Reportagem Europeias. Portugueses escolhem os 21 eurodeputados

Votaram, até ao meio-dia de hoje, quase mais 67.000 eleitores face às eleições para o Parlamento Europeu de 2014, apesar de a percentagem de afluência às urnas deste ano ser inferior às últimas eleições europeias.

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17h00 - Acompanhe a noite eleitoral no site da RTP

Depois das primeiras horas de votação e apelo ao voto, continue a acompanhar os úiltimos desenvolvimentos deste dia de eleições europeias, a nível nacional e regional:




15h00 - Mais 67.000 votantes face a 2014, apesar de menor percentagem de afluência

Votaram, até ao meio-dia de hoje, quase mais 67.000 eleitores face às eleições para o Parlamento Europeu de 2014, apesar de a percentagem de afluência às urnas deste ano ser inferior às últimas eleições europeias.

14h15 - Eleitorado de Évora estreia voto eletrónico

Nestas europeias, os eleitores do distrito de Évora já podem votar eletronicamente.

Por todo o distrito, há 50 mesas disponíveis para testar o voto eletrónico.

14h10 - Manhã de domingo sem filas na maioria das assembleias de voto

Com as alterações no sistema de voto, muitos eleitores foram surpreendidos com mudanças no local onde votam.


Mesmo assim esta foi uma manhã sem filas na maioria das assembleias de voto.

13h54 - Líderes partidários não tiveram de esperar para votar

Todos os líderes partidários já votaram e todos apelaram aos portugueses para que vão votar, de modo a não se repetir a abstenção enorme de 2014.


13h15 - Marinho e Pinto votou em Coimbra

O cabeça de lista do Partido Democrático Republicano (PDR) nas eleições europeias, António Marinho e Pinto, disse hoje que é preciso votar para defender a democracia, a liberdade e a paz na Europa, que considerou estarem ameaçadas.

"A Europa está ameaçada e quando dizemos que a Europa e a União Europeia estão ameaçadas é a democracia, é a liberdade, é o pluralismo, é a paz que está ameaçada", defendeu Marinho e Pinto, que falava aos jornalistas depois de ter votado na Escola Secundária José Falcão, em Coimbra.

"Há pulsões belicistas muito fortes dentro da Europa, há pulsões liberticidas, há pessoas e poderes da Europa que não convivem com a liberdade nem com o pluralismo e, portanto, votar, independentemente do partido em que se vota, é, em si, um ato que, mais do que o projeto europeu, reforça a democracia na Europa, reforça o pluralismo, a liberdade e a paz", afirmou.

Esse "é o grande bem que a Europa conseguiu nos últimos 70/80 anos e que infelizmente as novas gerações não valorizam", sustentou o cabeça de lista do PDR.


13h03 - Marcelo Rebelo de Sousa preocupado com números da abstenção

O Presidente da República está preocupado com a elevada abstenção nestas eleições europeias. Marcelo Rebelo de Sousa deixa um apelo aos portugueses recordando que “ainda têm cerca de seis horas. Façam um esforço para inverter a tendência. Arrumem a sua vida, os que foram passear, os que foram para o campo, foram para a praia, que voltem a tempo de votar ainda".

O Chefe de Estado que exerceu o seu direito de voto pouco antes de ser conhecidos os primeiros dados da abstenção, frisa que “espera que as pessoas que estão fora voltem a tempo de votar”. E acrescenta que a abstenção é “um péssimo sintoma para a democracia”.

"De eleição para eleição, agravar a abstenção, agravar o desinteresse, agravar a apatia, agravar o distanciamento em relação ao voto é um péssimo sintoma para todos. É um péssimo sintoma para a democracia, um péssimo sintoma a para o pluralismo e para as escolhas, que são muitas", afirmou.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, os cidadãos que não votam “estão a perder a autoridade para depois criticarem os políticos”.

