Reportagem
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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

por RTP

Pedro A. Pina - RTP

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

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23h45 - Brasil conta mais 373 óbitos por Covid-19 em 24h, o número mais baixo desde abril de 2020

O Ministério da Saúde brasileiro contabilizou ainda mais 15.609 novos casos de infeção com o SARS-CoV-2 no mesmo período.

Desde o início da pandemia o Brasil registou 21.60.488 casos e 604.228 mortos com Covid-19.

A taxa de incidência da Covid-19 no país é agora de 288 mortes e 10.317 casos por 100 mil habitantes, num momento em que as médias diárias de óbitos e infeções estão no nível mais baixo desde o final de 2020.

23h25 - Estados Unidos autorizam reforço com vacina diferente da original

A agência federal dos Estados Unidos para os medicamentos autorizou a administração de uma dose de reforço contra a Covid-19 com uma vacina diferentes da ministrada originalmente, uma prática já autorizada em diversos países.

A FDA autorizou ainda as doses de reforço para todas as pessoas com 18 anos ou mais inicialmente vacinadas com o soro da Johnson&Johnson e para algumas categorias da população de risco vacinadas com o da Moderna, nomeadamente pessoas idosas.

23h05 - Guiné-Bissau regista mais um caso

Segundo os dados hoje divulgados pelo Alto Comissariado para a Covid-19, na terça-feira, foi registado mais um caso para um total acumulado de 6.131 e realizados 224 testes.

Mais três pessoas foram dadas como recuperadas da doença para um total acumulado de 5.405 e há 579 casos ativos no país.

Os dados do Alto Comissariado indicam que 18 pessoas estão internadas devido à doença. Desde o início da pandemia, a Guiné-Bissau registou 141 vítimas mortais.

22h35 - Preocupação com a covid-19 está de volta ao Reino Unido

O governo britânico recusou, para já, restrições, mas avisou que as infeções podem chegar às 100 mil nas próximas semanas.


22h20 - Números da covid-19 disparam na Roménia

O país tem menos de um terço da população vacinada e a capacidade de resposta do sistema de saúde está à beira da rotura.


21h50 - Oposição pede responsabilização de Bolsonaro e demais acusados por crimes na pandemia

A oposição ao Governo brasileiro pediu hoje a responsabilização do Presidente do país, Jair Bolsonaro, e dos demais acusados por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de terem cometido vários crimes na gestão da pandemia.
"Que Bolsonaro, seus filhos delinquentes e todos os bandidos responsáveis pelo extermínio de mais de 600 mil brasileiros paguem pelos seus crimes na cadeia", escreveu o deputado federal Marcelo Freixo (Partido Socialista Brasileiro), na rede social Twitter.

"O relatório da CPI precisa ser o marco da união de todos brasileiros que defendem a vida e querem um Governo que cuide das pessoas. Tenho a certeza de que a maioria do nosso povo, apesar das diferenças ideológicas, não quer um criminoso na Presidência", acrescentou Freixo.

Já a deputada federal Sâmia Bonfim, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), afirmou que o "relatório da CPI é taxativo", provando que Jair Bolsonaro "agiu contra a saúde pública e, deliberadamente, atuou para agravar a pandemia no Brasil".

Nesse sentido, a parlamentar pede que a "investigação prossiga" e que o chefe de Estado "pague pelos crimes que cometeu contra o povo. O seu lugar na história já está reservado: genocida", escreveu nas redes sociais.

A CPI da pandemia, que ao longo de seis meses investigou alegadas falhas e omissões do Governo brasileiro na gestão da covid-19, apresentou hoje o seu relatório final, em que pediu o indiciamento de Jair Bolsonaro por nove crimes, assim como de outras pessoas, incluindo ministros e três filhos do chefe de Estado.

A Bolsonaro foram atribuídos os crimes de prevaricação; charlatanismo; epidemia com resultado morte; infração a medidas sanitárias preventivas; emprego irregular de verba pública; incitação ao crime; falsificação de documentos particulares; crime de responsabilidade e crimes contra a humanidade.

