Taiwan condena militarização no mar do sul da China

| Mundo

|

Taiwan condenou hoje a militarização no mar do Sul da China e desmentiu qualquer plano relativo ao uso pelos Estados Unidos da ilha de Taiping, situada naquelas águas e reivindicada por Pequim e outros países.

Em comunicado, a diplomacia da ilha defendeu a resolução das disputas "em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar" e a liberdade de navegação e sobrevoo, ao mesmo tempo que pediu que se detenha a militarização na região.

"Taiwan nunca teve planos para permitir utilizar a ilha Taiping - situada no arquipélago das Spratly - a nenhum país estrangeiro, incluindo os Estados Unidos", lê-se no comunicado.

O Governo de Taiwan fez ainda um apelo à imprensa para que não divulgue "notícias falsas" que possam perturbar os laços com a China ou exacerbar as disputas no mar do Sul da China.

Por fim, reiterou a política de utilizar a ilha de Taiping para trabalhos de "ajuda humanitária e pesquisa científica internacional".

Taiwan controla duas ilhas no mar do sul da China, Pratas e Taiping, e é um dos países que reivindica a soberania sobre este espaço estratégico rico em recursos naturais, juntamente com a China, Vietname, Filipinas, Malásia e Brunei.

A informação mais vista

+ Em Foco

Um terramoto de magnitude 7,5 e um tsunami varreram a ilha de Celebes, causando a morte de pelo menos duas mil pessoas. A dimensão da catástrofe é detalhada nesta infografia.

    Em entrevista exclusiva à RTP, Flávio, um dos filhos de Jair Bolsonaro, afirmou que o candidato do PT Fernando Haddad devia juntar-se a Lula da Silva.

    Na Venezuela, os sequestros estão a aumentar. Em Caracas, só este ano foram raptadas 107 pessoas.

      Faltam seis meses para a saída do Reino Unido da União Europeia. Dia 29 de março de 2019 é a data para o divórcio. A RTP agrega aqui uma série de reportagens sobre o que o Brexit pode significar.