Reportagem
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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

por RTP

Luís Forra - Lusa

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

Mais atualizações



23h52 - Testes alargados a todas as escolas e passam a contemplar amostras de saliva

Os testes à SARS-CoV-2 vão abranger todas as escolas de Portugal continental e contemplar a amostra de saliva para a realização dos rastreios laboratoriais, segundo a atualização da norma da Direção-Geral da Saúde sobre a Estratégia Nacional de Testes.

Na norma atualizada esta sexta-feira, são recomendados rastreios laboratoriais regulares (de 14 em 14 dias) nos estabelecimentos de ensino ao pessoal docente e não docente, quando a norma anterior, de 11 de fevereiro, apenas abrangia o secundário, neste nível de ensino envolvendo igualmente os alunos, o que se mantém.

A norma baixa, por outro lado, a incidência da testagem nas escolas, que no documento anterior previa recolhas em concelhos com incidência cumulativa a 14 dias superior a 480 por 100.000 habitantes, e que agora passa a ser de 120 por 100 mil.

Além das escolas, os testes devem ser também regulares "nos locais com maior risco de transmissão em meio laboral", como fábricas e construção civil.

A par dos testes rápidos de antigénio, que já eram utilizados, a atualização da norma passa a incluir as amostras de saliva "como alternativa às amostras do trato respiratório, particularmente em situações de rastreio comunitário".

23h20 - Brasil chega a 10,4 milhões de infeções, um ano após primeiro caso

O Brasil ultrapassou a marca de 10,4 milhões de infeções pelo novo coronavírus (10.455.630), precisamente um ano após o registo do primeiro caso no país, informou esta sexta-feira o Ministério da Saúde.

Nas últimas 24 horas, foram contabilizados 65.169 infetados em território brasileiro, o quarto dia consecutivo em que o país regista mais de 60 mil novos diagnósticos de covid-19.

Os dados fazem parte do último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, que dá conta da soma 1.337 mortes entre quinta-feira e hoje, num total de 252.835 óbitos devido à covid-19 no Brasil.

É também o quarto dia consecutivo em que a nação sul-americana, uma das mais afetadas em todo o mundo pela pandemia, concentra mais de mil vítimas mortais diárias.

A taxa de letalidade da doença no país está em 2,4% e a taxa de incidência é hoje de 120 mortes e 4.975 casos por 100 mil habitantes.

São Paulo é o foco da pandemia no país, ao concentrar 2.026.125 casos positivos, sendo seguido de Minas Gerais (869.230), Bahia (674.384) e Santa Catarina (663.699).

Por outro lado, as unidades federativas com maior número de óbitos são São Paulo (59.129), Rio de Janeiro (32.909), Minas Gerais (18.276) e Rio Grande do Sul (12.226).

22h24 - Abusos laborais e pandemia infernizam a vida de imigrantes no Alentejo

22h21 - Centro Hospitalar Cova da Beira lança programa de combate ao 'burnout'

O Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira (CHUCB) vai disponibilizar aos profissionais de saúde um programa de combate ao stress laboral e ao 'burnout', anunciou aquela unidade de saúde com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco.

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, o CHUCB frisa a importância da iniciativa como medida de apoio aos profissionais nesta fase de pandemia, em que todos os indicadores apontam "para o facto da grande maioria dos profissionais de saúde apresentar sinais de cansaço físico e psicológico, bem como altos índices de stress e ansiedade, decorrentes de uma exposição contínua a níveis de exigência sem precedentes".

Com a denominação "CHUCB - A Cuidar dos seus", o programa funcionará em horário pós-laboral e inclui técnicas de relaxamento, relaxamento schultz, sala de snoezelen e ainda sessões de bem-estar físico, yoga e pilates.

De acordo com a informação, a iniciativa é desenvolvida com o contributo do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental e do Serviço de Medicina Física e Reabilitação do CHUCB e todas as sessões são conduzidas e orientadas por profissionais devidamente habilitados.

21h43 - Cerca de 60% de 200 mil vacinas recebidas por Moçambique são para profissionais de saúde

Cerca de 60% do primeiro lote de 200 mil vacinas que Moçambique recebeu da China são destinadas aos profissionais de saúde moçambicanos que estão na linha da frente no combate à covid-19, disse hoje o ministro da Saúde.

"Nós vamos vacinar todos os profissionais de saúde nacionais, que são cerca de 60 mil", disse o ministro da Saúde de Moçambique, à imprensa, após um encontro virtual com responsáveis de clínicas privadas.

