Reportagem
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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

por RTP

Henry Nicholls - Reuters

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

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23h57 - Brasil soma 30.624 novos casos e aproxima-se de 14 milhões de infeções

O Brasil somou 30.624 casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, aproximando-se dos 14 milhões de infetados (13.973.695) desde o início da pandemia, informou esta segunda-feira o executivo.

Em relação ao número de mortos, o país sul-americano contabilizou 1.347 óbitos entre domingo e hoje, num total de 374.682 vítimas mortais, segundo o último boletim epidemiológico difundido pelo Ministério da Saúde.

Os dados de hoje são inferiores aos atingidos na semana anterior, quando o país alcançou mais de três mil mortes diárias e de 80 mil novos casos.

Segundo explicações da própria tutela da Saúde, essa diminuição deve-se à falta de recursos humanos ao fim de semana para testar e recolher os dados, sendo que estes acabam por ser consolidados às terças-feiras.

Em números absolutos, o Brasil é o segundo país em todo o mundo com mais mortes devido à covid-19, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, depois da nação norte-americana e da Índia.

22h38 - Resposta à pandemia e sustentabilidade dominam Cimeira Ibero-Americana


22h35 - Investigador. Efeitos da vacinação já se sentem em Portugal

Portugal deve atingir esta terça-feira a marca dos dois milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose de vacina contra a covid-19. Um número adiantado pelo grupo de trabalho para a vacinação.

No total já foram administradas mais de 2,5 milhões de vacinas à população. O investigador Miguel Prudêncio acredita que o efeito da vacinação já se faz sentir em Portugal.
22h06 - Covid-19. DGS reforça vigilância junto de escolas
22h01 - Índice de transmissibilidade (Rt) desce para 1 e incidência sobe para 71,8
21h48 - Task force aponta aos 2 milhões com primeira dose já nesta terça-feira

Portugal deve atingir nesta terça-feira a marca dos dois milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose de vacina contra a covid-19, adiantou hoje a 'task force' responsável pelo plano de vacinação.

"Estima-se que, até dia 20 de abril, se conseguirá atingir os dois milhões de pessoas vacinadas pelo menos com uma dose", pode ler-se numa nota de imprensa enviada à Lusa pela 'task force' liderada pelo vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, na qual são também evidenciados os mais de 2,5 milhões de vacinas já administradas na população.

De acordo com os últimos números disponíveis, até às 23:59 de domingo tinham sido inoculadas com a primeira dose 1.933.854 pessoas, das quais 652.874 já tinham também recebido a segunda dose, perfazendo, assim, um total de 2.586.728 inoculações.

Já sobre o processo de vacinação do pessoal docente e não docente das escolas do ensino público e privado, a 'task force' realça as "mais de 184 mil pessoas" vacinadas no fim de semana, com o sábado a registar o recorde diário de inoculações, com cerca de 120 mil. O comunicado adianta ainda que foram convocadas aproximadamente 189 mil pessoas através de SMS e contacto por telefone.

Desta comunidade acabaram por ser excluídas as pessoas que já tinham sido vacinadas no seio de outros grupos, grávidas e anteriores infetados com covid-19. Quanto aos docentes e auxiliares educativos que não tenham sido vacinados no fim de semana (e sejam posteriormente identificados) podem ser vacinados já a partir desta semana.

20h51 - Reforço de prevenção em escolas coloca "centenas" em isolamento no Alto Minho

O delegado distrital de Saúde Pública de Viana do Castelo adiantou que as novas medidas cautelares da Direção-Geral da Saúde colocaram centenas de pessoas das escolas da região em isolamento profilático para "estancar" a propagação da covid-19.

"Não há motivos para alarme social. É uma medida cautelar de saúde pública. O número de alunos infetados pela doença não aumentou em relação a janeiro, nem pouco mais ou menos. Agora estratégia mudou, é outra e está relacionada com a transmissibilidade entre os alunos, eventualmente da variante inglesa. Estamos a acautelar a saúde publica, afirmou hoje à agência Lusa, Luís Delgado.

O responsável explicou que o objetivo daquela medida determinada pelo Ministério e pela Direção Geral da Saúde "é o de estancar de imediato qualquer eventual surto" do vírus SARS-Cov2.

"Nós sabemos e temos dito à senhora diretora geral da saúde que, de facto, o impacto social é muito mais complicado. Sabemos disso, mas sabemos que não gostaríamos de ter as medidas que tivemos em janeiro. A ver se conseguimos estancar isto", referiu.

Nos dez concelhos do Alto Minho há, segundo Luís Delgado, "no conjunto de alunos, professores, funcionários e que coabitantes, são centenas as pessoas em isolamento profilático pertencentes a escolas de Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira e Melgaço".

O responsável da autoridade de saúde admitiu que a medida "é muito penosa para os professores e para os pais".

20h50 - Cabo Verde já vacinou 8.330 pessoas com as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca e espera receber doses da China para atingir a meta de imunizar 70% da população adulta ainda este ano, disse hoje fonte oficial.

"O país continua em acordos e em contacto com outros parceiros para ver outras possibilidades de acesso à vacinas", disse o diretor nacional de Saúde, Jorge Barreto, na habitual conferência de imprensa semanal de balanço da pandemia no país.

Segundo o porta-voz do Ministério da Saúde, ainda este mês está prevista a utilização de pelo menos mais duas vacinas chinesas com autorização da Organização Mundial da Saúde (OMS).

"Esperemos que com mais essas duas vacinas haja uma maior capacidade de oferta e também melhorar o acesso", previu.

O diretor nacional de Saúde avançou que até agora 8.330 pessoas já receberam a primeira dose de vacina no país, e 1.567 profissionais de saúde já tomaram a segunda dose.

Do total, 5.138 doses administradas foram da AstraZeneca, ainda segundo Jorge Barreto, e garantiu que por enquanto sem preocupações maiores.

Até agora, um total de 3.170 idosos já receberam a primeira dose de vacina, num processo que tem decorrido sem sobressaltos, prosseguiu a mesma fonte.

20h48 - Novos sintomas são alerta para suspeita de Covid-19 nas crianças

Dor de cabeça, vómitos e diarreia passam agora a ser considerados sintomas de alerta de covid-19 nas crianças.
20h45 - Concelhos exceção no desconfinamento admitem desânimo

Há quatro concelhos que recuaram e têm de aplicar as medidas da primeira fase de desconfinamento.Têm, por exemplo de fechar esplanadas e voltar às vendas ao postigo.

