Passos reitera que não se demite por causa das autárquicas e diz que PSD está mobilizado

| País

Passos Coelho à entrada do comício do Pontal
|

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, reiterou hoje que não tenciona demitir-se caso o resultado das eleições autárquicas fique aquém dos objetivos do PSD e frisou que o partido está "mobilizado" e a preparar o futuro.

"Eu não vou aqui introduzir nenhum elemento novo nessa matéria [de uma possível demissão]", afirmou aos jornalistas, antes de entrar na festa que marca a "rentrée" política do partido e que se realiza no Calçadão de Quarteira, no concelho de Loulé, no Algarve.

Questionado sobre se a sua ida ao Pontal é uma espécie de prova de vida do partido, Passos Coelho sublinhou que o PSD "não precisa de fazer prova de vida" e que até tem alertado para muitas coisas certeiras que o Governo "tem tentando esconder do país".

Prometendo aprofundar esse tema durante o seu discurso, Passos Coelho aproveitou ainda para deixar uma mensagem acerca da forma como, dois meses depois da tragédia, o "dossier" dos incêndios de Pedrógão Grande está a ser gerido.

"O que custa sobretudo é que (...) poucas lições tenham sido tiradas e que continue a haver uma imagem de profundo, eu direi, desespero, até da forma como o Estado não tem conseguido tratar esta situação", concluiu.

Tópicos:

Calçadão, Loulé,

A informação mais vista

+ Em Foco

Em entrevista à RTP, o candidato derrotado nas diretas do PSD diz que o partido deve serenar após o Congresso e admite que vai ser “muito difícil ganhar eleições" no quadro atual.

Nicolás Maduro quer alargar poderes e, para tal, leva a cabo eleições antecipadas. É um "golpe constitucional", na leitura de Filipe Vasconcelos Romão, comentador da Antena 1.

Abrir uma torneira e vê-la jorrar água. É um ato tão comum que nunca imaginamos um dia em que tal quadro possa desaparecer. Algo que está prestes a tornar-se realidade na África do Sul.

    Uma caricatura do mundo em que vivemos.