Taiwan condena militarização no mar do sul da China

| Mundo

|

Taiwan condenou hoje a militarização no mar do Sul da China e desmentiu qualquer plano relativo ao uso pelos Estados Unidos da ilha de Taiping, situada naquelas águas e reivindicada por Pequim e outros países.

Em comunicado, a diplomacia da ilha defendeu a resolução das disputas "em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar" e a liberdade de navegação e sobrevoo, ao mesmo tempo que pediu que se detenha a militarização na região.

"Taiwan nunca teve planos para permitir utilizar a ilha Taiping - situada no arquipélago das Spratly - a nenhum país estrangeiro, incluindo os Estados Unidos", lê-se no comunicado.

O Governo de Taiwan fez ainda um apelo à imprensa para que não divulgue "notícias falsas" que possam perturbar os laços com a China ou exacerbar as disputas no mar do Sul da China.

Por fim, reiterou a política de utilizar a ilha de Taiping para trabalhos de "ajuda humanitária e pesquisa científica internacional".

Taiwan controla duas ilhas no mar do sul da China, Pratas e Taiping, e é um dos países que reivindica a soberania sobre este espaço estratégico rico em recursos naturais, juntamente com a China, Vietname, Filipinas, Malásia e Brunei.

A informação mais vista

+ Em Foco

Uma semana depois de as chamas deflagrarem em Monchique, a Proteção Civil deu o incêndio como dominado e em fase de resolução. Portugal volta a ser o país com mais área ardida na Europa.

    Uma parte central da Ponte Morandi, em Génova, Itália, desabou na manhã de terça-feira durante uma tempestade. Morreram dezenas de pessoas.

      É um desejo antigo do Homem poder tocar as estrelas. Um feito que parece ser agora "quase" alcançável através da missão espacial solar Parker.

        Entre as 21h00 de domingo e as 8h00 de segunda-feira, o mundo viu uma chuva de Perseidas, espetáculo habitual em agosto. Nos locais mais remotos, foi possível admirar melhor o fenómeno.