Uma decisão tomada em virtude da incidência de 240 casos de infecção por 100 mil habitantes. Os municípios que recuam são Moura, Odemira, Rio Maior e Portimão.
20h36 - Marcelo recusa antecipar se este será o último estado de emergência
20h35 - Teatros e cinemas voltam a receber público esta segunda-feira
20h29 - Testes em massa na reabertura presencial do ensino superior
20h27 - Ensino secundário reabre presencialmente com alunos ansiosos
20h25 - Reabertura. Portugueses respondem mas sente-se falta de turistas
20h23 - As autoridades de saúde de Cabo Verde anunciaram mais uma morte por covid-19 na ilha de São Vicente e 162 novos infetados pelo novo coronavírus, elevando para 20.627 os casos positivos acumulados em todo o arquipélago.

20h21 - Portugueses acorreram à reabertura das lojas e de centros comerciais
20h14 - Reaberturas no desconfinamento. Proprietários tentam recuperar negócios
19h53 - Número de infeções com novo máximo na semana passada

O secretário-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, volta a alertar para o aumento de casos de covid-19 no mundo, 5,2 milhões só na semana passada, um novo máximo.

Na conferência de imprensa `online` que faz regularmente sobre a pandemia de covid-19 o responsável, como tinha feito na semana passada, falou do aumento de casos explicando que o número de mortos aumentou pela quinta semana consecutiva e que há agora mais de três milhões de mortes notificadas.

"Foram precisos nove meses para atingir um milhão de mortes, quatro meses para dois milhões e três meses para atingir três milhões", disse.

Os grandes números podem deixar as pessoas insensíveis, mas cada uma dessas mortes "é uma tragédia para famílias, comunidades e nações", salientou.

Na conferência de imprensa de hoje, Tedros Adhanom Ghebreyesus, mas também outros responsáveis da OMS, referiram que as infeções e hospitalizações de pessoas com idades entre 25 e 59 anos está a "aumentar a um ritmo alarmante", possivelmente devido a variantes do vírus mais transmissíveis e a uma maior mistura social entre adultos mais jovens.

"Temos os instrumentos para controlar esta pandemia numa questão de meses, se os aplicarmos de forma consistente e equitativa", advertiu.

19h45 - A Madeira tem hoje 20 novos casos de infeção por SARS-CoV-2, todos de transmissão local, e 23 recuperações, revela a Direção Regional de Saúde.

A região passa assim a contabilizar 8.757 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 8.347 recuperaram e 71 morreram. Atualmente, regista 312 situações ativas de covid-19.

19h31 - O Governo moçambicano pediu hoje adesão em massa à segunda fase de vacinação contra a covid-19, considerando o processo, que arrancou hoje, um caminho para o "rápido regresso à normalidade".

"Apelamos à participação de todos os que são elegíveis para este processo de vacinação", disse Benigna Matsinhe, diretora adjunta de Saúde Pública, durante a atualização de dados sobre a covid-19.

A segunda fase da vacinação contra o novo coronavírus arrancou hoje em Moçambique, com fim previsto para 01 de maio, num processo que se espera abranger 216.771 pessoas, sendo estudantes finalistas de medicina e os diabéticos não abrangidos na primeira etapa os grupos prioritários.

Benigna Matsinhe pediu que o processo seja "acarinhado por todos", considerando a vacinação um meio para "um rápido regresso à normalidade, sem restrições às atividades socioeconómicas afetadas pela pandemia".

"Voltamos a apelar a calma para todos aqueles que ainda não estão elegíveis para fazer a vacinação. Os esforços do Governo são de adquirir mais vacinas para que consigamos atingir a nossa meta, que é vacinar 16 milhões de pessoas", referiu a responsável.

19h15 - Professores dos 2.º e 3.º ciclos alertam para incumprimento das regras de segurança

A maioria dos professores dos 2.º e 3.º ciclos, que retomaram o ensino presencial há duas semanas, alertam para o incumprimento, por parte dos alunos, de algumas regras para conter a covid-19 e 38% dizem sentir-se inseguros.

Essas são algumas das conclusões de um inquérito promovido pela Federação Nacional da Educação (FNE) na semana passada, que envolveu 1.132 trabalhadores, 995 dos quais docentes, das escolas dos 2.º e 3º ciclos que reabriram no dia 5 de abril.

De acordo com os resultados hoje divulgados, apesar de a maioria (72%) considerar que as escolas se estão a organizar para assegurar que são locais seguros, 64% dos inquiridos relatou que não há cumprimento das regras de segurança por parte dos alunos.

Em concreto, quase todos os professores (93%) referem o distanciamento físico, além do uso de máscara fora das salas de aula (50%) e da higienização das mãos (40%).

Comparativamente ao anterior inquérito promovido pela FNE no final de março, aquando a reabertura do pré-escolar e do 1.º ciclo, os professores relatam agora um maior incumprimento das regras entre os alunos mais velhos, referido por apenas 37% dos primeiros docentes a voltar ao regime presencial.

Esse aumento reflete-se, por outro lado, no sentimento de insegurança no trabalho com os alunos.

"Na consulta inicial feita aos educadores de infância e professores de 1.º ciclo, este sentimento ficava nos 26,9% e agora, com os docentes do 2.º e 3.º ciclos, sobe para 37,7%", refere a estrutura sindical em comunicado.

18h38 - Fundação Greta Thunberg apoia vacinação equitativa da OMS com 100 mil euros

A Fundação Greta Thunberg contribuiu hoje com 100 mil euros para o COVAX, um mecanismo gerido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para universalizar equitativamente a distribuição de vacinas contra a covid-19.

O montante será entregue à fundação da OMS e destina-se a apoiar a partilha de forma equitativa das vacinas contra a doença, que até agora têm sido distribuídas essencialmente pelos países mais desenvolvidos.

Greta Thunberg - a jovem ativista sueca que deu origem a um movimento global de jovens para pressionar os governos a tomarem medidas contra o aquecimento global - participou hoje na conferência de imprensa regular da OMS de balanço da pandemia, quando foi anunciado que a fundação com o seu nome vai apoiar a partilha solidária de vacinas.

A jovem Salientou que atualmente nos países mais desenvolvidos uma em cada quatro pessoas, em média, já foi vacinada contra a covid-19 e que, ao contrário, nos países mais pobres, apenas foi vacinada uma em cada 500 pessoas.

