“Os portugueses à míngua, com dificuldades, a empobrecer e o Governo a encher os bolsos”, acusa Miranda Sarmento para evidente desagrado de António Costa. “Com as duas mãos tira impostos aos portugueses e com uma mão fechada, uma mão cerrada socialista”, e o social-democrata exemplifica cerrando o punho, “devolve um poucochinho”.
O chefe da bancada, muito aplaudido pelos social-democratas, refere em seguida que apesar dos impostos os serviços públicos estão a degradar-se cada vez mais.
“O senhor consegue este feito extraordinário. Governa há oito anos, mas a Saúde, a Habitação, a Educação, os Transportes, a Segurança, a Justiça, até a Defesa, estão hoje pior do que estavam em 2015”, afirma.
“Empobrecimento, impostos máximos, serviços mínimos, é o que o seu Governo oferece aos portugueses”, remata, acusando o Governo de querer apenas “manter-se no poder”, não governar.
Joaquim Miranda Sarmento defende antão que o PSD é alternativa e lembra diversas propostas e contributos do Partido Social-Democrata para o país, incluindo uma proposta de revisão da Constituição, "medidas e reformas estruturais".
"Deixo-lhe um repto, abandone o estado de negação em que está".