21h30 - Madeira reporta 17 novos casos e 77 situações ativas

A Madeira reportou 17 novos casos de covid-19 e mais 13 doentes recuperados nas últimas 24 horas, tendo a região sinalizadas 77 situações ativas, segundo o boletim de hoje sobre a situação epidemiológica no arquipélago.

A Direção Regional de Saúde (DRS) refere que a Madeira passa a contabilizar um total 11.912 casos confirmados de infeção por SARS-CoV-2 desde o início da pandemia.

20h50 - Cabo Verde com 30 infetados em 24 horas

Cabo Verde registou 30 infetados com o novo coronavírus responsável pela covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 38.082 o acumulado de casos, segundo dados oficiais divulgados hoje.

De acordo com o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, os laboratórios de virologia do arquipélago processaram 430 amostras desde terça-feira, com uma taxa de positividade global para o novo coronavírus de 7%.

20h34 - Comissão expôs impressões digitais do PR do Brasil na morte de milhares de cidadãos

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou ações do Governo brasileiro no combate à pandemia de covid-19 afirmou hoje que a comissão conseguiu comprovar as impressões digitais do Presidente na morte de milhares de brasileiros.

“A CPI enterrou o discurso sobre tratamentos ineficazes trazidos anomalamente ao Brasil como cloroquina, ivermectina e outros venenos inúteis. A CPI foi a única comissão parlamentar de inquérito no mundo a funcionar e eviscerar as mazelas do chefe de uma nação. Esta CPI é a primeira comprovar as [impressões] digitais de um Presidente da República na morte de milhões de cidadãos”, afirmou o relator e senador Renan Calheiros, durante a leitura do texto final com as suas considerações sobre a investigação parlamentar.

Calheiros, que foi incumbido de apresentar as conclusões do inquérito parlamentar iniciado em abril passado na câmara alta do Congresso, entregou hoje o seu relatório final, em que afirmou que pede o indiciamento do Presidente do país, Jair Bolsonaro, por nove crimes, bem como de outras pessoas, incluindo ministros de Governo e os três filhos do chefe de Estado.

O documento deverá agora ser analisado pelos membros da CPI no Senado e votado na próxima semana.

20h07 - Governo britânico rejeita apelos para repor restrições

O Governo britânico rejeitou hoje os apelos para repor restrições de combate à covid-19 como o uso de máscara em espaços interiores, perante o aumento de novos casos da doença, preferindo concentrar-se na vacinação e em novos tratamentos.

O número de novos casos aproximou-se hoje dos 50.000 pela segunda vez esta semana, e o ministro da Saúde, Sajid Javid, disse que poderá alcançar os 100.000.

O total de vítimas mortais da pandemia no Reino Unido ultrapassou as 139.000 pessoas, o segundo mais elevado na Europa, a seguir à Rússia.

19h48 - Vacinação mantém-se no Pavilhão das Pedras em Gaia

O centro de vacinação instalado no Pavilhão das Pedras, no centro de Vila Nova de Gaia, não vai encerrar sábado, tal como anunciado pelo presidente da câmara na segunda-feira, esclareceu hoje à Lusa fonte desta autarquia.

“O Pavilhão das Pedras já não encerrará no próximo sábado, face à ausência de alternativas por parte das autoridades de saúde”, explicou a fonte à Lusa.

Na segunda-feira, à margem da primeira reunião do executivo municipal após as eleições autárquicas de setembro, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, anunciou que aquele centro de vacinação iria encerrar no próximo sábado, passando as inoculações a ser feitas no de Grijó, a cerca de 15 quilómetros de distância.

Contudo, o centro no Pavilhão das Pedras já não vai fechar devido à “ausência de alternativas” por parte das autoridades de saúde, sendo o processo da sua responsabilidade, referiu a fonte da câmara.

19h30 - Portais noticiosos lituanos apagam comentários públicos sobre pandemia

Os mais importantes portais noticiosos lituanos anunciaram hoje que estão a apagar comentários públicos sobre artigos ligados à covid-19 para combater a maré de teorias conspiratórias propagadas por negacionistas.

“Estamos a mostrar solidariedade ao Estado e à sociedade no esforço conjunto de neutralização da desinformação disseminada por negacionistas”, afirmou à agência noticiosa France-Presse (AFP) Arnas Marcinkus, presidente da Associação de Imprensa ‘Online’ da Lituânia.

