Mais sete arguidos no processo sobre Pedrógão Grande

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No total o processo sobre os incêndios de junho passa a contar com nove arguidos
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A SIC avançou esta quarta-feira que vão ser constituídos mais sete arguidos no processo dos incêndios de Pedrógão Grande, entre os quais se incluem os três presidentes de Câmara dos concelhos afetados.

Segundo a estação televisiva, a investigação ao incêndio de junho em Pedrógão Grande já foi terminada. Terá sido uma descarga elétrica a originar a tragédia. 

Os sete arguidos são suspeitos de homicídio por negligência e ofensas à integridade física. 

Para além dos três autarcas de Pedrógão Grande, há dois altos responsáveis da Proteção Civil e responsáveis de duas empresas, a EDP e a Ascendi, no novo grupo de novos arguidos.

Na edição online, o Correio da Manhã avança que os três autarcas são os presidentes da Câmara de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra. 

Até à data eram conhecidos o nome de apenas dois arguidos: António Arnaut, comandante dos bombeiros de Pedrógão Grande, e Mário Cerol, segundo comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS), também suspeitos de homicídio por negligência e ofensas à integridade física. 

Os incêndios de Pedrógão Grande consumiram 45 mil hectares de floresta, provocaram 66 vítimas mortais e mais de 250 feridos.

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