Segundo Armindo Tiago, o objetivo do Governo é também abranger profissionais de saúde estrangeiros que trabalham em Moçambique e as autoridades já enviaram cartas aos seus países de origem a pedir autorizações para a vacinação deste grupo.

"Estamos à espera das respostas das cartas dos seus respetivos países e, logo que isso acontecer, teremos um número adicional de profissionais de saúde a serem vacinados", observou o ministro.

21h35 - A Guiné-Bissau registou mais 26 casos de infeção pelo novo coronavírus, para um total acumulado de 3.241.

21h14 - Brasil atinge pico de mortes por covid
21h13 - Cidadãos brasileiros regressam ao Brasil em voo de repatriamento
21h11 - Certificado Europeu de Vacinação operacional antes do Verão
21h08 - Pandemia com graves consequências entre doentes não-covid
21h07 - Portugal no topo das taxas de mortalidade europeias
21h04 - DGS revê critérios para testagem em massa
21h03 - Recuo de infeções. Primeiras confirmações da eficácia da vacinação
20h59 - Diferentes regiões ensaiam diferentes soluções para promover a vacinação
20h57 - Quase metade das convocatórias para vacinação têm ficado sem resposta
20h52 - Portugal só vai conhecer o plano de desconfinamento a partir de 11 de Março
19h56 - Governo são-tomense agrava medidas sanitárias para travar propagação da doença

O Governo são-tomense agravou hoje as medidas restritivas contra a pandemia de covid-19, encerrando escolas e proibindo missas e cultos para tentar travar a propagação da infeção, que "está a aumentar de forma acelerada", indicou em comunicado.

São Tomé e Príncipe registou hoje mais um óbito por covid-19 e 26 novas infeções, aumentando o número de óbitos para 28 e os casos para 1.745.

"A taxa de infeção está a aumentar de forma muito acelerada com todas as suas consequências, tais como o aumento da taxa de mortalidade e a taxa de internamento", disse o ministro da Saúde, Edgar Neves.

As novas medidas restritivas entram em vigor em 1 de março e prolongam-se por 15 dias, abrangendo a suspensão das aulas do ensino diurno e noturno em todos os estabelecimentos de ensino públicos e privados, a realização dos cultos e missas e o encerramento dos estabelecimentos comerciais, restaurantes, bares, quiosques e padarias às 17h00.

"Apenas as farmácias e postos de abastecimento de combustíveis poderão funcionar em horário normal", referiu o comunicado do Governo, lido pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Novas Tecnologias e Comunicação Social.

19h46 - A Madeira regista hoje 58 novos casos de covid-19, passando a contabilizar 7.144 doentes desde 16 de março de 2020, revela a Direção Regional da Saúde (DRS).

19h45 - Presidente da República assina decreto regulamentar do Governo

Marcelo Rebelo de Sousa assinou hoje o decreto do Governo que regulamenta a prorrogação do estado de emergência até 16 de março de 2021, mantendo as regras atualmente em vigor.

A assinatura do decreto aprovado hoje pelo Governo foi divulgada através de uma nota no portal da Presidência da República na Internet.

Na quinta-feira, o Presidente da República decretou o estado de emergência pela 12ª vez no atual contexto de pandemia de covid-19, por mais quinze dias, nos mesmos termos do seu anterior decreto, após aprovação pelo parlamento.

O atual período de estado de emergência termina às 23:59 da próxima segunda-feira, 1 de março. Esta renovação terá efeitos no período entre 2 e 16 de março.

De acordo com a Constituição, este quadro legal, que permite a suspensão do exercício de alguns direitos, liberdades e garantias, não pode durar mais de quinze dias, sem prejuízo de eventuais renovações com o mesmo limite temporal.

19h43 - Angola somou mais duas mortes e 64 novos casos de covid-19 em 24 horas, assim como 69 recuperações da doença.

19h35 - Governo dos Açores levanta cerca sanitária a Rabo de Peixe para a semana

O vice-presidente do Governo dos Açores, Artur Lima, anunciou hoje que a cerca sanitária a Rabo de Peixe vai ser levantada "com responsabilidade", na próxima semana, e saudou a "grande adesão" da população local no combate à pandemia.

"Para a semana não há cerca (a Rabo de Peixe)", porque vai ser "levantada com responsabilidade", disse o governante.

Artur Lima falava no parlamento dos Açores, no âmbito da apreciação de uma iniciativa do PSD que recomenda ao executivo um programa de recuperação económica e social específico para as freguesias de Ponta Garça e de Rabo de Peixe.

Aos deputados, o vice-presidente destacou a "grande adesão" e comportamento da população da vila piscatória, "em diálogo" com as equipas multidisciplinares no terreno, que afirmou terem realizado desde 05 de fevereiro, com a instituição da cerca sanitária, 998 visitas domiciliárias.