13h00 - Afluência às urnas até ao meio-dia era de 11,56 por cento

As eleições para o Parlamento Europeu registaram uma afluência às urnas de 11,56 por cento até às 12h00, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

A percentagem de afluência deste ano é inferior à das últimas eleições para o Parlamento Europeu, realizadas em 2014, que, à mesma hora, se cifrava em 12,14 por cento.

Em relação aos eleitores comunitários não nacionais, a afluência às urnas era de 8,9 por cento.


12h05 – Secretária de Estado da Inclusão vota através da introdução do voto em braile

Ana Sofia Antunes votou pela primeira vez sem apoio. Foi disponibilizada a Ana Sofia Antunes, pela mesa, um molde em braile, que foi encaixado no boletim de voto.No final do ato eleitoral, o molde é retirado e o boletim é introduzido na urna, misturando-se com os restantes.
Depois de depositar o seu voto na urna, Ana Sofia Antunes falou num “sentimento muito bom votar pela primeira vez de uma forma completamente autónoma. E estar ali sozinha na urna e saber que o posso fazer”.

"O voto é absolutamente igual aos outros. Não se pode distinguir depois na urna qual é o nosso voto. É um grande passo em nome da autodeterminação das pessoas com deficiência e do seu exercício político", afirmou a governante aos jornalistas.

As matrizes de braile, em tudo idênticas aos boletins de voto, foram disponibilizadas em todas as mesas de voto.

Os cidadãos com deficiência visual podem sobrepor as matrizes em braile ao boletim de voto, de forma a permitir a sua leitura e indicação expressa do voto, garantindo assim a total autonomia e confidencialidade do voto.

11h36 - Rui Rio vota no Porto

O presidente do PSD gostava que “os níveis de abstenção baixassem um bocado” porque com os níveis que teve das outras vezes “é uma derrota para o país e para a Europa”.

"O que mais desejo é que os níveis de abstenção baixem um bocado. Não podemos aspirar a que venha para níveis muito baixos mas, se tiverem os níveis que tiveram da outra vez, perto disso ou mais, é uma derrota para todos e também não é uma vitória para quem não vota", disse Rui Rio em declarações aos jornalistas depois de votar na junta de freguesia de Massarelos, no Porto.

Para o presidente social-democrata, "as pessoas têm 17 partidos à escolha", para além de poderem optar pelo "voto branco ou nulo", pelo que "não se justifica" ficarem sem votar.

11h15 - População de Morgade (Montalegre) faz voto de protesto

Dezenas de populares de Morgade, concelho de Montalegre, estão hoje a fazer um "voto de protesto" contra a instalação de uma mina de lítio a céu aberto nesta freguesia, recusando-se a votar nas eleições europeias.

"Estamos a fazer um voto de protesto, ou seja, recusamos votar porque não concordamos com aquilo que o nosso Governo está a fazer com a nossa terra. Se é este tipo de desenvolvimento que eles querem para o Interior, nós não concordamos", afirmou à agência Lusa Armando Pinto, porta-voz da Associação Montalegre Com Vida.

11h08 - Jerónimo de Sousa vota em Santa Iria da Azóia

O secretário-geral do PCP admite que os “portugueses têm um distanciamento muito grande em relação à União Europeia”. “A solução é participar e votar”. Jerónimo apelou à participação dos portugueses e lembrou que votar é um ato de liberdade.

Jerónimo de Sousa salientou também a necessidade de os jovens combaterem a abstenção, tomando "nas suas mãos o destino", uma vez que através do voto "também se constrói o futuro".

Utilizando como exemplo o Grupo Desportivo de Pirescoxe - onde vota desde as primeiras eleições em Portugal após o 25 de Abril - o dirigente comunista referiu que "sempre esta terra teve um grande grau de participação (em eleições), incluindo dos jovens", algo que, "de facto, é positivo" e uma "coisa rara".