"A comunidade internacional deve fazer mais para enfrentar a tragédia que é a injustiça das vacinas. Temos os meios à nossa disposição para corrigir o grande desequilíbrio que existe atualmente em todo o mundo na luta contra a covid-19. Tal como na crise climática, devemos ajudar primeiro aqueles que são os mais vulneráveis", disse.

A jovem começou por salientar que a ciência mostra que no futuro será provável que a humanidade enfrentará mais pandemias se não mudar a sua forma de agir para com a natureza, acrescentando que 75% das novas doenças chegam aos humanos através dos animais.

"Não podemos separar a crise sanitária da crise climática", disse Greta Thunberg, salientando que há recursos para corrigir as desigualdades do mundo na luta contra a covid-19, e que não é ético que os países mais ricos já estejam na fase de vacinar os jovens, enquanto os países mais pobres ainda nem vacinaram os seus profissionais de saúde.

Questionada pelos jornalistas, a jovem sueca admitiu que a próxima cimeira do clima, em Glasgow, pode não ter os resultados pretendidos, disse que a saúde é uma prioridade, e acrescentou: "precisamos de pensar globalmente e não apenas em nós próprios".

18h35 - Apenas 10% das empresas acreditam numa recuperação até final do ano

Apenas 10% das empresas consideram que vão conseguir até final de 2021 atingir um nível económico semelhante ao anterior à pandemia de covid-19, segundo um estudo divulgado pela CIP - Confederação Empresarial de Portugal.

Este é um dos resultados do 14.º inquérito realizado no âmbito do projeto "Sinais Vitais", desenvolvido pela CIP, em parceria com o Marketing FutureCast Lab do ISCTE, que conta com uma amostra de 618 empresas, das quais 4% grandes empresas.

De acordo com o documento, "apenas 10%" dos gestores e empresários consideram que, no seu setor, a recuperação se dará até final de 2021, verificando-se a mesma percentagem (10%) para os que acreditam que ocorrerá depois de 2023.

Por sua vez, 19% responderam que a recuperação chegará ao longo de 2023, enquanto 17% acreditam que será no segundo semestre de 2022 e 15% no primeiro semestre de 2022.

O estudo mostra ainda que 30% dos empresários e gestores escolheram a opção "não sei/não respondo" para esta questão sobre quando ocorrerá a recuperação setorial.

"Setorialmente a dispersão de respostas é uma evidência", pode ler-se no documento.

Em termos de regiões as perspetivas são ligeiramente melhores, já que 16% consideram uma recuperação até ao final do ano mas, por outro lado, 9% referem que só depois de 2023 se terá um nível económico semelhante ao anterior à pandemia.

18h29 - Longa fila para a vacinação em Odivelas

Em Odivelas, os convocados para receberem a primeira ou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 encontraram uma única fila. As queixas avolumaram-se.
18h05 - Índia debaixo de nova vaga enfrenta escassez e atrasos na produção de vacinas


17h48 – Quase metade das empresas diz que PRR não terá significado

Quase metade dos empresários e gestores considera que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) “não terá significado” para a atividade da sua empresa, segundo os resultados de um inquérito apresentados hoje pela CIP – Confederação Empresarial de Portugal.

“Na opinião dos empresários e gestores de topo das empresas 48% consideram que o PRR não terá significado para a atividade da sua empresa” e “apenas 17% consideram que pode ser significativo (12%) ou muito significativo (5%)”, enquanto 35% dizem que terá "mais ou menos" impacto, indicam os resultados.

O inquérito, realizado no âmbito do projeto “Sinais Vitais”, desenvolvido pela CIP, em parceria com o Marketing FutureCast Lab do ISCTE, contou com uma amostra de 618 empresas, das quais 4% grandes empresas.

O vice-presidente da CIP, Óscar Gaspar, realçou o facto de o estudo concluir que “cerca de metade das empresas” consideram que “a bazuca europeia não terá efeito”, mas por outro lado disse esperar que ainda seja possível “alterar algumas componentes do PRR” para que a situação mude.

17h40 - Moçambique regista mais dois óbitos e 25 novos casos

Moçambique registou mais dois óbitos devido ao novo coronavírus e outras 25 pessoas foram infetadas nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

17h13 - Brasil autoriza ensaio clínico de outra potencial vacina desenvolvida na China

O Brasil autorizou hoje ensaios clínicos de uma potencial vacina contra a covid-19 financiada pela empresa chinesa Sichuan Clover Biopharmaceuticals, e que será o sexto imunizante a ser testado no país.

A informação foi divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador de medicamentos no país, numa nota que destacou que a terceira fase da investigação do medicamento será realizada no Brasil.

"A vacina candidata (SCB-2019) é uma proteína recombinante de fusão de trímero da espícula (S) do SARS-CoV-2 [vírus que provoca a doença covid-19] co-administrada com um adjuvante CpG 1018/Alum, em duas doses com intervalo de 22 dias entre as doses", explicou a Anvisa.

A agência reguladora também destacou que o ensaio clínico deste medicamento deverá "incluir até 22 mil voluntários distribuídos entre países da América Latina, além da África do Sul, Bélgica, China, Espanha, Polónia e Reino Unido".

No Brasil, planeia-se incluir 12.100 voluntários, dos estados do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e o Rio de Janeiro.

Para conceder o seu aval, a agência reguladora brasileira analisou dados de etapas anteriores dos estudos, incluindo resultados preliminares de ensaios clínicos já em andamento.

"Os resultados obtidos até agora demonstraram um perfil de segurança aceitável para a vacina candidata", frisou a Anvisa.

Este é o sexto estudo de fase três de potenciais vacinas contra a covid-19 autorizadas pelas autoridades brasileiras.

17h08 – Espanha lança ensaio clínico para estudar combinação entre vacinas da AstraZeneca e da Pfizer

O Instituto espanhol Carlos III (ISCIII) vai colocar em marcha um ensaio clínico, denominado CombivacS, cujo objetivo é obter uma resposta rápida sobre os efeitos da administração de uma segunda dose da vacina da Pfizer à população que já recebeu uma primeira dose da AstraZeneca.

O estudo visa fornecer mais dados sobre a eficácia e segurança da combinação de vacinas numa altura em que várias pessoas aguardam uma decisão sobre a segunda dose a tomar, após vários países terem imposto um limite de idade à vacina de AstraZeneca devido à sua alegada relação com casos raros de coágulos sanguíneos.

16h49 – Governo britânico proíbe viagens da Índia devido a nova variante

O Governo britânico anunciou hoje a interdição de viagens da Índia a partir de sexta-feira devido ao agravamento da situação epidémica naquele país.