“O sucesso da campanha de vacinação deve ser a nossa causa comum, sem excluir o Governo ou a imprensa. Todos nós precisamos de soluções para sair da pandemia”, acrescentou.

Cerca de 71% dos adultos neste país de 2,8 milhões de habitantes foram vacinados com as duas doses contra a covid-19, uma taxa mais alta do que a de muitos países vizinhos na Europa Central e Oriental.

No entanto, os novos casos de contaminação aumentaram nos últimos dias.

Em outubro, o parlamento lituano aprovou um bónus de 100 euros para as pessoas com mais de 70 anos que forem vacinadas.

Segundo os dados oficiais mais recentes, desde o início da pandemia, a Lituânia contabilizou mais de 373 mil casos de covid-19 (a média diária de novas infeções ultrapassa os 2.000) e quase 5.500 mortes (média de 30 nos últimos dias).

19h20 - Angola com 143 novas infeções e quatro óbitos nas últimas 24 horas

17h58 - Polónia vai disponibilizar doses de reforço a todos os adultos

A Polónia está a ponderar disponibilizar doses de reforço das vacinas contra a Covid-19 a todos os adultos “nas próximas semanas”, avançou o primeiro-ministro Mateusz Morawiecki esta quarta-feira.

“Aqueles com mais de 18 anos que tomaram a última dose há pelo menos seis meses poderão receber outra dose”, disse Morawiecki numa publicação no Facebook.

A decisão faz parte da estratégia do Governo para lutar contra a quarta vaga da pandemia. Esta quarta-feira, a Polónia reportou mais de 5.000 novas infeções, pela primeira vez desde maio. O aumento de casos poderá ser justificado pela baixa taxa de vacinação. A Polónia tem 61% da população vacinada, abaixo da média da UE de 74%.

Para responder à “explosão” de novos casos, o país está a ponderar adotar medidas drásticas, anunciou o ministro da Saúde, avançando que isso poderá implicar um reforço das medidas já existentes de uso de máscara em espaços fechados e de distanciamento social.

17h35 - Ministro britânico da Saúde alerta que podem chegar aos 100.000 casos diários, mas descarta novas restrições

O ministro da Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, alertou esta quarta-feira que o país pode chegar aos 100 mil casos de Covid-19 por dia, mas reitera que o Governo não irá implementar o chamado “plano B” com novas medidas de restrição por agora.

“Estamos a acompanhar de perto a evolução dos números, e não iremos implementar o nosso plano B de medidas de contingência neste momento”, disse o ministro da Saúde, sublinhando que irão permanecer “vigilantes e preparados para todas as eventualidades”.

O ministro afirma que o país está a perder terreno para o coronavírus na corrida à vacinação, apelando às pessoas que ainda não foram vacinadas para o fazerem. "Nós estamos numa corrida, uma corrida entre a vacina e o vírus. E embora estejamos à frente nessa corrida, a vantagem está a diminuir", alertou Javid, acrescentando que cinco milhões de pessoas com mais de 16 anos ainda não foram vacinadas.

"Se queremos garantir estas liberdades a longo prazo, então a melhor coisa que temos a fazer é chegar-nos à frente [para a vacina], mais uma vez, quando esse momento chegar", apelou.

As declarações de Sajid Javid seguem-se às do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que também já veio descartar o regresso das restrições.

Perante o aumento de novos casos de Covid-19 e consequente sobrecarga dos hospitais, os cientistas têm apelado ao Governo para implementar novas medidas restritivas.

Nas últimas 24 horas, o Reino Unido registou 49.139 novos casos e 179 mortes.

17h20 - Espanha regista 2.528 novos casos e 31 mortes nas últimas 24 horas

A Espanha registou 2.528 novos casos de infeções de covid-19 nas últimas 24 horas, tendo o Ministério da Saúde espanhol também notificado mais 31 mortes atribuídas à doença durante este período.

O número total de casos registados no país desde o início da pandemia é de 4.993.295 e já morreram 87.082 pessoas devido à doença.