O secretário-geral do PCP considerou que a "consciência que não está totalmente apurada" em relação à União Europeia é o grande motivo para as elevadas percentagens de abstenção, mas a "solução deve ser ao contrário".

"Os portugueses têm nas mãos as suas escolhas e que o façam participando neste ato eleitoral", advogou, acrescentando que maior participação significa que os portugueses podem "ter vozes no Parlamento Europeu".

10h50 - Pedro Marques volta em Alcochete

O cabeça de lista do PS considera que a abstenção é o “grande adversário dos europeístas e dos democratas”. Pedro Marques recorda que o “direito de voto demorou e custou tanto a conquistar em Portugal, deve ser exercido”.


10h47 - Nuno Melo vota em Vila Nova de Famalicão

O cabeça de lista do CDS-PP apela aos portugueses para exercerem o seu direito de voto antes ou depois de irem para a praia. “Não fiquem em casa, por favor”.

Nuno Melo defende que seria “importante que Portugal desse à Europa uma redução das taxas de abstenção”.

Nuno Melo lembrou que "é graças aos fundos comunitários" que muito se pode fazer em Portugal.

"Em 2019 é o projeto europeu que está verdadeiramente em causa. E quando falo do projeto europeu falo do essencial que interessa ao desenvolvimento de países tão dependentes com Portugal", alertou.

Acrescentou que "é graças a fundos comunitários" que se "rasgaram pontes, estradas, universidades e escolas".

10h37 - Paulo Rangel vota no Porto

O cabeça de lista do PSD às europeias afirma que está “muito bem disposto” e faz um apelo “muito forte ao voto”. “São eleições muito importantes”.

Paulo Rangel salientou que é muito importante que as pessoas “não deixem a sua decisão para outros. Que vão votar. Que votem em consciência”.

"Desejo que a abstenção não suba. Temos um problema técnico que é o aumento (de eleitores) com as pessoas que residem fora do país que passaram a ter um registo automático. Sempre que há uma mudança, esta gera alguma perturbação, mesmo que seja para melhor. Admito alguma confusão. As pessoas que estão em casa têm de se mobilizar para votar", referiu.


10h22 - António Costa vota em Lisboa

O primeiro-ministro e secretário-geral do Partido Socialista também apelou ao voto. "Temos todos o dever, o direito e a ambição de participar", avançou aos jornalistas.


"Todos partilhamos do apelo do Presidente da República que é essencial participar nestas eleições. Este é o único momento em que somos todos iguais no exercício do poder. E essa é a grande qualidade da democracia: é o momento em que cada cidadão é igual nos exercício dos seus direitos e não devemos desaproveitar essa oportunidade", afirmou António Costa.

No momento da votação, o poder de cada cidadão "é exatamente o mesmo, e essa é grande qualidade da democracia, é aquele momento em que cada cidadão é igual no exercício dos seus direitos", advogou o primeiro-ministro.

"E não devemos desaproveitar essa oportunidade. Portugal é, há muitos anos, membro da União Europeia, temos todos o dever, o direito e a ambição de participar na construção da Europa e de dizer também, na Europa, o que é que nós queremos para o futuro da união em que participamos", destacou.

Na ótica de Costa, é este o momento para os portugueses escolherem quem querem que os represente na União Europeia e, por isso, pediu que "as pessoas participem o mais possível".


10h20 - Francisco Guerreiro (PAN) apela à participação dos eleitores

O cabeça de lista do PAN, Francisco Guerreiro, votou em Alcabideche, deixando um apelo à mobilização dos eleitores nas eleições que, sublinhou são "tão importantes para o país e para a Europa".

"Viemos exercer o nosso direito de voto e aquilo que temos apelado é que, acima de tudo, as pessoas participem nestas eleições tão importantes para o país e para a Europa", disse Francisco Guerreiro aos jornalistas.

