Pedro Proença pede “reflexão profunda” no futebol

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O presidente da Liga Portuguesa de Futebol condena “os atos primários” de violência em Alcochete, tendo ainda expressado a sua solidariedade para com as vítimas. Em entrevista ao 360 da RTP3, Pedro Proença defendeu ainda que os dirigentes devem fazer uma “reflexão profunda”.

"Chegou o momento de reflexão profunda dos dirigentes, porque há uma linha que foi ultrapassada, porque o que se passou não foi um caso desportivo, é um caso de polícia, contra os verdadeiros artistas do futebol", afirmou Pedro Proença.

O dirigente afirmou que há pessoas que têm “utilizado o futebol como um meio para atingir outros fins”. O presidente da Liga explicou estar a referir-se “a todos em concreto”, nomeadamente “dirigentes e toda a gente que não tem sabido ter a calma e a tranquilidade”.

Questionado sobre se Bruno de Carvalho está incluído neste grupo, Proença não concretizou, afirmando apenas que “os dirigentes têm de perceber que no futebol não vale tudo”.

Na entrevista à RTP3, Pedro Proença considerou ainda que os acontecimentos desta terça-feira são uma “página negra” do futebol em Portugal e um “caso de polícia”.

A entrevista de Pedro Proença à RTP foi concedida poucas horas depois de os jogadores e equipa técnica do Sporting terem sido agredidos em Alcochete. Cerca de 50 adeptos invadiram as instalações da academia e começaram as agressões.

Alguns jogadores foram mesmo sequestrados durante alguns minutos no interior do balneário que ficou parcialmente destruído.

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