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	  <title>É Ou Não É? - O Grande Debate - Podcast</title>
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	  <description>Em É Ou Não É? - O Grande Debate é um espaço de debate onde se pretende promover a discussão e dissipar dúvidas, mas acima de tudo acrescentar conhecimento sobre os principais assuntos da atualidade, desde a Saúde, à Educação, à Justiça, mas também dos desafios com que o futuro nos interpela diariamente, designadamente ao nível tecnológico e ambiental. Carlos Daniel é o moderador deste espaço de debate que contará com a presença de personalidades da vida pública e especialistas para uma reflexão tão interessante quanto profunda sobre os tempos de mudança onde a investigação, a inovação e os problemas do mundo global são fatores decisivos e presentes nas nossas vidas.</description>
	  <itunes:author>RTP1 - RTP</itunes:author>
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          <title> Qual é o estado da nação? </title>
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          <itunes:summary>Chegamos esta semana ao fim da quinta temporada do grande debate das terças-feiras à noite. E hoje, neste ?É ou não é?, também especial por isso, juntamos os habituais comentadores do Telejornal de domingo: João Sores, Pedro Norton, Susana Peralta e Miguel Poiares Maduro, um poker de ases, ao qual se junta uma quinta carta de valor, o presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho, Luís-Aguiar Conraria.O objetivo é olhar o país, à luz dos que têm sido os últimos meses e do que podem ser os próximos, quando todos voltarmos de férias e talvez até antes disso. Primeiro tema para a mesa, o modelo de governação que o governo tem seguido e uma questão em concreto para se resolver esta semana: a recondução, ou não, de Mário Centeno, como governador do Banco de Portugal. Havia a convicção de que era uma recondução impossível, mas o primeiro-ministro reabriu a questão nas declarações do fim de semana na Madeira.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 06:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> Para que mãos voará a TAP? </title>
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          <itunes:summary>O Governo anunciou na semana passada que vai avançar com a venda de quase metade do capital da TAP, concretamente 49,9%, sendo que 5% serão para os trabalhadores da companhia, como está definido por lei. O ministro que dirige o processo, Miguel Pinto Luz, não vê alternativa: ou a empresa encontra um parceiro para crescer ou morre. A questão divide partidos à esquerda e á direita, sendo que o PS e o Chega se opuseram a uma venda da totalidade da TAP. Mas será este o momento certo para alienar o que está previsto? E há forma de salvaguardar os interesses nacionais? E os contribuintes vão algum dia reaver os 3 mil milhões e 200 milhões que foram injetados na companhia aérea? As perguntas estão feitas. As respostas serão dadas esta noite pelo Secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo, pelo Consultor estratégico e opositor da privatização da TAP, Luís Ferreira, por André Pinção Lucas, Diretor Executivo do Instituto +Liberdade e que preferia a alienação da totalidade do capital e ainda pelos jornalistas e comentadores RTP Helena Garrido e Pedro Sousa Carvalho.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 16 Jul 2025 03:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que justiça sairá da Operação Marquês? </title>
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          <itunes:summary>Foram muitos os momentos de tensão esta terça-feira, no julgamento do processo Marquês, com José Sócrates a ser várias vezes advertido pela juíza que preside ao coletivo. José Sócrates falou bastante, dentro e fora da sala de audiências.Para analisar o arranque do primeiro julgamento em Portugal em que um ex-chefe de governo é acusado de corrupção são nossos convidados o Juiz Desembargador Jubilado Eurico Reis, o advogado Carlos Melo Alves, o politólogo António Costa Pinto, a jornalista da RTP Mariana Flor e o Diretor Adjunto do jornal Público Pedro Candeias.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como educar para o futuro? </title>
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          <itunes:summary>Está na altura de levar a exame o ano letivo que chega ao fim. A falta de professores nas escolas é um desafio gritante. esta semana ficamos a saber que o governo não consegue estimar o número de alunos, que nos últimos anos letivos, estiveram sem aulas a pelo menos uma disciplina. O que deixou surpreendidas as duas estruturas sindicais que representam os professores. No fim de semana, a FENPROF assegurava que um milhão e quatrocentos mil alunos perderam aulas, no último ano letivo. Há várias perguntas para este debate mas é por aqui que começamos.Para responder, recebemos no ?É ou não é?? Fernando Alexandre, Ministro da Educação, Ciência e Inovação; Maria de Lurdes Rodrigues, antiga Ministra da Educação e Reitora do ISCTE; Isabel Flores, Investigadora na área da Educação; Hugo Figueiredo, Professor da Universidade de Aveiro, Investigador e também o coordenador de um estudo da Fundação Belmiro de Azevedo que servirá para lançar a segunda parte deste debate.A partir do Porto, Joaquim Azevedo, professor da Universidade Católica e considerado um dos principais fundadores do ensino profissional em Portugal. E através de videochamada: Mariana Carvalho, Presidente da CONFAP, a Confederação Nacional das Associações de Pais e Filinto Lima, Presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 03:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> Guerra no Médio Oriente: o mundo aguenta? </title>
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          <itunes:summary>A guerra durou 12 dias. Donald Trump anunciou um cessar-fogo para o conflito entre Israel e o Irão.Já hoje, o presidente do Irão declarou o fim da guerra e anunciou o início da reconstrução do país. Benjamin Netanyahu há pouco declarou uma vitória histórica de Israel, já que a ameaça nuclear terminou. Tudo isto no dia em que a defesa da Europa está a ser discutida ao mais alto nível na cimeira anual da Nato, em Haia, nos Países Baixos.Estes são os temas que vamos tratar nesta edição. Connosco, em debate estão o Major-General, Arnaut Moreira, Márcia Rodrigues, Editora de Política Internacional da RTP, Ana Santos Pinto, Professora Universitária e investigadora académica, em direto de Haia; Helena Garrido, especialista em assuntos económicos; e Henrique Burnay, Consultor de Assuntos Europeus.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> O que esperar do programa do XXV Governo? </title>
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          <itunes:summary>O primeiro-ministro aposta numa legislatura de quatro anos e disse-o esta terça-feira, na abertura do debate sobre o programa do novo governo. Luís Montenegro diz que isso só não irá suceder se houver uma &quot;coligação cúmplice&quot; entre o Chega e o Partido Socialista. Esta noite na RTP debatemos os desafios do novo executivo e essa &quot;reforma do estado&quot; que é apresentada como elemento essencial da governação que se inicia. Em estúdio recebemos dois antigos governantes que conheceram por dentro a administração pública: Miguel Poiares Maduro, que foi ministro Adjunto e do Desenvolvimento regional, e em direto de Coimbra, Maria Manuel Leitão Marques, que foi ministra da Presidência e da Modernização Administrativa. Recebemos também os professores universitários Pedro Camões da Universidade de Aveiro e Filipe Grilo, da Porto Business School, em direto do Porto. E contamos ainda com o contributo das comentadoras RTP, Helena Garrido, jornalista, e Susana Peralta, professora de economia na Nova SBE.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 18 Jun 2025 01:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Qual é o preço da espera no SNS? </title>
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          <itunes:summary>O caso do dermatologista do Hospital de Santa Maria que faturou centenas de milhares de euros em trabalho adicional veio relançar o debate sobre a forma como são remunerados os atos médicos realizados fora do horário normal no SNS.Esse é o ponto de partida para o debate de hoje: tentar perceber qual o preço justo que o Estado deve pagar para reduzir as listas de espera para cirurgia e, algo que é particularmente relevante: se os casos vindos a público, também nos hospitais de Braga e Portimão, correspondem a excepções ou são sintomas de um problema sistémico e de ainda maior gravidade.São convidados esta noite o Diretor Executivo do SNS Álvaro Almeida, em funções desde o início do ano, o médico e antigo Secretário de Estado da Saúde (também antigo ministro, mas durante muito pouco tempo) Fernando Leal da Costa, o Presidente Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Xavier Barreto, todos em estúdio e à distância mais três convidados: de Bruxelas a eurodeputada e antiga ministra da Saúde Marta Temido, do Rio de Janeiro, o médico e antigo membro da Direção Executiva do SNS Francisco Goiana da Silva e do Funchal João Lomelino Araújo, igualmente médico e Presidente à Associação dos Médicos Auditores e Codificadores Clínicos, que nos vai ajudar a perceber algo fundamental, que é o modo como se calcula a remuneração das equipas que realizam esse trabalho adicional.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 11:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> É preciso mudar a Constituição? </title>
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          <itunes:summary>Podemos ver a Constituição da República como o código genético de um regime, no caso português, da democracia que vigora desde o 25 de Abril e cuja lei fundamental data de 1976. À semelhança dos seres vivos, em que uns genes ganham força e outros perdem expressão, também a Constituição, com o tempo, sofreu alterações, tecnicamente chamadas revisões, de adaptação à realidade do país e à de um mundo em mudança.A novidade em quase 50 anos é que, após as eleições do passado dia 18, uma eventual revisão da Constituição pode avançar sem precisar de um entendimento simultâneo de PSD e PS, o que nunca tinha sido possível antes, o que aumentou a vontade de mexer à direita, pelo menos numa parte da direita, e os receios à esquerda.O que pode e não ser alterado? Quais os limites que não podem ser ultrapassados e, afinal, é ou não é necessário rever a Constituição? É o que vamos debater esta noite com três especialistas em Direito Constitucional: Teresa Violante, Rui Medeiros e Jorge Reis Novais e dois professores de Ciência Política, Marina Costa Lobo e Riccardo Marchi. Boa noite e bem-vindos. </itunes:summary>
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          <description>Podemos ver a Constituição da República como o código genético de um regime, no caso português, da democracia que vigora desde o 25 de Abril e cuja lei fundamental data de 1976. À semelhança dos seres vivos, em que uns genes ganham força e outros perdem expressão, também a Constituição, com o tempo, sofreu alterações, tecnicamente chamadas revisões, de adaptação à realidade do país e à de um mundo em mudança.A novidade em quase 50 anos é que, após as eleições do passado dia 18, uma eventual revisão da Constituição pode avançar sem precisar de um entendimento simultâneo de PSD e PS, o que nunca tinha sido possível antes, o que aumentou a vontade de mexer à direita, pelo menos numa parte da direita, e os receios à esquerda.O que pode e não ser alterado? Quais os limites que não podem ser ultrapassados e, afinal, é ou não é necessário rever a Constituição? É o que vamos debater esta noite com três especialistas em Direito Constitucional: Teresa Violante, Rui Medeiros e Jorge Reis Novais e dois professores de Ciência Política, Marina Costa Lobo e Riccardo Marchi. Boa noite e bem-vindos. </description>
          <pubDate>Tue, 27 May 2025 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> Podcast A estabilidade é possível? </title>
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          <itunes:summary>Na sequência das eleições de domingo, começou formalmente o processo que leva à formação do novo governo da AD. O Presidente da República recebeu em Belém as delegações das três formações mais votadas. À saída, Luís Montenegro preferiu não falar, mas outros destacados sociais-democratas garantem, desde ontem, que não há parceiros preferenciais para a governação, e que falará com o PS e com o Chega.Pedro Nuno Santos disse que não tinha muito a dizer mas desejou para breve uma clarificação política. Quanto a André Ventura afirmou-se desde já como líder da oposição e anunciou que apresentará uma alternativa de governo. Num contexto de mudança profunda da geografia do parlamento, a grande questão que se impõe é se é ou não é possível a estabilidade governativa deste contexto. Debatem connosco esta semana Natália Carvalho, jornalista e editora de política na Antena 1; Rui Pedro Antunes, jornalista e editor de política do Observador; Manuel Carvalho, redator principal do jornal Público e Comentador RTP, a advogada Carmo Afonso, também ela comentadora RTP, e em direto dos estúdios do Porto o jornalista da Agência Lusa e comentador RTP, Ricardo Jorge Pinto.</itunes:summary>
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          <description>Na sequência das eleições de domingo, começou formalmente o processo que leva à formação do novo governo da AD. O Presidente da República recebeu em Belém as delegações das três formações mais votadas. À saída, Luís Montenegro preferiu não falar, mas outros destacados sociais-democratas garantem, desde ontem, que não há parceiros preferenciais para a governação, e que falará com o PS e com o Chega.Pedro Nuno Santos disse que não tinha muito a dizer mas desejou para breve uma clarificação política. Quanto a André Ventura afirmou-se desde já como líder da oposição e anunciou que apresentará uma alternativa de governo. Num contexto de mudança profunda da geografia do parlamento, a grande questão que se impõe é se é ou não é possível a estabilidade governativa deste contexto. Debatem connosco esta semana Natália Carvalho, jornalista e editora de política na Antena 1; Rui Pedro Antunes, jornalista e editor de política do Observador; Manuel Carvalho, redator principal do jornal Público e Comentador RTP, a advogada Carmo Afonso, também ela comentadora RTP, e em direto dos estúdios do Porto o jornalista da Agência Lusa e comentador RTP, Ricardo Jorge Pinto.</description>
          <pubDate>Wed, 21 May 2025 12:05:00 +0100</pubDate>
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          <title> A campanha eleitoral será decisiva? </title>
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          <itunes:summary>Estamos na fase final da campanha eleitoral para as legislativas em Portugal. Faltam três dias de estrada e os partidos multiplicam esforços por todo o país, numa corrida decisiva pelo apoio dos eleitores. Esta eleição é crucial para o futuro político nacional. Os portugueses estão chamados a escolher não apenas quem os representa, mas também a definir se o país terá finalmente um governo estável, com capacidade de decisão e de evitar novas crises políticas. As sondagens mostram uma disputa renhida entre PS e AD, com ligeira vantagem para a coligação liderada por Luís Montenegro. Mas o desfecho está longe de ser claro. É também uma eleição decisiva para os partidos que procuram afirmar-se como força de influência no parlamento ? e para aqueles que lutam simplesmente pela sobrevivência política. Esta noite, analisamos o estado da campanha, os cenários pós-eleitorais e o que é ou não é decisivo para a decisão dos eleitores no próximo domingo. São convidados desta semana a politóloga Marina Costa Lobo, João António - diretor do Centro de Estudos e Sondagens da Universidade Católica, a editora de política da Antena 1 - Natália Carvalho, a jornalista do Público Helena Pereira e a partir dos estúdios do Porto o economista Luís Aguiar-Conraria.</itunes:summary>
          <itunes:episode>159</itunes:episode>
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          <description>Estamos na fase final da campanha eleitoral para as legislativas em Portugal. Faltam três dias de estrada e os partidos multiplicam esforços por todo o país, numa corrida decisiva pelo apoio dos eleitores. Esta eleição é crucial para o futuro político nacional. Os portugueses estão chamados a escolher não apenas quem os representa, mas também a definir se o país terá finalmente um governo estável, com capacidade de decisão e de evitar novas crises políticas. As sondagens mostram uma disputa renhida entre PS e AD, com ligeira vantagem para a coligação liderada por Luís Montenegro. Mas o desfecho está longe de ser claro. É também uma eleição decisiva para os partidos que procuram afirmar-se como força de influência no parlamento ? e para aqueles que lutam simplesmente pela sobrevivência política. Esta noite, analisamos o estado da campanha, os cenários pós-eleitorais e o que é ou não é decisivo para a decisão dos eleitores no próximo domingo. São convidados desta semana a politóloga Marina Costa Lobo, João António - diretor do Centro de Estudos e Sondagens da Universidade Católica, a editora de política da Antena 1 - Natália Carvalho, a jornalista do Público Helena Pereira e a partir dos estúdios do Porto o economista Luís Aguiar-Conraria.</description>
          <pubDate>Wed, 14 May 2025 01:05:00 +0100</pubDate>
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          <title> O que causou o apagão? </title>
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          <itunes:summary>Trinta e cinco horas depois ainda não sabemos o que deixou ontem a Península Ibérica às escuras durante grande parte do dia. O apagão durou mais tempo em Portugal. O incidente começa às 11.33 da manhã. Primeiro a falta de electricidade e, rapidamente, a perceção de um isolamento maior por ausência de telefone e de internet. A dificuldade de acesso a fontes oficiais de informação deu lastro a mentiras como a de estarmos a ser alvo de um ciberataque, e adensou a desorientação prática de quem fica, por exemplo, preso no metro, ou vê desligados os semáforos. Mais uma vez muitas pessoas correram aos supermercados e às bombas de gasolina para criar reservas. O SIRESP voltou a ter falhas e há registo de corporações de bombeiros incontactáveis durante horas. A Rede Eléctrica Nacional só conseguiu repor a normalidade já noite dentro. O primeiro-ministro considerou a situação: grave, inédita e inesperada. Para tentar perceber o que aconteceu e avaliar cenários de resiliência para crises futuras, recebemos esta semana António Costa Silva, ex-ministro da Economia e especialista em energia; Jorge Vasconcelos, antigo presidente da ERSE, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos; Pedro Lopes, antigo director nacional de bombeiros, da Autoridade Nacional de Protecção Civil; Luis Filipe Antunes, director do centro de competências de cibersegurança da Universidade do Porto, em direto dos estúdios do Porto, e também via skype contamos com João Peças Lopes, professor catedrático da Faculdade de Engenharia na Universidade do Porto. Convidámos a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil para participar neste debate, até porque houve falhas do sistema de comunicações, o SIRESP, e a resposta foi negativa.</itunes:summary>
          <itunes:episode>158</itunes:episode>
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          <description>Trinta e cinco horas depois ainda não sabemos o que deixou ontem a Península Ibérica às escuras durante grande parte do dia. O apagão durou mais tempo em Portugal. O incidente começa às 11.33 da manhã. Primeiro a falta de electricidade e, rapidamente, a perceção de um isolamento maior por ausência de telefone e de internet. A dificuldade de acesso a fontes oficiais de informação deu lastro a mentiras como a de estarmos a ser alvo de um ciberataque, e adensou a desorientação prática de quem fica, por exemplo, preso no metro, ou vê desligados os semáforos. Mais uma vez muitas pessoas correram aos supermercados e às bombas de gasolina para criar reservas. O SIRESP voltou a ter falhas e há registo de corporações de bombeiros incontactáveis durante horas. A Rede Eléctrica Nacional só conseguiu repor a normalidade já noite dentro. O primeiro-ministro considerou a situação: grave, inédita e inesperada. Para tentar perceber o que aconteceu e avaliar cenários de resiliência para crises futuras, recebemos esta semana António Costa Silva, ex-ministro da Economia e especialista em energia; Jorge Vasconcelos, antigo presidente da ERSE, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos; Pedro Lopes, antigo director nacional de bombeiros, da Autoridade Nacional de Protecção Civil; Luis Filipe Antunes, director do centro de competências de cibersegurança da Universidade do Porto, em direto dos estúdios do Porto, e também via skype contamos com João Peças Lopes, professor catedrático da Faculdade de Engenharia na Universidade do Porto. Convidámos a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil para participar neste debate, até porque houve falhas do sistema de comunicações, o SIRESP, e a resposta foi negativa.</description>
          <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 22:52:00 +0100</pubDate>
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          <title> Os perigos da adolescência neste tempo </title>
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          <itunes:summary>Uma série de televisão, veio abanar consciências e fez com que milhões de  pessoas, por todo o mundo, olhassem mais para o interior das suas casas e das suas famílias. Adolescência, da Netflix, traçou um retrato cru, por vezes violento e quase sempre desconfortável da juventude atual.Discute-se a relação com as redes sociais e a sexualidade, a violência que pode ser simbólica ou concreta, tendo sempre, em pano de fundo, um cenário de isolamento emocional e relações frágeis, de adolescentes que crescem sem bússola num mundo hiper-conectado.Mais do que ficção, a série parece um espelho das angústias reais de muitos de nós: pais, filhos, professores, agentes da autoridade, profissionais de saúde mental. É ou não é tempo de lançar um alerta mais veemente, quando dados recentes apontam também para um aumento dos crimes violentos entre os mais novos, com casos graves dos últimos dias também em Portugal.Para debater tantas inquietações são meus convidados esta noite o psiquiatra Daniel Sampaio, o psicólogo Eduardo Sá, a professora Ana Paula Catalão, diretora do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino, o Intendente Hugo Guinote da PSP e ainda a estudante de mestrado de Ciências da Educação Mirella de Assis.</itunes:summary>
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          <description>Uma série de televisão, veio abanar consciências e fez com que milhões de  pessoas, por todo o mundo, olhassem mais para o interior das suas casas e das suas famílias. Adolescência, da Netflix, traçou um retrato cru, por vezes violento e quase sempre desconfortável da juventude atual.Discute-se a relação com as redes sociais e a sexualidade, a violência que pode ser simbólica ou concreta, tendo sempre, em pano de fundo, um cenário de isolamento emocional e relações frágeis, de adolescentes que crescem sem bússola num mundo hiper-conectado.Mais do que ficção, a série parece um espelho das angústias reais de muitos de nós: pais, filhos, professores, agentes da autoridade, profissionais de saúde mental. É ou não é tempo de lançar um alerta mais veemente, quando dados recentes apontam também para um aumento dos crimes violentos entre os mais novos, com casos graves dos últimos dias também em Portugal.Para debater tantas inquietações são meus convidados esta noite o psiquiatra Daniel Sampaio, o psicólogo Eduardo Sá, a professora Ana Paula Catalão, diretora do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino, o Intendente Hugo Guinote da PSP e ainda a estudante de mestrado de Ciências da Educação Mirella de Assis.</description>
          <pubDate>Tue, 01 Apr 2025 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que caminho para o futuro da saúde? </title>
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          <itunes:summary>A saúde é sempre um tema central no debate político, num debate que se torna mais urgente à medida que o número de utentes aumenta, concretamente em países como Portugal, por via do envelhecimento da população. Também por isso, aumentam os custos da saúde e se procuram saídas para um sistema que em Portugal se organiza em torno de um Serviço Nacional de Saude para todos, por isso dito geral, universal e tendencialmente gratuito.  A discussão faz-se a partir daqui e com causa próxima na decisão do governo, já com eleições à vista, de retomar as parcerias público-privadas, ou seja entregar a gestão de unidades do SNS a grupos privados, concretamente cinco hospitais, a que correspondem 174 centros de saúde.Para debater se este é ou não é o caminho certo recebemos esta semana na RTP a ministra da Saúde Ana Paula Martins,a antiga titular da mesma pasta Marta Temido, a partir de Bruxelas, ainda Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Pedro Pita Barros, economista da saúde e professor na Nova SBE, a partir de Paris o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada Óscar Gaspar e em direto do Porto, Xavier Barreto, que preside à Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares.</itunes:summary>
          <itunes:episode>156</itunes:episode>
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          <description>A saúde é sempre um tema central no debate político, num debate que se torna mais urgente à medida que o número de utentes aumenta, concretamente em países como Portugal, por via do envelhecimento da população. Também por isso, aumentam os custos da saúde e se procuram saídas para um sistema que em Portugal se organiza em torno de um Serviço Nacional de Saude para todos, por isso dito geral, universal e tendencialmente gratuito.  A discussão faz-se a partir daqui e com causa próxima na decisão do governo, já com eleições à vista, de retomar as parcerias público-privadas, ou seja entregar a gestão de unidades do SNS a grupos privados, concretamente cinco hospitais, a que correspondem 174 centros de saúde.Para debater se este é ou não é o caminho certo recebemos esta semana na RTP a ministra da Saúde Ana Paula Martins,a antiga titular da mesma pasta Marta Temido, a partir de Bruxelas, ainda Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Pedro Pita Barros, economista da saúde e professor na Nova SBE, a partir de Paris o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada Óscar Gaspar e em direto do Porto, Xavier Barreto, que preside à Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares.</description>
          <pubDate>Tue, 25 Mar 2025 22:20:00 +0000</pubDate>
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          <title> O que esperar das eleições? </title>
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          <itunes:summary>Uma semana após a queda do governo, o país sente ainda as ondas de choque relativas à crise política e percebe também um agudizar das trocas de acusações, particularmente em relação a quem causou verdadeiramente esta situação, que obrigou o país a ir de novo a votos no dia 18 de Maio. A verdade é que, se por um lado se discute a responsabilidade da crise, por outro se coloca a dúvida maior: como vamos sair dela? Afinal de contas, que cenários de governabilidade serão possíveis a partir dessas eleições legislativas, mais umas antecipadas, as terceiras em menos de quatro anos.Esta semana temos dois momentos no programa. Na segunda parte contamos com a análise dos jornalistas David Pontes, Sara Antunes Oliveira e Maria Flor Pedroso e do politólogo Eduardo Pereira Correia, mas para começar, o debate faz-se entre Francisco Assis, eurodeputado do Partido Socialista e André Coelho Lima, ex-vice-presidente do Partido Social Democrata.</itunes:summary>
          <itunes:episode>155</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 22:23:00 +0000</pubDate>
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          <title> Queda do Governo </title>
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          <itunes:summary>Confirmou-se a crise política. O governo insistiu na moção de confiança, o PS insistiu na Comissão parlamentar de Inquérito e o governo de Luís Montenegro caiu. Para trás fica apenas um ano de governação da AD, pela frente temos o primeiro-ministro a ser alvo de uma comissão de inquérito sobre os negócios da Spinumviva e também eleições legislativas outra vez, no próximo mês de maio.Hoje, o dia foi agitado e inusitado no parlamento, com propostas e respostas de última hora, em direto para todo o país ver, mas sem que se alterasse o resultado final, com o chumbo da moção de confiança e a consequente queda do executivo.Para debater o dia de hoje e o que se seguirá são nossos convidados na primeira parte do programa o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e a líder parlamentar do Partido Socialista, Alexandra Leitão. Num segundo momento, juntam-se a nós a jornalista do Público Maria Lopes, o jornalista e comentador RTP, Pedro Sousa Carvalho, o advogado Manuel Magalhães e Silva e ainda o cientista político Pedro Magalhães.</itunes:summary>
          <itunes:episode>154</itunes:episode>
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          <description>Confirmou-se a crise política. O governo insistiu na moção de confiança, o PS insistiu na Comissão parlamentar de Inquérito e o governo de Luís Montenegro caiu. Para trás fica apenas um ano de governação da AD, pela frente temos o primeiro-ministro a ser alvo de uma comissão de inquérito sobre os negócios da Spinumviva e também eleições legislativas outra vez, no próximo mês de maio.Hoje, o dia foi agitado e inusitado no parlamento, com propostas e respostas de última hora, em direto para todo o país ver, mas sem que se alterasse o resultado final, com o chumbo da moção de confiança e a consequente queda do executivo.Para debater o dia de hoje e o que se seguirá são nossos convidados na primeira parte do programa o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e a líder parlamentar do Partido Socialista, Alexandra Leitão. Num segundo momento, juntam-se a nós a jornalista do Público Maria Lopes, o jornalista e comentador RTP, Pedro Sousa Carvalho, o advogado Manuel Magalhães e Silva e ainda o cientista político Pedro Magalhães.</description>
          <pubDate>Tue, 11 Mar 2025 22:39:00 +0000</pubDate>
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          <title> Eleições Alemãs: A democracia resiste ao populismo? </title>
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          <itunes:summary>Já começaram as negociações preliminares para a formação do próximo governo da Alemanha, e os sinais são positivos até este momento. Friedrich Merz, líder dos conservadores da CDU é o novo chanceler num dos momentos mais delicados da vida política da Alemanha com problemas na economia e sérias questões sociais que vão desde o desemprego, a um nacionalismo que ressurge e desafia a estrutura democrática da república. Com o afastamento dos Estados Unidos, a guerra na Ucrânia, e países Pró-Putin sentados no conselho europeu, é ou não é possível proteger a democracia?Para discutir os desafios que se apresentam ao novo governo e, por arrasto, a toda a Europa recebemos hoje os jornalistas Tilo Wagner, Miguel Szymanski, Luísa Meireles, Paulo Almeida Sande, especialista em assuntos europeus e Eva Oliveira, diretora do departamento de serviços sociais da Cruz Vermelha alemã.</itunes:summary>
          <itunes:episode>153</itunes:episode>
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          <description>Já começaram as negociações preliminares para a formação do próximo governo da Alemanha, e os sinais são positivos até este momento. Friedrich Merz, líder dos conservadores da CDU é o novo chanceler num dos momentos mais delicados da vida política da Alemanha com problemas na economia e sérias questões sociais que vão desde o desemprego, a um nacionalismo que ressurge e desafia a estrutura democrática da república. Com o afastamento dos Estados Unidos, a guerra na Ucrânia, e países Pró-Putin sentados no conselho europeu, é ou não é possível proteger a democracia?Para discutir os desafios que se apresentam ao novo governo e, por arrasto, a toda a Europa recebemos hoje os jornalistas Tilo Wagner, Miguel Szymanski, Luísa Meireles, Paulo Almeida Sande, especialista em assuntos europeus e Eva Oliveira, diretora do departamento de serviços sociais da Cruz Vermelha alemã.</description>
          <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 22:30:00 +0000</pubDate>
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          <title> Ucrânia: Qual é o preço justo da paz? </title>