10h10 – Urnas em Morgade (Montalegre) abriram mas ainda ninguém votou

A mesa de voto da Junta de Morgade, em Montalegre, abriu pelas 09h00 da manhã, com uma hora de atraso, mas na primeira hora ninguém votou nesta freguesia, disse o autarca local.

José Nogueira disse que durante esta primeira hora ninguém exerceu o direito de voto em Morgade, onde estão inscritos 329 eleitores.

"Pelas informações que vou recebendo penso que vai haver uma abstenção muito significativa, se não os 100 npor cento", referiu.

A população de Morgade está contra a instalação de uma mina de lítio a céu aberto anunciada para esta freguesia.

10h06 - João Ferreira (CDU) votou em Lisboa

O cabeça da lista da CDU considera que é importante que os eleitores exerçam o seu direito de voto, para “cada um dizer de sua justiça”. Para João Ferreira, “este é um momento fundamental”.

João Ferreira lembrou que "as grandes questões nacionais têm relação com as decisões da União Europeia".

Além disso, disse esperar que a CDU tenha dado "um contributo" para a elucidação dos assuntos assim como os candidatos comunistas tenham sido "esclarecedores e informadores".

10h02 - Catarina Martins vota em Vila Nova de Gaia

A coordenadora do Bloco de Esquerda, a segunda líder partidária a votar, frisou que “em democracia todos nós temos uma palavra a dizer sobre o nosso futuro. E votar é uma das partes muito importantes de ter voz a dizer o que vai acontecer”.
"As decisões só podem ser bem tomadas se as pessoas participarem. Deixar a uma pequena minoria as decisões sobre a nossa vida coletiva é um erro e portanto é muito importante que as pessoas usem o poder que é o do seu voto para participarem nas escolhas que são determinantes sobre os aspetos muito concretos da nossa vida", apelou.

"Toda a gente percebe como a União Europeia está a viver um período complicado, que há decisões que vão ser determinantes para tomar nos próximos tempos. As decisões serão tão melhores, vão responder tão melhor por quem aqui vive, por quem aqui trabalha quanto mais pessoas forem votar e puderem escolher, usarem o seu poder de escolher o que querem da nossa vida coletiva", disse.

09h40 - Marisa Matias já votou

A cabeça de lista do Bloco de Esquerda ao Parlamento Europeu votou em Coimbra.

Marisa Matias também apela ao voto. “É tempo das pessoas tomarem o futuro nas suas mãos e não deixarem na mão de outros. Porque a democracia fica sempre incompleta de cada vez que as pessoas deixam que outros decidam por elas”, frisou a cabeça de lista do BE.

Para Marisa Marias “há sempre razões para votar”.

"O que é mesmo importante é que as pessoas venham, que se mobilizem, que votem e que queiram decidir sobre aquilo que vamos decidir nos próximo cinco anos" no Parlamento Europeu, sintetizou Marisa Matias.

"O futuro será sempre melhor decidido" quando "as pessoas o tomarem nas suas mãos e participarem" e, "nesse sentido", a candidata do Bloco de Esquerda concorda com a mensagem do Presidente da Republica, apelando à participação dos portugueses nas eleições de hoje, concluiu.

09h30 - Líder do PAN apela aos portugueses para cumprirem dever cívico

O líder do PAN votou numa escola secundária nos Olivais, em Lisboa, e apelou aos portugueses para que "cumpram o seu dever cívico" e não deixem que "os outros possam escolher por si" nas eleições europeias.

André Silva chegou sozinho à Escola Secundária António Damásio, tendo votado cerca das 09h30 na secção 1, numa altura em que era reduzida a afluência às urnas.

Em declarações à agência Lusa, depois de exercer o direito de voto, o líder do partido e único deputado ao parlamento português eleito pelo Pessoas-Animais-Natureza (PAN) disse esperar que a abstenção seja "o mais reduzida possível", pelo menos "mais reduzida do que há cinco anos".