16h54 - Incidência e R(t) sobem ligeiramente

A incidência a 14 dias é agora de 84,4 casos por 100 mil habitantes a nível nacional e de 84,8 casos no continente. Na última atualização, este indicador situava-se nos 84,3 e 84,7, respetivamente,

O índice de transmissibilidade, ou R(t), também registou um ligeiro aumento, passando de 1,01 a nível nacional, para 1,02. Já no continente, o R(t) manteve-se nos 1,02.

16h47 - Portugal com mais 927 casos e três óbitos

O mais recente boletim epidemiológico reporta mais 927 infeções por Covid-19 e três mortes associadas à doença.

Estão hoje internados 286 doentes em enfermaria (menos 13 do que no dia anterior) e 58 em unidades de cuidados intensivos (menos dois do que na véspera).

Do total de novos casos, 356 foram registados em Lisboa e Vale do Tejo, 249 no norte, 212 no centro, 40 no Alentejo e 41 no Algarve. Foram ainda reportadas mais 16 infeções nos Açores e mais 13 na Madeira.

Relativamente aos óbitos, estes foram registados na região norte, centro e Alentejo.

O boletim reporta mais 577 recuperações, para um total de 1.033.379. Há ainda mais 347 casos ativos e mais 26 contactos em vigilância.

Desde que foi identificado o primeiro caso de Covid-19 em Portugal, já foram confirmados 18.109 óbitos e 1.081.856 casos da doença.

16h37 - Relatório sobre a pandemia no Brasil pede que Bolsonaro seja indiciado por dez crimes

Um relatório que será apresentado hoje na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado brasileiro pede o indiciamento do Presidente do país, Jair Bolsonaro, por 10 crimes durante a pandemia de covid-19, incluindo o de crime contra a humanidade.

No texto, com mais de 1.200 páginas, pede-se que Bolsonaro seja indiciado pelos crimes de epidemia com resultado em morte, infração de medida sanitária preventiva, incitação ao crime, falsificação de documento particular, uso irregular de verbas públicas, crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos descritos no Tratado de Roma, violação de direito social, incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo, crimes de responsabilidade.

O relatório da CPI sobre a gestão da pandemia no Brasil, que já provocou mais de 600.000 mortos no país, foi divulgado pelos `media` enquanto o seu relator se prepara para ler o documento na sessão da comissão parlamentar do Senado.

"Ao final de seis meses de intenso trabalho, esta CPI da pandemia reuniu evidências que mostram que o Governo Federal (...) tem agido lentamente no combate à pandemia do coronavírus, colocando deliberadamente a população em risco de uma verdadeira infeção em massa", frisa-se no documento.

Composta por senadores de várias vertentes políticas, a CPI da pandemia proferiu um veredito devastador para a imagem do chefe de Estado, que faz críticas recorrentes à investigação parlamentar e ao combate à pandemia, que já classificou como "gripezinha".

A investigação parlamentar sobre o combate à pandemia no Brasil tem sido palco de audiências agitadas, com depoimentos comoventes e revelações assustadoras sobre experiências em "cobaias humanas" com remédios ineficazes.

Para um grupo maioritário de senadores que participaram nos trabalhos, os crimes citados no relatório são intencionais, tendo o Governo Bolsonaro decidido deliberadamente não tomar as medidas necessárias para conter a circulação do vírus.

15h40 - Marrocos suspende voos de e para Alemanha, Reino Unido e Países Baixos

As autoridades marroquinas decidiram suspender, a partir da meia-noite de hoje, os voos de e para a Alemanha, Países Baixos e Reino Unido devido à evolução da situação da covid-19 nestes três países.

“Suspensão pelas autoridades marroquinas, a partir de 20/10/2021 às 23:59 e até novo aviso, dos voos de e para: Alemanha, Países Baixos e Reino Unido”, anunciou o organismo marroquino que gere os aeroportos na rede social Twitter.

Segundo a empresa nacional de aviação Royal Air Maroc, a decisão foi tomada “devido à evolução da pandemia” nos três países europeus.

Estes países fazem parte dos Estados com os quais Marrocos tem maior número de ligações aéreas, já que são dos que registam maior número de migrantes marroquinos.

