TAP. Quem ficou em Moçambique não comprou bilhete

por RTP

O Ministério dos Negócios Estrangeiros diz que apoiou o voo repatriamento que veio de Maputo para Lisboa, mas sublinha que a gestão de quem entrou no voo pertenceu à TAP.

A companhia aérea esclarece que este voo não dispensava a compra de bilhete.

Dezenas de portugueses considerados prioritários por razões de saúde ou financeiras não conseguirem lugar neste avião.

A TAP diz que houve situações de pessoas que pensaram poder fazer a viagem sem ter de bilhete o que não era possível e por isso ficaram em terra.

A companhia aérea garante que foram identificados 240 passageiros prioritários pelo consulado, que tiveram prioridade de reserva, emissão de bilhete e embarque sobre todos os outros.
pub