Maria Flor Pedroso entrevista Pedro Duarte

| Maria Flor Pedroso
Maria Flor Pedroso entrevista Pedro Duarte

Foto: Antena1

Pedro Duarte diz em entrevista à Antena1 que se houver congresso extraordinário será candidato contra quem for. Mesmo contra Luís Montenegro e Carlos Moedas, duas personalidades com quem mantém excelentes relações políticas e pessoais.

O antigo líder da JSD, Secretário de Estado de Santana Lopes e diretor de campanha de Marcelo Rebelo de Sousa, adverte que não entrará em qualquer "movimento conspirativo": "Tirem-me de jogadas que tenham algum efeito conspirativo ou que prejudiquem o PSD". Pedro Duarte diz que avisou, mais de um ano antes das eleições, ao que vinha. A estratégia está errada e a liderança também. Fora de questão "fazer no PSD aquilo que António Costa fez no PS, que fique claro".

Explica que não se candidatou nas últimas diretas porque tinha feito uma "opção inabalável" pela sua vida profissional e académica. No entanto, diz, "há momentos da vida em que sentimos que somos chamados a desempenhar esta missão, porque é com espírito de missão que eu dou este passo".

No próximo dia 5 de Outubro Pedro Duarte lança uma plataforma online, o Manifesto X, aberta a todos, com personalidades fora dos partidos, para discutir ideias para o país. Ideias que "até Rui Rio pode aproveitar, mesmo que não seja essa a minha estratégia, mas eu não quero fazer nenhum assalto ao poder nem por em causa a legitimidade de Rui Rio".

Pedro Duarte diz que, ao contrário de Santana Lopes, revê-se no PSD. Sobre o Aliança, diz que não deve ser desvalorizado mas não é ameaça ao PSD.

Quanto à permanência de Rui Rio após eleições – legislativas ou europeias - considera que é uma avaliação que todos têm de fazer, mas alerta para os perigos de “uns votos em troca de ideias populistas”. Acha que não é isso que está a acontecer, "mas tenho esse receio, sim". E não exige que Rio ganhe as próximas eleições.

Pode ver aqui na íntegra esta entrevista de Pedro Duarte a Maria Flor Pedroso:





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