Rabat já tinha suspendido, em 05 de outubro e pelo mesmo motivo, as ligações aéreas com a Rússia, que tem apresentado recordes diários de novos infetados pelo coronavírus SARS-Cov-2, que causa a doença covid-19.

15h05 - Pandemia fez até hoje 4.910.200 mortos em todo o mundo

A pandemia do novo coronavírus fez pelo menos 4.910.200 mortos em todo o mundo depois da Organização Mundial da Saúde ter detetado a doença na República Popular da China em dezembro de 2019, de acordo com o balanço da France Presse com base em dados oficiais.

No total, 241.485.380 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Nas últimas 24 horas registaram-se mais 8.151 mortes e 446.565 novos casos de covid-19 em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes nos relatórios mais recentes são os Estados Unidos com mais 1.850 mortes, Rússia (1.028) e Roménia (574).

Os Estados Unidos são o país mais afetado, em número de mortes e em contágios, com um total de 728.296 óbitos e 45.139.222 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 603.855 mortes e 21.664.879 casos, a Índia com 452.651 mortes (34.108.996 casos), o México com 284.925 mortes (3.762.689 casos) e a Rússia com 226.353 mortos (8.094.825 casos).

14h45 - Governo do Reino Unido afasta novo confinamento apesar de aumento de casos

No Reino Unido, perante o aumento de novos casos de Covid-19, os cientistas pedem ao Governo para implementar novas medidas restritivas.
A preocupação é proteger o sistema nacional de saúde que já está novamente próximo do limite.

14h20 - Novo surto em lar privado de Proença-a-Nova

Em Proença-a-Nova, há mais um surto de Covid-19 num lar. Desta vez, uma instituição privada. 46 idosos e sete funcionários estão infetados. Um utente morreu.


14h08 - Especialistas alertam para perigos de outros vírus respiratórios

A Organização Mundial de Saúde deve decretar o fim da pandemia no final do primeiro semestre de 2022. É essa a convicção do especialista em pneumologia Filipe Froes. Tendo por base o calendário de vacinação mundial.
No entanto, no debate da RTP, É ou não é!, ficou claro que os riscos ainda não estão ultrapassados, há receios quanto a novas variantes e, sobretudo em relação ao inverno, que se aproxima.

13h49 - Estados Unidos "prontos" para vacinar crianças dos 5 a 11 anos a partir do próximo mês

A Casa Branca anunciou esta quarta-feira que o país está preparado para vacinar crianças entre os 5 e os 11 anos já em novembro, ficando apenas a aguardar o aval por parte da Food and Drug Administration (FDA).

A Administração Biden garante ter assegurado 28 milhões de vacinas para crianças nesta faixa etária.

13h28 - Visitas às prisões. Associação de Apoio ao Recluso fala em discriminação

13h13 - Ministro polaco da Saúde diz que não há dúvidas sobre a imposição de mais um confinamento devido ao aumento de casos no país

13h08 - Governador de Nova Iorque confirma que vai exigir vacinação Covid-19 até ao final da próxima semana para os funcinários da cidade

Quem não cumprir ficará com uma licença não remunerada.

13h06 - Putin aprova proposta para impedir trabalho presencial a partir de 30 de outubro e durante uma semana devido ao aumento de mortes por Covid-19

12h52 - Ministro polaco da Saúde diz que situação da Covid no país está a tornar-se muito séria e que se assim continuar terão que ser tomadas medidas drásticas

12h24 - Sérvia vai tornar obrigatório o passe Covid para entrar em restaurantes, cafés e bares à noite

12h11 - Ministro russo da Saúde afirmou que o sistema de saúde está a funcionar em grande tensão por causa do aumento de casos e internamentos de Covid-19

11h22 - Cidade de Nova Iorque vai exigir que todos os funcionários da Câmara sejam vacinados para a Covid-19, adianta o Wall Street Journal

11h02 - Europa é a única região do mundo com aumento de novos casos - OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que houve um aumento de 7% nos novos casos de coronavírus na Europa na semana passada, a única região do mundo onde os novos casos aumentaram.

