Magistrados do Ministério Público mantêm greve de três dias

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António Ventinhas e a exigência dos magistrados em querer ver as reivindicações transformadas em lei
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A greve dos magistrados do Ministério Público vai manter-se. Uma paralisação marcada para 26, 27 e 28 deste mês.

A paralisação mantém-se, apesar da ministra da Justiça, Francisca van Dunem ter garantido aos magistrados do Ministério Público que vai haver um princípio de paralelismo entre as magistraturas.

António Ventinhas, presidente do sindicato dos Magistrados do Ministério Público, garantiu que a greve só será desconvocada se a promessa passar à forma de lei.



Uma posição sindical depois da ministra da Justiça ter estado na reunião do Conselho Superior do Ministério Público com os representantes sindicais.

O Conselho Superior do Ministério Público divulgou uma nota no final da reunião na qual explica que a ministra concordou com a ideia e garantiu o respeito pelo princípio que garante o mesmo tratamento a magistrados do Ministério Público e a Juízes.

Esta reunião do Conselho Superior do Ministério Público foi convocada pela Procuradora-Geral da República com o objetivo de avaliar a proposta do Partido Socialista para a revisão do estatuto dos magistrados do Ministério Público.

Alguns conselheiros tinham manifestado desagrado em relação a alguns aspetos da proposta nomeadamente a alegada ausência de paralelismo entre as magistraturas.

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