Vítimas de afogamento. Registado o valor mais alto dos últimos cinco anos

por Antena 1
Tim Marshall - Unsplash

Entre janeiro e julho morreram por afogamento 88 pessoas em Portugal, mais 26 do que em igual período do ano passado, de acordo com dados do Observatório do Afogamento da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores.

De acordo com o Observatório, 35 destas mortes aconteceram no mar, 31 em rios. As restantes verificaram-se em poços, albufeiras e piscinas domésticas.

O presidente da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores, Alexandre Tadeia, lamenta a “enorme falta cultura de segurança” dos banhistas e revela que foi lançado um curso na internet para, entre outros aspetos, alertar para o risco de nadar em zonas sem vigilância.

A maioria das vítimas é do sexo masculino. As mortes ocorrem sobretudo em locais sem vigilância.

A Autoridade Marítima e a Direção Geral da Saúde lançaram no mês passado uma série de recomendações: ir sempre para praias vigiadas, respeitar a sinalização das praias, não perder as crianças de vista. Para além de uma hidratação adequada, tomar refeições ligeiras e evitar as horas de maior calor entre as 11h00 e as 17h00.

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