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          <itunes:summary>A história está a mudar. Decorreram hoje as primeiras negociações formais entre os Estados Unidos e a Rússia, tendo em vista a paz na Ucrânia. De fora das negociações ficaram precisamente a Ucrânia, por muito que Zelensky insista em que não aceitará nada sem ser ouvido, e a própria Europa, por muito que os seus líderes consideram inaceitável muito do que está a acontecer.Por falar em líderes europeus, os mais poderosos entre eles reuniram-se ontem de emergência em Paris. Evitaram o confronto direto com Trump e discutiram, desde já e sem chegar a consenso, um possível envio de tropas para a Ucrânia, após um entendimento que venha a surgir.Que entendimento será esse? Poderá a Ucrânia aceitá-lo? E a Europa, pode sentir-se segura após um acordo que agradará mais a Moscovo do que a Kiev? E qual o preço dessa segurança, agora que o mais poderoso aliado se mostra ainda mais poderoso mas bem menos aliado?São perguntas para colocar aos nossos convidados desta noite, todos grandes conhecedores da realidade internacional: Ana Santos Pinto, professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Carlos Gaspar, o investigador no Instituto Português de Relações Internacionais da Nova, Sandra Fernandes, Diretora do Centro de Investigação em Ciência Política da Universidade do Minho, o general João Vieira Borges e à distância, a partir do Funchal, ex-Ministro da Economia e do Mar António Costa Silva.</itunes:summary>
          <itunes:episode>152</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 22:31:00 +0000</pubDate>
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          <title> O que mais esperar de Trump? </title>
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          <itunes:summary>Não falta quem diga que Donald Trump foi mais longe do que qualquer um de nós imaginaria, mas também há quem julgue que vale a pena correr o risco de não o levar demasiado a sério, por ser mais o que diz do que aquilo que acaba por fazer.Será mesmo assim? Certo mesmo, e nem um mês passou desde o início do segundo mandato, é que Trump apresenta medidas atrás de medidas, mexendo com o equilíbrio institucional dos Estados Unidos e do mundo. As ondas de choque chegam aos vizinhos Canadá e México, mas atingem também outras regiões e, muito diretamente, os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.Para olhar para esta espécie de terramoto político à escala do planeta são hoje nossos convidados: o antigo embaixador Francisco Seixas da Costa, o Consultor de assuntos europeus Henrique Burnay, as investigadoras e analistas de Política Internacional Joana Ricarte (da Universidade de Coimbra) e Maria Luísa Moreira e o professor de economia da Nova SBE João Duarte.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 11 Feb 2025 22:32:00 +0000</pubDate>
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          <title> Futuro do trabalho: há emprego para todos? </title>
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          <itunes:summary>É no Porto, num edifício icónico, o Icon d&#039;Ouro, um espaço contemporâneo que representa uma nova forma de organizar os espaços de trabalho que o ?É ou não é?? esta semana promove o debate precisamente sobre o futuro do trabalho. E isto porque nunca foi tão grande a revolução na forma como trabalhamos. A internet ligou as empresas e os negócios em rede e o mercado cresceu sem fronteiras. Agora surge a inteligência artificial, para mudar tudo outra vez e mais depressa. Há profissões por descobrir, atividades por inventar, mas dificilmente podem compensar os milhões de empregos que vão desaparecer. Não faltam perguntas inquietantes: a requalificação de tantas pessoas é possível? Há ou não profissões à prova do futuro e o que vale mesmo a pena estudar nos dias de hoje?Respondem em debate a Professora Marta Pimentel, diretora executiva da formação de Executivos da Nova SBE; José Teixeira, presidente executivo do Grupo DST, um grupo de construção sediado em Braga, hoje com muitas outras áreas. Igualmente Carlos Oliveira, empreendedor e atualmente também presidente do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; Susana Almeida Lopes, CEO da SHL Portugal, que trabalha na área da avaliação de Recursos Humanos; Regina Caldas, diretora-geral de remuneração na empresa Remote que, como o próprio nome indica, oferece soluções de recursos humanos remotas e à escala global. Recebemos ainda Elísio Estanque, o sociólogo e professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.</itunes:summary>
          <itunes:episode>150</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 04 Feb 2025 22:35:00 +0000</pubDate>
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          <title> A Direção Executiva do SNS tem futuro? </title>
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          <itunes:summary>A Direção Executiva surgiu para encontrar soluções para o Serviço Nacional de Saúde mas tem sido ela própria, algumas vezes, um foco de problemas. O mais recente resultou da demissão polémica do Diretor Executivo, que tinha sido escolhido pelo atual governo há menos de um ano e que foi apanhado numa teia de incompatibilidades.Na hora da substituição de Gandra d´Almeida por Álvaro Almeida, a ministra da Saúde avançou na intenção de reduzir as competências da Direção Executiva, concretamente na orientação do financiamento e na escolha das administrações hospitalares. Está ou não em causa, a prazo, a Direção Executiva do SNS? E o que é que a experiência tem trazido de mais positivo e mais negativo? Respondem os meus convidados de hoje, a começar pelos antigos ministros da Saúde Luís Filipe Pereira e Maria de Belém, o Presidente da ULS de Coimbra, a maior do país, Alexandre Lourenço, o Presidente da Associação dos Administradores Hospitalares Xavier Barreto, e João Ferreira, médico, especialista de Medicina Geral e Familiar e que foi até há pouco Diretor Clínico dos Cuidados de Saúde Primários da ULS da Lezíria, em Santarém. À distância, a partir do Porto, também se junta a nós a jornalista da RTP Paula Rebelo.</itunes:summary>
          <itunes:episode>149</itunes:episode>
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          <description>A Direção Executiva surgiu para encontrar soluções para o Serviço Nacional de Saúde mas tem sido ela própria, algumas vezes, um foco de problemas. O mais recente resultou da demissão polémica do Diretor Executivo, que tinha sido escolhido pelo atual governo há menos de um ano e que foi apanhado numa teia de incompatibilidades.Na hora da substituição de Gandra d´Almeida por Álvaro Almeida, a ministra da Saúde avançou na intenção de reduzir as competências da Direção Executiva, concretamente na orientação do financiamento e na escolha das administrações hospitalares. Está ou não em causa, a prazo, a Direção Executiva do SNS? E o que é que a experiência tem trazido de mais positivo e mais negativo? Respondem os meus convidados de hoje, a começar pelos antigos ministros da Saúde Luís Filipe Pereira e Maria de Belém, o Presidente da ULS de Coimbra, a maior do país, Alexandre Lourenço, o Presidente da Associação dos Administradores Hospitalares Xavier Barreto, e João Ferreira, médico, especialista de Medicina Geral e Familiar e que foi até há pouco Diretor Clínico dos Cuidados de Saúde Primários da ULS da Lezíria, em Santarém. À distância, a partir do Porto, também se junta a nós a jornalista da RTP Paula Rebelo.</description>
          <pubDate>Tue, 28 Jan 2025 22:30:00 +0000</pubDate>
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          <title> O que de novo traz Trump ao mundo? </title>
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          <itunes:summary>Estamos preparados para uma guerra comercial com os Estados Unidos? Estamos protegidos de interferências nas nossas democracias?  Onde vamos comunicar se as redes sociais que frequentamos estiverem ao serviço estratégico de um presidente americano?Na Europa os ecos que provocaram as palavras e as primeiras ordens de Trump mostram que ninguém está à espera que a ?era dourada americana? seja uma era de bom senso, ou senso comum. De Paris a Bruxelas ouviram-se alertas apressados para que a União Europeia leve as estruturas de defesa ao máximo das suas capacidades, e decida o seu destino sem desistir de princípios. Esta noite, já com dezenas de ordens executivas de Trump assinadas, centramos a atenção nos riscos que a nova administração americana significa para a Europa. Vamos estar em directo com correspondentes da RTP para saber como está o mundo a analisar estes sinais, e em estúdio teremos o debate com o embaixador Fernando Neves, Carlos Gaspar investigador do IPRI,  Bernardo Ivo Cruz, professor de Ciência Política,  Ana Santos Pinto, especialista em defesa e relações internacionais.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 22:30:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como governar o país em 2025? </title>
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          <itunes:summary>Regressa o É ou não é? e a proposta neste arranque de ano é a de um olhar, amplo mas concreto, sobre os grandes desafios para a governação do país ao longo deste 2025 que se anuncia pleno de desafios e incertezas. Começamos com para o frente a frente entre o número dois do atual governo, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Paulo Rangel, um dos nomes mais fortes do governo anterior, a ex-ministra de Estado e da Presidência, e agora deputada do PS, Mariana Vieira da Silva.Os temas são os obrigatórios no momento, a segurança, a saúde, a utilização dos dinheiros europeus mas naturalmente também o calendário eleitoral que vai acelerar, com autárquicas e a definição das candidaturas presidenciais. A seguir ao debate teremos a análise, com os jornalistas Manuel Carvalho e Natália Carvalho e os economistas Susana Peralta e José Maria Pimentel.</itunes:summary>
          <itunes:episode>147</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 22:28:00 +0000</pubDate>
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          <title> O que nos reserva o novo ano? </title>
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          <itunes:summary>Esta semana encerramos a temporada de 2024 do ?É ou não é?? com um olhar profundo sobre o que foi este ano, em Portugal. Foi um ano de vários momentos de eleição, mas hoje a Madeira marcou mais um acto eleitoral. Mudança de governo, mudança de parlamento e os problemas de sempre: da pobreza à justiça, da educação ao envelhecimento e à imigração. São desafios para 2025, e muitos outros virão de fora, porque o mundo também mudou. É uma reflexão que vamos fazer numa primeira parte com  António Vitorino, antigo ministro do PS e David Justino, antigo ministro do PSD. E numa segunda parte juntam-se ao debate Helena Pereira jornalista do Público, Pedro Sousa Carvalho, jornalista; Carmo Afonso comentadora da RTP, e os cientistas políticos Paula do Espírito Santo e Carlos Jalali que está connosco à distância.</itunes:summary>
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          <description>Esta semana encerramos a temporada de 2024 do ?É ou não é?? com um olhar profundo sobre o que foi este ano, em Portugal. Foi um ano de vários momentos de eleição, mas hoje a Madeira marcou mais um acto eleitoral. Mudança de governo, mudança de parlamento e os problemas de sempre: da pobreza à justiça, da educação ao envelhecimento e à imigração. São desafios para 2025, e muitos outros virão de fora, porque o mundo também mudou. É uma reflexão que vamos fazer numa primeira parte com  António Vitorino, antigo ministro do PS e David Justino, antigo ministro do PSD. E numa segunda parte juntam-se ao debate Helena Pereira jornalista do Público, Pedro Sousa Carvalho, jornalista; Carmo Afonso comentadora da RTP, e os cientistas políticos Paula do Espírito Santo e Carlos Jalali que está connosco à distância.</description>
          <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 22:25:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como combater os maiores vícios? </title>
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          <itunes:summary>O nosso cérebro é uma máquina complexa que vive numa busca constante de recompensa. O problema é quando essa busca ultrapassa um certo limite e se transforma num vício, difícil, por vezes quase impossível, de controlar.As dependências podem ser de vários tipos, mas ter, em qualquer dos casos, efeitos destruidores na vida de cada um de nós. Vamos hoje dar atenção ao vício do jogo, crescente com a ligação ao meio digital, também ela, desde logo, viciante e a começar cada vez em idades mais baixas.Por isso, e sem perder de vista os novos tipos de consumo em dependências &quot;clássicas&quot;, como as drogas ilícitas e o álcool, pretendemos colocar o foco nos mais novos e em como educar para um perigo que anda, literalmente, no bolso de cada um.Para este debate recebemos hoje João Goulão, o Presidente do Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Pedro Morgado, médico psiquiatra, coordenador de estudos recentes sobre adição ao jogo; Tânia Gaspar, Psicóloga Clínica, com muita experiência na investigação dos comportamentos de saúde dos adolescentes; Pedro Leitão, que dirige a Unidade de jogo responsável da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; e também se juntam Elisabete Albuquerque, Psiquiatra e Coordenadora da Unidade de Desabituação de Coimbra, e Tito de Morais, na qualidade de fundador do projeto Miúdos Seguros na net.</itunes:summary>
          <itunes:episode>145</itunes:episode>
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          <description>O nosso cérebro é uma máquina complexa que vive numa busca constante de recompensa. O problema é quando essa busca ultrapassa um certo limite e se transforma num vício, difícil, por vezes quase impossível, de controlar.As dependências podem ser de vários tipos, mas ter, em qualquer dos casos, efeitos destruidores na vida de cada um de nós. Vamos hoje dar atenção ao vício do jogo, crescente com a ligação ao meio digital, também ela, desde logo, viciante e a começar cada vez em idades mais baixas.Por isso, e sem perder de vista os novos tipos de consumo em dependências &quot;clássicas&quot;, como as drogas ilícitas e o álcool, pretendemos colocar o foco nos mais novos e em como educar para um perigo que anda, literalmente, no bolso de cada um.Para este debate recebemos hoje João Goulão, o Presidente do Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências; Pedro Morgado, médico psiquiatra, coordenador de estudos recentes sobre adição ao jogo; Tânia Gaspar, Psicóloga Clínica, com muita experiência na investigação dos comportamentos de saúde dos adolescentes; Pedro Leitão, que dirige a Unidade de jogo responsável da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; e também se juntam Elisabete Albuquerque, Psiquiatra e Coordenadora da Unidade de Desabituação de Coimbra, e Tito de Morais, na qualidade de fundador do projeto Miúdos Seguros na net.</description>
          <pubDate>Tue, 10 Dec 2024 22:25:00 +0000</pubDate>
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          <title> Afinal, o que muda com o orçamento? </title>
          <itunes:subtitle/>
          <itunes:summary>Está aprovado um Orçamento que o PS diz que é mau mas que viabilizou, abstendo-se, e que o governo de Luís Montenegro assume como importante para a imagem externa do país, mas dizendo que uma parte dele é da responsabilidade do PS e do Chega. Refere-se a algumas medidas que esses partidos viabilizaram contra a vontade do executivo, de que é exemplo o aumento extraordinário das pensões. Uma outra medida, a do fim do corte nos salários dos políticos, tornou-se também particularmente ruidosa, após o protesto muito polémico do Chega, que decidiu fazer algo nunca visto, afixar tarjas na fachada do próprio edifício do Parlamento.E hoje tivemos também uma outra manifestação, ilegal e incomum, dos sapadores bombeiros nas ruas de Lisboa, com recurso a tochas e petardos.É pela atualidade do dia que entramos hoje na análise da situação política do país - que vai incluir também um olhar para as presidenciais, com os convidados desta semana: as professoras universitárias e, ambas, ex-ministras, Assunção Cristas, também ex-Presidente do CDS, e Maria Manuel Leitão Marques, também ex-eurodeptada pelo PS; Pedro Norton, gestor e comentador RTP; Luís Aguiar-Conraria, professor de Economia, atualmente Presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho e Maria Lopes, jornalista do Público.</itunes:summary>
          <itunes:episode>144</itunes:episode>
          <itunes:season></itunes:season>
          <description>Está aprovado um Orçamento que o PS diz que é mau mas que viabilizou, abstendo-se, e que o governo de Luís Montenegro assume como importante para a imagem externa do país, mas dizendo que uma parte dele é da responsabilidade do PS e do Chega. Refere-se a algumas medidas que esses partidos viabilizaram contra a vontade do executivo, de que é exemplo o aumento extraordinário das pensões. Uma outra medida, a do fim do corte nos salários dos políticos, tornou-se também particularmente ruidosa, após o protesto muito polémico do Chega, que decidiu fazer algo nunca visto, afixar tarjas na fachada do próprio edifício do Parlamento.E hoje tivemos também uma outra manifestação, ilegal e incomum, dos sapadores bombeiros nas ruas de Lisboa, com recurso a tochas e petardos.É pela atualidade do dia que entramos hoje na análise da situação política do país - que vai incluir também um olhar para as presidenciais, com os convidados desta semana: as professoras universitárias e, ambas, ex-ministras, Assunção Cristas, também ex-Presidente do CDS, e Maria Manuel Leitão Marques, também ex-eurodeptada pelo PS; Pedro Norton, gestor e comentador RTP; Luís Aguiar-Conraria, professor de Economia, atualmente Presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho e Maria Lopes, jornalista do Público.</description>
          <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 22:30:00 +0000</pubDate>
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          <title> A Ameaça Nuclear é Real? </title>
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          <itunes:summary>Após mais de mil dias de guerra na Ucrânia, volta a ganhar força o receio de um conflito com recurso a armas nucleares. A dois meses de deixar de ser presidente dos Estados Unidos, Joe Biden decidiu autorizar a Ucrânia a usar armas fornecidas pelos Estados Unidos para atingir território russo. A decisão surpreendeu Putin, que reagiu agitando de novo a ameaça nuclear, lançando um míssil ainda nunca utilizado sobre uma fábrica de Dnipro e prometendo, ainda hoje e mais uma vez, retaliar após os ataques ucranianos dos últimos dias na zona de Kursk. Para discutir se o risco de um conflito nuclear deve motivar preocupação ou fazer mesmo soar alarmes, são nossos convidados de hoje o diplomata João Vale de Almeida, que foi chefe de gabinete do Presidente da comissão europeia e embaixador da União Europeia na ONU e no Reino Unido, o major-general Arnaut Moreira, especialista em geopolítica e geoestratégia, a jornalista da RTP Márcia Rodrigues, também editora de Internacional, o professor universitário Viriato Soromenho Marques, o especialista em assuntos internacionais e comentador RTP, Filipe Pathé Duarte e ainda, mais tarde, os correspondentes da RTP Cândida Pinto e Evgeni Mouravitch.</itunes:summary>
          <itunes:episode>143</itunes:episode>
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          <description>Após mais de mil dias de guerra na Ucrânia, volta a ganhar força o receio de um conflito com recurso a armas nucleares. A dois meses de deixar de ser presidente dos Estados Unidos, Joe Biden decidiu autorizar a Ucrânia a usar armas fornecidas pelos Estados Unidos para atingir território russo. A decisão surpreendeu Putin, que reagiu agitando de novo a ameaça nuclear, lançando um míssil ainda nunca utilizado sobre uma fábrica de Dnipro e prometendo, ainda hoje e mais uma vez, retaliar após os ataques ucranianos dos últimos dias na zona de Kursk. Para discutir se o risco de um conflito nuclear deve motivar preocupação ou fazer mesmo soar alarmes, são nossos convidados de hoje o diplomata João Vale de Almeida, que foi chefe de gabinete do Presidente da comissão europeia e embaixador da União Europeia na ONU e no Reino Unido, o major-general Arnaut Moreira, especialista em geopolítica e geoestratégia, a jornalista da RTP Márcia Rodrigues, também editora de Internacional, o professor universitário Viriato Soromenho Marques, o especialista em assuntos internacionais e comentador RTP, Filipe Pathé Duarte e ainda, mais tarde, os correspondentes da RTP Cândida Pinto e Evgeni Mouravitch.</description>
          <pubDate>Tue, 26 Nov 2024 21:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Estamos preparados para a emergência climática? </title>
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          <itunes:summary>Primeiro foi o espanto, depois o horror com o que aconteceu recentemente em Valência, inundada em poucas horas pela chuva de um ano inteiro. Morreram 215 pessoas, ainda há desaparecidos e a discussão foi enorme, pelo modo como as autoridades espanholas reagiram e atuaram. Uma semana passada e o mau tempo atingiu Málaga e não faltou quem perguntasse como seria se algo do género acontecesse em Portugal.É seguramente uma das questões desta noite, mas vamos necessariamente olhar para o que explica boa parte dos chamados &quot;fenómenos climáticos extremos&quot;, seja a emissão de gases com efeito de estufa, que é combatida, mas ainda vê as metas ao longe, ou um ordenamento do território que deixa localidades e populações mais vulneráveis.Vale a pena lembrar que estamos em plena COP29, cimeira mundial do clima, onde esteve um dos convidados desta noite, o Sub-Secretário Geral da ONU, Jorge Moreira da Silva, que se junta a nós em direto a partir de Roma. Em estúdio estão também a socióloga e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Luísa Schmidt, o presidente da Associação Portuguesa do Ambiente José Pimenta Machado, o dirigente do GEOTA e professor Engenharia do Ambiente na Universidade Nova, João Joanaz de Melo, e a empresária Rita Nabeiro, administradora executiva do Grupo Nabeiro, que assenta uma parte decisiva da sua atividade no setor agrícola. E mais adiante vai juntar-se a nós também a ativista pela justiça climática Joana Guerra Tadeu.</itunes:summary>
          <itunes:episode>142</itunes:episode>
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          <pubDate>Wed, 20 Nov 2024 11:11:00 +0000</pubDate>
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          <title> Trump regressou. E agora, mundo? </title>
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          <itunes:summary>Passou uma semana sobre a vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas, que surpreendeu pela dimensão já que o antigo Presidente, que agora volta a sê-lo, ganhou no Colégio Eleitoral mas também no voto popular, algo que os republicanos não conseguiam há 20 anos, desde 2004. Acresce o facto de ficar com maioria no Senado e agora também na Câmara dos Representantes, além de ter conseguido vencer em todos os sete estados que eram considerados decisivos, os ditos swing states, ou estados flutuantes. Neste programa vamos falar do que pode explicar o sucedido, mas, mais ainda, do que pode suceder daqui para diante na América e no mundo.Esta semana são convidados do programa as professoras Ana Santos Pinto, do departamento de Estudos Políticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCSH) e Susana Peralta, professora de Economia da Nova SBE, também Ângelo Correia, político, antigo ministro, empresário e um habitual analista de temas geo-políticos. E à distância dois destacados académicos portugueses: o professor de Economia Ricardo Reis, da London School of Economics, e Onésimo Teotónio de Almeida, filósofo e escritor açoriano, durante décadas a lecionar nos Estados Unidos, na Universidade de Brown.Mais à frente teremos também dois elementos da comunidade portuguesa e lusodescendente nos Estados Unidos: a deputada estadual Eliana Pintor, democrata, e o senador estadual republicano Jack Martins.</itunes:summary>
          <itunes:episode>141</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 12 Nov 2024 22:24:00 +0000</pubDate>
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          <title> É Ou Não É? - O Grande Debate Que futuro para os Estados Unidos da América? </title>
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          <itunes:summary>É uma noite decisiva para os Estados Unidos e para o mundo. São as Eleições presidenciais mais imprevisíveis da América. Qualquer que seja o vencedor desta corrida eleitoral será sempre um resultado histórico. Se vencer Kamala Harris será a primeira mulher presidente dos Estados Unidos.Se for Donald Trump será o primeiro presidente condenado por crimes a regressar à Casa Branca. Mas uma coisa é certa: o mundo como o conhecemos pode mudar após os resultados finais destas eleições. Vamos tentar perceber porquê neste ?É ou não é?? especial.Para refletirmos sobre o significado destas eleições convidámos Márcia Rodrigues, editora internacional da RTP; Bernardo Ivo Cruz, Professor de Ciência Política; Bernardo Pires de Lima, Comentador RTP; José Gomes André, Professor de Teoria Política Norte-americana; Paulo Almeida Sande, Comentador RTP e ainda de Crystal Fernandes da New York Portuguese American Leadership Council e também Analista sénior do Federal Reserve Bank of New York.</itunes:summary>
          <itunes:episode>140</itunes:episode>
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          <pubDate>Wed, 06 Nov 2024 04:11:00 +0000</pubDate>
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          <title> Que futuro para a RTP? </title>
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          <itunes:summary>Esta noite na RTP vamos discutir a própria RTP, o serviço público de rádio, televisão e cada vez mais digital. A atualidade impõe o tema, a partir da decisão do governo de alterar o financiamento dos média públicos, cortando, no espaço de três anos, toda a publicidade na RTP. Não tardaram as críticas à decisão, mesmo dentro do principal partido que suporta o executivo, e o tema acabou por ofuscar o plano de ajuda aos meios de comunicação, que foi comunicado no mesmo dia. Não falta quem duvide das intenções, mas o governo garante que o corte nas receitas não significa nem vontade de privatizar nem de desvalorizar o papel da televisão e a rádio públicas. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, que tutela a comunicação social, aceitou vir debater o tema, em direto com mais quatro personalidades com conhecimento amplo da realidade dos média. Alberto Arons de Carvalho, atual membro do Conselho Geral Independente, o órgão, independente que, como o nome indica, supervisiona o funcionamento da RTP e tem, entre outras missões, a de garantir o cumprimento das obrigações de serviço público. Felisbela Lopes, professora catedrática de Comunicação, da Universidade do Minho, que coordenou a equipa que elaborou o Livro Branco sobre o serviço público de média, para preparar o novo contrato de concessão entre a RTP e o acionista Estado. Nuno Artur Silva, que já foi secretário de estado com a tutela da RTP e também administrador da empresa e ainda de Luís Nazaré, aqui na qualidade de Diretor-executivo da Plataforma de Meios Privados, que representa cinco grandes empresas da área dos média... incluindo, as proprietárias da SIC, da TVI e da CMTV.</itunes:summary>
          <itunes:episode>139</itunes:episode>
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          <description>Esta noite na RTP vamos discutir a própria RTP, o serviço público de rádio, televisão e cada vez mais digital. A atualidade impõe o tema, a partir da decisão do governo de alterar o financiamento dos média públicos, cortando, no espaço de três anos, toda a publicidade na RTP. Não tardaram as críticas à decisão, mesmo dentro do principal partido que suporta o executivo, e o tema acabou por ofuscar o plano de ajuda aos meios de comunicação, que foi comunicado no mesmo dia. Não falta quem duvide das intenções, mas o governo garante que o corte nas receitas não significa nem vontade de privatizar nem de desvalorizar o papel da televisão e a rádio públicas. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, que tutela a comunicação social, aceitou vir debater o tema, em direto com mais quatro personalidades com conhecimento amplo da realidade dos média. Alberto Arons de Carvalho, atual membro do Conselho Geral Independente, o órgão, independente que, como o nome indica, supervisiona o funcionamento da RTP e tem, entre outras missões, a de garantir o cumprimento das obrigações de serviço público. Felisbela Lopes, professora catedrática de Comunicação, da Universidade do Minho, que coordenou a equipa que elaborou o Livro Branco sobre o serviço público de média, para preparar o novo contrato de concessão entre a RTP e o acionista Estado. Nuno Artur Silva, que já foi secretário de estado com a tutela da RTP e também administrador da empresa e ainda de Luís Nazaré, aqui na qualidade de Diretor-executivo da Plataforma de Meios Privados, que representa cinco grandes empresas da área dos média... incluindo, as proprietárias da SIC, da TVI e da CMTV.</description>
          <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 22:50:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como está a saúde Sexual dos Portugueses? </title>
          <itunes:subtitle/>
          <itunes:summary>Colocamos hoje a sexualidade no centro do debate, numa semana em que a  educação sexual nas escolas voltou a ser muito discutida, a partir das alterações anunciadas pelo primeiro-ministro para a disciplina de cidadania. Falaremos disso, de como as escolas e, antes delas, as famílias, educam para a questão sexual. Mas falaremos também sobre o que tem mudado nos hábitos dos mais novos e dos mais velhos, e até que ponto estão a aumentar ou a diminuir os comportamentos de risco. Partiremos de uma questão concreta: porque é que metade dos portugueses se manifestam hoje insatisfeitos com a vida sexual que têm?Isto foi revelado num inquérito recente e o coordenador desse trabalho está em debate, Pedro Nobre, Diretor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Também neste programa está Ana Luísa João, dermatologista e uma das responsáveis pela Consulta de Infeções Sexualmente Transmissíveis da Unidade Local de Saúde de São José: também duas psicólogas clínicas que podemos definir como grandes divulgadoras da questão da sexualidade: há mais tempo a Gabriela Moita, e com grande visibilidade em tempos mais próximos, a Tânia Graça. Mas temos ainda connosco alguém que é de todos os tempos e que há décadas acompanha e analisa um país que mudou muito, mas que nem sempre é fácil de colocar no divã, mais ainda num divã televisivo: Júlio Isidro., A nós ainda se irá juntar Mafalda Cruz, Médica rádio-oncologista e sexóloga, com longo trabalho desenvolvido junto de doentes oncológicos.</itunes:summary>
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          <description>Colocamos hoje a sexualidade no centro do debate, numa semana em que a  educação sexual nas escolas voltou a ser muito discutida, a partir das alterações anunciadas pelo primeiro-ministro para a disciplina de cidadania. Falaremos disso, de como as escolas e, antes delas, as famílias, educam para a questão sexual. Mas falaremos também sobre o que tem mudado nos hábitos dos mais novos e dos mais velhos, e até que ponto estão a aumentar ou a diminuir os comportamentos de risco. Partiremos de uma questão concreta: porque é que metade dos portugueses se manifestam hoje insatisfeitos com a vida sexual que têm?Isto foi revelado num inquérito recente e o coordenador desse trabalho está em debate, Pedro Nobre, Diretor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Também neste programa está Ana Luísa João, dermatologista e uma das responsáveis pela Consulta de Infeções Sexualmente Transmissíveis da Unidade Local de Saúde de São José: também duas psicólogas clínicas que podemos definir como grandes divulgadoras da questão da sexualidade: há mais tempo a Gabriela Moita, e com grande visibilidade em tempos mais próximos, a Tânia Graça. Mas temos ainda connosco alguém que é de todos os tempos e que há décadas acompanha e analisa um país que mudou muito, mas que nem sempre é fácil de colocar no divã, mais ainda num divã televisivo: Júlio Isidro., A nós ainda se irá juntar Mafalda Cruz, Médica rádio-oncologista e sexóloga, com longo trabalho desenvolvido junto de doentes oncológicos.</description>
          <pubDate>Tue, 22 Oct 2024 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> O colapso do BES é irrepetível? </title>