Numa intervenção no parlamento, o ministro da Saúde, Matt Hancock, adiantou que já foram identificados 103 casos de uma nova variante identificada na Índia designada por B.1.617, cujo risco ainda está a ser investigado.

Assim, disse que a Índia vai entrar para a "lista vermelha" de países cujas viagens para Inglaterra estão limitadas a nacionais britânicos ou residentes no Reino Unido.

Ao chegarem, os viajantes são obrigados a cumprir uma quarentena de 10 dias num hotel designado a um custo de 1.750 libras (2.020 euros).

"Temos de agir porque temos de proteger o progresso que fizemos neste país em combater esta doença terrível", vincou.

O anúncio surge horas depois de ter sido anunciado o cancelamento de uma visita oficial do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, na próxima semana à Índia.

O país relatou mais de 270.000 infeções na segunda-feira, contabilizando mais de 15 milhões de casos e mais de 178.000 mortes desde o início da pandemia covid-19.

A capital, Nova Deli, impôs um confinamento de uma semana para evitar o colapso do sistema de saúde devido à falta de camas.

16h20 – Portugal continua descida em novos casos e mortes por milhão

Portugal continua a descer na lista de países com mais novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, um indicador que reduziu de 58,27 para 49,13 na última semana.

Segundo o ‘site’ estatístico Our World in Data, neste indicador o país continua no percentil 80 de um índice em que à cabeça surge o Uruguai, que desceu de 1.105 para 826 mas continua a ser o país com mais de um milhão de habitantes em pior situação, seguido de Chipre (775), Turquia (710), Bahrain (642) e Suécia (604).

A média diária mundial de novas infeções nos últimos sete dias situa-se em 98,2 (um aumento de 13 por cento em relação à semana passada) e na União Europeia está em 306, uma descida de 1%.

Quanto à média diária de mortes atribuídas à covid-19 por milhão de habitantes nos últimos sete dias, Portugal desceu na última semana de 0,52 para 0,41, na União Europeia desceu-se de 5,75 para 5,56 e no mundo manteve-se em 1,52.

A Hungria continua a ser o país com mais mortes por dia atribuídas à covid-19 nos últimos sete dias, com uma subida de 25,17 para 26,13.

15h55 – Regresso às aulas depois de "fim de semana para ganhar coragem"

O regresso dos alunos do secundário é marcado pela testagem de 300 mil estudantes, professores e funcionários, depois da vacinação de quase 200 mil trabalhadores escolares num "fim de semana para ganhar coragem", anunciou hoje o ministro da Educação.

“Foi um fim de semana para ganhar coragem. Tivemos um conjunto muito significativo de quase 200 mil docentes e não docentes a serem vacinados” contra a covid-19, sublinhou Tiago Brandão Rodrigues, no final da visita à Escola Secundária Padre António Vieira, em Lisboa.

A Padre António Vieira foi a escola escolhida pelo ministro da Educação e pelo Presidente da República para marcar o fim do ensino à distância e o regresso dos mais de 300 mil alunos do ensino secundário às salas de aula, uma das medidas previstas para a terceira fase do plano de desconfinamento que começa hoje.

15h42 – Macau impõe 28 dias de quarentena a viajantes da Índia, Paquistão e Filipinas

Macau começou hoje a impor uma quarentena de 28 dias a viajantes provenientes da Índia, Paquistão e Filipinas, justificando a medida com o agravamento da pandemia naqueles países.

"Nessas regiões, a situação epidémica agravou-se", disse hoje a coordenadora do Núcleo de Prevenção e Vigilância da Doença do território, Leong Iek Hou, razão pela qual, "a partir de hoje, todas as pessoas que chegam a Macau [daqueles países] vão ter de fazer quarentena durante 28 dias", tal como as autoridades já tinham anunciado em 18 de abril.

A medida, que se aplica às pessoas que tenham estado naqueles países nos 28 dias anteriores à entrada em Macau, alarga assim por mais sete dias a quarentena em vigor para viajantes de outras zonas "com alta incidência" da doença, de 21 dias, recordou Leong Iek Hou.

"Considerámos que esses três países têm uma situação epidemiológica relativamente grave e que as pessoas vindas desses países podem ter um grande risco de contágio (...) e de terem sido infetadas com uma variante da covid-19", acrescentou, frisando que o aumento da quarentena se destina a "tentar minimizar o máximo possível o risco de contágio em Macau".

15h11 – DGS atualiza norma sobre abordagem a doente com Covid-19

A Direção-Geral da Saúde atualizou esta segunda-feira a norma sobre a abordagem do doente com suspeita ou confirmação de Covid-19.

“De acordo com esta atualização, a abordagem clínica de grávidas, recém-nascidos, doentes renais crónicos em programa de diálise, doentes oncológicos, e pessoas residentes em ERPI ou estruturas similares, com suspeita ou infeção confirmada por SARS-CoV-2, cumpre o disposto na referida Norma, com as devidas adaptações constantes nas orientações específicas para estes grupos”, explica a DGS.

A atualização “aborda ainda os sintomas que devem ser considerados na idade pediátrica”, assim como “uma atualização referente à terapêutica com Remdesivir”.

“Além de febre, tosse, dificuldade respiratória e alterações do olfato e do paladar, sintomas como cefaleia, vómitos e diarreia, isoladamente, não definem a doença, mas devem ser considerados particularmente em doentes pediátricos”, avança a DGS.

Foram também atualizados os critérios de fim das medidas de isolamento, “que acontece no momento em que se comprova o cumprimento cumulativo de critérios de melhoria clínica e do tempo mínimo preconizado para isolamento, sem necessidade de realização de teste laboratorial no final do isolamento”.

14h43 – UE vai adquirir mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer

A União Europeia vai adquirir mais 100 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. A informação foi avançada no Twitter pela comissária europeia Stella Kyriakides.

“A Comissão Europeia ativou a opção contratual para a aquisição de 100 milhões de doses da vacina da BioNTech/Pfizer”, pode ler-se.

Kyriakides acrescenta que “um total de 600 milhões de doses será entregue [à UE] em 2021”.

“Continuaremos a trabalhar incansavelmente para assegurar que as vacinas chegam rapidamente aos nossos cidadãos”, acrescentou a responsável.


14h28 – Austrália e a Nova Zelândia abrem "bolha de viagens" sem quarentena

14h11 – R(t) baixa para um

O R(t), índice de transmissibilidade da doença, baixou esta segunda-feira para 1 em Portugal.

