Maria Flor Pedroso entrevista Ana Catarina Mendes

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Maria Flor Pedroso entrevista Ana Catarina Mendes

Foto: Antena1

Ana Catarina Mendes garante, com secretária geral adjunta do PS, que o seu partido "manter-se-á fiel à separação de poderes e na defesa do Estado de Direito".

Ana Catarina Mendes acusa o PSD de iniciar "um caminho muito perigoso de politização da justiça” e garante, como secretária geral adjunta do PS, que o seu partido "manter-se-á fiel à separação de poderes e na defesa do Estado de Direito".

Rui Rio populista e sem projeto
“Para mim Rui Rio neste momento é um líder que não se afirmou com nenhum projeto, exceto com algum populismo nestes últimos dois dias". São as primeiras críticas vindas de um alto dirigente socialista ao líder do PSD. Ana Catarina Mendes elogia, no entanto, o diálogo que aconteceu para os acordos sobre os fundos europeus e a descentralização.

Vai mais longe Ana Catarina Mendes, nesta entrevista à Antena1, considerando que a Direita, "por não ter um projeto para o País, quer dedicar-se aos casos e casinhos", está a tentar "criminalizar todos os socialistas que participaram em anteriores Governos ou que participam neste Governo". Como diz ter acontecido no último debate quinzenal.

Comentando a saída de Sócrates de PS – a qual só soube pelo artigo de jornal - rejeita "julgamentos populares (porque) é preciso prudência e muita calma”. Não rejeita a possibilidade "de um problema que pode vir a existir" e apela à reflexão depois de a Justiça decidir. Insiste ainda que não houve qualquer estratégia concertada na sucessão de declarações a partir do caso Manuel Pinho.


Não haverá lei da rolha no congresso
A duas semanas do Congresso do PS e na véspera da eleição direta do secretário-geral do PS, Ana Catarina Mendes garante que "não há lei da rolha no PS”. Das sessões que tem feito pelo país não é o tema Sócrates que tem dominado as atenções dos militantes.

Pode ver aqui na íntegra esta entrevista de Ana Catarina Mendes a Maria Flor Pedroso:


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