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          <itunes:summary>Dez anos após o colapso do Banco Espírito Santo e da derrocada do império liderado por Ricardo Salgado, arrancou, hoje mesmo, o julgamento desse caso que é decerto o maior escândalo financeiro da democracia portuguesa. A imagem de Ricardo Salgado a chegar hoje ao Campus da Justiça em Lisboa é um claro contraste com esse tempo, em que era apelidado como ?Dono Disto Tudo? e quando, diz o Ministério Público, geria o universo do Grupo e do banco Espírito Santo de modo quase autocrático.Ricardo Salgado é hoje um homem fragilizado, visivelmente doente, o que levanta uma série de questões jurídicas e reforça a relevância da pergunta sobre se é ou não é possível, uma década passada, fazer justiça neste caso?São meus convidados os advogados Paulo Sá e Cunha e Nuno Vieira da Silva, este enquanto representante de quase 2 mil dos lesados do BES/GES, a jornalista Helena Garrido, especialista em assuntos financeiros e autora de livros sobre a crise da banca em Portugal também Daniel Deusdado, jornalista e autor de um documentário que a RTP3 está a exibir ao longo desta semana e que se chama ?A ruína do BES?,  um trabalho absolutamente único na televisão portuguesa sobre este caso que marcou o país e as nossas vidas. E ainda se junta a nós, a partir de Bruxelas, Pedro Machado, que era Diretor-adjunto do departamento de supervisão prudencial do Banco de Portugal à data da resolução do BES em agosto de 2014 e que é atualmente Administrador do SRB Conselho Único de Resolução, um dos pilares da União Bancária Europeia.</itunes:summary>
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          <description>Dez anos após o colapso do Banco Espírito Santo e da derrocada do império liderado por Ricardo Salgado, arrancou, hoje mesmo, o julgamento desse caso que é decerto o maior escândalo financeiro da democracia portuguesa. A imagem de Ricardo Salgado a chegar hoje ao Campus da Justiça em Lisboa é um claro contraste com esse tempo, em que era apelidado como ?Dono Disto Tudo? e quando, diz o Ministério Público, geria o universo do Grupo e do banco Espírito Santo de modo quase autocrático.Ricardo Salgado é hoje um homem fragilizado, visivelmente doente, o que levanta uma série de questões jurídicas e reforça a relevância da pergunta sobre se é ou não é possível, uma década passada, fazer justiça neste caso?São meus convidados os advogados Paulo Sá e Cunha e Nuno Vieira da Silva, este enquanto representante de quase 2 mil dos lesados do BES/GES, a jornalista Helena Garrido, especialista em assuntos financeiros e autora de livros sobre a crise da banca em Portugal também Daniel Deusdado, jornalista e autor de um documentário que a RTP3 está a exibir ao longo desta semana e que se chama ?A ruína do BES?,  um trabalho absolutamente único na televisão portuguesa sobre este caso que marcou o país e as nossas vidas. E ainda se junta a nós, a partir de Bruxelas, Pedro Machado, que era Diretor-adjunto do departamento de supervisão prudencial do Banco de Portugal à data da resolução do BES em agosto de 2014 e que é atualmente Administrador do SRB Conselho Único de Resolução, um dos pilares da União Bancária Europeia.</description>
          <pubDate>Tue, 15 Oct 2024 22:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> Negociações Até ao Último Minuto </title>
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          <itunes:summary>Luís Montenegro prometeu uma proposta irrecusável. Pedro Nuno Santos não achou o mesmo e a contraproposta do PS está a caminho.As negociações para um novo orçamento continuam tensas, mas o entendimento pode estar mais próximo. Esta terça-feira, o líder do Partido Socialista tem reunião marcada com o grupo parlamentar, e nas negociações, entre afastamentos e aproximações, &quot;até ao lavar dos cestos se fará a vindima&quot; de argumentos, propostas e concessões.Mas a dois dias do prazo para a entrega da proposta do Orçamento do Estado, estará o país mais próximo de uma aprovação ou de um governo de malas feitas para uma crise política?É ou Não É? O grande debate do atual momento político, com Carlos Daniel.</itunes:summary>
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          <description>Luís Montenegro prometeu uma proposta irrecusável. Pedro Nuno Santos não achou o mesmo e a contraproposta do PS está a caminho.As negociações para um novo orçamento continuam tensas, mas o entendimento pode estar mais próximo. Esta terça-feira, o líder do Partido Socialista tem reunião marcada com o grupo parlamentar, e nas negociações, entre afastamentos e aproximações, &quot;até ao lavar dos cestos se fará a vindima&quot; de argumentos, propostas e concessões.Mas a dois dias do prazo para a entrega da proposta do Orçamento do Estado, estará o país mais próximo de uma aprovação ou de um governo de malas feitas para uma crise política?É ou Não É? O grande debate do atual momento político, com Carlos Daniel.</description>
          <pubDate>Wed, 09 Oct 2024 06:10:00 +0100</pubDate>
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          <title> Escalada da Guerra no Médio Oriente </title>
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          <itunes:summary>Esta semana o tema impôs-se como incontornável o debate em torno das consequências imediatas e no médio prazo do ataque do Irão a Israel. É um momento que simboliza uma nova escalada no conflito no Médio Oriente. O Irão atacou Israel ao lançar 180 mísseis sobre o território israelita, a maior parte deles interceptados pela ?cúpula de ferro?, a defesa aérea de Israel. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu garante que o Irão se vai arrepender e pagar caro pelo que fez. E uma das grandes expectativas é perceber como será de facto a reação de Israel.Que influência podem ter os Estados Unidos neste contexto, que é também pré eleitoral? Há muitas pontas soltas, mas há sobretudo uma questão que nos preocupa superiormente, que é a de sabermos se esta escalada representa um agravamento global das tensões do Médio Oriente e até que ponto podemos ter receios de que a entrada clara do Irão no conflito e o envolvimento dos Estados Unidos poderá ou não significar um risco maior para a segurança comum?Para um debate urgente e em que a atualidade muda a todo o momento, contamos com o contributo dos enviados especiais da RTP ao Líbano, José Manuel Rosendo, e em Washington, com Cândida Pinto. E ao longo do debate recebemos os contributos de Miguel Szymanski, comentador da RTP, do Major General Arnaut Moreira, de Márcia Rodrigues, jornalista da RTP; de José Gomes André, Professor de Relações Internacionais; de Vítor  ngelo, Antigo secretário-geral-adjunto da ONU; da investigadora de relações internacionais Joana Ricarte, e ainda Bernardo Pires de Lima, Comentador RTP.</itunes:summary>
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          <description>Esta semana o tema impôs-se como incontornável o debate em torno das consequências imediatas e no médio prazo do ataque do Irão a Israel. É um momento que simboliza uma nova escalada no conflito no Médio Oriente. O Irão atacou Israel ao lançar 180 mísseis sobre o território israelita, a maior parte deles interceptados pela ?cúpula de ferro?, a defesa aérea de Israel. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu garante que o Irão se vai arrepender e pagar caro pelo que fez. E uma das grandes expectativas é perceber como será de facto a reação de Israel.Que influência podem ter os Estados Unidos neste contexto, que é também pré eleitoral? Há muitas pontas soltas, mas há sobretudo uma questão que nos preocupa superiormente, que é a de sabermos se esta escalada representa um agravamento global das tensões do Médio Oriente e até que ponto podemos ter receios de que a entrada clara do Irão no conflito e o envolvimento dos Estados Unidos poderá ou não significar um risco maior para a segurança comum?Para um debate urgente e em que a atualidade muda a todo o momento, contamos com o contributo dos enviados especiais da RTP ao Líbano, José Manuel Rosendo, e em Washington, com Cândida Pinto. E ao longo do debate recebemos os contributos de Miguel Szymanski, comentador da RTP, do Major General Arnaut Moreira, de Márcia Rodrigues, jornalista da RTP; de José Gomes André, Professor de Relações Internacionais; de Vítor  ngelo, Antigo secretário-geral-adjunto da ONU; da investigadora de relações internacionais Joana Ricarte, e ainda Bernardo Pires de Lima, Comentador RTP.</description>
          <pubDate>Tue, 01 Oct 2024 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> É possível aprovar o Orçamento? </title>
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          <itunes:summary>Finalmente, após algumas semanas de adiamentos e um fim de semana a discutir a disponibilidade de cada um, Luís Montenegro vai sentar-se cara a cara na próxima sexta-feira para discutir as hipóteses de o PS viabilizar o próximo Orçamento do Estado.Até onde vai ceder o governo? O que pretende o PS além do recuo em matéria de IRC e IRS jovem e o que fará o Presidente da República se o Orçamento chumbar na Assembleia? Além disto, que papel poderá ainda ter o Chega, que já colocou um referendo sobre imigração como condição para viabilizar, mas que agora se prepara para entrar nas negociações. Recebemos esta noite os líderes parlamentares dos partidos decisivos, Hugo Soares do PSD, Alexandra Leitão do PS e Pedro Pinto do Chega para um primeiro momento de conversa e imediatamente após o debate teremos a análise, com vários comentadores RTP: Carmo Afonso, Rosália Amorim, António José Teixeira e ainda o professor de Economia Filipe Grilo.</itunes:summary>
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          <description>Finalmente, após algumas semanas de adiamentos e um fim de semana a discutir a disponibilidade de cada um, Luís Montenegro vai sentar-se cara a cara na próxima sexta-feira para discutir as hipóteses de o PS viabilizar o próximo Orçamento do Estado.Até onde vai ceder o governo? O que pretende o PS além do recuo em matéria de IRC e IRS jovem e o que fará o Presidente da República se o Orçamento chumbar na Assembleia? Além disto, que papel poderá ainda ter o Chega, que já colocou um referendo sobre imigração como condição para viabilizar, mas que agora se prepara para entrar nas negociações. Recebemos esta noite os líderes parlamentares dos partidos decisivos, Hugo Soares do PSD, Alexandra Leitão do PS e Pedro Pinto do Chega para um primeiro momento de conversa e imediatamente após o debate teremos a análise, com vários comentadores RTP: Carmo Afonso, Rosália Amorim, António José Teixeira e ainda o professor de Economia Filipe Grilo.</description>
          <pubDate>Tue, 24 Sep 2024 22:25:00 +0100</pubDate>
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          <title> Incêndios: o que voltou a falhar? </title>
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          <itunes:summary>Esta semana o programa é diferente, com informação ao minuto da situação dos incêndios nos vários concelhos do país que antecipam mais uma noite de angústia e obviamente analisar também as medidas anunciadas pelo governo, que colocou em estado de calamidade os municípios afetados. E depois a resposta às perguntas que nos inquietam: faz sentido tantas ignições em tão pouco tempo? O que é se pode atribuir a origem criminosa ou simples negligência? E o país, desde logo o estado, corrigiu alguma coisa relevante desde as tragédias de 2017?Respondem em direto vários especialistas como Pedro Matos Soares, especialista em estudo do clima e concretamente das alterações climáticas; Fábio Silva, ex-responsável da Força Especial da proteção civil; Manuel Carvalho, jornalista, que há muito acompanha os temas da floresta e do Ordenamento; Duarte Caldeira, especialista em combate a incêndios e ex-presidente da Liga de Bombeiros e hoje Investigador da Proteção Civil e ainda Xavier Viegas, outra das maiores autoridades nacionais em matéria de fogos, hoje coordenador do Centro de Estudos de Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra.</itunes:summary>
          <itunes:episode>133</itunes:episode>
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          <description>Esta semana o programa é diferente, com informação ao minuto da situação dos incêndios nos vários concelhos do país que antecipam mais uma noite de angústia e obviamente analisar também as medidas anunciadas pelo governo, que colocou em estado de calamidade os municípios afetados. E depois a resposta às perguntas que nos inquietam: faz sentido tantas ignições em tão pouco tempo? O que é se pode atribuir a origem criminosa ou simples negligência? E o país, desde logo o estado, corrigiu alguma coisa relevante desde as tragédias de 2017?Respondem em direto vários especialistas como Pedro Matos Soares, especialista em estudo do clima e concretamente das alterações climáticas; Fábio Silva, ex-responsável da Força Especial da proteção civil; Manuel Carvalho, jornalista, que há muito acompanha os temas da floresta e do Ordenamento; Duarte Caldeira, especialista em combate a incêndios e ex-presidente da Liga de Bombeiros e hoje Investigador da Proteção Civil e ainda Xavier Viegas, outra das maiores autoridades nacionais em matéria de fogos, hoje coordenador do Centro de Estudos de Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra.</description>
          <pubDate>Tue, 17 Sep 2024 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como será o novo ano letivo? </title>
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          <itunes:summary>Regressa o &quot;É ou não é?&quot; na semana do regresso às aulas. É o início de uma nova vida para muitos, o retomar do ritmo normal para todos os outros. Anuncia-se mais um início de ano difícil com professores em falta ainda para milhares de alunos, falta saber quantos.O governo, o novo Ministério da Educação Ciência e Inovação, diz agora que não é possível resolver tudo &quot;de um mês para o outro&quot;, mas introduz diversas alterações, que também iremos debater, relacionadas com o apoio aos professores deslocados, à organização das escolas e também à avaliação, em particular até ao nono ano.Para debater tudo isso  e responder à pergunta: o próximo ano letivo vai funcionar melhor ou pior que o anterior? São nossos convidados o Secretário de Estado da Administração e Inovação Educativa, Pedro Dantas da Cunha, o secretário geral da FENPROF Mário Nogueira, Miguel Herdade, especialista em educação e integração social, com experiência nos últimos anos no Reino Unido, a investigadora em Educação e Diretora Executiva do Instituto para as políticas públicas e sociais Isabel Flores. À distância Mariana Carvalho, Presidente da CONFAP, a Confederação Nacional das Associações de Pais, e Filinto Lima, o Presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas. E vamos ter também o testemunho, na primeira pessoa, de Guilherme Farias, jovem professor de matemática da Covilhã, deslocado na Amadora, que esteve connosco num debate idêntico há dois anos e nos vai falar do que mudou na vida dele, dele e de tantos outros,nos últimos dois anos.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 10 Sep 2024 03:11:00 +0100</pubDate>
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          <title> Qual é o estado da nação? </title>
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          <itunes:summary>Na véspera do debate sobre o Estado da Nação o ?É ou não é?? mede o pulso ao país, e dá-se a coincidência de o fazermos precisamente no dia em que ficou a saber-se que é já na próxima sexta feira que o Orçamento do Estado começa a ser negociado entre o governo e os diversos partidos.O Presidente da República mostra-se feliz com o avanço da discussão e promete empenho para ajudar à aprovação do documento. O PS diz-se agora disponível para construir um bom Orçamento, enquanto André Ventura afirma que o documento não vai poder agradar ao Chega e aos socialistas ao mesmo tempo.Em pano de fundo, temos os primeiros cem dias de governo, analisados na sondagem da Universidade Católica para a RTP, que anota uma subida dos níveis de aprovação do governo e do primeiro-ministro Luís Montenegro, mas mantém o PS com uma pequena vantagem nas intenções de voto.Para olhar o país ao espelho são hoje meus convidados Marco António Costa, advogado e ex-governante nos executivos de Pedro Passos Coelho, Manuel Magalhães e Silva, advogado e antigo conselheiro do Presidente Jorge Sampaio, Luís Aguiar Conraria, economista e presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho, a jornalista e comentadora da RTP Helena Garrido, e ainda os professores de ciência política Filipa Raimundo, do ISCTE, e Carlos Jalali, da Universidade de Aveiro.</itunes:summary>
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          <description>Na véspera do debate sobre o Estado da Nação o ?É ou não é?? mede o pulso ao país, e dá-se a coincidência de o fazermos precisamente no dia em que ficou a saber-se que é já na próxima sexta feira que o Orçamento do Estado começa a ser negociado entre o governo e os diversos partidos.O Presidente da República mostra-se feliz com o avanço da discussão e promete empenho para ajudar à aprovação do documento. O PS diz-se agora disponível para construir um bom Orçamento, enquanto André Ventura afirma que o documento não vai poder agradar ao Chega e aos socialistas ao mesmo tempo.Em pano de fundo, temos os primeiros cem dias de governo, analisados na sondagem da Universidade Católica para a RTP, que anota uma subida dos níveis de aprovação do governo e do primeiro-ministro Luís Montenegro, mas mantém o PS com uma pequena vantagem nas intenções de voto.Para olhar o país ao espelho são hoje meus convidados Marco António Costa, advogado e ex-governante nos executivos de Pedro Passos Coelho, Manuel Magalhães e Silva, advogado e antigo conselheiro do Presidente Jorge Sampaio, Luís Aguiar Conraria, economista e presidente da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho, a jornalista e comentadora da RTP Helena Garrido, e ainda os professores de ciência política Filipa Raimundo, do ISCTE, e Carlos Jalali, da Universidade de Aveiro.</description>
          <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 22:01:00 +0100</pubDate>
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          <title> A Justiça deixou de ser cega? </title>
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          <itunes:summary>A Justiça e a Política em Portugal voltaram a cruzar-se, e como sempre com estragos. A operação Influencer, o processo da Madeira, detenções com aparato que acabam com a libertação de todos os arguidos, escutas telefónicas prolongadas e várias fugas de informação reacenderam as críticas contra a Procuradoria Geral da República.Lucília Gago, depois de um ultimo parágrafo que acabou com um governo de maioria, escolhe o silêncio quando quase todos exigem que fale, que alguém assuma responsabilidades quando há erros ou abusos. O caso mais recente aconteceu a semana passada, quando surgiu uma escuta a António Costa no mesmo dia em que o seu nome era avaliado para o Conselho Europeu. Se a justiça deve ser cega nem sempre parece, para surda diz-se que escuta demais e para muda diz muito em constantes fugas.É ou não é este um momento de perigo para a democracia? Há ou não um braço de ferro entre justiça e política? Temas para debate com Paula Teixeira da Cruz, antiga ministra da Justiça, Paulo Lona, presidente do sindicato dos magistrados do Ministério Público, o advogado Carlos Melo Alves, Eduardo Marçal Grilo, subscritor do Manifesto dos 50 e o jornalista José Vegar.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 26 Jun 2024 02:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> O SNS aguenta o verão? </title>
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          <itunes:summary>Com o verão à porta voltamos a assistir aos problemas antigos do Serviço Nacional de Saúde.Há poucos meses no poder, o Governo avança com um plano para o verão e com um plano de emergência para o SNS.Mas, há muitas críticas e para já poucos resultados.Será que o Serviço Nacional de Saúde aguenta o verão? E depois disso, que futuro sustentável para o SNS?É o mote para o debate desta semana com Ana Povo - Secretária de Estado da Saúde; Luís Filipe Barreira, Bastonário da Ordem dos Enfermeiros; Xavier Barreto, da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares; João de Deus, Presidente da Assembleia de Representantes da Ordem dos Médicos;  à distância em permanência Nuno Jacinto, Presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar e ainda Luísa Ximenes, Enfermeira Chefe do Hospital Amadora Sintra.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 18 Jun 2024 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Após as europeias: maior ou menor estabilidade política? </title>
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          <itunes:summary>Dois dias depois das eleições europeias, vale a pena analisar o que mudou em Portugal e na Europa. Por cá, o PS ganhou por pouco, como por pouco tinha perdido as legislativas. Será que isso muda pouco ou mais do que se imagina na governação do país? Na Europa, a direita cresceu mas não na proporção que muitos antecipavam e vários temiam. Terramoto mesmo só em França, onde haverá eleições dentro de três semanas.Esta semana olhamos para o futuro imediato do país e da União Europeia com a ajuda dos convidados desta noite: os ex-ministros Pedro Marques, do PS, que se junta a nós, em direto de Bruxelas, e Miguel Poiares Maduro, do PSD, atual comentador RTP. Também a comentadora RTP Carmo Afonso e dois especialistas em jornalismo político: a Maria Flor Pedroso, da Antena 1 e o Rui Pedro Antunes, editor de política do Observador.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 11 Jun 2024 22:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como será o novo Parlamento Europeu? </title>
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          <itunes:summary>Estamos a menos de um mês das eleições europeias. Os partidos já apresentaram programas e candidatos, os debates na televisão começaram, estas estão a ser consideradas as eleições mais importantes das últimas décadas. Desta vez, a tradicional divisão entre socialistas e populares pode estar em causa com a ascensão de partidos da chamada direita radical. E se assim for, quais serão as consequências para o próprio projeto europeu? Será que a Europa enfrenta uma ameaça existencial? O Presidente francês Emmanuel Macron disse recentemente que ?A nossa Europa pode morrer?.  E no caso português, até que ponto o resultado de 10 de março vai tornar estas eleições uma espécie de segunda volta das legislativas?Temas que vamos debater com o diplomata João Vale de Almeida, foi embaixador da União Europeia nos Estados Unidos, na ONU e no Reino Unido, o primeiro depois do Brexit; Ana Santos Pinto ? Diretora executiva do Instituto Português de Relações Internacionais; Henrique Burnay ? consultor político em Bruxelas; Pedro Tadeu ? Jornalista e comentador político; Catarina Caria ? Gestora de Programas na Área da Paz e Desenvolvimento Sustentável; Francisco Cordeiro Araújo ? fundador do projeto Os 230 que procura seguir o trabalho dos deputados portugueses e ainda Gustavo CardosoInvestigador e Professor do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 14 May 2024 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> É possível reparar erros do nosso passado? </title>
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          <itunes:summary>É o assunto que tem dominado as últimas semanas, desde o jantar do Presidente da republica com correspondentes estrangeiros em Portugal. A partir daí abriu-se uma ?Caixa de Pandora? para questões que pareciam estar encerradas e resolvidas nos livros de História. Mas, há feridas que não estarão ainda saradas. E mesmo para quem não viveu o passado colonial, começa agora a lidar com uma herança de memórias que desconhecia. Além disso, é uma discussão que já foi feita por vários países, antigos impérios coloniais. Mas será possível reparar erros do passado, sem reescrever a história? Com que custo? De que forma?Para refletir sobre todas estas questões são nossos convidados esta semana: a escritora Isabel Figueiredo, o historiador João Pedro Marques, a socióloga Cristina Roldão, o historiador João Paulo Oliveira e Costa, a investigadora Ana Cristina Pereira, também conhecida como Kitty Furtado, e à distância e em permanência teremos também a participação do historiador José Miguel Sardica e em direto de Cambridge o historiador Francisco Bethencourt</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 07 May 2024 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> Controvérsias de Abril </title>
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          <itunes:summary>O mínimo que se pode dizer é que tem sido agitado em termos políticos o final do mês de Abril. Agitado, se quisermos, num bom sentido, em relação ao que foram as celebrações do 25 de Abril no Parlamento e em particular nas ruas. Mas este final de mês também foi marcado por diversas controvérsias, algumas lançadas pelo próprio Presidente da República numa intervenção que deixou muito para contar e onde colocou na agenda uma questão que não tem sido muito debatida em Portugal: a eventual necessidade de reparação das antigas colónias em função dos tempos coloniais.Em termos da política doméstica, há também trocas de palavras mais uma vez entre o novo governo da AD e as oposições, concretamente hoje com uma resposta de Pedro Nuno Santos e também com o caso do dia da exoneração de Ana Jorge como provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. São tudo dados para conferir com um painel de convidados especial que reúne esta semana o contributo de Assunção Cristas, antiga líder do CDS e ex-ministra, também professora universitária; Ana Gomes, diplomata, antiga eurodeputada e candidata presidencial; André Coelho Lima, também ele advogado, ex-deputado do PSD e também ex-membro executivo da OSCE e ainda Nuno Severiano Teixeira, igualmente professor universitário e também antigo ministro por duas oportunidades da Administração Interna e da Defesa.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> 50 anos de 25 de abril: Os Caminhos da Liberdade </title>
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          <itunes:summary>A democracia está longe de ser perfeita, mas está viva.  O caminho que está para trás é História e imutável e no presente a que chegamos percebemos que é uma obra inacabada e uma construção permanente. Mas também percebemos hoje que os valores de abril não estão a salvo de ameaças e enfrentam novos desafios. Cinquenta anos depois, abrimos o olhar sobre o país por inteiro.  Cruzamos a memória viva do passado com as promessas do presente. Para pensar a sério no país democrático que desejamos para o futuro, para que este não seja o crepúsculo da democracia, e para que amanhã seja um novo dia inteiro e limpo.Cinquenta anos depois é tempo de medir as muitas conquistas, mas também as muitas ambições por alcançar. Como está a saúde da democracia portuguesa? É a proposta para o debate com um painel especialíssimo que conta com os contributos da presidente da Fundação Champalimaud Leonor Beleza, do compositor e intérprete Fernando Tordo, da atriz Rita Blanco, do diretor da Nova School of Business and Economics Pedro Oliveira, do historiador David Castaño, da sexóloga Tânia Graça, do treinador de futebol Blessing Lumueno e ainda do jornalista Cesário Borga.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 23 Apr 2024 22:15:00 +0100</pubDate>
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          <title> Vai haver choque fiscal? </title>
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          <itunes:summary>São os primeiros dias do novo governo já marcados por algumas controvérsias, a maior é relativa aos cortes no IRS, que Luís Montenegro anunciou mas que resultavam, em grande parte, do que já tinha sido decidido pelo governo do PS.Os socialistas falaram até de fraude por parte do Primeiro-ministro, toda a oposição criticou, mas o governo insiste em que Montenegro, em nenhum momento, faltou à verdade. O caso está em debate esta noite, no ?É ou não é?, com um frente a frente dos líderes parlamentares do PSD, Hugo Soares, e do PS, Alexandra Leitão.Mas nem só de impostos se irá falar, que hoje mesmo há o caso de uma adjunta do Ministério das Finanças que já não vai desempenhar funções e de ontem vem mais uma agitação provocada por Pedro Passos Coelho, sobretudo pelas frases relativas a Luís Montenegro e Paulo Portas.As contas e as políticas serão analisadas pelos comentadores Manuel Carvalho e Susana Peralta e pelos também professores de economia Alexandre Mergulhão e Filipe Grilo.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 16 Apr 2024 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> As Prioridades do Novo Governo </title>
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          <itunes:summary>Estamos de volta aos debates de terça-feira na televisão pública portuguesa, uma semana depois da posse do novo executivo, de Luís Montenegro, e a dois dias de ser apresentado o programa de governo na Assembleia da República. A pergunta de partida é se é ou não é possível a estabilidade política no país?As respostas são dos nossos convidados desta semana: o social democrata José Matos Correia, o socialista António Correia de Campos, o historiador Jaime Nogueira Pinto, o economista José Reis, em direto dos estúdios da RTP em Coimbra e as jornalistas Leonete Botelho, editora de política do Público, e Maria Flor Pedroso, da Antena 1.Vamos partir da recente troca de cartas entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro, do que isso pode significar, ou não, quanto a um entendimentos futuros, num contexto em que surgem apelos a um esforço de consenso, desde logo por parte do novo Presidente da Assembleia da República.</itunes:summary>
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          <description>Estamos de volta aos debates de terça-feira na televisão pública portuguesa, uma semana depois da posse do novo executivo, de Luís Montenegro, e a dois dias de ser apresentado o programa de governo na Assembleia da República. A pergunta de partida é se é ou não é possível a estabilidade política no país?As respostas são dos nossos convidados desta semana: o social democrata José Matos Correia, o socialista António Correia de Campos, o historiador Jaime Nogueira Pinto, o economista José Reis, em direto dos estúdios da RTP em Coimbra e as jornalistas Leonete Botelho, editora de política do Público, e Maria Flor Pedroso, da Antena 1.Vamos partir da recente troca de cartas entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro, do que isso pode significar, ou não, quanto a um entendimentos futuros, num contexto em que surgem apelos a um esforço de consenso, desde logo por parte do novo Presidente da Assembleia da República.</description>
          <pubDate>Tue, 09 Apr 2024 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como é ser mulher no século XXI? </title>
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          <itunes:summary>Nos 50 anos da democracia, há uma parte importante do sonho de liberdade por cumprir. A democracia só será plena quando houver paridade de género, porque hoje as mulheres ainda não existem em pleno na nossa sociedade. Estão sub representadas no espaço público, e por isso mesmo também nas políticas públicas. Estudam mais, acumulam trabalho com a maternidade mas ganham menos. Também não admira que os níveis de burnout sejam superiores nas mulheres. Estas desigualdades não são novidade, mas a inércia e a persistência destes desequilíbrios impõem o debate. Feitas as contas, afinal o dia da mulher é ou não é quando o homem quer? As respostas desta semana em estúdio são da jornalista Maria Antónia Palla, da advogada Leonor Caldeira, da artista Ana Matos Fernandes ou Capicua, da socióloga Sheila Khan, da ex secretária geral da CGTP Isabel Camarinha, e connosco também mas à distância vão estar Mónica Ferro, directora do escritório de Londres do Fundo das Nações Unidas para a população, e agora um homem que está a meio de uma noite em que se comemora o dia do pai, o psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz. Este é ou não é um tempo em que se decide o retrocesso ou finalmente o sonho.</itunes:summary>
          <itunes:episode>121</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 19 Mar 2024 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Quem vai ganhar as eleições? </title>
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          <itunes:summary>Este é o ?É ou não é?? de 5 de março de 2024. Significa que estamos rigorosamente a cinco dias das eleições que vão determinar o Parlamento e o futuro governo do país e estamos a três dias apenas do final da campanha eleitoral.Os partidos estão, assim, a jogar todos os argumentos com uma expectativa grande e, aparentemente, um interesse também grande em relação a estas eleições. Mas permanecem as dúvidas sobre o que vai acontecer à abstenção, mas também uma outra certeza: a de que temos ainda uma percentagem de indecisos bastante elevada. Algumas sondagens colocam-na ainda muito perto da fasquia dos 20%. São estes os dados de partida a que vamos juntar vários outros muito concretos, com a ajuda dos repórteres RTP que acompanham esta campanha.Já em estúdio, esta noite debatemos com o contributo de Carmo Afonso, advogada e comentadora, Luís Aguiar-Conraria, presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, João Marecos, advogado e investigador, Adriana Cardoso, farmacêutica, analista da actualidade política, Ricardo Jorge Pinto, jornalista da Lusa e comentador RTP, e ainda à distância, mas em permanência, contamos com o contributo da jornalista, Ana Sá Lopes, jornalista do Público.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 05 Mar 2024 22:09:00 +0000</pubDate>
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          <title> Quem vai convencer os indecisos? </title>
