PM da Guiné-Bissau apresenta pedido de demissão ao PR

| Mundo

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, anunciou hoje na sua página na rede social Facebook, que apresentou o pedido de demissão do cargo ao Presidente guineense, José Mário Vaz.

No texto, Embaló, de 46 anos, não especificou os motivos para o pedido de demissão, apenas referiu ter apresentado hoje ao chefe do Estado guineense a segunda carta naquele sentido, depois de o já ter feito no passado dia 06 de dezembro.

"Agradeço vivamente o Presidente da República, os membros do Governo, com os quais trabalhei durante 15 meses", indicou Umaro Sissoco Embaló que afirma ser fiel aos partidos e deputados que o apoiaram.

Embaló afirmou, igualmente no Facebook que, olhando pela história, em 20 anos, nunca os doadores se mostraram satisfeitos com um governo, numa referência ao desempenho da sua equipa.

Também hoje, o jornal guineense O Democrata, na sua edição `online` noticiou que o primeiro-ministro entregou ao Presidente guineense a carta de demissão do cargo, citando várias razões que teriam motivado Embaló.

Segundo O Democrata, o primeiro-ministro "não digeriu bem" a posição do chefe do Estado nos incidentes com dois ministros do seu governo, João Fadiá, das Finanças, e Botche Candé, do Interior.

O jornal afirma que Umaro Embaló considerou que José Mário Vaz esteve do lado dos seus ministros.

A Lusa tentou infrutiferamente confirmar o pedido de demissão com o próprio Embaló e com a Presidência da República.

Tópicos:

Embaló, Facebook,

A informação mais vista

+ Em Foco

A 15 de outubro de 2017, uma vaga de incêndios fez 50 mortos e dezenas de feridos. Reunimos aqui um conjunto de reportagens elaboradas um ano depois da catástrofe.

    Toda a informação sobre a União Europeia é agora agregada em novos conteúdos de serviço público que podem ser seguidos na página RTP Europa.

      Um terramoto de magnitude 7,5 e um tsunami varreram a ilha de Celebes, causando a morte de pelo menos duas mil pessoas. A dimensão da catástrofe é detalhada nesta infografia.

        Logo após a recuperação das armas roubadas, o ex-chefe do Estado-Maior do Exército proibiu a PJ de entrar na base de Santa Margarida.