No dia em que os Açores não registaram nenhum caso de infeção, o governante congratulou-se com o facto, afirmando "estar feliz por os Açores serem a região do país que tem a pandemia melhor controlada", mas ressalvou que o executivo vai estar "atento e preventivo para não facilitar".

19h03 - OMS reclama isenção de direitos de propriedade intelectual para vacinas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reclamou hoje o uso de "todas as ferramentas" para aumentar a produção de vacinas contra a covid-19, incluindo a transferência de tecnologia e a isenção de direitos de propriedade intelectual.

"Agora é o momento de usar todas as ferramentas para aumentar a produção, incluindo licenciamento, transferência de tecnologia e isenções de propriedade intelectual. Se não é agora, quando?", questionou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O dirigente da OMS falava na videoconferência de imprensa regular da organização sobre a pandemia da covid-19, transmitida da sede, em Genebra, Suíça.

Tedros Adhanom Ghebreyesus pediu que o Conselho de Segurança da ONU, enquanto "órgão influente", tome "medidas concretas", como "fazer com que a isenção de propriedade intelectual possa ser aplicada" para aumentar a produção de vacinas e a taxa de vacinação.

18h58 - Segundo António Costa todas as medidas foram tomadas em consonância com o PR

O primeiro-ministro afirmou que, desde o início da pandemia da covid-19, nenhuma medida foi tomada sem existir "total consonância" entre o Presidente da República e o Governo, adiantando que "há total" solidariedade institucional.

Esta posição foi transmitida por António Costa no final do Conselho de Ministros, depois de questionado sobre a existência agora de uma menor cooperação estratégica com o Presidente da República e se, por outro lado, Marcelo Rebelo de Sousa conhece o plano de desconfinamento que o Governo se prepara para apresentar em 11 de março.

"Naturalmente, muitas vezes não partimos do primeiro ponto de vista idêntico, mas chegamos sempre à mesma conclusão e a um resultado que nos uniu sempre a todos", respondeu o primeiro-ministro.

18h19 - Serão vacinadas até ao final de março cerca de 80% das pessoas com mais de 80 anos 

O primeiro-ministro garantiu hoje, na Conferência de Imprensa no Palácio da Ajuda, que até ao final março vão estar vacinadas contra a covid-19 todas as pessoas entre os 50 e os 65 anos com comorbilidades associadas e cerca de 80% dos idosos com mais de 80 anos.

"Podemos confirmar o objetivo de até ao final de marco termos mais de 80% das pessoas com 80 anos totalmente vacinadas. Podemos assegurar o cumprimento da meta de termos a vacinação integral de todos os maiores de 50 anos mas com menos de 65 anos e que tenham comorbilidades associadas", disse António Costa.

18h10- Contágios continuam a aumentar em Itália, com mais de 20.000 no último dia

Os novos casos de covid-19 em Itália continuam a aumentar, com 20.499 registados nas últimas 24 hora e 253 mortes, segundo o último boletim do Ministério da Saúde, levando a um aumento de restrições em várias regiões.

17h58 - António Costa diz que ainda não é tempo de desconfinamento e promete plano a 11 de março

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje que o Governo apresentará no dia 11 de março o plano de desconfinamento, adiantando que será gradual em termos de abertura de atividades.

Este calendário foi adiantado por António Costa em conferência de imprensa, no Palácio Nacional da Ajuda, no final da reunião do Conselho de Ministros sobre o novo período de estado de emergência em Portugal, que se iniciará na terça-feira e se estenderá até 16 de março.

O primeiro-ministro afirmou hoje que "este, infelizmente, não é ainda o tempo do desconfinamento", motivo pelo qual o Governo aprovou o decreto regulamentar do estado de emergência sem qualquer alteração.

"O Conselho de Ministros, como era expectável, aprovou sem qualquer alteração a renovação do decreto lei que há 15 dias atrás tinha aprovado", referiu o primeiro-ministro, numa declaração desde o Palácio da Ajuda, em Lisboa.

17h44 - Fecho de fronteiras custou 92 milhões à região Alto Minho/Galiza

O fecho de fronteiras entre Portugal e Espanha, em 2020, provocou "uma perda de faturação superior a 92 milhões de euros" nos 26 municípios portugueses e galegos do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho, foi hoje divulgado.

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o AECT Rio Minho adiantou que aquele impacto económico do primeiro confinamento geral motivado pela pandemia de covid-19, entre 17 de março e 30 de junho, "é a principal conclusão de um estudo solicitado pelo AECT Rio Minho ao doutorado em Economia da Universidade de Vigo Xavier Cobas, que destacou que o prejuízo económico do atual encerramento será ainda maior".