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          <itunes:episode>119</itunes:episode>
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          <description></description>
          <pubDate>Tue, 27 Feb 2024 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> O que vai sair das eleições? </title>
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          <itunes:summary>Estamos a um mês e cinco dias de escolher o novo Parlamento e, por via disso, o próximo governo do país. Ontem arrancaram os debates televisivos e a RTP publicou uma sondagem da Universidade Católica que dá vantagem à Aliança Democrática face ao Partido Socialista.E o debate sobre &quot;quem ganhará&quot; e &quot;como poderá governar&quot; tem agora mais um elemento significativo, resultante da vitória da AD nas eleições dos Açores e de o líder da coligação, José Manuel Bolieiro, ter estendido ao arquipélago o &quot;não é não&quot; do PSD em relação ao Chega.O que muda no xadrez político nacional se a AD confirmar a vontade de governar em minoria nos Açores? Concretamente, até que ponto isso faz do Chega um problema também do PS, que terá de decidir se viabiliza ou não o governo de centro-direita?Para debater o momento do país e o caminho até 10 de Março são nossos convidados os professores de Economia Luís Aguiar Conraria e Susana Peralta, os jornalistas Rosália Amorim e Manuel Carvalho e a jurista e colunista Carmo Afonso.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Que saída para a tempestade política? </title>
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          <itunes:summary>Estes são dias de tempestade perfeita na política portuguesa, com um governo de gestão na República, um governo sem futuro na Madeira e eleições nos Açores, já próximo domingo, sem que se preveja qualquer facilidade em formar governo.Para olhar este momento, a menos de mês e meio de irmos às urnas escolher o novo executivo do país e com a palavra corrupção a dominar estes dias de campanha ou pré-campanha, são nossos convidados os antigos deputados e também governantes,Ascenso Simões do PS e Manuel Castro Almeida do PSD,o jornalista e Publisher do Observador José Manuel Fernandes e os professores de ciência política Marina Costa Lobo e André Freire.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Os jovens interessam-se por política? </title>
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          <itunes:summary>Estamos a um mês e meio das eleições que vão determinar o futuro governo de Portugal.E é de futuro que nos propomos falar hoje, concretamente da relação dos mais novos com a política. Afinal, quais os temas que hoje mobilizam os jovens eleitores, incluindo os que irão votar pela primeira vez, e o que espera da política a geração que já cresceu no século XXI. A maior parte dos nossos convidados atingiu a idade adulta já depois do ano 2000, concretamente a Adriana Carvalho, 23 anos, licenciada em Ciências Farmacêuticas e a trabalhar atualmente no Infarmed, o Miguel Herdade, 32 anos, especialista em educação e integração social, já deu aulas em Portugal, na Nova SBE, atualmente está na direção de uma escola em Londres, em estúdio a Leonor Caldeira, de 30 anos, que é advogada e o José Maria Pimentel, 36 anos, economista, autor de um podcast sobre política, também de livros e organizador de sessões sobre pensamento crítico.A acompanhá-los estão neste programa a professora de Ciência Política da Universidade de Aveiro, Patrícia Silva, com vários trabalhos realizados sobre estes temas, e o Diretor do CESOP; o Centro de sondagens da Católica, Ricardo Ferreira Reis, que nos vai ajudar a perceber os indicadores mais seguros sobre voto jovem, quer os que resultam das legislativas de há dois anos, como os de estudos de opinião entretanto realizados.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 23 Jan 2024 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Jornalismo em estado crítico </title>
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          <itunes:summary>O caso dos salários em atraso no grupo Global Media veio deixar e nu, em definitivo, uma situação de crise que se agrava nos meios de comunicação social em Portugal. Antes foram os despedimentos no jornal ?A Bola?, os sinais de claras dificuldades na revista Visão, o anúncio de reestruturações noutras casas de informação, mas quando os donos do JN, do DN e da TSF deixam, pura e simplesmente de pagar salários, soaram os alarmes.E foi nesse momento que o país inteiro percebeu, incrédulo, que ninguém sabe sequer quem é, verdadeiramente o dono desse grupo, quem é que manda nos dos maiores grupos de comunicação social em Portugal.Vamos discutir o tema tendo à porta o Congresso dos Jornalistas Portugueses, o quinto Congresso,... que vai ter como presidente o jornalista Pedro Coelho, jornalista da SIC, que é nosso convidado esta noite. Além dele, recebemos em direto dois antigos responsáveis governamentais pela comunicação social: Alberto Arons de Carvalho, ex-secretário de estado do PS, e Miguel Poiares Maduro, ex-ministro do PSD. Recebemos também a presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, Cláudia Maia, a professora de Ciências da Comunicação Marisa Torres da Silva, e ainda Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, que lançou a ideia de uma maior participação dos municípios na comunicação social. Mas a começar o debate, têm voz quatro convidados especiais, um de cada um dos principais títulos da Global Media Group, e que estão a passar por uma situação que dificilmente terão imaginado: Valentina Marcelino, Jornalista do Diário Notícias; Joana Almeida Silva, Jornalista do JN; Filipe Santa-Bárbara, Jornalista da TSF e ainda de Francisco Sebe, Jornalista do jornal &quot;O JOGO?.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 16 Jan 2024 22:01:00 +0000</pubDate>
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          <title> O Novo Xadrez Político </title>
          <itunes:subtitle/>
          <itunes:summary>Portugal tem um novo xadrez político. O Partido Socialista escolheu Pedro Nuno Santos para o combate eleitoral de onde vai sair o próximo primeiro-ministro. Chegou mais cedo onde queria, mas vai ter de correr para o dia 10 de Março. Não exclui uma nova geringonça como solução política, mas só o PCP e o Bloco de Esquerda sabem se já sararam as feridas da anterior. A direita acusa-o de ser um líder impreparado. Com estas peças no tabuleiro é ou não é possível estabilidade?São convidados do &quot;É ou não é?&quot; desta semana o sociólogo e comentador da RTP Paulo Pedroso; André Azevedo Alves, politólogo; Leonete Botelho editora de política do jornal Público, a politóloga Filipa Raimundo e o professor Carlos Jalali, politólogo.</itunes:summary>
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          <description>Portugal tem um novo xadrez político. O Partido Socialista escolheu Pedro Nuno Santos para o combate eleitoral de onde vai sair o próximo primeiro-ministro. Chegou mais cedo onde queria, mas vai ter de correr para o dia 10 de Março. Não exclui uma nova geringonça como solução política, mas só o PCP e o Bloco de Esquerda sabem se já sararam as feridas da anterior. A direita acusa-o de ser um líder impreparado. Com estas peças no tabuleiro é ou não é possível estabilidade?São convidados do &quot;É ou não é?&quot; desta semana o sociólogo e comentador da RTP Paulo Pedroso; André Azevedo Alves, politólogo; Leonete Botelho editora de política do jornal Público, a politóloga Filipa Raimundo e o professor Carlos Jalali, politólogo.</description>
          <pubDate>Tue, 19 Dec 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> É possível fazer mais pela cultura? </title>
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          <itunes:summary>É a cultura que mais identifica um país e define um povo, mas que relação temos hoje com ela? Quais são os hábitos de consumo cultural dos portugueses? Há ou não públicos com dimensão suficiente para que se possa viver da música, da literatura ou do teatro em Portugal? Porque discutir a cultura é discutir o país que somos e queremos ser, é ou não é possível fazer mais pela cultura em Portugal? Para encontrar respostas a estas e outras perguntas, e em direto do Cineteatro Louletano, em Loulé, contamos hoje com o contributo de Lídia Jorge, natural do concelho de Loulé, Boliqueime. Recebemos também o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva; Pedro Penim, director artístico do Teatro Nacional Dona Maria II, recentemente escolhido para mais um mandato; Kalaf Epalanga, músico, escritor, e ligado ao projecto Buraka Som Sistema, actualmente radicado em Berlim; Álvaro Covões, um dos maiores promotores de espectáculos e festivais em Portugal. E à distância, mas em permanência, contamos também com o contributo de Simonetta Luz Afonso, Conservadora de Museus e Gestora Cultural, com um trajecto na Cultura absolutamente ímpar.</itunes:summary>
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          <description>É a cultura que mais identifica um país e define um povo, mas que relação temos hoje com ela? Quais são os hábitos de consumo cultural dos portugueses? Há ou não públicos com dimensão suficiente para que se possa viver da música, da literatura ou do teatro em Portugal? Porque discutir a cultura é discutir o país que somos e queremos ser, é ou não é possível fazer mais pela cultura em Portugal? Para encontrar respostas a estas e outras perguntas, e em direto do Cineteatro Louletano, em Loulé, contamos hoje com o contributo de Lídia Jorge, natural do concelho de Loulé, Boliqueime. Recebemos também o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva; Pedro Penim, director artístico do Teatro Nacional Dona Maria II, recentemente escolhido para mais um mandato; Kalaf Epalanga, músico, escritor, e ligado ao projecto Buraka Som Sistema, actualmente radicado em Berlim; Álvaro Covões, um dos maiores promotores de espectáculos e festivais em Portugal. E à distância, mas em permanência, contamos também com o contributo de Simonetta Luz Afonso, Conservadora de Museus e Gestora Cultural, com um trajecto na Cultura absolutamente ímpar.</description>
          <pubDate>Tue, 12 Dec 2023 22:10:00 +0000</pubDate>
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          <title> Caso Marcelo </title>
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          <itunes:summary>É mais um caso a abalar o país político, desta vez com o Presidente da República no centro da polémica. Duas bebés luso-brasileiras que sofrem de uma doença rara foram tratadas em Portugal, no ano 2020, com recurso um medicamento muito caro, referido mesmo como o mais caro do mundo, e há suspeitas de terem tido um tratamento de favor, desde logo pela rapidez com que o processo se desenrolou.Ontem mesmo, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que antes tinha dito não se lembrar do caso, veio admitir que recebeu, há quatro anos, um email do filho, Nuno Rebelo de Sousa, a relatar a vontade de ajudar a família das gémeas, email a que deu uma sequência que considerada ?neutral?, primeiro para uma consultora da Presidência e depois para o governo.Para debater o caso, que tem várias dimensões por explicar, estão comigo esta noite o advogado Manuel Magalhães e Silva, o antigo ministro da Saúde António Correia de Campos, o jornalista da RTP António José Teixeira, a jornalista e Editora Executiva do jornal Público Helena Pereira, o antigo Presidente do Infarmed e ex-Bastonário Ordem Farmacêuticos José Aranda da Silva e ainda se vai juntar a nós, mais daqui a pouco, o Ex-Bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães.</itunes:summary>
          <itunes:episode>112</itunes:episode>
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          <description>É mais um caso a abalar o país político, desta vez com o Presidente da República no centro da polémica. Duas bebés luso-brasileiras que sofrem de uma doença rara foram tratadas em Portugal, no ano 2020, com recurso um medicamento muito caro, referido mesmo como o mais caro do mundo, e há suspeitas de terem tido um tratamento de favor, desde logo pela rapidez com que o processo se desenrolou.Ontem mesmo, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que antes tinha dito não se lembrar do caso, veio admitir que recebeu, há quatro anos, um email do filho, Nuno Rebelo de Sousa, a relatar a vontade de ajudar a família das gémeas, email a que deu uma sequência que considerada ?neutral?, primeiro para uma consultora da Presidência e depois para o governo.Para debater o caso, que tem várias dimensões por explicar, estão comigo esta noite o advogado Manuel Magalhães e Silva, o antigo ministro da Saúde António Correia de Campos, o jornalista da RTP António José Teixeira, a jornalista e Editora Executiva do jornal Público Helena Pereira, o antigo Presidente do Infarmed e ex-Bastonário Ordem Farmacêuticos José Aranda da Silva e ainda se vai juntar a nós, mais daqui a pouco, o Ex-Bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães.</description>
          <pubDate>Tue, 05 Dec 2023 22:15:00 +0000</pubDate>
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          <title> Quem vai ganhar as eleições? </title>
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          <itunes:summary>A RTP está a divulgar, entre ontem e amanhã, uma grande sondagem da Universidade Católica, realizada também para o jornal Público, sobre o momento político do país e as intenções de voto quanto às legislativas de 10 de março do próximo ano.A principal novidade do dia de hoje é que há um empate técnico na preferência para o lugar de primeiro-ministro entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos,com ligeira vantagem do presidente do PSD, mas que o cenário seria diferente, com vantagem socialista, se o candidato do PS fosse José Luís Carneiro.Já entre os que votaram PS em 2022, Pedro Nuno Santos leva vantagem sobre José Luís Carneiro, enquanto nos eleitores de centro e direita ? concretamente os que votaram PSD, Iniciativa Liberal e CDS ? o candidato preferido seria Pedro Passos Coelho.Para o debate desta semana são nossos convidados Pedro Duarte, Coordenador do Conselho Estratégico Nacional do PSD, os deputados do PS Jamila Madeira (que apoia José Luís Carneiro) e Pedro Delgado Alves (que está com Pedro Nuno Santos), o diretor do jornal Público David Pontes, connosco a partir de Bruxelas, e ainda Ricardo Ferreira Reis, da Católica Sondagens, que coordenou o estudo de opinião com que começamos hoje o debate.</itunes:summary>
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          <description>A RTP está a divulgar, entre ontem e amanhã, uma grande sondagem da Universidade Católica, realizada também para o jornal Público, sobre o momento político do país e as intenções de voto quanto às legislativas de 10 de março do próximo ano.A principal novidade do dia de hoje é que há um empate técnico na preferência para o lugar de primeiro-ministro entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos,com ligeira vantagem do presidente do PSD, mas que o cenário seria diferente, com vantagem socialista, se o candidato do PS fosse José Luís Carneiro.Já entre os que votaram PS em 2022, Pedro Nuno Santos leva vantagem sobre José Luís Carneiro, enquanto nos eleitores de centro e direita ? concretamente os que votaram PSD, Iniciativa Liberal e CDS ? o candidato preferido seria Pedro Passos Coelho.Para o debate desta semana são nossos convidados Pedro Duarte, Coordenador do Conselho Estratégico Nacional do PSD, os deputados do PS Jamila Madeira (que apoia José Luís Carneiro) e Pedro Delgado Alves (que está com Pedro Nuno Santos), o diretor do jornal Público David Pontes, connosco a partir de Bruxelas, e ainda Ricardo Ferreira Reis, da Católica Sondagens, que coordenou o estudo de opinião com que começamos hoje o debate.</description>
          <pubDate>Tue, 28 Nov 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> A estabilidade política é possível? </title>
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          <itunes:summary>Faz hoje exatamente duas semanas que um terramoto político sacudiu o país. O primeiro-ministro demitiu-se após saber que era suspeito num processo judicial e o Presidente da República decidiu dissolver o parlamento.Quinze dias depois ainda não cessaram as ondas de choque, mesmo entre as mais altas figuras do estado, o Presidente e o demissionário chefe do governo, com o Presidente do parlamento pelo meio, numa entrevista controversa dada aqui na RTP.São nossos convidados esta noite os ex-Eurodeputados Ana Gomes e Diogo Feio, o antigo ministro  ngelo Correia, o constitucionalista Jorge Reis Novais e vai juntar-se a nós mais tarde o Consultor de Assuntos Europeus, Henrique Burnay, que trabalha em lobbying, legal e regulamentado, junto da União Europeia.</itunes:summary>
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          <description>Faz hoje exatamente duas semanas que um terramoto político sacudiu o país. O primeiro-ministro demitiu-se após saber que era suspeito num processo judicial e o Presidente da República decidiu dissolver o parlamento.Quinze dias depois ainda não cessaram as ondas de choque, mesmo entre as mais altas figuras do estado, o Presidente e o demissionário chefe do governo, com o Presidente do parlamento pelo meio, numa entrevista controversa dada aqui na RTP.São nossos convidados esta noite os ex-Eurodeputados Ana Gomes e Diogo Feio, o antigo ministro  ngelo Correia, o constitucionalista Jorge Reis Novais e vai juntar-se a nós mais tarde o Consultor de Assuntos Europeus, Henrique Burnay, que trabalha em lobbying, legal e regulamentado, junto da União Europeia.</description>
          <pubDate>Tue, 21 Nov 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Que Futuro político para o país? </title>
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          <itunes:summary>Atravessamos uma das mais graves crises políticas da história da democracia, precisamente nos seus 50 anos. Uma investigação judicial provoca a queda do governo socialista, mas a par da hecatombe política do PS, as razões da justiça têm sido enfraquecidas no espaço público, desde erros, ao desencontro da vontade entre o juiz e o Ministério Público para as medidas de coação aos arguidos. Saíram todos em liberdade. Caíram as suspeitas mais graves.Vamos para eleições em Março, mas o Presidente quer o Orçamento do Estado aprovado e o país em gestão eficiente. Já alguém disse por estes dias que não há soluções mágicas.No ?É ou não é?? de hoje, debatemos todos estes ângulos com os ex- ministros de governos PSD e PS José Silva Peneda,  António Correia de  Campos, Miguel Poiares Maduro, o jornalista António José Teixeira e advogada Carmo Afonso.</itunes:summary>
          <itunes:episode>109</itunes:episode>
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          <description>Atravessamos uma das mais graves crises políticas da história da democracia, precisamente nos seus 50 anos. Uma investigação judicial provoca a queda do governo socialista, mas a par da hecatombe política do PS, as razões da justiça têm sido enfraquecidas no espaço público, desde erros, ao desencontro da vontade entre o juiz e o Ministério Público para as medidas de coação aos arguidos. Saíram todos em liberdade. Caíram as suspeitas mais graves.Vamos para eleições em Março, mas o Presidente quer o Orçamento do Estado aprovado e o país em gestão eficiente. Já alguém disse por estes dias que não há soluções mágicas.No ?É ou não é?? de hoje, debatemos todos estes ângulos com os ex- ministros de governos PSD e PS José Silva Peneda,  António Correia de  Campos, Miguel Poiares Maduro, o jornalista António José Teixeira e advogada Carmo Afonso.</description>
          <pubDate>Tue, 14 Nov 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Demissão do PM: Que consequências? </title>
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          <itunes:summary>O dia de hoje marca o fim de uma era política no país. António Costa demitiu-se após quase oito anos como primeiro-ministro, o segundo chefe de governo com mais tempo em funções na democracia portuguesa, aquém apenas de Cavaco Silva. O primeiro-ministro demitiu-se ao início da tarde de hoje, na sequência de investigações sobre exploração de lítio e hidrogénio no pais, que levaram à detenção do chefe de gabinete de António Costa e que acabaram, soube-se mais tarde, por envolver numa suspeita de envolvimento do próprio primeiro-ministro.O que se segue na vida do país depende muito do que vai decidir o Presidente da República,que há minutos saiu a caminhar do palácio de Belém, acompanhado pelos jornalistas mas sem dizer nada desta vez.Esta semana e para um debate especial, contamos com o contributo de Marina Costa Lobo, politóloga, Rosália Amorim, jornalista e Diretora da TSF, Manuel Carvalho, jornalista do Público, o advogado Miguel Matias, do Professor de Direito Constitucional Jorge Reis Novais e do politólogo António Costa Pinto.</itunes:summary>
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          <description>O dia de hoje marca o fim de uma era política no país. António Costa demitiu-se após quase oito anos como primeiro-ministro, o segundo chefe de governo com mais tempo em funções na democracia portuguesa, aquém apenas de Cavaco Silva. O primeiro-ministro demitiu-se ao início da tarde de hoje, na sequência de investigações sobre exploração de lítio e hidrogénio no pais, que levaram à detenção do chefe de gabinete de António Costa e que acabaram, soube-se mais tarde, por envolver numa suspeita de envolvimento do próprio primeiro-ministro.O que se segue na vida do país depende muito do que vai decidir o Presidente da República,que há minutos saiu a caminhar do palácio de Belém, acompanhado pelos jornalistas mas sem dizer nada desta vez.Esta semana e para um debate especial, contamos com o contributo de Marina Costa Lobo, politóloga, Rosália Amorim, jornalista e Diretora da TSF, Manuel Carvalho, jornalista do Público, o advogado Miguel Matias, do Professor de Direito Constitucional Jorge Reis Novais e do politólogo António Costa Pinto.</description>
          <pubDate>Tue, 07 Nov 2023 22:30:00 +0000</pubDate>
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          <title> Envelhecimento: como viver mais e melhor? </title>
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          <itunes:summary>A frase, bem humorada, já foi atribuída a vários autores, a de que envelhecer pode não ser grande coisa, mas que a alternativa é pior. Certo é que quanto mais o ser humano atrasa a fatalidade da morte, tem de lidar com outra certeza, a do envelhecimento. Ou seja, celebramos a conquista de viver mais, graças ao conhecimento e à ciência, mas não há como iludir as consequências, de ter lidar com mais doenças, de precisar de um rendimento alternativo ao trabalho durante mais tempo, de necessitarmos de quem cuide de nós. Naquele que já é hoje o terceiro país mais envelhecido da Europa, Portugal, vamos ao debate sobre se &quot;é ou não é&quot; possível envelhecer melhor.São meus convidados a demógrafa Maria João Valente Rosa,  professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a economista Helena Sacadura Cabral, que completa em breve 89 anos, o médico Pedro Cantista, atual Presidente da Associação Portuguesa de Osteoporose, e à distância mas em permanência também  o epidemiologista Henrique Barros,Presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, o jurista Ricardo Pocinho, que preside à Associação Nacional de Gerontologia Social e o psicólogo Óscar Ribeiro, professor na Universidade de Aveiro e que tem feito trabalho de investigação, entre outros, junto de pessoas com mais de cem anos.</itunes:summary>
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          <description>A frase, bem humorada, já foi atribuída a vários autores, a de que envelhecer pode não ser grande coisa, mas que a alternativa é pior. Certo é que quanto mais o ser humano atrasa a fatalidade da morte, tem de lidar com outra certeza, a do envelhecimento. Ou seja, celebramos a conquista de viver mais, graças ao conhecimento e à ciência, mas não há como iludir as consequências, de ter lidar com mais doenças, de precisar de um rendimento alternativo ao trabalho durante mais tempo, de necessitarmos de quem cuide de nós. Naquele que já é hoje o terceiro país mais envelhecido da Europa, Portugal, vamos ao debate sobre se &quot;é ou não é&quot; possível envelhecer melhor.São meus convidados a demógrafa Maria João Valente Rosa,  professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a economista Helena Sacadura Cabral, que completa em breve 89 anos, o médico Pedro Cantista, atual Presidente da Associação Portuguesa de Osteoporose, e à distância mas em permanência também  o epidemiologista Henrique Barros,Presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, o jurista Ricardo Pocinho, que preside à Associação Nacional de Gerontologia Social e o psicólogo Óscar Ribeiro, professor na Universidade de Aveiro e que tem feito trabalho de investigação, entre outros, junto de pessoas com mais de cem anos.</description>
          <pubDate>Tue, 31 Oct 2023 22:15:00 +0000</pubDate>
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          <title> Israel e Palestina: Como acabar com a Guerra </title>
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          <itunes:summary>Após duas semanas e meia, nada parece poder travar o conflito entre Israel e o Hamas e hoje até as declarações de destacados dirigentes mundiais, como António Guterres e Emmanuel Macron, vieram extremar ainda mais as reações dos dois lados da barricada.O secretário geral da ONU disse que os ataques do Hamas &quot;não aconteceram do nada&quot;, o que desagradou profundamente a Israel... enquanto Emmanuel Macron apelou a uma coligação intenacional para combater o Hamas, a exemplo do que aconteceu com o Estado islâmico, o que caiu muito mal esntre os palestinianos.Este é o debate sobre o momento que se vive no Médio Oriente, questionando se é ou não é possível encontrar um caminho para travar esta guerra, que pode ser longa.Para debater reunimos o contributo dos nossos convidados da semana: António José Telo,  Historiador e Professor da Academia Militar, Francisco Pereira Coutinho, Professor associado na Nova School of Law, Shahd Wadi, Investigadora e ativista, Miriam Assor, Jornalista e escritora, em direto de Chisinau, na Moldova, Filipe Pathé Duarte, Investigador da Nova School of Law e Comentador RTP,  e em direto dos estúdios do Porto, Manuel Loff, Historiador e professor associado na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Mais à frente reuniremos também o contributo de Nelson Olim, Médico cirurgião, profissional de medicina de emergência e conselheiro de equipas médicas de emergência da OMS no Médio Oriente.</itunes:summary>
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          <description>Após duas semanas e meia, nada parece poder travar o conflito entre Israel e o Hamas e hoje até as declarações de destacados dirigentes mundiais, como António Guterres e Emmanuel Macron, vieram extremar ainda mais as reações dos dois lados da barricada.O secretário geral da ONU disse que os ataques do Hamas &quot;não aconteceram do nada&quot;, o que desagradou profundamente a Israel... enquanto Emmanuel Macron apelou a uma coligação intenacional para combater o Hamas, a exemplo do que aconteceu com o Estado islâmico, o que caiu muito mal esntre os palestinianos.Este é o debate sobre o momento que se vive no Médio Oriente, questionando se é ou não é possível encontrar um caminho para travar esta guerra, que pode ser longa.Para debater reunimos o contributo dos nossos convidados da semana: António José Telo,  Historiador e Professor da Academia Militar, Francisco Pereira Coutinho, Professor associado na Nova School of Law, Shahd Wadi, Investigadora e ativista, Miriam Assor, Jornalista e escritora, em direto de Chisinau, na Moldova, Filipe Pathé Duarte, Investigador da Nova School of Law e Comentador RTP,  e em direto dos estúdios do Porto, Manuel Loff, Historiador e professor associado na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Mais à frente reuniremos também o contributo de Nelson Olim, Médico cirurgião, profissional de medicina de emergência e conselheiro de equipas médicas de emergência da OMS no Médio Oriente.</description>
          <pubDate>Tue, 24 Oct 2023 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> É possível um acordo na saúde? </title>
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          <itunes:summary>São tempos de alta tensão no serviço nacional de saúde, entre o governo e os médicos. Os médicos denunciam um grande desgaste acumulado e são já milhares os que recusam fazer horas extraordinárias, além das 150 obrigatórias por lei. Com um funcionamento do SNS muito dependente do trabalho suplementar, o governo apresentou novos incentivos na semana passada, como um subsídio de 500 euros para quem faz urgências e a hipótese de regresso às 35 horas semanais, mas os sindicatos dizem que não é suficiente.Há uma nova ronda negocial na próxima quinta-feira, dia 19, que pode ser a última hipótese de evitar um Novembro caótico no SNS.O problema tem solução imediata? É a pergunta de partida para os meus vários convidados desta noite. Em direto do estúdio da RTP em Coimbra está o Bastonário da Ordem dos Médicos Carlos Cortes, nos estúdios de Lisboa estão connosco a antiga ministra da Saúde Ana Jorge, o especialista de Economia em Saúde Pedro Pita Barros, os responsáveis sindicais Joana Bordalo e Sá ,da FNAM, Federação Nacional dos Médicos e Jorge Roque da Cunha do SIM, Sindicato Independente dos Médicos e Xavier Barreto, o Presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares. Em direto de Viseu está connosco Vítor Almeida, ex-presidente do Colégio da Competência em Emergência Médica e ainda se juntará a este debate a porta-voz do movimento &quot;Médicos em Luta&quot;, Susana Costa.</itunes:summary>
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          <description>São tempos de alta tensão no serviço nacional de saúde, entre o governo e os médicos. Os médicos denunciam um grande desgaste acumulado e são já milhares os que recusam fazer horas extraordinárias, além das 150 obrigatórias por lei. Com um funcionamento do SNS muito dependente do trabalho suplementar, o governo apresentou novos incentivos na semana passada, como um subsídio de 500 euros para quem faz urgências e a hipótese de regresso às 35 horas semanais, mas os sindicatos dizem que não é suficiente.Há uma nova ronda negocial na próxima quinta-feira, dia 19, que pode ser a última hipótese de evitar um Novembro caótico no SNS.O problema tem solução imediata? É a pergunta de partida para os meus vários convidados desta noite. Em direto do estúdio da RTP em Coimbra está o Bastonário da Ordem dos Médicos Carlos Cortes, nos estúdios de Lisboa estão connosco a antiga ministra da Saúde Ana Jorge, o especialista de Economia em Saúde Pedro Pita Barros, os responsáveis sindicais Joana Bordalo e Sá ,da FNAM, Federação Nacional dos Médicos e Jorge Roque da Cunha do SIM, Sindicato Independente dos Médicos e Xavier Barreto, o Presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares. Em direto de Viseu está connosco Vítor Almeida, ex-presidente do Colégio da Competência em Emergência Médica e ainda se juntará a este debate a porta-voz do movimento &quot;Médicos em Luta&quot;, Susana Costa.</description>
          <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 02:10:00 +0100</pubDate>
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          <title> O que esperar do novo Orçamento de Estado para 2024? </title>
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          <itunes:summary>Já temos orçamento do estado para 2024. A maioria socialista vai fazê-lo passar mas as oposições da direita e da esquerda encontraram-lhe defeitos graves e um deles é o de ser uma opção de continuidade. À direita houve críticas para o aumento da carga fiscal nos impostos indirectos e à esquerda as opções que mantém na pobreza os mais frágeis. Mas vamos esta noite olhar para as opções de Fernando Medina com o seu antecessor, o  ex-ministro das finanças João Leão, com os Professores João Borges de Assunção e José Reis, o ex-ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral, e a diretora da TSF Rosália Amorim.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 10 Oct 2023 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> É necessário retirar o telemóvel da escola? </title>
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          <itunes:summary>É um debate se impõe neste tempo em que todos vivemos agarrados aos ecrâs e em que os mais novos, os ditos nativos digitais, têm nos telemóveis quase uma extensão do próprio corpo. Até que ponto faz sentido proibir a utilização do smartphone nas escolas, incluindo os recreios?Em Portugal, algumas escolas já baniram a entrada de telemóveis, para promover a concentração dos alunos nas aulas e mais interação entre colegas nos intervalos.E isto numa altura em que já se admite que a dependência dos ecrãs está a ter consequências num menor desenvolvimento cognitivo das novas gerações,... que podem ser as primeiras a ter um QI inferior ao dos pais.Na Europa, vários países colocam também um travão aos manuais escolares digitais, numa altura em que, em Portugal, há cada vez mais alunos, já mais de 20 mil, que aprendem com recurso a meios eletrónicos.Recebemos esta noite a Professora Elisabete Jesus, professora de História e Autora de Manuais, tanto analógicos como de conteúdos digitais, Carlos Neto, Professor catedrático emérito da Faculdade de Motricidade Humana, a psicóloga Raquel Raimundo, Presidente da Delegação Regional do Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses, em direto do Porto a Presidente da CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais - Mariana Carvalho, e em direto de Madrid o ministro da Educação João Costa.</itunes:summary>