09h15 - Mesa de Morgade (Montalegre) encerrada com portões fechados a cadeado

A mesa de voto da Junta de Freguesia de Morgade, em Montalegre, estava esta manhã fechada, com os portões encerrados a cadeado, disse à agência Lusa o presidente da Junta local, José Nogueira.

De acordo com o autarca local, "tudo indica" que o protesto estará relacionado com o descontentamento da população contra uma mina a céu aberto anunciada para esta localidade, numa altura em que já foi assinado o contrato de exploração entre o Estado português e a empresa Lusorecursos.

"Cheguei aqui à sede para abrir e tinha cadeados nos portões da entrada e nas portas introduziram chaves no interior e estamos agora a tentar resolver o problema para pôr a mesa de voto a funcionar", contou José Nogueira, em declarações à Lusa.

A Associação Montalegre Com Vida, que está a ser criada para lutar contra a exploração de lítio na freguesia de Morgade, como forma de protesto, fez nos últimos dias um apelo à abstenção nas eleições de domingo. 

A população da freguesia, que agrega as aldeias de Morgade, Carvalhais e Rebordelo, está a mobilizar-se contra a mina a céu aberto anunciada para estas localidades.

09h13 - Assunção Cristas (CDS) vota e apela ao voto

A presidente do CDS-PP votou em Oeiras e apelou ao voto. Assunção Cristas afirma que “está um dia maravilhoso para votar” e apelou para “que as pessoas fossem vota" de forma a dar uma voz forte de Portugal na Europa.

O dia "está bonito", pode-se votar, "ir para a praia" e "depois gozar o dia todo com tranquilidade", afirmou.


Para a presidente do CDS-PP é muito importante que os portugueses percebam o interesse deste ato eleitoral.

09h00 - Assembleias de voto abrem nos Açores

Nos Açores, a votação também realiza-se as 08h00 e as 19h00 locais (09h00 e 20h00 de Lisboa, devido à diferença horária de 60 minutos).

08h00 – Assembleias de voto abriram em Portugal Continental e na Madeira

As assembleias de voto para eleger os deputados ao Parlamento Europeu abriram em Portugal continental e na Madeira, e funcionam sem interrupção até às 19h00.

Os eleitores com capacidade eleitoral ativa são no total 10.761.156, quando nas anteriores eleições para o Parlamento Europeu, em maio de 2014, eram 9.696.481.

O número de eleitores residentes no estrangeiro passou de menos de 300 mil nas eleições de 2014 para 1.431.825, resultado do processo de recenseamento automático.

A introdução da matriz em braille para os eleitores com deficiência visual poderem votar de modo autónomo é outra alteração prevista na lei.

As matrizes de braile, em tudo idênticas aos boletins de voto, serão disponibilizadas em todas as mesas de voto. Os cidadãos com deficiência visual podem sobrepor as matrizes em braile ao boletim de voto, de forma a permitir a sua leitura e indicação expressa do voto, garantindo assim a autonomia e confidencialidade do voto.

São 17 os partidos e coligações concorrentes às eleições para o Parlamento Europeu.

O PCTP-MRPP é o primeiro partido a figurar nos boletins de voto e a CDU ficou 17.º e último lugar, de acordo com o sorteio efetuado pelo Tribunal Constitucional.

No passado domingo, e pela primeira vez em Portugal, 15 mil pessoas votaram antecipadamente. O Ministério da Administração Interna adiantou que houve uma afluência às urnas de voto de 76 por cento, de um total de 19.584 pedidos de sufrágio antecipado em mobilidade.

Alguns segmentos da população já podiam votar antecipadamente, mas uma das novidades introduzidas neste ato eleitoral é o alargamento dessa possibilidade a todos os portugueses recenseados em território nacional, os quais não precisam de justificar o motivo.

Votam para as eleições ao Parlamento Europeu cerca de 400 milhões de cidadãos dos 28 países da União Europeia.




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