Na avaliação semanal da pandemia divulgada na terça-feira, a agência de saúde da ONU disse que houve cerca de 2,7 milhões de novos casos de covid-19 e mais de 46.000 mortes na semana passada, números semelhantes aos relatados na semana anterior. A Grã-Bretanha, Rússia e Turquia foram os responsáveis pela maioria dos casos.

A maior queda nos casos de covid-19 foi observada em África e no Pacífico Ocidental, onde as infeções caíram 18% e 16%, respetivamente.

O número de mortes em África também diminuiu cerca de um quarto, apesar da escassez de vacinas no continente.

Outras regiões, incluindo as Américas e o Oriente Médio, relataram números semelhantes aos da semana anterior, acrescentou a OMS.

11h01 - África com mais 8.556 novos casos e 253 mortes nas últimas 24 horas

10h17 - Polónia com mais de 5000 casos em apenas um dia pela primeira vez desde maio

O último relatório do país indica também que morreram 75 pessoas

9h45 - Rússia com novo recorde diário de mortes

A Rússia registou um novo recorde de mortes nas últimas 24 horas na quarta-feira, de acordo com um relatório oficial divulgado antes de uma reunião presidida por Vladimir Putin para decidir sobre possíveis restrições para conter a epidemia.

Nas últimas 24 horas, foram registadas 1.028 mortes causadas pelo novo coronavírus, um recorde, segundo registro do governo.

9h00 - Pandemia no Brasil foi entregue a pessoas "incompetentes e corruptas", diz Senador

O senador brasileiro Otto Alencar, membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou alegadas falhas do Governo na crise sanitária, disse hoje à Lusa que a pandemia no Brasil foi entregue a pessoas "incompetentes e corruptas".

O parlamentar afirmou não ter dúvidas de que foram cometidos vários crimes por parte do Governo e do próprio Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, a quem acusa de falta de "sensibilidade e de humanidade" perante a morte de mais de 600 mil pessoas no país devido à covid-19.

"O principal Ministério do Brasil na pandemia era o da Saúde, porque cuidava da vida, e isso foi entregue a pessoas incompetentes, inexperientes, e acima de tudo corruptas, que não tinham compromisso com a vida. Por isso é que faltou oxigénio em Manaus, faltaram kits de entubação, faltaram vacinas, só não faltou a ironia de Bolsonaro", criticou o senador.

De acordo com o rascunho de conclusão da comissão parlamentar, dado a conhecer pela BBC, aponta para a formalização de acusações contra Bolsonaro de crimes contra a humanidade.
Vacinação completa mantém-se nos 85%
Mais de 8,8 milhões de pessoas têm a vacinação completa contra a covid-19, o que equivale a 85% da população portuguesa, uma percentagem que não sofreu alterações na última semana, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório semanal da DGS, com pelo menos uma dose estão agora quase nove milhões de pessoas, o equivalente a 87% da população, valor percentual que também se manteve inalterado na última semana.

Por grupos etários, 85% (528.704 pessoas) dos jovens entre 12 e os 17 anos têm a vacinação completa contra o coronavírus e 89% (553.084) já receberam pelo menos uma dose da vacina. 100% dos idosos dos grupos etários dos 65 a 79 anos e dos com mais de 80 anos já estão totalmente vacinados, o que representa um total de mais de 2,3 milhões de pessoas.

Depois de o país ter atingido a meta de 85% da população totalmente vacinada, o que aconteceu em 9 de outubro, está a decorrer a administração da terceira dose da vacina contra a covid-19, com prioridade aos idosos com 80 e mais anos e utentes de lares e de cuidados continuados e abrangendo, nesta fase, as pessoas com 65 ou mais anos.

Na segunda-feira, iniciou-se a administração em simultâneo das vacinas contra a gripe e a covid-19 em Portugal continental, com a DGS a prever vacinar cerca de dois milhões de pessoas nessa modalidade.
Recuperados só devem receber uma dose da vacina
A comissão técnica de vacinação insiste que os recuperados da covid-19 só devem receber uma dose da vacina.

A comissão entende que a evidência científica vai nesse sentido, mas permitiu duas doses às pessoas que precisem delas para viajar.