O documento "apresenta vários dados indiscutíveis sobre o sofrimento da economia nas duas margens do Minho, com o comércio e a hotelaria a serem os setores mais afetados, com um impacto na perda de faturação de 92 milhões de euros - equivalente a 23 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto -, segundo os dados oficiais disponibilizados pelos governos" de Portugal e Espanha.

O estudo de Xavier Cobas refere que, "além da diminuta faturação, todos estes setores sofreram o efeito do encerramento das fronteiras".

"No comércio as perdas aumentaram 12% e 19% na hotelaria e restauração, ao que acresce a quebra dos negócios, simplesmente pelo facto dos consumidores da raia não terem acesso, já que as fronteiras estavam apenas abertas a trabalhadores", sustenta o estudo, que aponta ainda "o número de horas de trabalho perdidas devido à espera na ponte internacional de Valença-Tui".

17h35 - Unilabs diz que desconfinamento passa por mais testes à população
17h15 - Regulador europeu admite curtos adiamentos na segunda dose da vacina

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aconselha a administração das vacinas contra a covid-19 "de acordo com a informação aprovada", mas admitiu à Lusa serem "aceitáveis" curtos adiamentos da segunda dose, face à produção insuficiente para a União Europeia (UE).

"As vacinas contra a covid-19 devem ser utilizadas de acordo com a informação aprovada sobre os seus produtos, que descreve como devem ser utilizadas para alcançar o nível de proteção observado nos grandes ensaios aleatórios que apoiam a eficácia destas vacinas", afirma a EMA em resposta escrita enviada à agência Lusa.

Questionada pela Lusa sobre o caso português - dado que as autoridades sanitárias estão a equacionar adiamentos da toma da segunda dose da vacina para permitir administrá-la a mais pessoas este trimestre - a agência europeia não respondeu diretamente, mas deu o exemplo dos estudos realizados para a vacina da BioNtech/Pfizer sobre a "administração de duas doses com um intervalo de até 42 dias".

"Deve portanto ser considerado aceitável se a vacina for tomada até duas a três semanas mais tarde", conclui a EMA.

Na informação emitida pela EMA aquando da aprovação da vacina da BioNtech/Pfizer lê-se que "as análises de eficácia incluíram participantes que receberam a sua segunda vacinação no prazo de 19 a 42 dias após a sua primeira vacinação".

Esta posição é semelhante à da Organização Mundial de Saúde, que em janeiro admitiu que, dada a escassez de produção, a segunda dose da vacina da BioNtech/Pfizer pode ser "atrasada algumas semanas" e que o período de intervalo no fármaco da Moderna pode ser ampliado para 42 dias.

17h10 - UCI atualiza protocolo sanitário e lembra requisitos de testagem

A União Ciclista Internacional (UCI) atualizou o protocolo sanitário relativo à covid-19 para 2021, em traços gerais semelhante ao de 2020, mas com avisos quanto à importância dos testes PCR.

"Dada a fiabilidade mais baixa de testes antigénios, e a falta de provas sobre a sua eficácia perante as novas variantes (do novo coronavírus), estes não poderão ser usados por atletas e equipas técnicas como prova de que a pessoa testada não transporta o vírus", pode ler-se no comunicado hoje divulgado pelo organismo de cúpula do ciclismo mundial.

O protocolo, explica a nota, é similar ao de 2020, destacando o potencial das vacinas, pelo lado positivo, e de novas variantes, pelo lado negativo, para fazer desta uma época diferente, reforçando, numa das alterações, que os atletas já vacinados, como os da UAE Emirates, terão de ser testados na mesma e manter todo o protocolo -- de testagem, distanciamento, e inclusão em 'bolhas' de segurança -- aplicável ao resto do pelotão.

"Como atletas e jovens adultos não estão entre as prioridades governamentais nos planos de vacinação, decidimos, em conjunto com o grupo responsável pelo protocolo - que inclui representantes de ciclistas, equipas, médicos e organizadores - manter os padrões tão altos como em 2020. (...) O ciclismo mostrou em 2020 como se organizam eventos durante uma pandemia", explicou, citado em comunicado, o presidente da UCI, David Lappartient.

17h02 - O Reino Unido registou 345 mortes e 8.523 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados publicados hoje pelo Governo britânico, que mostram que a transmissão do vírus continua a diminuir.

