Nível de alerta reduzido de `crítico` para `severo` na Grã-Bretanha

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Um polícia à porta do prédio durante buscas relacionadas com o atentado na estação de Metro de Parsons Green, Londres
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Os progressos na investigação levaram as autoridades britânicas a reduzir o nível de alerta no país, que se mantinha em ‘crítico’ desde o atentado no Metro de Londres, sexta-feira. O nível voltou a ser ‘severo’, anunciou a ministra da Administração Interna, Amber Rudd.

“Depois do ataque em Parsons Green na passada sexta-feira, a polícia fez bons progressos no que se mantém uma operação em curso” afirmou Rudd.

“O Centro de Análise Terrorista, que revê o nível de ameaça no Reino Unido, decidiu reduzir esse mesmo nível de crítico para severo”, acrescentou.

O nível de alerta 'severo', o segundo mais alto, implica que o perigo de atentado deixou de ser provável.

As investigações à explosão de sexta-feira em Parsons Green, que fez 29 feridos, prosseguem após a detenção de dois suspeitos, com buscas a propriedades em Sunbury-on-Thames e em Stanwell, na Londres oeste.

O segundo suspeito do atentado foi detido às 23h50 de sábado, em Hounslow, Londres. Trata-se de um homem, de 21 anos, que foi levado para uma esquadra do sul de Londres.

Foi asua detenção que levou a polícia até Stanwell, a uma propriedade próxima do aeroporto de Heathrow.


Na madrugada de sábado já tinha sido detido, no porto de Dover, um primeiro suspeito, de 18 anos, conhecido como uma “criança problemática de acolhimento”, que morava em casa de um casal de Sunbury-on-Thames, Surrey.

O adolescente terá sido detido e libertado há duas semanas precisamente na estação de Metro onde ocorreu a explosão, sexta-feira, tendo sido detido em Dover quando alegadamente tentava deixar o país.

A propriedade está ainda a ser alvo de investigações. De acordo com vizinhos, a polícia recuperou “15 armas de fogo e uma bomba” da casa em Surrey.

Nesta casa onde decorrem as buscas, mora um casal considerado pela comunidade como generoso que acolhe crianças.

Ronald Jones, de 89 anos, e a sua mulher, Penélope, de 71, costumam acolher até sete crianças. As últimas oito foram refugiadas, afirmou um grupo comunitário, Elmbridge CAN, que procura “construir uma cultura de acolhimento aos refugiados”.

Nada até agora indica que os Jones soubessem que estava em preparação um atentado referem os jornais britânicos.

Tópicos:

Amber Rudd, Atentado, Parsons Green, Sunbury-on-Thames, Surrey, Londres,

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