A taxa de incidência, por outro lado, aumentou ligeiramente, situando-se agora nos 71,8 casos de infeção por 100 mil habitantes.

14h08 – Internamentos em Portugal aumentaram

O número de hospitalizações no país aumentou no último dia. Há hoje 454 pessoas internadas, mais 26 do que na véspera. Em Unidades de Cuidados Intensivos estão 112 pacientes (mais três do que ontem).

14h02 - Portugal com 220 novos casos e uma morte em 24 horas

Foram registados em Portugal, nas últimas 24 horas, mais 220 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, para um total de 831221 desde que a pandemia chegou ao país.

Contabiliza-se ainda mais uma vítima mortal da covid-19, num total de 16946.

Desde 30 de agosto de 2020 que Portugal não registava um valor tão baixo de mortes relacionadas com a covid-19, não tendo sido registada qualquer morte em Portugal continental. A morte contabilizada ocorreu na Região Autónoma dos Açores.

O mais recente boletim da Direção-Geral da Saúde dá ainda conta de mais 547 pessoas recuperadas da doença, elevando para 789216 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal.

Dos novos casos nas últimas 24 horas, 97 ocorreram a Norte do país, 24 no Centro, 56 em Lisboa e Vale do Tejo, nove no Alentejo, cinco no Algarve, 14 nos Açores e 15 na Madeira.

13h55 – Aumentou o número de casos de síndrome pós-Covid em crianças

13h53 – Bruxelas admite atingir mais cedo meta de 70% dos adultos vacinados

A Comissão Europeia espera atingir antes do objetivo oficial de final do verão a meta de 70% dos adultos da União Europeia vacinados contra a covid-19, dada a “aceleração do ritmo de entregas”, disse hoje um porta-voz.

“Existe apenas um objetivo estabelecido pela Comissão Europeia, que é o de que 70% dos adultos devem ser vacinados até ao final do verão, mas obviamente que todos esperam que, com base na aceleração do ritmo de entregas em que temos vindo a trabalhar consistentemente, […] esse objetivo seja atingido o mais cedo possível no verão”, afirmou o porta-voz principal do executivo comunitário, Eric Mamer.

O responsável respondia na conferência de imprensa oficial da instituição, em Bruxelas, a questões sobre as recentes declarações do comissário europeu do Mercado Interno, Thierry Breton, que tem vindo a reiterar que a UE será capaz de vacinar 70% da sua população adulta até meados de julho.

“Creio que era a isso que o comissário Breton se referia, que esperamos, obviamente, que a UE seja capaz de vacinar 70% dos adultos antes do fim do verão, embora a meta oficial continue a ser o fim do verão”, frisou Eric Mamer.

13h47 – Centro Comercial Colombo com grande procura

13h20 - Restaurantes, cafés e pastelarias voltam a poder receber clientes no interior dos estabelecimentos

Há um limite máximo de quatro pessoas por mesa no interior dos estabelecimentos. Esta manhã, foram muitos os que retomaram o hábito de tomar o pequeno-almoço fora de casa.

13h15 - Alunos do ensino secundário e do superior regressaram às aulas presenciais

Depois de três meses em casa, alunos do ensino secundários e professores aguardavam com ansiedade este retomar das aulas nas escolas.

12h56 – Testes à Covid-19 na Universidade Nova de Lisboa com forte adesão dos alunos

Na Universidade Nova de Lisboa, ao longo da manhã terão sido realizados aproximadamente 400 testes à covid-19, num total de quase mil testes ao longo de todo o dia. A adesão dos alunos está a ser muito positiva.

A RTP esteve num dos postos de testagem a acompanhar o processo, que também se aplica a professores e funcionários.

Questionado sobre o facto de os professores universitários estarem excluídos da atual fase de vacinação, o reitor da UNL considera que não deve haver qualquer “prioridade especial” para os docentes do ensino superior, uma vez que “as universidades são um sítio seguro”.

12h44 – Marcelo Rebelo de Sousa relembra que Verão depende de cada um de nós

Marcelo Rebelo de Sousa relembrou esta segunda-feira que depende de cada um de nós termos verão dentro de poucos meses.

“Estamos a viver isto em conjunto, estamos metidos no mesmo barco” e “todos desejamos chegar a bom porto”, o que significa podermos ter “um verão e um outono que correspondam a uma mudança clara relativamente à pandemia que vivemos”, declarou o Presidente da República.

“Cada um de nós, cada português e cada portuguesa, naquilo que faz ou não faz, na forma como vive este período de confinamento, pode ajudar muito ou ajudar pouco a acelerar este processo”, explicou.

Quanto ao plano de desconfinamento, que prevê cobrir o mês de abril e maio, o chefe de Estado afirmou que “vamos fazendo os passos que é possível fazer, a pensar no futuro” e desejando que cada mês seja melhor que o seguinte.

Falando numa visita a uma escola em Lisboa, no dia em que os alunos do ensino secundário regressam ao ensino presencial, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que “a educação é o primeiro passo, sempre”.

“Tudo começa na educação. Depois da educação há a economia, há a sociedade, há a política, mas tudo começa na educação”, disse, defendendo que a reabertura de hoje “é um sinal de esperança, de confiança, de certeza no futuro”.

O Presidente relembrou ainda que a comunidade escolar está a ser testada em massa. “Esta garantia da testagem acompanhada da garantia da vacinação, no último fim de semana, de quase 200 mil professores, dá solidez aos passos que todos desejamos que sejam firmes e tenham futuro de desconfinamento, de abertura progressiva da sociedade portuguesa”, acrescentou.

12h18 – Pandemia já matou pelo menos 3.020.765 pessoas no mundo

A pandemia do novo coronavírus matou até hoje pelo menos 3.020.765 pessoas no mundo desde que foram detetados os primeiros casos, no final de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais.

Mais de 141.291.720 casos de infeção pelo SARS-CoV-2 foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

No domingo, 8.980 mortes e 687.697 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes nos seus levantamentos mais recentes são o Brasil com 1.657 e Índia (1.619).

Os Estados Unidos são o país mais afetado até hoje em termos de mortes e casos, com 567.217 mortes em 31.670.353 casos, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 373.335 mortes e 13.943.071 casos, o México com 212.339 óbitos (2.305.602 casos), a Índia com 178.769 mortes (15.061.919 casos) e o Reino Unido com 127.270 óbitos (4.387.820 casos).