16h57 - Índice médio de transmissibilidade nos 0,68 confirma tendência de redução de casos

O índice médio de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 está nos 0,68, mantendo a tendência decrescente de novos casos de covid-19 em todo o país, anunciou hoje o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

"Os resultados indicam uma tendência decrescente de novos casos ao nível nacional em todas a regiões do país", refere o INSA no relatório de situação sobre a curva epidémica da infeção pelo novo coronavírus.

No relatório anterior, divulgado a 19 de fevereiro, o Rt estava nos 0,66.

16h50 - ONU aprova por unanimidade resolução para equidade no acesso às vacinas

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou hoje, por unanimidade, uma resolução do Reino Unido a exigir equidade no acesso às vacinas contra a covid-19, indicaram hoje fontes diplomáticas citadas pela agência noticiosa France-Presse (AFP).

A resolução, a segunda relacionada com a pandemia do novo coronavírus aprovada num ano pelo Conselho de Segurança da ONU, apela também à solidariedade e ao cessar-fogo nos conflitos em todo o mundo para que melhor se possa lutar contra a covid-19 e avançar com a campanha de vacinação.

A resolução foi apoiada pelo conjunto dos 15 Estados membros do Conselho de Segurança da ONU.

16h49 - Hospital de Évora retoma cirurgias programadas

O Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) está a retomar, de forma gradual, a realização de cirurgias programadas, após a "diminuição da pressão nos internamentos" de doentes com covid-19, disse hoje a presidente daquela unidade.

Em declarações à agência Lusa, a presidente do conselho de administração do HESE, Maria Filomena Mendes, indicou que a retoma destas cirurgias começou "há duas semanas", com a reversão de uma enfermaria que estava dedicada a doentes com covid-19.

"Quando começou a diminuir a pressão sobre os internamentos, começámos a libertar enfermarias que tínhamos adaptado, no período de maior intensidade, para doentes 'covid'", o que permitiu "retomar as intervenções que estavam suspensas", adiantou.

A responsável notou que o hospital de Évora "nunca parou e continuou a responder a grande parte das consultas e exames", mas, na atividade cirúrgica, "foi mais difícil", porque as enfermarias de cirurgia e ortopedia passaram a receber doentes com covid-19.

"Só quando libertámos estas enfermarias é que conseguimos responder plenamente à atividade cirúrgica de doentes não 'covid'", salientou.

Segundo a presidente do HESE, devido ao período "mais grave" da pandemia no Alentejo, em janeiro deste ano, a unidade hospitalar suspendeu as cirurgias que "não eram prioritárias e as que não foram consideradas inadiáveis".

Contudo, "mesmo no pico da pandemia no Alentejo e, consequentemente, no nosso hospital, foram feitas todas as cirurgias que os médicos assistentes dos doentes e os diretores dos serviços entenderam como inadiáveis", sublinhou.

16h46 - Infeções levam a suspensão de atividade de embaixada portuguesa em São Tomé

A secção consular da embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe e respetivo atendimento ao público estará encerrado, pelo menos, até 5 de março, depois de alguns funcionários terem testado positivo à covid-19.

Na sua página na rede social Facebook, a embaixada portuguesa partilhou uma publicação em que afirmava que, "por razões de natureza sanitária, o serviço de atendimento ao público da secção consular da embaixada de Portugal permanecerá encerrado entre os dias 01 e 05 de março, inclusive".

A informação foi confirmada à Lusa por fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros português, que explicou que "alguns funcionários testaram positivo" à doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2.

"A embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe encontra-se aberta e em funcionamento, mas com a sua secção consular, e consequente atendimento ao público, encerrada", detalhou a mesma fonte.

"A embaixada seguirá as recomendações das autoridades de saúde locais e voltará a abrir ao público quando o puder fazer em segurança para os utentes", concluiu.

15h59 - Brasil atinge novo máximo de vítimas mortais por Covid
15h45 - Moçambique registou mais sete mortos devido à covid-19 e 621 novos casos de infeção.

14h20 - Mais 58 óbitos e 1.027 novos casos em Portugal

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 1.027 novos casos e 58 mortes. No total, morreram 16.243 pessoas e houve 802.773 infetados desde o início da pandemia em Portugal.

O país registou ainda 2.780 casos recuperados, num total de 714.493 recuperados desde o início da pandemia.

Houve ainda menos 209 internamentos nas últimas 24 horas (menos 14 em cuidados intensivos). No total, há 2.404 pessoas internadas em Portugal com Covid-19, 522 em cuidados intensivos.

Em Lisboa e Vale do Tejo registaram-se mais 410 novos casos e 28 óbitos. Na região Norte, houve mais 250 novas infeções e 11 óbitos. Na região Centro, registo de mais 140 casos e 13 mortos.