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          <description>É um debate se impõe neste tempo em que todos vivemos agarrados aos ecrâs e em que os mais novos, os ditos nativos digitais, têm nos telemóveis quase uma extensão do próprio corpo. Até que ponto faz sentido proibir a utilização do smartphone nas escolas, incluindo os recreios?Em Portugal, algumas escolas já baniram a entrada de telemóveis, para promover a concentração dos alunos nas aulas e mais interação entre colegas nos intervalos.E isto numa altura em que já se admite que a dependência dos ecrãs está a ter consequências num menor desenvolvimento cognitivo das novas gerações,... que podem ser as primeiras a ter um QI inferior ao dos pais.Na Europa, vários países colocam também um travão aos manuais escolares digitais, numa altura em que, em Portugal, há cada vez mais alunos, já mais de 20 mil, que aprendem com recurso a meios eletrónicos.Recebemos esta noite a Professora Elisabete Jesus, professora de História e Autora de Manuais, tanto analógicos como de conteúdos digitais, Carlos Neto, Professor catedrático emérito da Faculdade de Motricidade Humana, a psicóloga Raquel Raimundo, Presidente da Delegação Regional do Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses, em direto do Porto a Presidente da CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais - Mariana Carvalho, e em direto de Madrid o ministro da Educação João Costa.</description>
          <pubDate>Tue, 03 Oct 2023 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> Há solução para mais habitação? </title>
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          <itunes:summary>O país tem vários problemas, mas o da habitação é dos mais prementes e chega a parecer um beco sem saída. A procura aumentou e a oferta não é suficiente, em particular nas maiores cidades, os preços dispararam, a classe média tem dificuldade em comprar ou arrendar e a maioria dos jovens está condenada a permanecer fora do mercado habitacional.O governo reaprovou o programa Mais Habitação, com medidas diversas sobre arrendamento, alojamento local, edifícios devolutos e impostos, mas são mais as críticas que os aplausos.Há solução para a habitação? É o que perguntamos esta noite aos nossos convidados Francisco Rocha Antunes, promotor imobiliário, a geógrafa Alda Azevedo, especialista em demografia da habitação, Ricardo Guimarães, Diretor da Confidencial Imobiliário, Hugo Almeida Vilares, Professor da Faculdade de Economia do Porto, e, a partir do Porto, precisamente, o presidente do grupo de construção Casais, António Carlos Rodrigues.</itunes:summary>
          <itunes:episode>102</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 22:09:00 +0100</pubDate>
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          <title> Ciclone Euribor: As famílias aguentam? </title>
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          <itunes:summary>Não há como dizer de outra forma: muitas famílias portuguesas, muitos milhares de famílias, estão a viver um drama para pagar as contas ao fim do mês, particularmente devido ao aumento das taxas de juro com impacto no crédito à habitação.Daqui a dois dias, o governo prepara-se para anunciar novas medidas de apoio, incluindo um corte nas taxas Euribor - mas isso acontece apenas uns dias depois de o Banco Central Europeu ter decidido mais uma subida das taxas de juro.Estamos num momento de contradições ou apenas numa inevitável busca de equilíbrio entre o combate à inflação e a proteção dos que estão em dificuldades? Poderá a cura fazer tanto mal como a doença? Indo ao concreto, até que ponto as famílias aguentam pagar mais e mais pelos empréstimos, numa altura em que também as rendas de casa e o preço dos combustíveis atingem valores recorde em Portugal.Respondem esta noite na RTP os economistas Miguel St. Aubyn, professor do ISEG e que se junta a nós a partir da Alemanha, e Pedro Brinca, professor da Nova SBE, aqui em estúdio. Também a Coordenadora Gabinete de Proteção Financeira da DECO, Natália Nunes, e os jornalistas Rosália Amorim, Diretora do Diário de Notícias e Pedro Sousa Carvalho, comentador RTP.Mas o debate não começa sem antes apresentarmos uma entrevista exclusiva com o Governador do Banco de Portugal. Mário Centeno defende a política que está a ser seguida pelo BCE, embora dê a entender que não concordou com mais este aumento das taxas de juro. Ainda assim, acredita que o caminho permitirá reduzir a inflação até dois por cento e prevê que uma descida nas taxas Euribor poderá ser sentida a partir do final do ano.</itunes:summary>
          <itunes:episode>101</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 19 Sep 2023 02:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> É ou não é necessário salvar o jornalismo? </title>
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          <itunes:summary>Os últimos anos deixam-nos a certeza de que o jornalismo está em crise. Nos últimos dias, há notícias que demonstram que essa crise se agrava, particularmente em Portugal. O jornal ?A Bola?, outrora um projeto de enorme sucesso económico, acaba de despedir dois terços dos seus profissionais, enquanto outros grandes grupos reduzem o número de quadros e preparam reestruturações.Quase ao mesmo tempo, vem dos Açores a intenção do governo regional de financiar diretamente órgãos de comunicação social privados, para que possam sobreviver. Não faltam exemplos, também no mundo, para justificar a nossa pergunta de hoje, sobre se ?é ou não é necessário salvar o jornalismo??.Procuramos  respostas junto dos nossos convidados: José Pacheco Pereira, historiador, comentador e há muito um observador crítico da atividade dos média, Miguel Poiares Maduro, professor universitário e antigo ministro com a tutela da comunicação social, a professora de jornalismo Carla Batista, também investigadora do Instituto de Comunicação da Universidade NOVA, o jornalista Miguel Carvalho, destacado e premiado repórter, que, após mais de 20 anos, tomou a decisão de sair da revista Visão. À distância contamos ainda com importantes contributos do Presidente do Sindicatos dos Jornalistas Luís Filipe Simões, e mais dois profissionais deste ofício, a Margarida David Cardoso, do projeto Fumaça, e o Manuel Carvalho, do Público, que esteve muitos anos na direção do jornal e viveu, com responsabilidades editoriais, estes tempos de mudança acentuada no jornalismo.</itunes:summary>
          <itunes:episode>100</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 12 Sep 2023 22:09:00 +0100</pubDate>
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          <title> Qual é o estado da Nação? </title>
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          <itunes:summary>Estamos na semana que marca o fim do ano político com o debate do Estado da Nação, quinta-feira no Parlamento e também com o Conselho de Estado agendado pelo Presidente da República para sexta-feira. Este é também o último programa da temporada e, por isso, o debate faz-se em direto das instalações do Instituto Superior Técnico, no campus do Taguspark, em Oeiras.Esta semana reunimos dois paineis para olhar o país. Afinal, qual é o estado da nação? Pode ser a pergunta de partida para este debate.No primeiro painel contamos com Francisco Assis, que é o atual presidente do Conselho Económico e Social, José Silva Peneda, antigo ministro do Emprego e da Segurança Social, também foi presidente do Conselho Económico e Social, igualmente assessor do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker; Arménio Carlos, secretário geral da CGTP e a diretora do Diário de Notícias Rosália Amorim.Já na segunda parte contamos com João Soares, antigo presidente da Câmara de Lisboa, ex-ministro e comentador RTP, José Matos Correia, advogado, antigo deputado e antigo Vice-Presidente do Partido Social Democrata, Ana Drago, socióloga e comentadora da RTP, e ainda o também comentador RTP, politólogo, professor jubilado e investigador de Ciência Política, António Costa Pinto. </itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 18 Jul 2023 22:09:00 +0100</pubDate>
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          <title> Portugal está pronto para a Jornada Mundial da Juventude? </title>
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          <itunes:summary>Nunca um só evento atraiu tanta gente a Portugal em tão pouco tempo. Há 25 anos tivemos a Expo, há quase 20 o Euro 2004,  mas, em seis dias apenas, a Jornada Mundial da Juventude deverá trazer a Portugal, e particularmente à região de Lisboa, mais de um milhão de peregrinos.A 20 dias do início dessa semana única, com a presença do Papa Francisco, vamos perceber se está tudo pronto (ou quase) para receber a imensa multidão e também o que esta Jornada deixará como legado para o futuro, dos jovens e do país.São meus convidados todos os grande protagonistas da organização, desde logo o Presidente da Fundação JMJ-Lisboa 2023, o bispo Américo Aguiar, futuro Cardeal português da Igreja católica, soube-se anteontem, a Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares Ana Catarina Mendes, que coordena este dossiê no governo português, o Presidente da Câmara de Lisboa Carlos Moedas, cidade anfitriã da Jornada, a Reitora da Universidade Católica Portuguesa Isabel Capeloa Gil, o jornalista especialista em assuntos religiosos António Marujo, jornalista da publicação online &quot;Sete Margens&quot; e ainda Sónia Paixão, Vice-presidente da Câmara de Loures, que partilha com Lisboa o grande espaço de celebração desta Jornada Mundial.</itunes:summary>
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          <description>Nunca um só evento atraiu tanta gente a Portugal em tão pouco tempo. Há 25 anos tivemos a Expo, há quase 20 o Euro 2004,  mas, em seis dias apenas, a Jornada Mundial da Juventude deverá trazer a Portugal, e particularmente à região de Lisboa, mais de um milhão de peregrinos.A 20 dias do início dessa semana única, com a presença do Papa Francisco, vamos perceber se está tudo pronto (ou quase) para receber a imensa multidão e também o que esta Jornada deixará como legado para o futuro, dos jovens e do país.São meus convidados todos os grande protagonistas da organização, desde logo o Presidente da Fundação JMJ-Lisboa 2023, o bispo Américo Aguiar, futuro Cardeal português da Igreja católica, soube-se anteontem, a Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares Ana Catarina Mendes, que coordena este dossiê no governo português, o Presidente da Câmara de Lisboa Carlos Moedas, cidade anfitriã da Jornada, a Reitora da Universidade Católica Portuguesa Isabel Capeloa Gil, o jornalista especialista em assuntos religiosos António Marujo, jornalista da publicação online &quot;Sete Margens&quot; e ainda Sónia Paixão, Vice-presidente da Câmara de Loures, que partilha com Lisboa o grande espaço de celebração desta Jornada Mundial.</description>
          <pubDate>Thu, 13 Jul 2023 11:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> É necessário conter os salários? </title>
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          <itunes:summary>A presidente do Banco Central Europeu conseguiu algo muito invulgar em Portugal? que Presidente da República, Primeiro-ministro e o líder da oposição estivessem em sintonia. Todos criticam a decisão de voltar a subir as taxas de juro que o BCE vê como indispensável ao combate á inflação de preços.Para debater o tema são hoje meus convidados quatro destacados especialistas, todos professores de Economia? Francisco Louçã, também antigo coordenador do Bçloco de Esquerda,? João Leão, ex-ministro das Finanças, Sandra Maximiano, professora do ISEG, e Ricardo Reis, da London School of Economics e que está connosco precisamente em direto de Londres.</itunes:summary>
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          <description>A presidente do Banco Central Europeu conseguiu algo muito invulgar em Portugal? que Presidente da República, Primeiro-ministro e o líder da oposição estivessem em sintonia. Todos criticam a decisão de voltar a subir as taxas de juro que o BCE vê como indispensável ao combate á inflação de preços.Para debater o tema são hoje meus convidados quatro destacados especialistas, todos professores de Economia? Francisco Louçã, também antigo coordenador do Bçloco de Esquerda,? João Leão, ex-ministro das Finanças, Sandra Maximiano, professora do ISEG, e Ricardo Reis, da London School of Economics e que está connosco precisamente em direto de Londres.</description>
          <pubDate>Tue, 04 Jul 2023 22:09:00 +0100</pubDate>
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          <title> O que é preciso mudar no país? </title>
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          <itunes:summary>Esta semana alargamos o debate e discutimos o país que somos e o que poderíamos ser.Vai ser um programa com protagonistas de áreas muito diferentes, para sair da encruzilhada de um Portugal que sondagens recentes revelam como um país desencantado, mas onde há vários sinais de que é possível ter sucesso em áreas internacionais muito competitivas.Um exemplo flagrante, e também recente, é o da série Rabo de Peixe e o realizador Augusto Fraga vai estar entre os meus convidados desta noite. Contamos também com Paulo Gomes, um empresário que produz jogos de vídeo, de Portugal para todo o mundo. Juntamos ainda no debate a socióloga Sheila Khan, e escritora Susana Moreira Marques, o antigo ministro da Educação Marçal Grilo e ainda Pedro Magalhães, um dos maiores investigadores na área da opinião pública e comportamento eleitoral.Numa lógica de descentralização, fazemos este debate em direto de Torres Vedras, um &quot;É ou não é?&quot; especial, que até por isso vai ter em direto a música da Garota Não, uma das vozes que marcam claramente o país que somos hoje.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 28 Jun 2023 01:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Se estudamos mais, por que não ganhamos melhor? </title>
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          <itunes:summary>Ultrapassada a pandemia o mercado de trabalho em Portugal e no resto do mundo recuperou o fôlego anterior a 2020. Quando todos nós já respirávamos de alívio somos atacados pela inflação que veio dinamitar o poder de compra dos portugueses. Desvalorizou ainda mais os salários e sobretudo colocou à vista uma ferida aberta nos últimos anos. Os trabalhadores com mais estudos e mais qualificações não são os que recebem as remunerações mais justas e proporcionais as qualificações adquiridas. Por tudo isto, será que não é possível pagar melhores salários em Portugal aos que estudam mais e que têm maiores qualificações?.Mote para o debate desta noite. São nossos convidados esta noite no É ou não É? Susana Peralta, Professora de Economia na NOVA SBE, Paulo Marques, Professor Economia Política do ISCTE, Rogério Carapuça, Presidente da APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações eAusenda Oliveira, Professora na Egas Moniz School of Health and Science e Coordenadora da pós-graduação em Gestão do Bem-estar e da Felicidade Organizacional.Neste debate juntam-se também a nós dois dos protagonistas deste assunto que vamos aqui discutir. Adriana Filipa Lopes Cardoso, 23 anos Finalista do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas e Daniel Romão, 26 anos atualmente Mediador de Seguros</itunes:summary>
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          <description>Ultrapassada a pandemia o mercado de trabalho em Portugal e no resto do mundo recuperou o fôlego anterior a 2020. Quando todos nós já respirávamos de alívio somos atacados pela inflação que veio dinamitar o poder de compra dos portugueses. Desvalorizou ainda mais os salários e sobretudo colocou à vista uma ferida aberta nos últimos anos. Os trabalhadores com mais estudos e mais qualificações não são os que recebem as remunerações mais justas e proporcionais as qualificações adquiridas. Por tudo isto, será que não é possível pagar melhores salários em Portugal aos que estudam mais e que têm maiores qualificações?.Mote para o debate desta noite. São nossos convidados esta noite no É ou não É? Susana Peralta, Professora de Economia na NOVA SBE, Paulo Marques, Professor Economia Política do ISCTE, Rogério Carapuça, Presidente da APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações eAusenda Oliveira, Professora na Egas Moniz School of Health and Science e Coordenadora da pós-graduação em Gestão do Bem-estar e da Felicidade Organizacional.Neste debate juntam-se também a nós dois dos protagonistas deste assunto que vamos aqui discutir. Adriana Filipa Lopes Cardoso, 23 anos Finalista do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas e Daniel Romão, 26 anos atualmente Mediador de Seguros</description>
          <pubDate>Tue, 20 Jun 2023 22:56:00 +0100</pubDate>
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          <title> Privatização da TAP: sim ou não? </title>
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          <itunes:summary>Muito se tem discutido a TAP a partir do passado, em particular do passado recente. Sem perder de vista o caminho percorrido, a proposta para o debate de hoje é colocar os olhos no futuro e procurar a resposta mais concreta sobre qual a solução que serve melhor os interesses do país e dos portugueses: uma TAP com maioria de capital privado ou com controlo estratégico do Estado? O melhor de dois mundos parece impossível de conciliar, o governo decidiu que a privatização avança já no próximo mês mas também há quem não se conforme com a ideia de uma TAP vista como um &quot;ativo tóxico&quot; e que é preciso vender depressa.É o caso de dois dos nossos convidados desta noite: o professor de Direito e ex-secretário de estado Miguel Prata Roque e o consultor estratégico Luís Ferreira, com grande experiência de consultoria em serviços públicos. Ao contrário, defendem a privatização da companhia aérea portuguesa o engenheiro, economista e gestor de empresas, além de ex-ministro da Indústria e Energia, Luís Mira Amaral, e o especialista em Transporte aéreo e turismo Sérgio Palma Brito. Contamos ainda com a jornalista do Expresso Anabela Campos, que acompanha há anos os temas relacionados com a aviação.</itunes:summary>
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          <description>Muito se tem discutido a TAP a partir do passado, em particular do passado recente. Sem perder de vista o caminho percorrido, a proposta para o debate de hoje é colocar os olhos no futuro e procurar a resposta mais concreta sobre qual a solução que serve melhor os interesses do país e dos portugueses: uma TAP com maioria de capital privado ou com controlo estratégico do Estado? O melhor de dois mundos parece impossível de conciliar, o governo decidiu que a privatização avança já no próximo mês mas também há quem não se conforme com a ideia de uma TAP vista como um &quot;ativo tóxico&quot; e que é preciso vender depressa.É o caso de dois dos nossos convidados desta noite: o professor de Direito e ex-secretário de estado Miguel Prata Roque e o consultor estratégico Luís Ferreira, com grande experiência de consultoria em serviços públicos. Ao contrário, defendem a privatização da companhia aérea portuguesa o engenheiro, economista e gestor de empresas, além de ex-ministro da Indústria e Energia, Luís Mira Amaral, e o especialista em Transporte aéreo e turismo Sérgio Palma Brito. Contamos ainda com a jornalista do Expresso Anabela Campos, que acompanha há anos os temas relacionados com a aviação.</description>
          <pubDate>Tue, 13 Jun 2023 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Inteligência Artificial: ameaça ou revolução? </title>
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          <itunes:summary>A Inteligência Artificial está longe de ser uma novidade absoluta, mas o ano 2022 marcou um avanço histórico. Nos últimos meses, a chegada do Chat GPT mostrou que há uma revolução nos conteúdos que é possível produzir e que já está, literalmente, nas nossas mãos, nos telemóveis de cada um de nós. Que novo mundo é este, afinal? É o que vamos debater, na certeza de que abre incríveis oportunidades de investigação mas que é visto também como uma ameaça para o futuro do ser humano na sua relação com as máquinas..Para o debate em estúdio, contamos com Cátia Batista, professora da Nova SBE, Mário Campolargo, o secretário de estado da Digitalização e Modernização Administrativa, Luís sarmento, CEO da Inductiva Research Las, uma empresa de que atua precisamente na área da inteligência artificial, Joana Gonçalves de Sá, investigadora do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas e que se debruça o estudo dos algoritmos que são a base da Inteligência Artificial, e a partir do Porto, Liliana Ferreira, presidente da Fraunhofer Portugal, um centro de investigação de origem alemã, vocacionado para a investigação aplicada e com uma relação direta com o meio empresarial e ainda Luís Paulo Reis, o professor da Faculdade de Engenharia do Porto, que é também Presidente da Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial.</itunes:summary>
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          <description>A Inteligência Artificial está longe de ser uma novidade absoluta, mas o ano 2022 marcou um avanço histórico. Nos últimos meses, a chegada do Chat GPT mostrou que há uma revolução nos conteúdos que é possível produzir e que já está, literalmente, nas nossas mãos, nos telemóveis de cada um de nós. Que novo mundo é este, afinal? É o que vamos debater, na certeza de que abre incríveis oportunidades de investigação mas que é visto também como uma ameaça para o futuro do ser humano na sua relação com as máquinas..Para o debate em estúdio, contamos com Cátia Batista, professora da Nova SBE, Mário Campolargo, o secretário de estado da Digitalização e Modernização Administrativa, Luís sarmento, CEO da Inductiva Research Las, uma empresa de que atua precisamente na área da inteligência artificial, Joana Gonçalves de Sá, investigadora do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas e que se debruça o estudo dos algoritmos que são a base da Inteligência Artificial, e a partir do Porto, Liliana Ferreira, presidente da Fraunhofer Portugal, um centro de investigação de origem alemã, vocacionado para a investigação aplicada e com uma relação direta com o meio empresarial e ainda Luís Paulo Reis, o professor da Faculdade de Engenharia do Porto, que é também Presidente da Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial.</description>
          <pubDate>Tue, 06 Jun 2023 22:02:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que futuro para a pesca em Portugal? </title>
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          <itunes:summary>O dia do pescador assinala-se a 31 de maio, mas a RTP antecipou o debate sobre o futuro das pescas no programa desta noite. Hoje há menos jovens atraídos pelo &quot;chamamento do mar&quot; e os armadores têm que ir a latitudes longínquas para &quot;pescar&quot; a mão de obra de que precisam para que esta atividade não pare. Os pescadores queixam-se dos baixos preços a que o peixe é vendido em lota e das margens de lucro excessivas de quem vende. Mas os desafios do setor também passam pelas alterações climáticas, pela poluição marinha e por uma economia azul que traz promessas mas também desafios temidos por muitos pescadores. É ou não é possível pescar mais e melhor num oceano onde &quot;nem tudo o que vem à rede, tem necessariamente de ser peixe?&quot; O debate desta semana faz-se com os contributos em direto das Caxinas, ponto de encontro de Vila do Conde com a Póvoa de Varzim, com o contributo a partir de Bruxelas da Ministra da Agricultura e Alimentação Maria do Céu Antunes. Já no palco do debate, nos novos armazéns de aprestos de Vila Do Conde, reunimos os contributos de Abel Coentrão, Jornalista, Jerónimo Viana, Diretor da Mútua dos Pescadores; Maria José Neto, Pescadora, Álvaro Garrido, Professor e diretor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Sérgio Miguel Leandro, Diretor da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, Renata Serradeiro, CEO da Fltlantic e ainda de Carlos Cruz, Presidente da APROPESCA.</itunes:summary>
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          <description>O dia do pescador assinala-se a 31 de maio, mas a RTP antecipou o debate sobre o futuro das pescas no programa desta noite. Hoje há menos jovens atraídos pelo &quot;chamamento do mar&quot; e os armadores têm que ir a latitudes longínquas para &quot;pescar&quot; a mão de obra de que precisam para que esta atividade não pare. Os pescadores queixam-se dos baixos preços a que o peixe é vendido em lota e das margens de lucro excessivas de quem vende. Mas os desafios do setor também passam pelas alterações climáticas, pela poluição marinha e por uma economia azul que traz promessas mas também desafios temidos por muitos pescadores. É ou não é possível pescar mais e melhor num oceano onde &quot;nem tudo o que vem à rede, tem necessariamente de ser peixe?&quot; O debate desta semana faz-se com os contributos em direto das Caxinas, ponto de encontro de Vila do Conde com a Póvoa de Varzim, com o contributo a partir de Bruxelas da Ministra da Agricultura e Alimentação Maria do Céu Antunes. Já no palco do debate, nos novos armazéns de aprestos de Vila Do Conde, reunimos os contributos de Abel Coentrão, Jornalista, Jerónimo Viana, Diretor da Mútua dos Pescadores; Maria José Neto, Pescadora, Álvaro Garrido, Professor e diretor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Sérgio Miguel Leandro, Diretor da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche, Renata Serradeiro, CEO da Fltlantic e ainda de Carlos Cruz, Presidente da APROPESCA.</description>
          <pubDate>Tue, 30 May 2023 22:05:00 +0100</pubDate>
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          <title> Podemos confiar nos serviços de informações? </title>
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          <itunes:summary>É o tema que domina a discussão pública em Portugal nos últimos dias. Na sequência do caso que envolve o ministro João Galamba tornou-se central no debate sobre a atuação do SIS na operação para recuperar o computador alegadamente roubado pelo ex-adjunto Frederico Pinheiro. As declarações na Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a TAP aumentaram o ruído em redor do tema, perante aparentes ou mesmo evidentes contradições. Afinal, porque é que o SIS foi chamado a intervir? Quem teve a ideia de pedir essa intervenção e até que ponto ela tem cobertura legal?A maioria das perguntas estão feitas, procuramos as respostas com os convidados desta semana. À distância mas em permanência o importante contributo de Júlio Pereira, antigo Secretário-Geral do SIRP e que ainda não se tinha pronunciado sobre o tema, dirigiu durante 12 anos o Sistema de Informações da República Portuguesa. Em estúdio contamos com dois constitucionalistas com particular conhecimento desta realidade, Vitalino Canas, ex-deputado do PS e que integrou durante muito tempo o Conselho Superior de Informações, e Jorge Bacelar Gouveia, ex-deputado do PSD e que foi Presidente do Conselho de Fiscalização do SIRP. Contamos ainda com dois jornalistas que há muito acompanham casos de justiça: Valentina Marcelino, do Diário de Notícias, e Carlos Rodrigues Lima, da revista Visão.</itunes:summary>
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          <description>É o tema que domina a discussão pública em Portugal nos últimos dias. Na sequência do caso que envolve o ministro João Galamba tornou-se central no debate sobre a atuação do SIS na operação para recuperar o computador alegadamente roubado pelo ex-adjunto Frederico Pinheiro. As declarações na Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a TAP aumentaram o ruído em redor do tema, perante aparentes ou mesmo evidentes contradições. Afinal, porque é que o SIS foi chamado a intervir? Quem teve a ideia de pedir essa intervenção e até que ponto ela tem cobertura legal?A maioria das perguntas estão feitas, procuramos as respostas com os convidados desta semana. À distância mas em permanência o importante contributo de Júlio Pereira, antigo Secretário-Geral do SIRP e que ainda não se tinha pronunciado sobre o tema, dirigiu durante 12 anos o Sistema de Informações da República Portuguesa. Em estúdio contamos com dois constitucionalistas com particular conhecimento desta realidade, Vitalino Canas, ex-deputado do PS e que integrou durante muito tempo o Conselho Superior de Informações, e Jorge Bacelar Gouveia, ex-deputado do PSD e que foi Presidente do Conselho de Fiscalização do SIRP. Contamos ainda com dois jornalistas que há muito acompanham casos de justiça: Valentina Marcelino, do Diário de Notícias, e Carlos Rodrigues Lima, da revista Visão.</description>
          <pubDate>Tue, 23 May 2023 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> Vale a pena trabalhar em Portugal? </title>
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          <itunes:summary>O desemprego está a aumentar em Portugal. O alerta dado pelo INE leva-nos a olhar com atenção para os números e para o que revelam a nossa economia. O desempenho global é positivo, para surpresa das previsões oficiais e até temos criação de emprego mas para funções pouco qualificadas. Houve destruição elevada de empregos em profissões científicas e intelectuais, e o maior aumento de desempregados que se demitiram por vontade própria. O que está a mudar neste tempo de todas as incertezas, como evitar que os melhores emigrem, e como proteger os mais fracos? Portugal é ou não é um país onde vale a pena trabalhar? Para alguns não, porque não lhes permite sequer sair dos patamares de pobreza.Para encontrar respostas para estas questões, recebemos aqui hoje João Cerejeira, especialista em economia do trabalho e professor na Universidade do Minho, Glória Rebelo jurista doutorada em Sociologia Económica e das Organizações,  professora Universitária e Investigadora, José Teixeira CEO do grupo DST e Hugo Figueiredo, professor da Universidade de Aveiro e investigador.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 16 May 2023 22:05:00 +0100</pubDate>
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          <title> Qual é o lugar certo para o novo aeroporto? </title>
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          <itunes:summary>A indecisão tem meio século, mas pode ser que seja desta e que até ao fim do ano haja fumo branco, pelo quanto à melhor hipótese para construção do novo aeroporto de Lisboa. Para já, há 7 localizações possíveis, em resultado do trabalho da Comissão Técnica Independente: seis a sul do Tejo e apenas uma, Santarém, a norte.Para nos dizer qual será o melhor local para construir o Aeroporto, temos no programa um painel alargado e qualificado de convidados: Fernando Alexandre, membro da Comissão Técnica Independente que validou as hipóteses que estão agora em cima da mesa, Maria de Fátima Vivian, Consultora internacional no setor aeroportuário e que defende a opção Alcochete, Carlos Brazão, fundador do projeto privado que propõe a construção em Santarém, Carlos Nunes Lopes, que foi Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado das Infraestruturas no governo de Pedro Passos Coelho, quando se avançou para a solução Montijo, Francisco Calheiros, o Presidente da Confederação do Turismo de Portugal e, à distância, o presidente da Associação ambientalista Zero, Francisco ferreira, e também Daniel Deusdado, jornalista e colunista que tem acompanhado com particular atenção este tema.</itunes:summary>
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          <description>A indecisão tem meio século, mas pode ser que seja desta e que até ao fim do ano haja fumo branco, pelo quanto à melhor hipótese para construção do novo aeroporto de Lisboa. Para já, há 7 localizações possíveis, em resultado do trabalho da Comissão Técnica Independente: seis a sul do Tejo e apenas uma, Santarém, a norte.Para nos dizer qual será o melhor local para construir o Aeroporto, temos no programa um painel alargado e qualificado de convidados: Fernando Alexandre, membro da Comissão Técnica Independente que validou as hipóteses que estão agora em cima da mesa, Maria de Fátima Vivian, Consultora internacional no setor aeroportuário e que defende a opção Alcochete, Carlos Brazão, fundador do projeto privado que propõe a construção em Santarém, Carlos Nunes Lopes, que foi Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado das Infraestruturas no governo de Pedro Passos Coelho, quando se avançou para a solução Montijo, Francisco Calheiros, o Presidente da Confederação do Turismo de Portugal e, à distância, o presidente da Associação ambientalista Zero, Francisco ferreira, e também Daniel Deusdado, jornalista e colunista que tem acompanhado com particular atenção este tema.</description>
