Assunção Cristas expressa condolências pela morte de militar que "servia e defendia a paz"

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A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, expressou hoje condolências pela morte de um militar português ao serviço da missão da União Europeia no Mali no domingo, sublinhando que morreu "enquanto servia e defendia a paz".

"A morte de um militar num ataque terrorista em Bamako deixa-nos consternados e enluta o nosso país: morreu um português enquanto servia e defendia a paz", declarou Assunção Cristas numa mensagem enviada à agência Lusa em que expressa "sentidas condolências" à família e amigos do militar, às Forças Armadas e aos militares daquela missão.

Referindo-se ao terrorismo, a líder centrista sublinhou que "foi contra estas ameaças cobardes que Portugal integrou esta missão e que os militares portugueses se dispuseram a lutar, treinando e preparando as forças malianas".

"A coragem destes profissionais em defender a paz numa zona tão perigosa é um exemplo do valor da instituição militar", lê-se na mensagem de Assunção Cristas.

O Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) anunciou hoje que um militar português ao serviço da missão da União Europeia no Mali morreu na sequência de um ataque terrorista ocorrido domingo, nas imediações de Bamako.

O Sargento-Ajudante Paiva Benido, 40 anos, casado e com duas filhas menores, era natural de Valongo e prestava serviço no Comando de Pessoal no Porto, integrando o contingente nacional na Missão de Treino da União Europeia no Mali, composto por 10 elementos, disse à Lusa fonte do Exército.

Um segundo militar português "saiu ileso deste ataque", que ocorreu no domingo pelas 16:00, no Hotel Le Campement Kangaba, nas imediações de Bamako, segundo um comunicado divulgado pelo Estado-Maior General das Forças Armadas.

Segundo o comunicado, o local onde ocorreu o ataque, Hotel Le Campement Kangaba, "é reconhecido e autorizado pela Missão de Treino no Mali - ao serviço da qual estava o militar - como `Wellfare Center´ entre os períodos de atividade operacional dos militares que prestam serviço naquele país.

Um inquérito "no sentido de esclarecer as circunstâncias que envolveram o ataque terrorista em Bamako" já foi instaurado, adiantou o EMGFA.

"Encontravam-se no local vários militares da Força Internacional de diversos países, entre os quais dois portugueses. Mais se informa que o segundo militar Português saiu ileso deste ataque", refere o EMGFA.

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