Apenas 2% das escolas portuguesas têm desfibrilhadores

| País
Apenas 2% das escolas portuguesas têm desfibrilhadores

Foto: Nuno Patrício - RTP

Apenas dois por cento das escolas portuguesas têm disponíveis desfibrilhadores automáticos externos. Equipamentos que professores, responsáveis escolares e especialistas em segurança consideraram importantes nos estabelecimentos de ensino.

O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas refere que o número de aparelhos é insuficiente.


Para Filinto Lima este tipo de aparelho é recomendável em locais onde existe uma grande concentração de pessoas, e as escolas apresentam essas características, explica.

Para o presidente da ANDAEP era conveniente que a tutela fizesse chegar mais instrumentos que podem salvar vidas.

Filinto Lima refere que as escolas realizam já alguns exercícios de Suporte Básico de Vida, mas seria útil a existência de mais desfibrilhadores.

A informação mais vista

+ Em Foco

A RTP ouviu os seis lideres partidários sobre temas que escapam aos programas políticos e que contribuem para definir o perfil dos candidatos.

    Uma sondagem da Universidade Católica aponta para o fim da hegemonia laranja na Madeira, apesar da vitória do PSD nas regionais (38%) do próximo domingo.

    Na semana em que se assinala o início da II Guerra Mundial, a RTP conta histórias de portugueses envolvidos diretamente no conflito.

      Em cada uma destas reportagens ficaremos a conhecer as histórias de pessoas ou de projectos que, por alguma razão, inspiram ou surpreendem.