          <pubDate>Tue, 09 May 2023 22:10:00 +0100</pubDate>
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          <title> A crise no governo tem solução? </title>
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          <itunes:summary>Está a chegar ao fim um dia político que, seguramente, vamos recordar e debater durante bastante tempo. O dia em que se demitiu depois de várias jornadas de controvérsia o ministro das Infraestruturas, João Galamba, mas também o dia em que o Primeiro-Ministro, António Costa, recusou esse pedido de demissão. E, já agora, o dia em que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa  fez questão de dizer que não concordava com esta decisão assumida hoje por António Costa.Há algumas respostas em relação a tudo o que se debatia ao longo dos últimos dias e das últimas horas, mas sobre isso há muitas perguntas para colocar esta noite  aos analistas convidados: Leonete Botelho, editora de política do jornal Público, António José Teixeira, jornalista da RTP, Pedro Sousa Carvalho, jornalista e comentador habitual da RTP, Rosália Amorim diretora do Diário de Notícias e comentadora habitual da RTP, e ainda o politólogo António Costa Pinto.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 02 May 2023 22:05:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que saída para a crise política? </title>
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          <itunes:summary>Estas têm sido semanas de grande agitação política no país, particularmente agravada com a enorme controvérsia em redor da TAP. Com esse pano de fundo, muitos falaram até na hipótese de dissolução do Parlamento, que o Presidente da República tem repetidamente afastado. Ainda assim, o Presidente do PSD pediu uma audiência ao chefe de Estado, que decorreu esta tarde, e na qual Luís Montenegro terá repetido que se considera alternativa à governação socialista e pronto para governar.Da conversa em concreto, Luís Montenegro nada revelou, mas este é um momento de definições, depois de o líder social-democrata ter afastado também qualquer hipótese de entendimento ou sequer de apoio por parte do Chega. No mesmo contexto, o governo anunciou um aumento das pensões para Julho e apresentou as previsões para as contas públicas nos próximos anos, que revelam um controlo do défice menos apertado.Será esta a forma de António Costa dar a volta à contestação reforçada pelo caso TAP? Os portugueses já olham para o PSD como alternativa de facto? E o Presidente da República rejeita qualquer hipótese de dissolução até quando? Respondem esta noite, em direto na RTP, os Membro da Comissão Política do PS Ascenso Simões do PS, e o deputado do PSD Hugo Carneiro, e as jornalistas Natália carvalho da Antena 1 e Rita Tavares do Observador.</itunes:summary>
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          <description>Estas têm sido semanas de grande agitação política no país, particularmente agravada com a enorme controvérsia em redor da TAP. Com esse pano de fundo, muitos falaram até na hipótese de dissolução do Parlamento, que o Presidente da República tem repetidamente afastado. Ainda assim, o Presidente do PSD pediu uma audiência ao chefe de Estado, que decorreu esta tarde, e na qual Luís Montenegro terá repetido que se considera alternativa à governação socialista e pronto para governar.Da conversa em concreto, Luís Montenegro nada revelou, mas este é um momento de definições, depois de o líder social-democrata ter afastado também qualquer hipótese de entendimento ou sequer de apoio por parte do Chega. No mesmo contexto, o governo anunciou um aumento das pensões para Julho e apresentou as previsões para as contas públicas nos próximos anos, que revelam um controlo do défice menos apertado.Será esta a forma de António Costa dar a volta à contestação reforçada pelo caso TAP? Os portugueses já olham para o PSD como alternativa de facto? E o Presidente da República rejeita qualquer hipótese de dissolução até quando? Respondem esta noite, em direto na RTP, os Membro da Comissão Política do PS Ascenso Simões do PS, e o deputado do PSD Hugo Carneiro, e as jornalistas Natália carvalho da Antena 1 e Rita Tavares do Observador.</description>
          <pubDate>Tue, 18 Apr 2023 22:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que futuro para a TAP? </title>
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          <itunes:summary>A zanga entre duas administradoras da TAP levou a revelações graves sobre a transportadora aérea portuguesa. Seguiram-se demissões no governo, denúncias entre governantes e administradores e a uma comissão de inquérito no parlamento. Ficámos a conhecer práticas de má governação, denúncias de interferência política e um embaraço nacional numa empresa que foi uma bandeira do atual governo e da economia do país.Para debater o momento presente da TAP e avaliar cenários futuros, recebemos esta noite em estúdio Miguel Prata Roque, Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, André Pinção Lucas, Diretor Executivo do Instituto +Liberdade, Anabela Campos, Jornalista do jornal ?Expresso?,  Manuel Carvalho, Diretor do jornal ?Público?, Carlos Coelho, Presidente da Ivity Brand Group, Tiago Faria Lopes, Presidente do Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil e de Ricardo Penarroias, Sindicato Nacional Pessoal de Voo da Aviação Civil.</itunes:summary>
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          <description>A zanga entre duas administradoras da TAP levou a revelações graves sobre a transportadora aérea portuguesa. Seguiram-se demissões no governo, denúncias entre governantes e administradores e a uma comissão de inquérito no parlamento. Ficámos a conhecer práticas de má governação, denúncias de interferência política e um embaraço nacional numa empresa que foi uma bandeira do atual governo e da economia do país.Para debater o momento presente da TAP e avaliar cenários futuros, recebemos esta noite em estúdio Miguel Prata Roque, Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, André Pinção Lucas, Diretor Executivo do Instituto +Liberdade, Anabela Campos, Jornalista do jornal ?Expresso?,  Manuel Carvalho, Diretor do jornal ?Público?, Carlos Coelho, Presidente da Ivity Brand Group, Tiago Faria Lopes, Presidente do Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil e de Ricardo Penarroias, Sindicato Nacional Pessoal de Voo da Aviação Civil.</description>
          <pubDate>Tue, 11 Apr 2023 22:04:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como vamos conseguir pagar o essencial? </title>
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          <itunes:summary>Os preços não param de subir e os portugueses apertam o cinto. A nova face da austeridade chama-se inflação e ?É ou Não É? possível enfrentá-la sem austeridade? Para perceber esta nova forma de austeridade e saber como sair dela temos na nossa companhia Bagão Félix, ex-ministro das Finanças do governo de Durão Barroso; Vieira da Silva, ex-Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social dos governos de José Sócrates e António Costa; João Vieira Lopes, presidente da Confederação de Comércio e Serviços; Sandra Maximiano, economista e professora do Instituto Superior de Economia e Gestão; Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar contra a Fome; e, em direto, Rita Rodrigues, da DECO PROTESTE.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 04 Apr 2023 22:04:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que país somos e queremos ser? </title>
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          <itunes:summary>É em direto de Guimarães que vamos hoje discutir Portugal. O pretexto para esta viagem do passado ao presente é a odisseia pelo país do Teatro Nacional Dona Maria Segunda. Mas a proposta é mais do que falar de cultura e História, é falar de saúde e economia, de cidades e de pessoas. É falar do país que fomos e somos.Deste país plural, com muitas identidades, sotaques diversos, propomo-nos falar em direto do Paço dos Duques de Bragança, com um painel muito especial, reunido fora dos principais centros onde normalmente se faz televisão em Portugal, como Lisboa e Porto.Contamos para isso com Maria João Baptista, é médica e tem a responsabilidade de ser atualmente a presidente do Conselho de Administração do Hospital de São João do Porto; o arquitecto Eduardo Souto Moura. Prémio Pritzker, um dos mais destacados arquitetos mundiais; Germano Silva, jornalista, divulgador de História e de histórias.Contamos também com Marta Marta Pais de Oliveira Martins, começou no Jornalismo e Comunicação, mas hoje é já uma escritora premiada e com um olhar muito particular sobre a realidade de uma geração. A geração dos nascidos em 1990, em 2000, que seguramente nos vai ajudar a ler também o país que somos. Para o fazer igualmente, contamos com Ana Lehmann, que teve já responsabilidades governativas, mas é essencialmente uma economista que trabalha muito nas áreas das políticas públicas, empreendedorismo e inovação. A Ana Lehmann é professora universitária e administradora de empresas. E por fim ainda João Reis ator, encenador e com uma ligação familiar forte a Guimarães, que recorrentemente é lembrada.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 28 Mar 2023 22:03:00 +0100</pubDate>
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          <title> É possível baixar os preços dos alimentos? Os bancos estão em risco? </title>
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          <pubDate>Tue, 21 Mar 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como podemos vencer o cancro? </title>
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          <itunes:summary>Colocamos hoje o cancro no centro do debate e por isso o fazemos em direto do Porto, no I3S, o maior instituto de investigação na área da saúde em Portugal e um dos maiores da Europa. Trabalham aqui 800 cientistas que procuram novas respostas para o cancro, mas também para doenças infeciosas, medicina regenerativa ou para o envelhecimento, puro e simples. Vamos se este é ou não é um momento fundamental para atacar o cancro e contamos para isso com um painel de convidados muito especial. Contamos neste debate com Manuel Sobrinho Simões, destacado patologista, fundador e diretor do IPATIMUP (que integra o projeto I3S); Joana Paredes, cientista e Presidente da Associação Portuguesa de Investigação em Cancro; José Dinis, médico oncologista e atual Coordenador do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da Direção-Geral da saúde; Maria de Jesus Moura, a Diretora da Unidade de Psicologia do IPO Lisboa e Miguel Barbosa, o Diretor do Serviço de Oncologia no Centro Hospitalar de São João. À distância contamos com o contributo de dois doentes, a Luciana Mendes e o Simão Correia, com quem vou falar dentro de poucos minutos e ainda Elisabete Weiderpass, que se junta a nós a partir de Lyon, em França, e que é a atual Diretora-Geral da Agência Internacional de Pesquisa em Cancro.</itunes:summary>
          <itunes:episode>82</itunes:episode>
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          <description>Colocamos hoje o cancro no centro do debate e por isso o fazemos em direto do Porto, no I3S, o maior instituto de investigação na área da saúde em Portugal e um dos maiores da Europa. Trabalham aqui 800 cientistas que procuram novas respostas para o cancro, mas também para doenças infeciosas, medicina regenerativa ou para o envelhecimento, puro e simples. Vamos se este é ou não é um momento fundamental para atacar o cancro e contamos para isso com um painel de convidados muito especial. Contamos neste debate com Manuel Sobrinho Simões, destacado patologista, fundador e diretor do IPATIMUP (que integra o projeto I3S); Joana Paredes, cientista e Presidente da Associação Portuguesa de Investigação em Cancro; José Dinis, médico oncologista e atual Coordenador do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da Direção-Geral da saúde; Maria de Jesus Moura, a Diretora da Unidade de Psicologia do IPO Lisboa e Miguel Barbosa, o Diretor do Serviço de Oncologia no Centro Hospitalar de São João. À distância contamos com o contributo de dois doentes, a Luciana Mendes e o Simão Correia, com quem vou falar dentro de poucos minutos e ainda Elisabete Weiderpass, que se junta a nós a partir de Lyon, em França, e que é a atual Diretora-Geral da Agência Internacional de Pesquisa em Cancro.</description>
          <pubDate>Tue, 14 Mar 2023 22:08:00 +0000</pubDate>
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          <title> A Internet pode matar a democracia? </title>
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          <itunes:summary>Esta semana o programa acontece nos bastidores de um estúdio de televisão, assumidamente nos bastidores, de um estúdio onde normalmente acontece, como se percebe em fundo, um programa de entretenimento.É trazer à televisão, o média mais poderoso das últimas décadas, o debate sobre a comunicação nos novos tempos, em que a internet e as plataformas digitais se tornaram omnipresentes, alterando a nossa relação com o espaço público, onde agora parece muito mais fácil a discordância que o compromisso.São meus convidados, em direto, o premiado ensaísta e filósofo espanhol, Catedrático de Filosofia Política e Social, Daniel Innerarity. Em estúdio: Rita Figueiras, Investigadora em Comunicação Política e Professora Universidade Católica Portuguesa, José Alberto Lemos, Jornalista e Provedor do leitor do jornal Público, Paulo Pena, jornalista do Investigate Europe que há anos que se interessa pelo estudo das fake news;  Catarina Carvalho, também jornalista, atualmente no projeto Mensagem de Lisboa, e ainda Miguel Oliveira, Psicólogo, responsável na Ordem dos Psicólogos pelo estudo da relação entre a psicologia e a tecnologia. Mais à frente teremos em direto também Gregório Duvivier, o conhecido ator e humorista brasileiro da Porta dos Fundos, com atividade fecunda no meio digital mas também experiência de reações de hostilidade face a rábulas que foi apresentando.</itunes:summary>
          <itunes:episode>81</itunes:episode>
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          <description>Esta semana o programa acontece nos bastidores de um estúdio de televisão, assumidamente nos bastidores, de um estúdio onde normalmente acontece, como se percebe em fundo, um programa de entretenimento.É trazer à televisão, o média mais poderoso das últimas décadas, o debate sobre a comunicação nos novos tempos, em que a internet e as plataformas digitais se tornaram omnipresentes, alterando a nossa relação com o espaço público, onde agora parece muito mais fácil a discordância que o compromisso.São meus convidados, em direto, o premiado ensaísta e filósofo espanhol, Catedrático de Filosofia Política e Social, Daniel Innerarity. Em estúdio: Rita Figueiras, Investigadora em Comunicação Política e Professora Universidade Católica Portuguesa, José Alberto Lemos, Jornalista e Provedor do leitor do jornal Público, Paulo Pena, jornalista do Investigate Europe que há anos que se interessa pelo estudo das fake news;  Catarina Carvalho, também jornalista, atualmente no projeto Mensagem de Lisboa, e ainda Miguel Oliveira, Psicólogo, responsável na Ordem dos Psicólogos pelo estudo da relação entre a psicologia e a tecnologia. Mais à frente teremos em direto também Gregório Duvivier, o conhecido ator e humorista brasileiro da Porta dos Fundos, com atividade fecunda no meio digital mas também experiência de reações de hostilidade face a rábulas que foi apresentando.</description>
          <pubDate>Tue, 07 Mar 2023 22:03:00 +0000</pubDate>
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          <title> Estas são as medidas certas para haver mais habitação? </title>
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          <itunes:summary>Um coro de críticas aumenta a cada dia que o programa &quot;Mais Habitação&quot; está em discussão pública. Ataque à propriedade privada, abalo na confiança do mercado, o papel dos municípios na segurança das novas construções. Cada medida anunciada justifica pelo menos uma dúvida, até porque ao fim de sete anos de governação socialista houve vários programas para garantir o direito à habitação e chegámos a este momento em que, na realidade, ainda faz falta uma resposta de choque. A pergunta de base vai ser: é ou não é este o programa certo para que todos tenham habitação digna.São convidados da RTP, em estúdio, o arquiteto Vitor Reis, ex-presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, a jornalista Helena Garrido, especialista em assuntos económicos, Miguel Prata Roque, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Rita Silva, investigadora e ativista da associação Habita. Por videochamada acompanham-nos ainda o jurista João Miranda, e o representante do sector do Alojamento local Eduardo Miranda. Vamos também estar em direto com os correspondentes em Inglaterra e em França para sabermos como estes países estão a lidar internamente com o mesmo problema.</itunes:summary>
          <itunes:episode>80</itunes:episode>
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          <description>Um coro de críticas aumenta a cada dia que o programa &quot;Mais Habitação&quot; está em discussão pública. Ataque à propriedade privada, abalo na confiança do mercado, o papel dos municípios na segurança das novas construções. Cada medida anunciada justifica pelo menos uma dúvida, até porque ao fim de sete anos de governação socialista houve vários programas para garantir o direito à habitação e chegámos a este momento em que, na realidade, ainda faz falta uma resposta de choque. A pergunta de base vai ser: é ou não é este o programa certo para que todos tenham habitação digna.São convidados da RTP, em estúdio, o arquiteto Vitor Reis, ex-presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, a jornalista Helena Garrido, especialista em assuntos económicos, Miguel Prata Roque, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Rita Silva, investigadora e ativista da associação Habita. Por videochamada acompanham-nos ainda o jurista João Miranda, e o representante do sector do Alojamento local Eduardo Miranda. Vamos também estar em direto com os correspondentes em Inglaterra e em França para sabermos como estes países estão a lidar internamente com o mesmo problema.</description>
          <pubDate>Tue, 28 Feb 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Que justiça para as vítimas de abusos sexuais da Igreja? </title>
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          <itunes:summary>A surpresa pode ser maior ou menor, mas o choque é enorme, perante o pesadelo ontem revelado pela Comissão Independente que estudou os abusos sexuais na Igreja católica portuguesa.São quase cinco mil vítimas que aceitaram mergulhar no passado mais tenebroso, sendo que metade delas nunca o tinham feito.Para a Igreja é hoje tempo de pedir desculpa, como ontem voltou a fazer o bispo José Ornelas, mas também para dizer o que vai fazer a seguir.É que oito em cada dez abusadores denunciados eram padres e sabe-se agora também que mais de uma centena continua no ativo. O que lhes vai acontecer? E até que ponto os relatos ontem identificados são apenas a ponta do icebergue, na Igreja e na sociedade.Respondem neste programa seis convidados: a teóloga Teresa Toldy, que está nos estúdios do Porto, Paula Margarido, Advogada e membro da Equipa que coordena as Comissões Diocesanas de Proteção de Menores, e  em estúdio, Dulce Rocha, a magistrada que preside atualmente ao Instituto de Apoio à Criança, o padre jesuíta José Frazão Correia, o psicólogo forense e professor universitário Rui Abrunhosa Gonçalves e ainda o jornalista do Observador João Francisco Gomes, que tem acompanhado nos últimos anos a atualidade da Igreja e concretamente estes processos de abuso sexual.</itunes:summary>
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          <description>A surpresa pode ser maior ou menor, mas o choque é enorme, perante o pesadelo ontem revelado pela Comissão Independente que estudou os abusos sexuais na Igreja católica portuguesa.São quase cinco mil vítimas que aceitaram mergulhar no passado mais tenebroso, sendo que metade delas nunca o tinham feito.Para a Igreja é hoje tempo de pedir desculpa, como ontem voltou a fazer o bispo José Ornelas, mas também para dizer o que vai fazer a seguir.É que oito em cada dez abusadores denunciados eram padres e sabe-se agora também que mais de uma centena continua no ativo. O que lhes vai acontecer? E até que ponto os relatos ontem identificados são apenas a ponta do icebergue, na Igreja e na sociedade.Respondem neste programa seis convidados: a teóloga Teresa Toldy, que está nos estúdios do Porto, Paula Margarido, Advogada e membro da Equipa que coordena as Comissões Diocesanas de Proteção de Menores, e  em estúdio, Dulce Rocha, a magistrada que preside atualmente ao Instituto de Apoio à Criança, o padre jesuíta José Frazão Correia, o psicólogo forense e professor universitário Rui Abrunhosa Gonçalves e ainda o jornalista do Observador João Francisco Gomes, que tem acompanhado nos últimos anos a atualidade da Igreja e concretamente estes processos de abuso sexual.</description>
          <pubDate>Tue, 14 Feb 2023 22:02:00 +0000</pubDate>
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          <title> Contestação Social no País </title>
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          <itunes:summary>O país vive tempos de instabilidade social como há muito não se via e vários grupos profissionais, com destaque para os professores, agora também para os enfermeiros, reclamam uma subida dos salários e melhoria urgente das condições de vida, perante uma inflação historicamente alta e uma subida consecutiva das taxas de juro. Como os recursos públicos são limitados, apesar dos impostos elevados que os portugueses pagam, faz sentido perguntar se há compromissos possíveis e desde logo dinheiro disponível ou se a paz social está cada vez mais distante. Este é um programa especial, em que todo o tempo é reservado à opinião dos convidados.Recebemos esta semana os contributos de Francisco Assis, Presidente do Conselho Económico e Social (o espaço da concertação social), José António Vieira da Silva, antigo ministro socialista, do Trabalho e Solidariedade Social e noutro momento também da Economia, os professores de economia Susana Peralta, em estúdio, e Fernando Alexandre, a partir do Porto. Ainda Arménio Carlos, antigo secretário-geral da CGTP e Carlos Oliveira, o presidente executivo da Fundação José Neves, mas que traz a este debate essencialmente a sua visão a partir de um trajeto como empresário, e durante algum tempo também governante, sempre com enfoque na inovação e novas oportunidades de negócio.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 07 Feb 2023 22:02:00 +0000</pubDate>
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      </item>      <item>
          <title> Como resolver os problemas da habitação em Portugal? </title>
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          <itunes:summary>É um tema controverso, mesmo que parta de um consenso alargado? em Portugal, a habitação está demasiado cara para os rendimentos da maioria das pessoas e a situação chega a ser quase dramática para quem está fora do mercado imobiliário, entenda-se quem não é proprietário de uma casa, concretamente para os jovens e as populações de menores rendimentos.Mas se o diagnóstico é consensual, perante um aumento do preço das casas para venda de 80 por cento nos últimos dez anos e de quase 30 por cento nas rendas, o debate deve centrar-se no que fazer para sair desta encruzilhada, numa altura em que o ruído público sobre o tema cresce todos os dias, mas em que há também disponíveis 2 mil e 700 milhões do PRR destinados ao setor.É ou não é possível uma habitação acessível para todos? É a isso que respondem os convidados desta noite: o Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que está nos estúdios da RTP no Porto, a economista e professora no ISEG Vera Gouveia Barros, o arquiteto Nuno Travasso, investigador Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo e Ricardo Guimarães, Diretor da revista ?Confidencial Imobiliário?. E mais à frente, contamos também com Luísa Pinto, Jornalista do jornal &quot;Público&quot;, Diana Duarte, Criadora e apresentadora do programa &quot;A Minha Geração&quot; e Diogo Faro, Humorista e apresentador de televisão.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 31 Jan 2023 22:02:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como resolver os problemas da Educação? </title>
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          <itunes:summary>É preciso recuar muito no tempo, perto de 15 anos, para encontrar um protesto de professores da dimensão do que está nas ruas por estes dias. Os docentes contestam os baixos salários, a estagnação de carreiras e o facto de muitos passarem a vida sem vínculo a uma escola e a mudar de local de trabalho a cada momento.Reivindicações de sempre, mas que um novo sindicato, o STOP, veio tornar mais sonoras,... a par de uma série de greves decretadas por outras forças sindicais, designadamente a Fenprof, que ameaçam prolongar-se se o governo não for além do que já se comprometeu nos últimos dias.Teremos os principais representantes sindicais mais à frente neste programa. O ministro da Educação João Costa foi, naturalmente, também convidado, mas entendeu não participar no debate por este ser ainda num momento de negociação.Comigo em estúdio estão, desde já, Domingos Fernandes, o Presidente do Conselho Nacional de Educação, Ana Balcão Reis, Diretora Científica do Centro de Economia da Educação da Nova SBE; Ricardo Silva, professor de História e presidente da Associação Professores e Educadores em Defesa do Ensino e Mariana Carvalho, Presidente da CONFAP, a Confederação das Associações de Pais.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 24 Jan 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como escrutinar candidatos ao governo? </title>
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          <itunes:summary>O país vive tempos de turbulência política, com vários membros do governo, mas não apenas, no olho do furacão. Debate-se a ética na vida pública e em particular as condições de acesso a lugares públicos, desde logo a ministros e secretários de Estado. São ainda as ondas de choque à sucessão de casos que levaram à saída de 12 membros do governo em muito pouco tempo.O executivo de António Costa respondeu com a elaboração de um mecanismo de escrutínio, que na prática é um questionário com 36 perguntas, muito debatido nos últimos dias. O Presidente da República fez questão de dizer que ?é óbvio que este mecanismo também se aplica? aos atuais membros do governo?.Para este debate recebemos Alexandra Leitão, a deputada do PS que é a atual Presidente da Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados na Assembleia da República, a investigadora Susana Coroado, que foi Presidente da Transparência e Integridade, uma associação cívica que combate a corrupção e promove os valores da democracia. Ainda, Amílcar Correia, jornalista, Diretor Adjunto jornal Público, a eurodeputada do PSD Lídia Pereira, que se junta a nós a partir de Estrasburgo, e Carlos Jalali, Professor de Ciência Política Universidade de Aveiro, que está nos estúdios da RTP no Porto.</itunes:summary>
          <itunes:episode>75</itunes:episode>
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          <description>O país vive tempos de turbulência política, com vários membros do governo, mas não apenas, no olho do furacão. Debate-se a ética na vida pública e em particular as condições de acesso a lugares públicos, desde logo a ministros e secretários de Estado. São ainda as ondas de choque à sucessão de casos que levaram à saída de 12 membros do governo em muito pouco tempo.O executivo de António Costa respondeu com a elaboração de um mecanismo de escrutínio, que na prática é um questionário com 36 perguntas, muito debatido nos últimos dias. O Presidente da República fez questão de dizer que ?é óbvio que este mecanismo também se aplica? aos atuais membros do governo?.Para este debate recebemos Alexandra Leitão, a deputada do PS que é a atual Presidente da Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados na Assembleia da República, a investigadora Susana Coroado, que foi Presidente da Transparência e Integridade, uma associação cívica que combate a corrupção e promove os valores da democracia. Ainda, Amílcar Correia, jornalista, Diretor Adjunto jornal Público, a eurodeputada do PSD Lídia Pereira, que se junta a nós a partir de Estrasburgo, e Carlos Jalali, Professor de Ciência Política Universidade de Aveiro, que está nos estúdios da RTP no Porto.</description>
          <pubDate>Tue, 17 Jan 2023 22:01:00 +0000</pubDate>
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          <title> O que muda com a lei da eutanásia? </title>
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          <itunes:summary>Portugal nunca esteve tão perto de ter uma lei que autoriza a eutanásia, em rigor, uma lei que deixa de punir a morte medicamente assistida, praticada ou ajudada por profissionais de saúde. Para que venha a ocorrer tem de passar por um longo processo, com uma série de salvaguardas e pareceres obrigatórios, mas com uma questão fundamental que é a de ocorrer por decisão da própria pessoa. Depois pode aplicar-se tanto em caso de uma doença que ameaça a vida, em fase avançada e progressiva, como no de uma lesão grave, definitiva e amplamente incapacitante. A lei foi aprovada na última sexta-feira e está agora, mais uma vez, nas mãos do Presidente da República, que pode promulgá-la, vetá-la politicamente, tal como já aconteceu, ou enviá-la para consideração do Tribunal Constitucional, o que também já se verificou anteriormente.Para debater as implicações e o que realmente muda com esta nova lei da eutanásia, recebemos esta semana Miguel Gonçalves, Fisioterapeuta e Professor Universitário, Edna Gonçalves, Diretora Serviço Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar São João, Inês Palma Ramalho, Vice-presidente do PSD, Maria Antónia Almeida Santos, Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS e ainda de João Cainé, Enfermeiro e Professor Universitário.</itunes:summary>
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          <description>Portugal nunca esteve tão perto de ter uma lei que autoriza a eutanásia, em rigor, uma lei que deixa de punir a morte medicamente assistida, praticada ou ajudada por profissionais de saúde. Para que venha a ocorrer tem de passar por um longo processo, com uma série de salvaguardas e pareceres obrigatórios, mas com uma questão fundamental que é a de ocorrer por decisão da própria pessoa. Depois pode aplicar-se tanto em caso de uma doença que ameaça a vida, em fase avançada e progressiva, como no de uma lesão grave, definitiva e amplamente incapacitante. A lei foi aprovada na última sexta-feira e está agora, mais uma vez, nas mãos do Presidente da República, que pode promulgá-la, vetá-la politicamente, tal como já aconteceu, ou enviá-la para consideração do Tribunal Constitucional, o que também já se verificou anteriormente.Para debater as implicações e o que realmente muda com esta nova lei da eutanásia, recebemos esta semana Miguel Gonçalves, Fisioterapeuta e Professor Universitário, Edna Gonçalves, Diretora Serviço Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar São João, Inês Palma Ramalho, Vice-presidente do PSD, Maria Antónia Almeida Santos, Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS e ainda de João Cainé, Enfermeiro e Professor Universitário.</description>
          <pubDate>Tue, 13 Dec 2022 23:50:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como conciliar trabalho e família? </title>
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          <itunes:summary>O dia teria de ter mais horas para que as mulheres portuguesas conseguissem reduzir a correria a que se obrigam para conciliar profissão, filhos e família. Ao longo do século XX houve passos determinantes para a emancipação e a independência do sexo feminino, mas a fatura não é ainda justa. Elas estudam mais, mas ganham menos e acumulam mais trabalho com a família. Há mudanças positivas, mas a este ritmo são precisas cinco gerações para que em Portugal, dentro de todas as famílias, se torne natural uma divisão equilibrada de tarefas. É ou não é possível acelerar o caminho até aos 50/50?Para debater esta realidade e procurar respostas, contamos hoje com o contributo de Maria do Céu Cunha Rego, jurista e ex-secretária de estado para a Igualdade, Vanessa Cunha, socióloga e investigadora do Instituto Ciências Sociais de Lisboa e coordenadora do Observatório das Famílias e das Políticas de Família, Gabriel Leite Mota, professor de economia no Instituto Superior de Serviço Social do Porto, e ainda Tânia Graça, psicóloga e sexóloga. Mais à frente contamos ainda com a participação de Mafalda Rebelo, realizadora que nos vem falar do seu mais recente trabalho, um documentário ?50 50? focado precisamente nos desafios da conciliação.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 06 Dec 2022 22:50:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como pode a economia crescer mais? </title>