12h13 – Transporte aéreo cai 93% em fevereiro

Os aeroportos registaram em fevereiro o movimento de 265,6 mil passageiros, uma queda homóloga de 92,9%, depois da descida de 79,3% verificada em janeiro, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O movimento de carga e correio, por sua vez, totalizou 11,6 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 33,5% (-30,2% em janeiro).

Considerando o total de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais em fevereiro de 2021, refere, cerca de 57% corresponderam a tráfego internacional (83% no período homólogo), sendo a maioria provenientes de aeroportos localizados no continente europeu (48%).

Relativamente aos passageiros embarcados, cerca de 60% estão associados a tráfego internacional (82% no período homólogo), tendo como principal destino aeroportos localizados no continente europeu (51%).

Comparando o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente entre janeiro e fevereiro de 2021 com o período homólogo de 2020, regista-se um agravamento no mês de fevereiro, verificando-se reduções diárias superiores a 60% no número de aeronaves aterradas e a 85% no número de passageiros desembarcados.

O aeroporto de Lisboa movimentou 52,3% do total de passageiros (543 mil) neste período e registou um decréscimo de 87,4%.

"Considerando os três aeroportos com maior tráfego anual de passageiros, Faro evidenciou o maior decréscimo do número de passageiros movimentados entre janeiro e fevereiro de 2021 (-92,2%)", refere o INE, salientando que o aeroporto da Madeira se manteve como terceiro aeroporto com maior movimento de passageiros neste período (75,3 mil, menos 83,6%), superando o aeroporto de Faro.

11h59 – PCP admite propor revogação do teletrabalho obrigatório até fim do ano

O PCP pediu hoje a apreciação parlamentar do decreto-lei do Governo que estende até ao final do ano o regime de teletrabalho, devido à pandemia de covid-19, e que “o mais provável” é propor a sua revogação.

A apreciação parlamentar permite aos deputados discutir, alterar e, no limite, anular um decreto-lei, diploma que é da responsabilidade do Governo e não passa pela votação na Assembleia da República.

O PCP é o segundo partido a pedir que o parlamento aprecie o diploma do Governo, depois do PSD o ter feito em 15 de abril.

Os comunistas não anunciaram o que vão propor - regimentalmente podem fazê-lo até ao dia do debate da apreciação, que não está sequer agendada - mas fonte da bancada do PCP admitiu à agência Lusa que “o mais provável” é ser proposta a revogação do decreto.

Na exposição de motivos, o PCP considera ser “inaceitável que se dê a ideia de que o país está indefinidamente em estado de emergência”.

Para os comunistas, é preciso "garantir a proteção sanitária dos trabalhadores para trabalharem presencialmente nos respetivos locais de trabalho, nomeadamente nos serviços essenciais, seja na deslocação para o trabalho, seja nos próprios locais de trabalho".

11h55 – Timor-Leste com mais 62 casos nas últimas 24 horas

Timor-Leste registou mais 62 casos de infeção por SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, totalizando agora 1.268 infeções desde o início da pandemia, de acordo com dados oficiais.

Segundo o Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC), as novas infeções foram detetadas em Díli (60) e Ainaro (2).

No mesmo período, foram dados como recuperados 30 doentes, existindo ainda 673 casos ativos, de acordo com informações do CIGC.

11h50 – Centro Comercial de Matosinhos com movimento

No Centro Comercial de Matosinhos, que hoje reabriu, os estabelecimentos estão a garantir que as novas normas de funcionamento são cumpridas e deixam em segurança todos os clientes.

11h47 - Grécia levanta quarentena para viajantes da UE e mais cinco países

As autoridades da aviação civil grega anunciaram hoje o levantamento da quarentena obrigatória de sete dias em vigor até agora para viajantes "residentes permanentes de países membros da União Europeia (UE)", do Espaço Schengen e outros cinco países.

Também entram nesta lista o Reino Unido, os Estados Unidos, Israel, Sérvia e os Emirados Árabes Unidos".

Este levantamento da quarentena, imposta devido à pandemia do SARS-CoV-2, é aplicado para voos relativos a "viajantes que receberam as duas doses da vacina" ou para aqueles que "são negativos para o vírus e têm teste negativo para novo coronavírus com menos de 72 horas", disse a declaração da aviação civil grega.

O anúncio ocorre num momento de pico da pandemia do SARS-CoV-2 no país, com dezenas de mortes e mais de 1.500 casos de infeções pelo novo coronavírus por dia.

Os habitantes da Grécia ainda estão sujeitos a confinamento estrito e as viagens entre regiões só são permitidas por razões "essenciais" (familiares ou profissionais).

A quarentena será suspensa hoje, mas as outras "restrições para voos domésticos ou internacionais vigorarão até 26 de abril", disse a aviação civil, que reavalia regularmente as medidas em função da situação de saúde.

A Grécia está a preparar-se para abrir a temporada turística em meados de maio, mas o Governo grego anunciou na semana passada a intenção de abrir suas fronteiras esta semana para visitantes de países europeus ou de outros países que tenham "um certificado de vacinação ou testes PCR" negativos com menos de 72 horas.

Apenas os turistas israelitas, que estão vacinados, não estão sujeitos a essas obrigações em decorrência de um acordo bilateral.

11h36 - Universidade de Coimbra arranca com testagem massiva e regime de ensino híbrido

Na Universidade de Coimbra são hoje retomadas as aulas presenciais, mantendo-se um regime híbrido, com as aulas online a existirem em caso de necessidade.

Amílcar Falcão, reitor da Universidade de Coimbra, explicou à RTP que o ensino à distância estará disponível para alunos que comprovadamente não possam estar nas aulas físicas, de modo a “não perderem ainda mais um ano letivo que já de si é um ano letivo muito difícil”.

Vai arrancar também uma campanha de testagem massiva durante as próximas duas a três semanas, com mais de mil testes diários para toda a comunidade académica.
11h33 – Lojistas pedem ao Governo novas medidas de apoio

No dia de reabertura de todo o comércio, o centro comercial Vasco da Gama, em Lisboa, tem estado movimentado e os comerciantes das suas lojas sempre cuidadosos quanto às novas regras de lotação.

Um dos lojistas disse estar muito contente com esta reabertura. “Estamos totalmente preparados para receber os nossos clientes com toda a segurança”, disse à RTP.

Outro dos comerciantes disse estar também satisfeito mas relembrou que os próximos meses de recuperação continuarão a ser “muito difíceis”, depois de as lojas terem estado muito tempo fechadas ou com restrições apertadas.

