Advogado diz que ministro deveria "assumir caso" do atropelamento mortal na A6

por Antena 1

Paulo Cunha - Lusa

O advogado da família do trabalhador que morreu atropelado na autoestrada A6 pelo automóvel que transportava o ministro da Administração Interna considerou esta tarde que o governante "não é um mero passageiro" e que deveria "assumir o caso".

"É evidente que ele é um passageiro, mas é um passageiro que determina a deslocação de todos os outros passageiros e até do condutor. Ele deve assumir o caso. Eu, no lugar dele, assumiria o caso", afirmou José Joaquim Barros.

O causídico respondia aos jornalistas à saída do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora, após ter consultado o processo.
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