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          <itunes:summary>A economia, a portuguesa como todas as outras, vive tempos de incerteza absoluta. A guerra provocou uma grande crise energética e fez disparar ainda mais a inflação que já subia, entretanto combatida com a subida das taxas de juro, primeiro na América e depois na Europa. Ontem mesmo, a presidente do BCE veio dizer que ainda não teremos passado o pico desta pressão inflacionista, abrindo porta a nova subida das taxas de juro em Dezembro.Certo é que depois da retoma que era evidente este ano, vencida a pandemia, Portugal volta a ter perspectivas de um crescimento muito mais modesto nos próximos anos. A pergunta é hoje se e como é possível pôr a economia portuguesa a crescer mais e é a isso que respondem os professores de economia e antigos ministros, Augusto Mateus e Vieira da Silva, e os jornalistas especializados em temas económicos, Helena Garrido e Pedro Sousa Carvalho.</itunes:summary>
          <itunes:episode>72</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 29 Nov 2022 22:54:00 +0000</pubDate>
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          <title> É urgente salvar o planeta? </title>
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          <itunes:summary>O mundo aquece a cada dia que passa e, como fez questão de dizer há dias António Guterres, o planeta continua na &quot;sala de emergência?.As alterações climáticas são hoje uma realidade indiscutível, com efeitos que cruzam todas as fronteiras, mas há muito a fazer para salvar o futuro.Nas últimas semanas, o mundo tentou ver-se ao espelho, na Conferência do Clima da ONU, a COP 27, que decorreu no Sharm el Sheikh, no Egipto. De lá saiu um acordo que é histórico mas deixa também uma sensação agridoce. Foi viabilizado, finalmente, um fundo de compensação para os países mais afetados pelas alterações climáticas, mas, ao mesmo tempo, não houve consenso para limitar as emissões de carbono, que são a causa maior da doença grave do planeta.Esta causa, como também se percebeu em Portugal por estes dias, tem agrupado juventudes de todo o mundo, em diversas manifestações que servem para pressionar o poder político a agir enquanto ainda há tempo. Mais à frente neste programa, terão a palavra também representantes dessas novas gerações para, também eles, responderem à pergunta sobre se este é ou não é o momento do tudo ou nada para salvar o planeta?Procuramos respostas com o contributo do especialista em alterações climáticas Filipe Duarte dos Santos, também presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, de Júlia Seixas, Pró-reitora da Universidade NOVA de Lisboa para a área da sustentabilidade, de António Saraiva, Presidente da CIP, a Confederação Empresarial de Portugal, de Daniela Santiago, Editora de Ação Climática da RTP e que esteve a acompanhar a COP27 no Cairo e, em direto de Praga, capital checa, onde participa numa série de conferências sobre a qualidade do ar, também se junta a nós Francisco Ferreira, Presidente da Associação ZERO.</itunes:summary>
          <itunes:episode>71</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 22 Nov 2022 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> O Mundial no Catar é um erro? </title>
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          <itunes:summary>Estamos a menos de uma semana de começar o Campeonato do Mundo do futebol, o primeiro que se realiza no Médio Oriente, concretamente no Catar. Trata-se da mais controversa escolha de sempre para a fase final de um Mundial, por forçar uma competição no Inverno, a meio de uma época na Europa, mas sobretudo devido a três outras questões particularmente sensíveis: o respeito pelos direitos humanos no país, a morte de milhares de trabalhadores na preparação da prova e o sistema corrupto que dominava a FIFA aquando da escolha do local da prova.Aqui chegados, vamos debater tudo isto, mais à frente neste É ou não é, com o contributo de Miguel Poiares Maduro,  antigo Presidente do Comité de governação da FIFA, e do professor de Economia Pedro Brinca.Para início de conversa, medimos também as possibilidades de sucesso da seleção portuguesa, as escolhas já assumidas por Fernando Santos e esse ciclone que resultou da entrevista recente de Cristiano Ronaldo em Inglaterra. A propósito, a RTP vai transmitir na íntegra essa entrevista, na RTP1, uma parte na quinta e outra na sexta feira, sempre a seguir ao Telejornal.Comigo em estúdio contamos com Oceano Cruz, treinador de futebol e antigo internacional português, Raquel Vaz Pinto, professora e investigadora, também sobre o tema futebol no contexto das relações internacionais e António Tadeia, jornalista e comentador RTP. Em direto temos dois dos mais destacados treinadores portugueses, Vítor Pereira, actualmente no Brasil, onde treinou o Corinthians no último ano, e Carlos Carvalhal, actualmente em Espanha, no Celta de Vigo.</itunes:summary>
          <itunes:episode>70</itunes:episode>
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          <description>Estamos a menos de uma semana de começar o Campeonato do Mundo do futebol, o primeiro que se realiza no Médio Oriente, concretamente no Catar. Trata-se da mais controversa escolha de sempre para a fase final de um Mundial, por forçar uma competição no Inverno, a meio de uma época na Europa, mas sobretudo devido a três outras questões particularmente sensíveis: o respeito pelos direitos humanos no país, a morte de milhares de trabalhadores na preparação da prova e o sistema corrupto que dominava a FIFA aquando da escolha do local da prova.Aqui chegados, vamos debater tudo isto, mais à frente neste É ou não é, com o contributo de Miguel Poiares Maduro,  antigo Presidente do Comité de governação da FIFA, e do professor de Economia Pedro Brinca.Para início de conversa, medimos também as possibilidades de sucesso da seleção portuguesa, as escolhas já assumidas por Fernando Santos e esse ciclone que resultou da entrevista recente de Cristiano Ronaldo em Inglaterra. A propósito, a RTP vai transmitir na íntegra essa entrevista, na RTP1, uma parte na quinta e outra na sexta feira, sempre a seguir ao Telejornal.Comigo em estúdio contamos com Oceano Cruz, treinador de futebol e antigo internacional português, Raquel Vaz Pinto, professora e investigadora, também sobre o tema futebol no contexto das relações internacionais e António Tadeia, jornalista e comentador RTP. Em direto temos dois dos mais destacados treinadores portugueses, Vítor Pereira, actualmente no Brasil, onde treinou o Corinthians no último ano, e Carlos Carvalhal, actualmente em Espanha, no Celta de Vigo.</description>
          <pubDate>Tue, 15 Nov 2022 22:11:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como combater a pobreza? </title>
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          <itunes:summary>No último ano passou a haver mais 250 mil portugueses em risco de pobreza.E com a inflação galopante a que assistimos nos últimos meses, é provável que a situação possa complicar-se ainda mais. Os portugueses estão com dificuldades cada vez maiores para pagar as contas e para muitos isso inclui bens de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos. E surgiram as notícias de aumentos de furtos nos supermercados. e a de que até o Banco Alimentar está em dificuldades para garantir a ajuda habitual.Num país em que as crianças e jovens continuam a ser particularmente prejudicados por um ciclo vicioso que perpetua desigualdades e é difícil de quebrar, perguntamos hoje se, mesmo no difícil contexto atual, é ou não é possível reduzir a pobreza no nosso país.Respondem em debate Sandra Araújo, a Diretora da Rede Europeia Anti Pobreza e que já foi escolhida pelo governo para Coordenadora da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, também Carlos Farinha Rodrigues, Professor do ISEG e um dos maiores especialistas nacionais no estudo das desigualdades, ainda Mariana Esteves, economista e investigadora, coautora dos relatórios &quot;Portugal, Balanço Social&quot;, também Tiago Pereira, psicólogo e dirigente da Ordem dos Psicólogos Portugueses, e ainda Miguel Herdade, que dirige em Londres o &quot;Ambition Institute&quot;, um importante instituto especializado em desigualdades educativas e que apoia escolas e professores em zonas de pobreza. Destaque ainda uma entrevista exclusiva com Eldar Shafir, Professor de ciências comportamentais e políticas públicas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, que foi consultor de Barack Obama.</itunes:summary>
          <itunes:episode>69</itunes:episode>
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          <description>No último ano passou a haver mais 250 mil portugueses em risco de pobreza.E com a inflação galopante a que assistimos nos últimos meses, é provável que a situação possa complicar-se ainda mais. Os portugueses estão com dificuldades cada vez maiores para pagar as contas e para muitos isso inclui bens de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos. E surgiram as notícias de aumentos de furtos nos supermercados. e a de que até o Banco Alimentar está em dificuldades para garantir a ajuda habitual.Num país em que as crianças e jovens continuam a ser particularmente prejudicados por um ciclo vicioso que perpetua desigualdades e é difícil de quebrar, perguntamos hoje se, mesmo no difícil contexto atual, é ou não é possível reduzir a pobreza no nosso país.Respondem em debate Sandra Araújo, a Diretora da Rede Europeia Anti Pobreza e que já foi escolhida pelo governo para Coordenadora da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, também Carlos Farinha Rodrigues, Professor do ISEG e um dos maiores especialistas nacionais no estudo das desigualdades, ainda Mariana Esteves, economista e investigadora, coautora dos relatórios &quot;Portugal, Balanço Social&quot;, também Tiago Pereira, psicólogo e dirigente da Ordem dos Psicólogos Portugueses, e ainda Miguel Herdade, que dirige em Londres o &quot;Ambition Institute&quot;, um importante instituto especializado em desigualdades educativas e que apoia escolas e professores em zonas de pobreza. Destaque ainda uma entrevista exclusiva com Eldar Shafir, Professor de ciências comportamentais e políticas públicas da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, que foi consultor de Barack Obama.</description>
          <pubDate>Tue, 25 Oct 2022 22:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como travar a violência doméstica? </title>
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          <itunes:summary>É ou não é possível estancar a tragédia da violência doméstica em Portugal? O crime é considerado público desde o ano 2000, ou seja, pode ser denunciado por qualquer pessoa que o presencie ou tenha conhecimento, mas a verdade é que os números, que vamos já conferir amplamente no nosso ?Raio X?, são assustadores e têm de nos interpelar enquanto sociedade.Estão hoje em estúdio Joana Dias, locutora e repórter de rádio e televisão, que dá a cara como alguém que foi vítima de violência doméstica e é autora do podcast sobre este mesmo assunto que se chama ?A mim, nunca?; Daniel Cotrim, Psicólogo Clínico e Assessor Técnico da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), Carmo Afonso, advogada e colunista, que tem manifestado particular interesse sobre o tema e como o combater, e ainda Hugo Guinote, que é o Coordenador Divisão Prevenção Pública e Proximidade da PSP. À distância estão ainda Ana Leonor Marciano, a advogada da UMAR  (União de Mulheres Alternativa e Resposta), que tem acompanhado de perto o trabalho do Observatório das Mulheres Assassinadas, e a partir do Rio de Janeiro,  a jornalista da TV Globo Ana Paula Araújo, popular apresentadora do programa ?Bom dia, Brasil?, que escreveu um livro sobre a violação de jovens brasileiras, chamado ?ABUSO - A cultura de estupro no Brasil?, após 4 anos de investigação e com ela conversaremos a todo o momento.</itunes:summary>
          <itunes:episode>68</itunes:episode>
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          <description>É ou não é possível estancar a tragédia da violência doméstica em Portugal? O crime é considerado público desde o ano 2000, ou seja, pode ser denunciado por qualquer pessoa que o presencie ou tenha conhecimento, mas a verdade é que os números, que vamos já conferir amplamente no nosso ?Raio X?, são assustadores e têm de nos interpelar enquanto sociedade.Estão hoje em estúdio Joana Dias, locutora e repórter de rádio e televisão, que dá a cara como alguém que foi vítima de violência doméstica e é autora do podcast sobre este mesmo assunto que se chama ?A mim, nunca?; Daniel Cotrim, Psicólogo Clínico e Assessor Técnico da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), Carmo Afonso, advogada e colunista, que tem manifestado particular interesse sobre o tema e como o combater, e ainda Hugo Guinote, que é o Coordenador Divisão Prevenção Pública e Proximidade da PSP. À distância estão ainda Ana Leonor Marciano, a advogada da UMAR  (União de Mulheres Alternativa e Resposta), que tem acompanhado de perto o trabalho do Observatório das Mulheres Assassinadas, e a partir do Rio de Janeiro,  a jornalista da TV Globo Ana Paula Araújo, popular apresentadora do programa ?Bom dia, Brasil?, que escreveu um livro sobre a violação de jovens brasileiras, chamado ?ABUSO - A cultura de estupro no Brasil?, após 4 anos de investigação e com ela conversaremos a todo o momento.</description>
          <pubDate>Tue, 18 Oct 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Este é ou não é o orçamento certo? </title>
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          <itunes:summary>Está entregue e apresentado o Orçamento de Estado para o próximo ano, o documento que vai orientar as contas públicas em 2023, mas em relação ao qual há uma única certeza que é o de vir a ser aplicado num contexto de absoluta incerteza.Há quem fale em otimismo do governo, quando prevê ainda uma economia a crescer 1,3% e sobretudo uma inflação a cair para 4 por cento, como há também quem considere que o executivo podia ter ido mais longe, por exemplo em relação ao apoio à classe média, particularmente visada pela pressão inflacionista.Este é ou não é o Orçamento certo para um ano incerto? Respondem esta noite vários especialistas em Economia na primeira parte do programa e jornalistas e comentadores mais daqui a pouco, a seguir ao intervalo.Comigo em estúdio estão, desde já,  José Reis,  professor de Economia e actual Coordenador do Observatório sobre crises e alternativas do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Sandra Maximiano, Professora de Economia no ISEG e também colunista do jornal Expresso, Fernando Alexandre, Professor de Economia da Universidade do Minho, e António Mendonça, antigo ministro das Obras Públicas e atual Bastonário da Ordem dos Economistas. Na segunda parte recebemos o jornalista Manuel Carvalho, Diretor Público; a socióloga Ana Drago, a jornalista Helena Garrido, e ainda João Marecos, Advogado e Investigador sobre a desinformação em saúde.</itunes:summary>
          <itunes:episode>67</itunes:episode>
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          <description>Está entregue e apresentado o Orçamento de Estado para o próximo ano, o documento que vai orientar as contas públicas em 2023, mas em relação ao qual há uma única certeza que é o de vir a ser aplicado num contexto de absoluta incerteza.Há quem fale em otimismo do governo, quando prevê ainda uma economia a crescer 1,3% e sobretudo uma inflação a cair para 4 por cento, como há também quem considere que o executivo podia ter ido mais longe, por exemplo em relação ao apoio à classe média, particularmente visada pela pressão inflacionista.Este é ou não é o Orçamento certo para um ano incerto? Respondem esta noite vários especialistas em Economia na primeira parte do programa e jornalistas e comentadores mais daqui a pouco, a seguir ao intervalo.Comigo em estúdio estão, desde já,  José Reis,  professor de Economia e actual Coordenador do Observatório sobre crises e alternativas do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Sandra Maximiano, Professora de Economia no ISEG e também colunista do jornal Expresso, Fernando Alexandre, Professor de Economia da Universidade do Minho, e António Mendonça, antigo ministro das Obras Públicas e atual Bastonário da Ordem dos Economistas. Na segunda parte recebemos o jornalista Manuel Carvalho, Diretor Público; a socióloga Ana Drago, a jornalista Helena Garrido, e ainda João Marecos, Advogado e Investigador sobre a desinformação em saúde.</description>
          <pubDate>Tue, 11 Oct 2022 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que futuro para o Brasil? </title>
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          <itunes:summary>Estão a começar quatro semanas de alta tensão no Brasil.  As eleições não se resolveram no primeiro turno, como por lá se diz, e assim a volta decisiva é a do dia 30 deste mês de Outubro. A pergunta de partida já se colocava antes do domingo passado, mas agora é só uma e em definitivo: Bolsonaro ou Lula? Lula teve mais seis milhões de votos que o rival, mas Bolsonaro teve muito mais votos do que as sondagens anunciavam. E se é verdade que nunca um vencedor da primeira volta perdeu na segunda, também é verdade que nunca um presidente a lutar por uma reeleição perdeu umas presidenciais no Brasil. Alguma coisa vai acontecer pela primeira vez. Colocamos as perguntas todas esta noite: quem está mais perto de vencer e como irá governar um país tão dividido? Que mensagens serão ajustadas para atrair eleitores de outros candidatos? Haverá aceitação pacífica do resultado, qualquer que ele seja?  São meus convidados esta noite o professor e investigador Riccardo Marchi, estudioso dos fenómenos de extrema-direita, e três destacados jornalistas brasileiros: Daniela Pinheiro, Colunista do UOL, João Gabriel de Lima, jornalista e colonista do Estado de S.Paulo (Estadão) e Caroline Ribeiro - Jornalista Correspondente da TV Cultura. Vão ainda juntar-se a nós o cientista político e investigador Andrés Malamud, o Diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira José Manuel Diogo, e o correspondente da RTP no Brasil Pedro Sá Guerra.</itunes:summary>
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          <description>Estão a começar quatro semanas de alta tensão no Brasil.  As eleições não se resolveram no primeiro turno, como por lá se diz, e assim a volta decisiva é a do dia 30 deste mês de Outubro. A pergunta de partida já se colocava antes do domingo passado, mas agora é só uma e em definitivo: Bolsonaro ou Lula? Lula teve mais seis milhões de votos que o rival, mas Bolsonaro teve muito mais votos do que as sondagens anunciavam. E se é verdade que nunca um vencedor da primeira volta perdeu na segunda, também é verdade que nunca um presidente a lutar por uma reeleição perdeu umas presidenciais no Brasil. Alguma coisa vai acontecer pela primeira vez. Colocamos as perguntas todas esta noite: quem está mais perto de vencer e como irá governar um país tão dividido? Que mensagens serão ajustadas para atrair eleitores de outros candidatos? Haverá aceitação pacífica do resultado, qualquer que ele seja?  São meus convidados esta noite o professor e investigador Riccardo Marchi, estudioso dos fenómenos de extrema-direita, e três destacados jornalistas brasileiros: Daniela Pinheiro, Colunista do UOL, João Gabriel de Lima, jornalista e colonista do Estado de S.Paulo (Estadão) e Caroline Ribeiro - Jornalista Correspondente da TV Cultura. Vão ainda juntar-se a nós o cientista político e investigador Andrés Malamud, o Diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira José Manuel Diogo, e o correspondente da RTP no Brasil Pedro Sá Guerra.</description>
          <pubDate>Tue, 04 Oct 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Há uma saída para a guerra? </title>
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          <itunes:summary>A guerra na Ucrânia está num ponto de viragem, embora seja impossível prever o momento seguinte. Certo é que as últimas semanas no terreno foram mais favoráveis aos ucranianos e que Vladimir Putin respondeu com uma mobilização de 300 mil reservistas.Isso teve duas leituras imediatas: por um lado prova que este é o momento mais frágil para o regime de Moscovo, até pela contestação interna que levantou e que, apesar de reprimida, foi diferente de tudo o que se tinha visto desde Fevereiro, por outro, levanta-se o risco de que um certo desespero no Kremlin possa ter como consequência uma escalada do conflito até ao nuclear.São convidados esta semana a professora e investigadora Ana Santos Pinto, o professor e antigo ministro, da Defesa e da Administração interna, Nuno Severiano Teixeira, o Major General Arnaut Moreira, e a comentadora RTP, especialista em assuntos da Rússia, Sandra Fernandes, que se junta a nós a partir do Porto. No final do programa teremos ainda mais uma convidada, bem especial e para um momento diferente, que é a cantora Marisa Liz.</itunes:summary>
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          <description>A guerra na Ucrânia está num ponto de viragem, embora seja impossível prever o momento seguinte. Certo é que as últimas semanas no terreno foram mais favoráveis aos ucranianos e que Vladimir Putin respondeu com uma mobilização de 300 mil reservistas.Isso teve duas leituras imediatas: por um lado prova que este é o momento mais frágil para o regime de Moscovo, até pela contestação interna que levantou e que, apesar de reprimida, foi diferente de tudo o que se tinha visto desde Fevereiro, por outro, levanta-se o risco de que um certo desespero no Kremlin possa ter como consequência uma escalada do conflito até ao nuclear.São convidados esta semana a professora e investigadora Ana Santos Pinto, o professor e antigo ministro, da Defesa e da Administração interna, Nuno Severiano Teixeira, o Major General Arnaut Moreira, e a comentadora RTP, especialista em assuntos da Rússia, Sandra Fernandes, que se junta a nós a partir do Porto. No final do programa teremos ainda mais uma convidada, bem especial e para um momento diferente, que é a cantora Marisa Liz.</description>
          <pubDate>Tue, 27 Sep 2022 22:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> O Novo SNS </title>
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          <itunes:summary>Vai consumar-se ainda esta semana a maior alteração no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde em 43 anos de história. Resulta do novo estatuto do SNS e concretiza-se na escolha de um Diretor Executivo, a quem estará reservada significativa autonomia. É pelo menos isso que reclama, desde logo, o Presidente da República. Mas esta é ou não é a mudança de que o SNS precisa? A ideia do debate de hoje é perceber o que muda afinal em todo o sistema de saúde português, com esta nova organização. Até que ponto o novo Diretor tem poder efetivo e como se vai articular com o também novo ministro da Saúde.O painel do &quot;É ou não é?&quot; junta várias pessoas com enorme conhecimento, interno mas também histórico de como funciona a saúde em Portugal.Entram em debate Pedro Pita Barros, professor universitário de Economia, na Universidade Nova e especialista em Economia da Saúde; António Correia de Campos, também professor, de Saúde Pública, entre diversas funções públicas que desempenhou, foi ministro da Saúde, e em dois momentos; Catarina Perry da Câmara, médica Neurorradiologista, com especialidade concluída há cerca de dois anos e ainda Henrique Cyrne Carvalho, atual Presidente do Conselho das Escolas Médicas, também Diretor de uma das grandes escolas de medicina do país, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS). Em direto do Porto estão mais dois convidados: Eurico Castro Alves, médico, que já presidiu ao Conselho Diretivo do Infarmed e que é nesta altura o Presidente da Convenção da Saúde, um organismo que envolve mais de 150 instituições, de saúde, pública privada e social, ordens profissionais e associações de utentes e Xavier Barreto, Presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, que desempenha funções no Hospital de São João e que conhece bem, também por isso, Fernando Araújo, que é, quase com absoluta certeza, o nome que o governo irá oficializar, ainda esta semana, para o novo cargo.</itunes:summary>
          <itunes:episode>64</itunes:episode>
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          <description>Vai consumar-se ainda esta semana a maior alteração no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde em 43 anos de história. Resulta do novo estatuto do SNS e concretiza-se na escolha de um Diretor Executivo, a quem estará reservada significativa autonomia. É pelo menos isso que reclama, desde logo, o Presidente da República. Mas esta é ou não é a mudança de que o SNS precisa? A ideia do debate de hoje é perceber o que muda afinal em todo o sistema de saúde português, com esta nova organização. Até que ponto o novo Diretor tem poder efetivo e como se vai articular com o também novo ministro da Saúde.O painel do &quot;É ou não é?&quot; junta várias pessoas com enorme conhecimento, interno mas também histórico de como funciona a saúde em Portugal.Entram em debate Pedro Pita Barros, professor universitário de Economia, na Universidade Nova e especialista em Economia da Saúde; António Correia de Campos, também professor, de Saúde Pública, entre diversas funções públicas que desempenhou, foi ministro da Saúde, e em dois momentos; Catarina Perry da Câmara, médica Neurorradiologista, com especialidade concluída há cerca de dois anos e ainda Henrique Cyrne Carvalho, atual Presidente do Conselho das Escolas Médicas, também Diretor de uma das grandes escolas de medicina do país, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto (ICBAS). Em direto do Porto estão mais dois convidados: Eurico Castro Alves, médico, que já presidiu ao Conselho Diretivo do Infarmed e que é nesta altura o Presidente da Convenção da Saúde, um organismo que envolve mais de 150 instituições, de saúde, pública privada e social, ordens profissionais e associações de utentes e Xavier Barreto, Presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, que desempenha funções no Hospital de São João e que conhece bem, também por isso, Fernando Araújo, que é, quase com absoluta certeza, o nome que o governo irá oficializar, ainda esta semana, para o novo cargo.</description>
          <pubDate>Tue, 20 Sep 2022 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> Estamos preparados para um inverno frugal? </title>
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          <itunes:summary>A crise energética e a ameaça russa de corte de abastecimento de gás à Europa vai fazer do próximo Inverno um desafio e um imenso risco. Todos vamos ter de viver a consumir menos eletricidade, mas os níveis de pobreza energética que existem em Portugal vão penalizar muito as famílias mais frágeis e teme-se que a situação se possa agravar. E como podem as empresas resistir a aumentos astronómicos da fatura da eletricidade? É ou não possível, neste momento difícil, desenhar uma nova estratégia para a independência energética do país, mais sustentável, menos poluente, menos cara? São perguntas a que vão responder hoje João Pedro Gouveia, professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Francisco Ferreira, presidente da Zero, Pedro Sousa Carvalho, diretor do ECO e Paulo Carmona, presidente da associação portuguesa de produtores de biocombustíveis.Acompanham-nos ao longo do programa, no exterior, Pedro Amaral Jorge, CEO da Associação Portuguesa de Energias Renováveis  e Rita Valadas, presidente da Cáritas Portuguesa. Vamos estar em directo com os correspondentes da RTP em Estrasburgo Duarte Valente, neste momento em que se aguarda pelas decisões da Comissão Europeia para a crise energética, e de Paris com o José Manuel Rosendo depois de Emmanuel Macron ter já dito que os dias de abundância terminaram.</itunes:summary>
          <itunes:episode>63</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 13 Sep 2022 22:09:00 +0100</pubDate>
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          <title> Medidas de Apoio às Famílias </title>
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          <itunes:summary>O pacote de ajuda anunciado esta segunda-feira pelo governo é ou não é o mais certo para responder à crise ditada pelo brutal aumento dos preços dos últimos meses? Respondem a esta pergunta os convidados desta noite: o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais António Mendonça Mendes, o líder parlamentar do PSD  Joaquim Miranda Sarmento, a jornalista e diretora do Diário de Notícias Rosália Amorim e a professora de Economia da Nova SBE e comentadora RTP Susana Peralta.O governo anunciou oito medidas de ajuda às famílias para atenuar o aumento flagrante do custo de vida, em particular desde que disparou o preço da energia na Europa. O valor global do pacote anunciado é de 2 mil e 400 milhões já este ano e inclui uma ajuda direta, de 125 euros em Outubro, a todas as pessoas que recebem menos de 2.700 euros por mês. Prevê também, como se esperava, a redução do IVA da eletricidade e a colocação de um limite de 2 por cento à subida das rendas. O ponto mais polémico é relativo às pensões, com as oposições a falarem de &quot;ilusão&quot; ou &quot;truque&quot;.</itunes:summary>
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          <description>O pacote de ajuda anunciado esta segunda-feira pelo governo é ou não é o mais certo para responder à crise ditada pelo brutal aumento dos preços dos últimos meses? Respondem a esta pergunta os convidados desta noite: o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais António Mendonça Mendes, o líder parlamentar do PSD  Joaquim Miranda Sarmento, a jornalista e diretora do Diário de Notícias Rosália Amorim e a professora de Economia da Nova SBE e comentadora RTP Susana Peralta.O governo anunciou oito medidas de ajuda às famílias para atenuar o aumento flagrante do custo de vida, em particular desde que disparou o preço da energia na Europa. O valor global do pacote anunciado é de 2 mil e 400 milhões já este ano e inclui uma ajuda direta, de 125 euros em Outubro, a todas as pessoas que recebem menos de 2.700 euros por mês. Prevê também, como se esperava, a redução do IVA da eletricidade e a colocação de um limite de 2 por cento à subida das rendas. O ponto mais polémico é relativo às pensões, com as oposições a falarem de &quot;ilusão&quot; ou &quot;truque&quot;.</description>
          <pubDate>Tue, 06 Sep 2022 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> O Estado da Nação: Estamos no rumo certo? </title>
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          <itunes:summary>Esta quarta-feira, dia 20 de junho, é dia de discutir o Estado da Nação no Parlamento e é esse debate que antecipamos hoje na televisão RTP.Portugal é ou não é um país no rumo certo? A pergunta leva-nos a discutir o tanto que se alterou nos últimos seis meses, com a eclosão de uma guerra na Europa e o disparar da inflação. Internamente, houve controvérsia devido à incapacidade de resposta do SNS, a decisão que afinal não o era sobre o novo aeroporto de Lisboa e agora o regresso dramático dos incêndios.Ao mesmo tempo, surgiram boas notícias quanto ao crescimento da economia portuguesa este ano, que será mesmo o maior na União Europeia. Perante todo este contexto, a RTP deu a conhecer ontem uma sondagem da Católica, a primeira desde as legislativas, que mostra o PS abaixo da maioria absoluta e o PSD a subir aos 30 por cento.São convidados no último &quot;É ou não é?&quot; da temporada, a advogada e colunista Carmo Afonso, a politóloga Marina Costa Lobo, o advogado e político Luís Nobre Guedes e o economista José Maria Pimentel.</itunes:summary>
          <itunes:episode>61</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 19 Jul 2022 22:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> Incêndios: Como evitar novas tragédias? </title>
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          <itunes:summary>A proteção civil já tinha anunciado que íamos viver algo nunca visto, o país foi colocado em situação de contingência, pela primeira vez devido ao risco de incêndio, e as temperaturas dispararam, como se previa, esta terça-feira. A situação meteorológica é grave e inédita, reforçam também as autoridades, todo o país transpira mas uma faixa relevante respira com dificuldade devido ao fogo, concretamente em Santarém (no concelho de Ourém) e em Leiria (nos concelhos de Pombal, Ansião, Alvaiázere).Foi interrompida a circulação em várias estradas importantes, desde logo na A1, mas também no IC2 e no IC8 há danos em habitações. Não há, no entanto e até ao momento, nenhuma perda de vida humana.Vamos analisar todos os riscos desta semana crítica no país e são nossos convidados o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, a Diretora Executiva da Associação Florestal de Portugal, Rosário Alves, também o Presidente do IPMA, Jorge Miguel Miranda, o Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes, e ainda, à distância mas em permanência, Domingos Xavier Viegas, referência incontornável no estudo de incêndios florestais no país, professor jubilado e investigador do centro de estudo de incêndios florestais da Universidade de Coimbra.</itunes:summary>
