Espanha vai de novo a eleições

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Fracasso. As negociações para a formação de um Governo em Espanha não deram frutos. Perante o cenário atual, o rei de Espanha decidiu não propor o líder socialista, Pedro Sánchez, como candidato a ser reconduzido como primeiro-ministro. O cenário mais certo nesta altura passa pela dissolução do Parlamento e a convocação de novas eleições.

O Rei de Espanha, que esteve a ouvir nos últimos dias os líderes partidários, entende que nenhum candidato tem condições para formar Governo.

Em comunicado enviado pela Casa Real espanhola, Felipe VI diz que "não existe um candidato com os apoios necessários" e assim "não formula uma proposta de candidato" a primeiro-ministro.

Se a situação não for desbloqueada - o mais certo -, o rei de Espanha está constitucionalmente obrigado a dissolver o parlamento e a marcar eleições.

Escreve hoje o El Pais que "quatro meses de batalha resultaram num rotundo fiasco. A legislatura está moribunda".

Pedro Sánchez já disse que os espanhóis serão chamados às urnas de novo. Apesar de ainda não ser oficial, a data mais provável será 10 de novembro, como conta a correspondente da RTP em Madrid Daniela Santiago.

Serão as segundas eleições gerais em sete meses e as quartas em quatro anos. "Um caso inédito na Europa que marca o fracasso de uma geração de políticos", lê-se no El Pais.

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