A sul, o Alentejo contabiliza mais 51 casos e seis óbitos e o Algarve teve mais 54 casos.

Nas regiões autónomas, a Madeira regista 123 novos casos e os Açores não registaram qualquer novo caso.

13h43 - Reino Unido e Itália foram países com mais peso na transmissão do vírus em Portugal

Investigadores do Instituto Ricardo Jorge concluíram que o Reino Unido e Itália foram os países que mais peso tiveram na transmissão do vírus em Portugal. O estudo mostra que até março de 2020 entraram no país, pelo menos, 277 pessoas infetadas oriundas de 36 países.

13h33 - Voo com passageiros brasileiros parte esta sexta-feira de Lisboa

Depois de quase um mês da suspensão de voos entre Portugal e o Brasil, partem ao início da tarde de Lisboa 298 passageiros brasileiros.

Trata-se do voo humanitário, extraordinário, operado pela TAP e que resulta de um acordo entre os dois países.

Amanhã regressam os portugueses, também 298, que estão em território brasileiro.

Dos que hoje partem para São Paulo há brasileiros que se dizem ansiosos por regressar definitivamente ao país.

13h30 - Autoridades alertam que contágios estão de novo a aumentar na Bélgica

As autoridades de saúde da Bélgica alertaram hoje que o número de infeções com o novo coronavírus está a aumentar, provavelmente devido em parte à rápida propagação da variante identificada pela primeira vez no Reino Unido.

Os dados revelados hoje mostram que diariamente em média são registados 2.294 casos, um aumento de 24% em relação ao anterior período de sete dias. No entanto, o número de casos nos lares de idosos está a descer e a taxa de mortalidade da covid-19 continua a diminuir.

Segundo a agência Associated Press, as autoridades devem prolongar as restrições em vigor na Bélgica quase permanentemente desde o início de novembro, incluindo o uso obrigatório de máscaras ao ar livre, o recolher obrigatório e as limitações à abertura de certas lojas. As viagens não essenciais também estão proibidas.

O governo belga reúne-se hoje para tomar uma decisão.

13h20 - Percentagem de respostas a SMS sobre vacinação ronda os 55%

O plano de vacinação prossegue na fase para maiores de 80 anos e pessoas entre os 50 e os 79 com doenças de risco.

Até hoje foram enviadas quase 34 mil mensagens aos utentes, sendo que só responderam perto de 18.800, o que significa uma percentagem de respostas na casa dos 55 por cento.

A maioria aceitou ser vacinada contra a Covid-19, mas quase 500 pessoas recusaram a vacina.

13h16 - Indústria portuguesa contribuirá para esforço coletivo da UE

O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje que a indústria portuguesa irá contribuir certamente para o “esforço coletivo” acordado entre todos os Estados-membros no sentido de aumentar a capacidade de produção de vacinas contra a covid-19 na União Europeia.

Na conferência de imprensa no final de duas cimeiras virtuais de líderes da União Europeia, António Costa apontou que Portugal já comunicou a Bruxelas “as capacidades diversas” da indústria farmacêutica portuguesa “para poderem colaborar nas diferentes fases de produção de uma vacina”.

“Esperamos e temos a certeza de que a nossa indústria dará o seu melhor para poder colaborar neste esforço coletivo”, afirmou.

O chefe de Governo lembrou que foram criadas “linhas de crédito que têm apoiado a reconversão de linhas industriais para a produção dos mais diversos materiais de combate à covid-19”.

“Isso foi particularmente visível, por exemplo, na indústria têxtil relativamente à produção de máscaras, mas está também aberto naturalmente à indústria farmacêutica”, apontou.

12h57 - Mais 11.340 óbitos e 450.127 novos casos nas últimas 24 horas

A pandemia provocou a nível mundial 11.340 mortes e mais 450.127 novos casos nas últimas 24 horas, de acordo com o balanço diário da agência France Presse. 

12h48 - Bastonário dos Médicos pede recuperação dos rastreios oncológicos

A Administração Central do Sistema de Saúde apresenta um relatório que mostra que, em janeiro, foram adiadas mais de 20 mil cirurgias no país, o que representa uma quebra acima dos 30 por cento em comparação com o mesmo período do ano anterior.
O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, diz que o país está perante uma situação complexa que envolve muitos doentes e refere que é preciso delinear um plano mais arrojado para recuperar de facto as listas de espera, as consultas presenciais, as cirurgias e os rastreios.