“Ainda vamos passar muitas dificuldades nos próximos meses, e apelamos ao Governo para que lance novas medidas de apoio aos comerciantes e aos empresários”, declarou.

11h30 - Protesto dos enfermeiros em Faro

Os enfermeiros pedem a valorização da carreira. Só no Algarve, há uma centena de enfermeiros com contrato precários para fazer face à pandemia. Nuno Manjua, do Sindicato dos Enfermeiros, alerta que esses profissionais devem ser integrados em definitivo, até porque já havia a estimativa pré-pandemia de que a região precisa de cerca de 500 enfermeiros.

11h00 - Trabalhadores das Lojas do Cidadão vão ser testados periodicamente

Todos os trabalhadores que exercem funções nas Lojas do Cidadão vão começar a ser testados massiva e periodicamente à covid-19, afirmou hoje a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão.

"Nós vamos iniciar, espero que ainda em abril, uma testagem massiva de todos os trabalhadores que exercem funções nas Lojas do Cidadão, todos eles, com uma periodicidade que está a ser definida pela Agência para a Modernização Administrativa com a Direção-Geral de Saúde", afirmou Alexandra Leitão.

A governante falava em Castelo Branco, onde se deslocou para assinalar a reabertura das Lojas do Cidadão na terceira fase de desconfinamento que se iniciou hoje.

Segundo a ministra, o objetivo desta testagem massiva passa por "garantir uma segurança extra" a todos os trabalhadores daqueles espaços e aos cidadãos que ali se deslocam para tratar dos seus assuntos.

10h41 - PM britânico cancela visita à Índia pela segunda vez este ano

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, cancelou uma visita oficial à Índia prevista para o final da semana devido ao agravamento da pandemia covid-19 naquele país, anunciaram hoje os dois Governos em comunicado conjunto.

"Tendo em conta a situação atual do coronavírus, o primeiro-ministro, Boris Johnson, não poderá viajar para a Índia na próxima semana. Em vez disso, os primeiros-ministros [Narendra] Modi e Johnson falarão no final deste mês para aprovar e lançar os seus planos ambiciosos para a futura parceria entre o Reino Unido e a Índia", refere o comunicado.

Uma visita de Boris Johnson ao país, considerada importante no contexto pós-Brexit para aproximar economicamente os dois países, já tinha sido cancelada em janeiro e estava agora prevista para abril.

Nos últimos dias aumentou a pressão sobre o Governo para a visita ser cancelada e a Índia ser colocada na "lista vermelha" de países com interdição de viagens e cujos viajantes são obrigados a cumprir uma quarentena de 10 dias num hotel designado a um custo de 1.750 libras (2.020 euros).

Os dois países estão atualmente num braço de ferro relativamente a vários milhões de doses da vacina AstraZeneca do Serum Institute, que deveriam ter chegado no mês passado ao Reino Unido, mas que o Governo indiano reteve para usar no país e combater o aumento de casos de covid-19.

Na última semana, a Índia chegou a registar mais de 260 mil novos casos por dia e a capital, Nova Deli, vai entrar hoje em confinamento.

10h19 - África com mais 235 mortos e 9.029 infetados nas últimas 24 horas

África registou mais 235 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, para um total de 117.890 desde o início da pandemia, e 9.029 novos casos de infeção, segundo os dados oficiais mais recentes no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados nos 55 Estados-membros da organização é de 4.428.486 e o de recuperados da doença nas últimas 24 horas é de 7.218, para um total de 3.966.193 desde o início da pandemia.

A África Austral continua a ser região mais afetada, registando 1.942.829 infetados e 61.282 mortos associados ao contágio com a doença. Nesta região, a África do Sul, o país mais atingido pela covid-19 no continente, regista 1.566.769 casos e 53.736 mortes.

O Norte de África é a segunda zona mais atingida, com 1.317.699 infetados e 37.999 vítimas mortais.

A África Oriental contabiliza 571.253 infeções e 10.361 mortos, enquanto na África Ocidental o número de infeções é de 450.186 e o de mortes ascende a 5.918. A África Central contabiliza 146.519 casos de infeção e 2.330 óbitos.

O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 12.738 mortes e 216.334 infetados, seguindo-se a Tunísia, com 9.783 óbitos e 285.490 casos de infeção. Marrocos regista 505.811 casos de infeção e 8.945 mortes associadas à covid-19.

10h05 – Centros comerciais de portas abertas

Na maioria dos concelhos portugueses, os centros comerciais podem voltar a funcionar, com as restrições conhecidas de limite de ocupação.

10h00 - Universidades questionam falta de vacinação enquanto avançam com testagem massiva

Na Universidade do Porto decorreu uma campanha de testagem massiva para docentes, não docentes e alunos, com dez postos de atendimento. É um exemplo do que acontece nas universidades que hoje voltam aulas presenciais. O reitor da universidade, porém, questiona por que razão as universidades foram deixadas de fora das prioridades de vacinação e diz que não teve ainda resposta da task force de vacinação.

Manuel Heitor, ministro da Ciência e Ensino Superior, remete as prioridades para a gestão feita pela task force e não adianta mais comentários à ausência de vacinação.

Considera, sim, que pelo país se está a fazer "um regresso responsável" necessário para que não se tenha de "voltar atrás".

9h40 - Alemanha regista um aumento da incidência acumulada numa semana

A incidência acumulada em sete dias aumentou na Alemanha até aos 165,3 casos por 100 mil habitantes, face a 136,4 na semana passada, com 11.437 novos contágios nas últimas 24 horas, menos 1.800 do que na segunda-feira anterior.

O número de mortos por covid-19 ascendeu a 92, face a 99 há uma semana, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch (RKI) atualizados durante a madrugada.

O pico da incidência registou-se no dia 22 de dezembro com 197,6 novas infeções por cada 100 mil habitantes no período de uma semana.

O fator semanal de reprodução (R) situa-se em 1,16.

9h30 – Reabrem Lojas do Cidadão

As Lojas do Cidadão também reabrem esta segunda-feira, para quem faça a marcação antecipada.

9h20 - Escolas reabrem em todo o país

Independentemente do nível de risco, as escolas secundárias abrem em todo o território.

9h10 - Reabrem hoje as salas de cinema

Segunda-feira não costuma ser dia de estreia de filmes. Mas a pandemia veio alterar o calendário da Sétima Arte e hoje, dia da retoma e abertura das salas de cinema as estreias vão ser uma das realidades.

De norte a sul do país os promotores destes espaços dizem-se preparados para seguir as regras de segurança e voltar a receber o público.

