Euro2020: Dyego Sousa é o 39.º estreante na `era` Fernando Santos

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Dyego Sousa é o sétimo jogador naturalizado a representar Portugal
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O avançado Dyego Sousa, nascido no Brasil, tornou-se esta sexta-feira o 39.º jogador a estrear-se na seleção principal de futebol na ‘era’ Fernando Santos, ao entrar no jogo face à Ucrânia, no Estádio da Luz, em Lisboa.

O jogador do Sporting de Braga entrou aos 73 minutos, em substituição de André Silva, mas não conseguiu desfazer o ‘nulo’, no primeiro encontro da formação das ‘quinas’ no Grupo B de apuramento para o Europeu de 2020.

Dyego Sousa sucede a Hélder Costa (Wolverhampton), Pedro Mendes (Montpellier) e Cláudio Ramos (Tondela), que cumpriram a primeira internacionalização ‘AA’ em 14 de outubro de 2019, num particular realizado na Escócia (3-1).

O extremo dos Wolves jogou os 90 minutos e tornou-se o segundo a marcar na estreia na ‘era’ Fernando Santos, depois de João Cencelo, que faturou face a Gibraltar, o central do Montpellier entrou aos 57 e o guarda-redes do Tondela aos 86.

Em 2018, já se tinham estreado Mário Rui, na Holanda, em 26 de março, Rúben Dias, face à Tunísia (2-2), em 28 de maio, e Gedson Fernandes e Sérgio Oliveira, em 06 de setembro, num particular como a vice-campeã mundial em título Croácia, no Algarve (1-1).

A ’coleção’ de estreantes começou a ser feita logo no primeiro encontro de Fernando Santos, em 11 de outubro de 2014, num particular com a França, em que o então novo selecionador luso fez alinhar Cédric e João Mário.

Ainda no ano de 2014, também Raphaël Guerreiro, Adrien Silva, José Fonte e Tiago Gomes foram ‘promovidos’ a internacionais ‘AA’.

A lista teve, depois, um aumento substancial com o particular com Cabo Verde, em 2015, com Fernando Santos a fazer alinhar pela primeira vez Anthony Lopes, André Pinto, Paulo Oliveira, Bernardo Silva, André André, Ukra e Danilo.

Seguiram-se, ainda no mesmo ano, Daniel Carriço, Nélson Semedo, Gonçalo Guedes, Lucas João, Ricardo Pereira e Rúben Neves.

Em 2016, ano em que Portugal conquistou o histórico Europeu, foi a vez do ‘miúdo’ Renato Sanches, André Silva, João Cancelo e Gelson Martins.

No ano seguinte, tornara-se internacionais ‘AA’ Marafona, perante a Suécia, Bruma, Bruno Fernandes, Edgar Ié e Kévin Rodrigues, face à Arábia Saudita, e Gonçalo Paciência, Ricardo Ferreira e Rony Lopes, frente aos Estados Unidos.

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