12h15 - Associação Portuguesa de Bioética alerta para perigos de "passaporte" Covid-19

Rui Nunes, presidente da Associação Portuguesa de Bioética, teme que a ideia de criar um passaporte sanitário que facilite as viagens pós-confinamento pode trazer questões sérias a nível ético e legal.

“Decidir se um cidadão pode ou não viajar em função de estar vacinado coloca-me sérias reservas quanto à legalidade de uma medida tão discriminatória, quando estamos a falar de uma condicionante que não depende da vontade de cada cidadão”, sublinha, numa reação enviada à RTP.

O responsável defende, em alternativa, um reforço da prevenção da transmissão através da literacia em saúde e de medidas de higiene social, bem como um aumento da testagem.

11h37 - Média diária de novos casos foi a mais baixa desde outubro

A média diária de novos casos de contágio pelo novo coronavírus desceu esta semana para níveis que não se viam desde outubro. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, registou-se uma "diminuição acentuada" desde finais de janeiro.

No boletim de informação estatística sobre a pandemia divulgado hoje, o INE indica que na quarta-feira a média de novos casos diários - calculada com base nos sete dias anteriores - era de 1.274, “o valor mais baixo desde o dia 13 de outubro de 2020”.

O INE indica ainda que em 16 de fevereiro “apenas 15 municípios portugueses se encontravam em situação de risco extremamente elevado” (acima dos 960 novos casos por 100 mil habitantes nos 14 dias anteriores), uma descida abrupta em relação à semana anterior, quando havia 115 concelhos nessa situação.

11h16 - Primeira dose da Pfizer reduz risco de infeção

Uma única dose da vacina da Pfizer/BioNtech reduz significativamente o número de infeções e diminui substancialmente o risco de transmissão do vírus, revela um estudo realizado no Reino Unido.

11h00 - "Passaporte de saúde"

A União Europeia está a acelerar o passo para a criação de um "passaporte da saúde" para normalizar as viagens de verão. Perante a pressão dos países do sul, especialmente Espanha e Grécia, os 27 concordaram na última reunião de líderes começar a trabalhar no projeto de um certificado digital a atestar que o portador foi vacinado, tem anticorpos, ou teve recentemente teste negativo à Covid-19.

10h33 - Polónia. Idade limite para vacina da AstraZeneca passa a ser de 69 anos

A idade limite para receber a vacina da AstraZeneca passou a ser de 69 anos na Polónia, após uma recomendação da equipa de vacinação do país. 

10h10 - Mais 373 mortos e 12.941 novos casos em África

O continente africano registou mais 373 mortos e 12.941 novos casos. De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana, o total de casos é de 3.869.522 e o número de recuperados nas últimas 24 horas nos 55 Estados-membros da organização voltou a ser superior ao de novos casos (14.757), num total de 3.436.283 recuperados.

9h41 - Vacinação de profissionais de saúde já está a ter reflexos positivos

Há um mês que não há registo de um único caso de contágio, entre os médicos ou enfermeiros do Hospital de São João, que foram imunizados contra a Covid-19.
O Hospital de São João tem vindo a monitorizar os casos de infeção entre os profissionais de saúde. Durante o último mês, já há efeitos visíveis da eficácia da vacina: os únicos sete casos de contágio afetaram trabalhadores que não tinham sido vacinados.

8h33 - Israel. Metade da população já recebeu pelo menos uma dose da vacina

De acordo com o ministro israelita da Saúde, Yuli Edelstein, metade da população em Israel recebeu pelo menos uma dose da vacina e 35 por cento da população já recebeu as duas doses.

8h10 - Mais 428 mortes e 11.086 casos na Rússia

A Rússia registou mais 428 mortes e 11.086 casos nas últimas 24 horas. De acordo com os dados oficiais, no total houve registo de 4.223.186 casos e 85.304 mortes no país desde o início da pandemia.

7h50 - Tripulantes e pilotos da TAP votam acordos de emergência

O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) e o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) votam hoje os acordos de emergência na TAP, no âmbito do processo reestruturação da transportadora aérea.

O SNPVAC decidiu avançar com a votação eletrónica do acordo de emergência esta sexta-feira, depois de ter adiado o processo, inicialmente agendado para o início da semana.

Em nota interna do presidente da mesa da assembleia-geral da estrutura, à qual a agência Lusa teve acesso, a estrutura sindical indica que "irá desencadear a votação eletrónica para saber se a vontade maioritária da classe é pela aprovação ou rejeição do acordo de emergência negociado pela direção do SNPVAC com a TAP".

O processo decorre das 9h00 às 21h00.