Hoje estreiam Nomadland - Sobreviver na América, Raya e o Último Dragão ou de Music, entre muitas outras.

9h00 – Novo passo do desconfinamento tem de ser dado com “prudência”

Tiago Antunes, secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, lembra que a terceira fase do deconfinamento avança porque o país está numa zona de segurança. No entanto, alerta que se a situação se agravar, poderão ser necessárias novas medidas para manter a pandemia controlada.

Tiago Antunes lembra a testagem que tem vindo a ser feita nas escolas em que, entre 192 mil testes houve apenas 0,1% de casos positivos. Garante que nos concelhos em que a incidência é superior a 120 casos por cem mil habitantes em 14 dias haverá uma testagem quinzenal nas escolas. Acrescenta que a vacinação dos adultos nas escolas vem dar mais segurança à abertura dos estabelecimentos.

8h25 - Escolas secundárias regressam ao trabalho presencial

Por todo o país, reabrem para o ensino presencial as escolas secundárias, independentemente do nível de risco dos concelhos.

8h10 – Índia decreta confinamento

Vai ser imposto um confinamento de uma semana em Nova Deli, anunciou o Governo. 

“Se não impusermos um confinamento, vamos estar perante uma catástrofe ainda maior. O confinamento vai começar esta tarde, até à próxima segunda-feira”, anunciou o chefe do Governo local, Arvind Kejriwal.

7h55 - Índia ultrapassa os 15 milhões de infetados, novo recorde de mortos e casos

A Índia ultrapassou hoje 15 milhões de infetados com o novo coronavírus desde o início da pandemia, após ter registado um novo recorde diário, tanto em número de casos como em mortes.

O país asiático está a enfrentar uma segunda vaga e nas últimas 24 horas identificou 273.810 contágios, de acordo com o Ministério da Saúde indiano.

O número de óbitos por covid-19 é agora de 178.769, depois de ter registado um máximo histórico de 1.619 mortes num único dia.

O segundo país mais afetado do mundo em termos absolutos, depois dos Estados Unidos, viu os casos dispararem nas últimas semanas.

7h40 - Disparou o número de alunos que Proteção de Crianças envia para escolas de acolhimento

Disparou o número de alunos que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens encaminharam para as escolas de acolhimento entre o primeiro e o segundo confinamento.

Desde que os alunos voltaram a ficar em casa, em janeiro deste ano, os casos considerados de risco aumentaram e as justificações para esse cenário são várias.

Do primeiro para o segundo confinamento, o número de alunos que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens fizeram seguir pata escolas de acolhimento passou de 194 para 1250, ou seja, aumentou seis vezes.


7h30 - Ensino superior pronto para o regresso, garante Governo

Em entrevista à Antena 1, o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior garante que as instituições estão preparadas para receber os alunos, em segurança.

João Sobrinho Teixeira diz que esta é a altura certa para o regresso.

A preparação das instituições passou muito pela testagem à Covid-19 de alunos, professores e funcionários.

O programa de testes arrancou na semana passada em quinze instituições e agora vai ser alargado, explica o Secretário de Estado, Sobrinho Teixeira.

As Universidades têm autonomia para definir o regime em que acontece o regresso.

Pode ser um regime apenas presencial ou misto, com algumas aulas online e outras nas instituições.

Há ainda alguns estabelecimentos que preferem manter o ensino remoto, mas o secretário de Estado diz que a maioria optou por um regresso total.

7h20 – Teatros reabrem

Esta segunda-feira são muitas as portas que se abrem de par e par para receber o público no desconfinamento dos teatros. Em Palmela, abre-se também, "A Porta" da companhia "O Bando". Uma peça que promove o diálogo com o público.

Uma proposta para o regresso aos palcos e às emoções do teatro.

7h00 - Casamentos e batizados de volta

A partir de hoje, podem também ser realizadas cerimónias e festas como casamentos ou batizados, com uma lotação máxima de 25 por cento. A expectativa é grande e as empresas do setor dos casamentos garantem que estão preparadas para a reabertura.

Arranca a terceira fase do desconfinamento
Portugal inicia hoje a terceira fase do desconfinamento com a reabertura de mais escolas, lojas, restaurantes e cafés. O levantamento de restrições não é acompanhado nos 10 concelhos onde a incidência da covid-19 é maior.

Nesta nova etapa, cerca de 300 mil estudantes regressam às escolas secundárias do território continental e ao ensino superior. No entanto, cabe às universidades e aos institutos politécnicos decidirem como será feito esse regresso às aulas presenciais.

A retoma do ensino presencial para os alunos do ensino secundário e do ensino superior avança em todo o território continental, independentemente do nível de risco de cada concelho.

A partir de hoje será possível frequentar restaurantes, cafés e pastelarias no interior, mas com a limitação de grupos de quatro clientes, podendo manter-se o serviço de esplanada que já estava autorizado, que passa agora a ter um limite de seis pessoas.

No que se refere ao comércio, os centros comerciais e todas as lojas, independentemente da sua dimensão, podem também reabrir ao público, mas têm de cumprir a lotação fixada pela Direção-Geral da Saúde.

Estas reaberturas aplicam-se à generalidade do país, exceto em seis concelhos (Alandroal, Albufeira, Carregal do Sal, Figueira da Foz, Marinha Grande e Penela), que se vão manter com as regras que vigoraram nos últimos 15 dias, e quatro (Moura, Odemira, Portimão e Rio Maior), que vão recuar para as restrições mais "apertadas" da primeira fase de desconfinamento.

Apesar deste novo passo no desconfinamento do país, a fronteira terrestre com Espanha permanece encerrada, só sendo permitida a passagem nos 18 pontos autorizados ao transporte internacional de mercadorias, trabalhadores transfronteiriços e de caráter sazonal devidamente documentados, veículos de emergência e socorro e serviço de urgência.

A partir de hoje está também autorizada prática das modalidades desportivas de médio risco, assim como a atividade física ao ar livre de até seis pessoas, e os casamentos e batizados voltam a ser permitidos no território continental, ainda que limitados a 25% da capacidade de ocupação dos espaços onde decorram.

Os eventos exteriores nos concelhos que avançaram para a próxima fase ficam sujeitos a uma diminuição de lotação de cinco pessoas por 100 metros quadrados, as lojas do cidadão reabrem com atendimento presencial por marcação na generalidade do país, mas mantêm-se o dever geral de recolhimento em Portugal, uma vez que o Governo considera necessária a contenção de circulação para o controlo da pandemia.