Rio concentrado na vitória eleitoral

| Legislativas 2019

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Entrevistado na Antena1, o presidente do PSD relativiza as indicações das sondagens para as eleições do mês que vem, recusa participar num modelo governativo inspirado na "geringonça" e acusa o PS de "dois falhanços rotundos".

Rui Rio não se mostra preocupado com as sondagens. Apesar da distância de quase 15 por cento que os recentes estudos de opinião - "uns mais encomendados do que outros", ironiza Rio - têm colocado entre PS e PSD, o presidente social-democrata recusa cenários derrotistas que, em última instância, o forcem a renunciar ao cargo. Em entrevista com a Antena1, o líder do partido mantém confiança num bom resultado nas eleições legislativas do próximo mês.


Convidado pela editora de Política Nacional da rádio publica, Natália Carvalho, a teorizar sobre como se relacionaria com os outros partidos no caso de vitória do PSD nas legislativas, Rui Rio admite como perfeitamente natural uma coligação com o CDS, "igual à que aconteceu ao longo dos anos muitas vezes", mas recusa liminarmente uma solução governativa inspirada no modelo da "geringonça".

Ao Partido Socialista, o presidente do PSD abre a porta do diálogo para que se concretizem reformas estruturais ao longo da próxima legislatura e deixa críticas, condensadas no que diz serem os "dois falhanços rotundos" dos governos de marca socialista: o de José Sócrates, no plano económico, que levou a bancarrota; e o de António Costa, nos serviços públicos.

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