7h32 - Alemanha perto dos dez mil casos diários

O número de infeções na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 9997, para um total de 2.424.684 casos reportados desde o início da pandemia, segundo o último balanço do Instituto Robert Koch para doenças infecciosas.

Morreram mais 394 pessoas, para um total acumulado de 69.519.

7h05 - Reino Unido e Itália com mais impacto no início da pandemia

O Reino Unido, com mais casos, e a Itália, com maior peso na transmissão comunitária, foram os países que produziram maior impacto no advento da pandemia a Portugal, mostra um estudo do Instituto de Saúde Ricardo Jorge.

Pelo menos 277 pessoas infetadas com SARS-CoV-2 oriundas de 36 países entraram em Portugal até 31 de março de 2020, sendo a maioria do Reino Unido, Espanha, França, Itália e Suíça,

Outra das conclusões é a de que apesar dos primeiros casos de Covid-19 reportarem a 2 de março de 2020, terão existido potenciais introduções no final de janeiro. A maioria terá ocorrido a partir da última semana de fevereiro, numa "transmissão comunitária que já estava a decorrer de forma silenciosa".

As conclusões fazem parte de "um trabalho extenso do estudo da diversidade genética do novo coronavírus" que o INSA está a realizar desde o início da pandemia, tendo como um dos principais objetivos identificar as principais introduções do vírus no país, nomeadamente os países que terão contribuído mais para essa situação, explicou Joana Isidro, do Núcleo de Bioinformática do Departamento de Doenças Infecciosas, citada pela Lusa.

7h00 - China soma seis novos casos oriundos do exterior

A Comissão de Saúde da China anunciou que foram diagnosticados seis casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, todos oriundos do exterior.

Os casos foram detetados em viajantes na cidade de Xangai (leste) e na província de Guangdong (sudeste).

As autoridades sanitárias chinesas indicaram que o número total de infetados ativos na China continental se fixou em 244, entre os quais um em estado grave.

Desde o início da pandemia, ficaram infetadas na China 89.877 pessoas. Morreram 4636 doentes, segundo o balanço oficial.

6h48 - Ponto de situação

O Presidente da República afirma que até à Páscoa Portugal tem de "ganhar o verão e o outono". Marcelo Rebelo de Sousa diz que é uma questão de "prudência e segurança" e que não pode haver facilitismos.

O Chefe de Estado avisou na última noite, durante uma alocução ao país, que desconfinar a correr por causa da diminuição dos números seria uma atitude tentadora, mas leviana.
Marcelo alerta que a situação ainda é dramática, lembrando que os números que colocaram Portugal como pior da Europa e do mundo são recentes.
Estado de emergência renovado
O Parlamento aprovou a renovação do estado de emergência até 16 de março.

Votaram a favor PS, PSD, CDS-PP, PAN e a deputada Cristina Rodrigues. PCP, "Os Verdes", Iniciativa Liberal, Chega e a deputada Joacine Katar Moreira votaram contra. O Bloco de Esquerda abteve-se.
Esta renovação tem efeitos no período entre 2 e 16 de março. Começa na próxima terça-feira à meia-noite.
Documento falso
O Governo reitera que ainda não é oportuno apresentar e discutir um plano para o desconfinamento.A circulação entre concelhos em Portugal continental volta a estar proibida a partir das 20h00 desta sexta-feira e até às 5h00 de segunda-feira, sem embargo das exceções previstas.


Em nota divulgada pelo gabinete do primeiro-ministro, o Executivo alerta para a circulação de um documento falso que apresenta uma suposta planificação para a reabertura de comércio e serviços.

O Governo sublinha que o documento em causa não tem credibilidade nem baseia em qualquer trabalho preparatório. Pela desinformação e falsas expectativas que possa gerar, vai ser alvo de uma queixa ao Ministério Público.
O quadro em Portugal
O último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, divulgado ao início da tarde de quinta-feira, reportou mais 49 mortes associadas à Covid-19 e 1160 novas infeções.

Nas enfermarias havia ontem menos 154 doentes, num total de 2613. É o numero mais baixo desde 8 de novembro. Nos cuidados intensivos estavam 536 pessoas, menos 31 face à véspera.

Foram dadas como recuperadas 2659 pessoas. Portugal tem agora 73.848 casos ativos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 2.498.003 mortes, resultantes de mais de 112,5 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.

O Governo francês admite que a variante britânica do novo coronavírus já é responsável por cerca de metade dos novos contágios em França.

O primeiro-ministro francês reconheceu que a situação piorou esta semana, mas continua a evitar um confinamento nacional e até acredita no regresso à normalidade nos próximos meses.
Já a Itália prepara-se para prolongar as medidas de confinamento até 6 de abril.