Maria Flor Pedroso entrevista Diogo Freitas do Amaral

| Maria Flor Pedroso
Maria Flor Pedroso entrevista Diogo Freitas do Amaral

Freitas do Amaral considera que António Costa tem tido uma “liderança demasiado modesta, demasiado apagada”.

Na entrevista a Maria Flor Pedroso, o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de José Sócrates usa a metáfora do comandante do navio, uma comparação que já vem dos gregos, para falar do Estado e da liderança política, porque "as pessoas em momentos difíceis querem ouvir o comandante do navio, tem de haver uma comunicação pessoal e direta". E por isso falta uma política de informação e nota "uma grande falta de comunicação entre os vários ministérios, o que é completamente impensável", diz Freitas do Amaral.

O professor catedrático jubilado alerta nesta entrevista à Antena1 que não se está a reduzir a dívida com a "velocidade suficiente" porque "é o maior problema que Portugal tem em cima da sua cabeça" considerando que poderemos "estar à mercê de qualquer crise". Para Freitas do Amaral "é preciso reduzir as gorduras do Estado, mas os governos não sabem onde elas estão, nem perguntam às pessoas que sabem". Questionado se estaria disponível, diz que "depende das circunstâncias" e exemplifica com a reforma do Estado feita na Nova Zelândia.

Este é um Governo que o surpreendeu pela positiva pois "fez o milagre político de por de acordo Bruxelas, o PCP e o BE, o que é uma coisa nunca vista, e que vai ficar na História". Regista o êxito na estabilidade governativa, o crescimento na ordem dos 3%, a diminuição do desemprego.

Pode ver esta entrevista na íntegra aqui:

A informação mais vista

+ Em Foco

Em 9 de abril de 1918, a ofensiva alemã varre a resistência portuguesa. O dossier que se segue lança um olhar sobre o antes, o durante e o depois.

    Quase seis décadas depois, a Presidência de Cuba deixou de estar nas mãos de um membro do clã Castro.

    Kim e Donald passaram do insulto à vontade mútua de fazer história. Bem-vindos à era das ilusões.

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.