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          <description>A proteção civil já tinha anunciado que íamos viver algo nunca visto, o país foi colocado em situação de contingência, pela primeira vez devido ao risco de incêndio, e as temperaturas dispararam, como se previa, esta terça-feira. A situação meteorológica é grave e inédita, reforçam também as autoridades, todo o país transpira mas uma faixa relevante respira com dificuldade devido ao fogo, concretamente em Santarém (no concelho de Ourém) e em Leiria (nos concelhos de Pombal, Ansião, Alvaiázere).Foi interrompida a circulação em várias estradas importantes, desde logo na A1, mas também no IC2 e no IC8 há danos em habitações. Não há, no entanto e até ao momento, nenhuma perda de vida humana.Vamos analisar todos os riscos desta semana crítica no país e são nossos convidados o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, a Diretora Executiva da Associação Florestal de Portugal, Rosário Alves, também o Presidente do IPMA, Jorge Miguel Miranda, o Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, António Nunes, e ainda, à distância mas em permanência, Domingos Xavier Viegas, referência incontornável no estudo de incêndios florestais no país, professor jubilado e investigador do centro de estudo de incêndios florestais da Universidade de Coimbra.</description>
          <pubDate>Tue, 12 Jul 2022 22:14:00 +0100</pubDate>
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          <title> Nova Liderança do PSD e Polémica do Novo Aeroporto </title>
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          <itunes:summary>Até que ponto vai mudar a relação entre os dois maiores partidos e o que é que isso significa para o país é uma das perguntas no momento, porque se segue a uma semana particularmente movimentada. O PS viu o seu governo de maioria absoluta agitado por uma inesperada turbulência, quando o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, anunciou os planos para o novo, em rigor, os novos aeroportos de Lisboa. Acabou desautorizado pelo primeiro-ministro, tendo António Costa invocado a necessidade de um consenso com o maior partido da oposição.O PSD, precisamente, estava a dois dias do Congresso que ia consagrar o novo líder, Luís Montenegro, que aproveitou os avanços e recuos do governo para reforçar a necessidade de um novo ciclo para o país e deixar a promessa de um novo tipo de oposição. Foram dias politicamente agitados, como há muito não se via.Para discutir o atual momento político recebemos esta semana Miguel Pinto Luz, Vice-presidente PSD, Porfírio Silva, Vice-Presidente do Partido Socialista, Rosália Amorim, Diretora do Diário de Notícias e Manuel Carvalho, Diretor do jornal Público. E mais à frente, para discutir o futuro do novo aeroporto da capital, juntar-se-ão a nós o jornalista, colunista e empresário Daniel Deusdado, Jornalista e ainda João Joanaz de Melo, Professor Engenharia do Ambiente na Universidade Nova e Dirigente do GEOTA.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 05 Jul 2022 22:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como salvar os oceanos? </title>
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          <pubDate>Tue, 28 Jun 2022 22:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como aumentar competitividade e salários? </title>
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          <itunes:summary>A conta faz-se assim: é ou não é possível aumentar a produtividade, o que todos consideram decisivo, aumentar também os salários, e o primeiro ministro disse ainda ontem que é inevitável, ou seja, aumentar, aumentar... Mas discutindo ao mesmo tempo a possibilidade de diminuir os dias de trabalho semanal, de cinco para quatro dias. E quando está sobre a mesa uma agenda do trabalho digno no país, isso facilita ou dificulta a contratação pelas empresas e a atração de investimento?Não faltam temas para um debate que promete e são meus convidados o antigo ministro, do Trabalho e da Segurança Social, e noutro momento também da Economia e Inovação, José António Vieira da Silva, a empresária Estela Barbot, com grande experiência associativa, em Portugal e no mundo, da AEP ao FMI, o professor de Economia Política do ISCTE Paulo Marques, também coordenador do Observatório do Emprego Jovem, e ainda Carlos Oliveira, o presidente executivo da Fundação José Neves, que se junta a nós a partir do Porto, já que foi no Porto que, esta semana, a Fundação apresentou um estudo amplo sobre a evolução do trabalho e dos salários no nosso país.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 21 Jun 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Crise nas Urgências </title>
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          <itunes:summary>De repente, uma sucessão de feriados e pontes precipitou o encerramento de vários serviços de urgência nos hospitais, em particular nos de ginecologia e obstetrícia mas não apenas, e sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo, mas com complicações mais a norte ou a sul, por exemplo em Braga ou Algarve. A falta de médicos é apontada como a causa mais profunda do problema, o governo avançou ontem com um plano de contingência e anunciou que pretende contratar todos os médicos especialistas disponíveis para entrar no SNS, enquanto o Presidente da República deixou o aviso de que o que se está a passar neste momento não se pode arrastar pelo Verão.Em debate neste ?É ou não é?? estão os deputados Luís Soares do PS e Ricardo Batista Leite do PSD, o Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de Santa Maria, Diogo Ayres de Campos, também o bastonário da Ordem dos médicos Miguel Guimarães, o presidente da Associação de Administradores Hospitalares Xavier Barreto e também  a bastonária da Ordem dos Enfermeiros Ana Rita Cavaco.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 14 Jun 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Eutanásia: Deve ser crime? </title>
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          <itunes:summary>A eutanásia volta esta quinta feira ao parlamento. 4 partidos, PS, Bloco de Esquerda, Iniciativa Liberal e PAN retomam projetos depois do veto presidencial de Novembro do ano passado. Nas atuais versões, os partidos retiraram a exigência de ?doença fatal?, que era um dos limites que os separava de Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente da República diz que espera pela lei final chegar a Belém sem dramatizar. Só depois saberemos o que pensa.Esta noite o ?É ou não É?? debate a eutanásia em Portugal neste cenário de praticamente certa a aprovação da iniciativa legislativa na Assembleia da República. São convidados da RTP a médica Isabel Galriça Neto - especialista em medicina paliativa, Jorge Espírito Santo - oncologista aposentado, José Gameiro - psiquiatra e Álvaro Beleza - diretor serviço sangue do Santa Maria. Vão estar connosco à distância, a Professora Catedrática de Ética, Maria do Céu Patrão Neves e o médico Francisco Goiana Silva, presidente do Health Parliament Portugal.  </itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 07 Jun 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Catástrofe Alimentar </title>
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          <itunes:summary>Primeiro foi a guerra. Da guerra decorreu o choque energético e agora o mundo teme uma catástrofe alimentar. A Rússia e a Ucrânia são celeiros do mundo e o conflito está a bloquear a produção e o comércio, em particular de cereais. Além das dificuldades nas colheitas, desde logo por falta de mão de obra, estão em risco novas sementeiras e há nesta altura mais de 20 milhões de toneladas de cereais bloqueados na Ucrânia, em particular no porto de Odessa. Para agravar mais ainda, a China, o maior produtor mundial de trigo, já anunciou que a colheita deste ano poderá ser a pior de sempre, e o segundo maior, a Índia, está com graves problemas devido a um ano muito quente.Portugal depende mais da produção em França que do leste europeu, mas o preço do trigo já subiu quase 60 por cento desde o início da guerra e, também em relação à agricultura, se discute uma mudança de paradigma na União Europeia e a necessidade de pensar a sério na autossuficiência dos estados-membros.Para refletir sobre este pano de fundo, recebemos esta semana a ministra da Agricultura Maria do Céu Antunes, o Professor de Biotecnologia e investigador Francisco Xavier Malcata, Fernando Alexandre, Economista e Professor Universitário, Gonçalo Lobo Xavier, Diretor-Geral da APED, Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição. E à distância o Presidente da Federação das Indústrias Agro-Alimentares, Jorge Tomás Henriques, e Evgeny Muravich, jornalista e correspondente da RTP em Moscovo, o presidente da Associação dos Produtores de Cereais, José Palha e a Bastonária Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 31 May 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Portugal tem de recuar no combate à Covid19? </title>
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          <itunes:summary>As vacinas sossegaram-nos, a guerra dispersou as nossas atenções e de repente a pandemia que nos atormentou durante dois anos já parecia coisa do passado. A verdade é que, particularmente desde Março, o número de infeções voltou a subir bastante em Portugal e somos, nesta altura, o país da União Europeia com maior número de casos de Covid-19 por 100 mil habitantes e o segundo no número de mortes, só atrás da Grécia.É necessário sublinhar que não se repete a situação dramática do início de 2021, mas há de novo pressão já preocupante sobre os hospitais, com muitos internamentos e não faltam especialistas a reclamar, por exemplo, o regresso do uso de máscara obrigatório em espaços fechados ou com muita gente. As autoridades mantêm a medida como apenas conselhada e facultativa, mas ontem mesmo o governo decidiu retomar a comparticipação dos testes antigénio nas farmácias.Neste programa estão hoje vários protagonistas da gestão e do debate sobre a pandemia em Portugal, a começar pela Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, o Diretor de Urgência e Medicina Intensiva do Hospital de São João, Nelson Pereira, o microbiologista e investigador do Instituto Ricardo Jorge, João Paulo Gomes, o Presidente Associação de Médicos de Saúde Pública, Gustavo Tato Borges, e ainda Raquel Duarte, Médica Pneumologista, que integrou a equipa que aconselhou o  desconfinamento no país.</itunes:summary>
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          <description>As vacinas sossegaram-nos, a guerra dispersou as nossas atenções e de repente a pandemia que nos atormentou durante dois anos já parecia coisa do passado. A verdade é que, particularmente desde Março, o número de infeções voltou a subir bastante em Portugal e somos, nesta altura, o país da União Europeia com maior número de casos de Covid-19 por 100 mil habitantes e o segundo no número de mortes, só atrás da Grécia.É necessário sublinhar que não se repete a situação dramática do início de 2021, mas há de novo pressão já preocupante sobre os hospitais, com muitos internamentos e não faltam especialistas a reclamar, por exemplo, o regresso do uso de máscara obrigatório em espaços fechados ou com muita gente. As autoridades mantêm a medida como apenas conselhada e facultativa, mas ontem mesmo o governo decidiu retomar a comparticipação dos testes antigénio nas farmácias.Neste programa estão hoje vários protagonistas da gestão e do debate sobre a pandemia em Portugal, a começar pela Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, o Diretor de Urgência e Medicina Intensiva do Hospital de São João, Nelson Pereira, o microbiologista e investigador do Instituto Ricardo Jorge, João Paulo Gomes, o Presidente Associação de Médicos de Saúde Pública, Gustavo Tato Borges, e ainda Raquel Duarte, Médica Pneumologista, que integrou a equipa que aconselhou o  desconfinamento no país.</description>
          <pubDate>Tue, 24 May 2022 22:10:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como combater os abusos sexuais na Igreja? </title>
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          <itunes:summary>Depois de alguns anos de resistência e apenas após instruções diretas do Papa Francisco, a Igreja católica portuguesa decidiu enfrentar também o drama dos abusos sexuais cometidos por padres. Foi nomeada, no final do ano passado, uma Comissão independente, liderada por técnicos prestigiados, como Pedro Strecht, Daniel Sampaio ou Laborinho Lúcio. Uma comissão que, em poucos meses de trabalho, já validou 326 queixas, números atualizados na semana passada, sendo que 16 delas são relativas a padres que se mantêm no ativo e seguiram já para o Ministério Público. Mas que justiça se pode fazer agora, quando muitos dos casos já prescreveram? E que garantias para as vítimas de que valerá a pena reviver traumas tão profundos? E que Igreja sairá desta onda de denúncias tão graves?As questões que pedem resposta são várias e fomos ao encontro delas com a ajuda de  ngelo Fernandes, Presidente da associação &quot;Quebrar o Silêncio&quot;, que reúne vítimas de abusos, a professora de Direito Inês Ferreira Leite, o teólogo Henrique Pinto, o jornalista João Francisco Gomes, autor do livro recente &quot;Roma, temos um problema&quot;. À distância também o médico psiquiatra Francisco Allen Gomes, a secretária da Equipa Coordenadora Nacional das Comissões Diocesanas de Proteção de Menores Paula Margarido e ainda Cláudia Caires, psicóloga, especialista em Trauma.Convidámos também para este programa representantes da estrutura da Igreja, desde logo o Presidente da Conferência Episcopal, D.José Ornelas, que começou por aceitar mas ontem nos comunicou ser impossível a presença por estar fora do país e ocupado a esta hora, e também a Comissão Independente que investiga os abusos, mas que entende não ser o momento certo de participar num debate como este.</itunes:summary>
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          <description>Depois de alguns anos de resistência e apenas após instruções diretas do Papa Francisco, a Igreja católica portuguesa decidiu enfrentar também o drama dos abusos sexuais cometidos por padres. Foi nomeada, no final do ano passado, uma Comissão independente, liderada por técnicos prestigiados, como Pedro Strecht, Daniel Sampaio ou Laborinho Lúcio. Uma comissão que, em poucos meses de trabalho, já validou 326 queixas, números atualizados na semana passada, sendo que 16 delas são relativas a padres que se mantêm no ativo e seguiram já para o Ministério Público. Mas que justiça se pode fazer agora, quando muitos dos casos já prescreveram? E que garantias para as vítimas de que valerá a pena reviver traumas tão profundos? E que Igreja sairá desta onda de denúncias tão graves?As questões que pedem resposta são várias e fomos ao encontro delas com a ajuda de  ngelo Fernandes, Presidente da associação &quot;Quebrar o Silêncio&quot;, que reúne vítimas de abusos, a professora de Direito Inês Ferreira Leite, o teólogo Henrique Pinto, o jornalista João Francisco Gomes, autor do livro recente &quot;Roma, temos um problema&quot;. À distância também o médico psiquiatra Francisco Allen Gomes, a secretária da Equipa Coordenadora Nacional das Comissões Diocesanas de Proteção de Menores Paula Margarido e ainda Cláudia Caires, psicóloga, especialista em Trauma.Convidámos também para este programa representantes da estrutura da Igreja, desde logo o Presidente da Conferência Episcopal, D.José Ornelas, que começou por aceitar mas ontem nos comunicou ser impossível a presença por estar fora do país e ocupado a esta hora, e também a Comissão Independente que investiga os abusos, mas que entende não ser o momento certo de participar num debate como este.</description>
          <pubDate>Tue, 17 May 2022 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> O PRR pode mudar o país? </title>
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          <itunes:summary>Anunciou-se como a grande resposta à crise da pandemia, com objetivo de mudar a sério as economias europeias. No caso português, o Plano de Recuperação e Resiliência, popularmente chamado de &quot;Bazuca&quot;, é visto mesmo como a grande oportunidade de ganhar o futuro, quando veio somar, ao quadro de ajudas já esperado até 2030, mais 16 mil e 600 milhões de euros.Portugal tem o oitavo maior financiamento comunitário no PRR, mas, se atendermos à população residente, o país está no pódio dos Estados-membros que mais vão beneficiar do mecanismo europeu de recuperação. Se dividirmos a verba por habitante, significa 1.612 euros por cada português até 2026.No Verão passado, houve um adiantamento de verbas europeias, a rondar os 2 mil milhões de euros, mas foi ontem que se assinalou, entre o governo e a Comissão Europeia e em pleno Dia da Europa, um primeiro reembolso formal.A ministra da Presidência Mariana Vieira da Silva, que protagonizou esse momento, do lado do executivo, está hoje em direto neste programa, para debater se esta é ou não é a oportunidade que não se pode falhar e o que é que está a ser feito para que não falhe.Em estúdio também o ex-vice presidente do PSD Manuel Castro Almeida, que foi também presidente de câmara e Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, tendo no desempenho da função governativa negociado os fundos europeus até 2020. Igualmente connosco a professora de Economia da Nova SBE e comentadora RTP Susana Peralta, e o empresário Luís Abrantes, CEO da Movecho, uma empresa que já recebeu fundos europeus e que volta a candidatar-se no contexto do PRR.</itunes:summary>
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          <description>Anunciou-se como a grande resposta à crise da pandemia, com objetivo de mudar a sério as economias europeias. No caso português, o Plano de Recuperação e Resiliência, popularmente chamado de &quot;Bazuca&quot;, é visto mesmo como a grande oportunidade de ganhar o futuro, quando veio somar, ao quadro de ajudas já esperado até 2030, mais 16 mil e 600 milhões de euros.Portugal tem o oitavo maior financiamento comunitário no PRR, mas, se atendermos à população residente, o país está no pódio dos Estados-membros que mais vão beneficiar do mecanismo europeu de recuperação. Se dividirmos a verba por habitante, significa 1.612 euros por cada português até 2026.No Verão passado, houve um adiantamento de verbas europeias, a rondar os 2 mil milhões de euros, mas foi ontem que se assinalou, entre o governo e a Comissão Europeia e em pleno Dia da Europa, um primeiro reembolso formal.A ministra da Presidência Mariana Vieira da Silva, que protagonizou esse momento, do lado do executivo, está hoje em direto neste programa, para debater se esta é ou não é a oportunidade que não se pode falhar e o que é que está a ser feito para que não falhe.Em estúdio também o ex-vice presidente do PSD Manuel Castro Almeida, que foi também presidente de câmara e Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, tendo no desempenho da função governativa negociado os fundos europeus até 2020. Igualmente connosco a professora de Economia da Nova SBE e comentadora RTP Susana Peralta, e o empresário Luís Abrantes, CEO da Movecho, uma empresa que já recebeu fundos europeus e que volta a candidatar-se no contexto do PRR.</description>
          <pubDate>Tue, 10 May 2022 22:12:00 +0100</pubDate>
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          <title> Porque lemos tão pouco? </title>
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          <itunes:summary>Mais de metade dos portugueses não leram um único livro no último ano. E quem leu, em termos médios, leu pouco. Não faltam esforços públicos e privados para incentivar a leitura, mas alguma coisa está a correr mal. Como fazer com que os mais jovens não ignorem os livros? E como podem os livros competir com o ecrã? Seja o do cinema, o da televisão ou o das redes sociais no telemóvel? Se somos o que lemos, e lemos pouco ou nada, que país seremos afinal hoje e no futuro?No debate e em estúdio estão Teresa Calçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura, Francisco José Viegas, escritor, editor e antigo Secretário de Estado, Joana Bértholo, escritora e dramaturga, César Carvalho, professor bibliotecário no Agrupamento de Escolas de Armamar, e a partir dos Açores, da ilha terceira, outro escritor, Joel Neto, também cronista e com presença regular em diversos média. Também à distância, participam José Manuel Oliveira, Diretor da Casa CamiloAna Rita Fernandes, Livreira da Livraria Baobá e ainda Sarah Luz, uma ?Poeta Youtuber?, responsável pelo canal ?Poesia de cor?.</itunes:summary>
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          <description>Mais de metade dos portugueses não leram um único livro no último ano. E quem leu, em termos médios, leu pouco. Não faltam esforços públicos e privados para incentivar a leitura, mas alguma coisa está a correr mal. Como fazer com que os mais jovens não ignorem os livros? E como podem os livros competir com o ecrã? Seja o do cinema, o da televisão ou o das redes sociais no telemóvel? Se somos o que lemos, e lemos pouco ou nada, que país seremos afinal hoje e no futuro?No debate e em estúdio estão Teresa Calçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura, Francisco José Viegas, escritor, editor e antigo Secretário de Estado, Joana Bértholo, escritora e dramaturga, César Carvalho, professor bibliotecário no Agrupamento de Escolas de Armamar, e a partir dos Açores, da ilha terceira, outro escritor, Joel Neto, também cronista e com presença regular em diversos média. Também à distância, participam José Manuel Oliveira, Diretor da Casa CamiloAna Rita Fernandes, Livreira da Livraria Baobá e ainda Sarah Luz, uma ?Poeta Youtuber?, responsável pelo canal ?Poesia de cor?.</description>
          <pubDate>Tue, 03 May 2022 22:11:00 +0100</pubDate>
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          <title> Crise no mercado de trabalho: a falta mão de obra </title>
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          <itunes:summary>Depois de muitos anos a discutir o drama do desemprego, Portugal tem hoje muitas vagas de emprego que estão por preencher. Não faltam empresários a dizer que não está fácil encontrar quem trabalhe, particularmente em setores que são autênticos motores da economia, como o turismo e a construção. Claro que os sindicatos lembram os salários baixos e a questão da precariedade laboral que tornam menos atrativas algumas atividades.Este é ou não é um problema com solução no curto prazo? É o que vamos discutir esta noite, com Isabel Camarinha, a secretária-geral da CGTP, António Carlos Rodrigues, o CEO do grupo de construção Casais, João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve, Marlene Vieira, conhecida chefe de cozinha e empresária também, proprietária de 4 restaurantes, e ainda, à distância mas em permanência, Luís Mesquita Dias, presidente da Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores de Odemira e Aljezur e ainda Paulo Marques, professor de economia política do ISCTE e que coordena o Observatório do Emprego jovem.</itunes:summary>
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          <description>Depois de muitos anos a discutir o drama do desemprego, Portugal tem hoje muitas vagas de emprego que estão por preencher. Não faltam empresários a dizer que não está fácil encontrar quem trabalhe, particularmente em setores que são autênticos motores da economia, como o turismo e a construção. Claro que os sindicatos lembram os salários baixos e a questão da precariedade laboral que tornam menos atrativas algumas atividades.Este é ou não é um problema com solução no curto prazo? É o que vamos discutir esta noite, com Isabel Camarinha, a secretária-geral da CGTP, António Carlos Rodrigues, o CEO do grupo de construção Casais, João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve, Marlene Vieira, conhecida chefe de cozinha e empresária também, proprietária de 4 restaurantes, e ainda, à distância mas em permanência, Luís Mesquita Dias, presidente da Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores de Odemira e Aljezur e ainda Paulo Marques, professor de economia política do ISCTE e que coordena o Observatório do Emprego jovem.</description>
          <pubDate>Tue, 26 Apr 2022 22:09:00 +0100</pubDate>
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          <title> Que futuro para a educação? </title>
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          <itunes:summary>Começou agora o terceiro período escolar e mais de 20 mil alunos continuam sem professor a alguma disciplina desde o início do ano. No próximo ano, não serão só 20 mil, mas cem mil alunos com falta de professores. O alerta sobre a necessidade de formar e contratar docentes era dado há muitos anos, mas recentemente o estudo da Nova SBE sobre a evolução do problema na próxima década deixou evidente que já não há mais tempo a perder. Em Portugal formam-se anualmente menos de metade dos professores de que as escolas precisam, e este é um valor médio porque há disciplinas em que a realidade é ainda mais dramática. Os casos mais graves são atualmente informática, física e química, Português, inglês e matemática. Porque chegámos aqui, e é ou não é possível resolver este problema são os desafios para os convidados desta noite.Em estúdio estão a reitora do Iscte, Maria de Lurdes Rodrigues que foi ministra da Educação, Maria Emília Brederode dos Santos, Presidente do Conselho nacional de Educação, Paulo Guinote, professor de História do 2º Ciclo do ensino Básico e Filinto Lima, Professor e Director da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas. Teremos também ao longo da noite o contributo do Professor da Nova School os Business and Economics Luís Catela Nunes, coordenador do estudo de diagnóstico e necessidades de docentes para esta década. Contamos ainda com a participação à distância de Ana Paula Canavarro, docente de Pedagogia e Educação na Universidade de Évora e coordenadora do novo programa da matemática para o ensino Básico, Mónica Morgado, professora de Português e de Espanhol do ensino básico e secundário e Luis Sotomayor Braga professor de História do 2ºciclo.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 19 Apr 2022 22:10:00 +0100</pubDate>
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          <title> Entre a pandemia e a guerra: que saúde mental? </title>
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          <itunes:summary>A saúde mental foi anunciada como a pandemia que se seguiria à de Covid-19 e não imaginávamos ainda que estaríamos hoje com um novo medo instalado, devido à guerra na Ucrânia.E apesar destes abalos recentes, o problema está longe de ser novo. As perturbações do foro psiquiátrico atingem, pelo menos, 12 por cento da população do planeta e têm prevalência maior nos países desenvolvidos.Portugal está entre os casos mais complexos, com a grande probabilidade de que, ao longo da vida, 2 em cada 5 portugueses desenvolvam uma perturbação mental. E já se sabe que, com a pandemia e a guerra, duplicaram os casos de ansiedade e depressão nas crianças e adolescentes, a quem se torna difícil explicar por que está a acontecer tudo isso. A reflexão que propomos para esta noite parte da pergunta: é ou não é necessária uma nova estratégia para promover a saúde mental em Portugal? No debate em estúdio contamos com os convidados Miguel Xavier, o médico psiquiatra e atualmente coordenador nacional para as políticas de Saúde; Francisco Miranda Rodrigues ? Psicólogo e Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses; Carlos Oliveira, Presidente Executivo da Fundação José Neves, Maria Inês Galvão ? Psicóloga clínica e psicoterapeuta, Pedro Morgado, médico psiquiatra, professor e investigador da Universidade do Minho. Também à distância a cantora Rita Redshoes, que assume um histórico de depressões em diferentes momentos da vida e entende como útil fazer uma partilha, porque há um estigma ainda a combater e estes não são, de certeza, problemas que só acontecem aos outros.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 05 Apr 2022 22:07:00 +0100</pubDate>
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          <title> O que esperar do novo governo? </title>
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          <itunes:summary>Esta noite debatemos a política portuguesa. Estamos no dia inaugural da nova legislatura e na véspera da tomada de posse do novo governo podemos perguntar mesmo se este é ou não é o melhor governo no contexto de uma maioria absoluta do Partido Socialista e perante os desafios que se colocam ao país numa conjuntura internacional bastante diferente daquela que se previa há pouco mais de um mêsRecebemos nesta emissão no estúdio desde já quatro convidados. António Correia de Campos, professor de saúde pública, antigo ministro e eurodeputado do Partido Socialista, Fernando Alexandre, professor de Economia da Universidade do Minho, foi secretário de Estado da Administração Interna no Governo Passos Coelho e coordenou recentemente a elaboração do programa económico de Paulo Rangel nas eleições internas do PSD. Também Ana Sá Lopes, jornalista é redatora principal do jornal Público e João Taborda da Gama, que além de ser habitualmente comentador em espaços da RTP, é professor de Direito na Católica e especialista em Direito Fiscal, e foi secretário de Estado da Administração Local e consultor para Assuntos Políticos do antigo Presidente Cavaco Silva. À distância mas também em permanência no debate contamos ainda com a participação de Ana Drago, socióloga e habitual comentadora da RTP, e Luís Nobre Guedes, advogado, antigo dirigente do CDS-PP, antigo ministro do ambiente e do ordenamento.</itunes:summary>
          <itunes:episode>46</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 29 Mar 2022 21:47:00 +0100</pubDate>
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          <title> O valor da democracia </title>
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          <itunes:summary>Estamos a dois dias de completar 60 anos sobre a crise académica que teve como epicentro a Universidade de Lisboa e estamos, também por isso, em direto do edifício da Aula Magna. Acresce que esta semana também, por coincidência igualmente na próxima quinta-feira, a Democracia em Portugal passa a ser mais longa do que foi o Estado Novo. As datas são um pretexto para discutir o valor e a qualidade do regime democrático português e num tempo em que o mundo se sobressalta com uma guerra e questiona até que ponto podemos dar como consolidadas a paz e a prosperidade com que crescemos. Esta semana, em debate estão o jornalista Joaquim Furtado, voz histórica do 25 de Abril, a arquitecta Helena Roseta, uma das mulheres com trajeto público mais destacado no país nas últimas décadas, o escritor Bruno Vieira Amaral, o jurista José Reis do Alto Comissariado para as Migrações, a empresária Rita Nabeiro, o cantor Gil do Carmo, o professor de Direito José Eduardo Coimbra e a jornalista Anabela Motra Ribeiro, que vai estrear ainda esta semana na RTP3 a segunda série de entrevistas aos nascidos depois da revolução.</itunes:summary>
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          <description>Estamos a dois dias de completar 60 anos sobre a crise académica que teve como epicentro a Universidade de Lisboa e estamos, também por isso, em direto do edifício da Aula Magna. Acresce que esta semana também, por coincidência igualmente na próxima quinta-feira, a Democracia em Portugal passa a ser mais longa do que foi o Estado Novo. As datas são um pretexto para discutir o valor e a qualidade do regime democrático português e num tempo em que o mundo se sobressalta com uma guerra e questiona até que ponto podemos dar como consolidadas a paz e a prosperidade com que crescemos. Esta semana, em debate estão o jornalista Joaquim Furtado, voz histórica do 25 de Abril, a arquitecta Helena Roseta, uma das mulheres com trajeto público mais destacado no país nas últimas décadas, o escritor Bruno Vieira Amaral, o jurista José Reis do Alto Comissariado para as Migrações, a empresária Rita Nabeiro, o cantor Gil do Carmo, o professor de Direito José Eduardo Coimbra e a jornalista Anabela Motra Ribeiro, que vai estrear ainda esta semana na RTP3 a segunda série de entrevistas aos nascidos depois da revolução.</description>
          <pubDate>Tue, 22 Mar 2022 22:20:00 +0000</pubDate>
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          <title> Economia de guerra ou a guerra na economia? </title>
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          <itunes:summary>A realidade que vivemos por estes dias é ou não é a de uma economia de guerra?Com a invasão da Ucrânia pela Rússia, há uma fatura que já está a ser paga por todos nós, concretamente na Europa, que depende bastante do fornecimento de energia russa, seja petróleo, gás natural ou carvão. Além disso, qualquer dos países em guerra é um importante fornecedor de cereais e carne, o que, somado ao aumento do custo com a energia e os transportes, faz com que os preços disparem.Ainda assim, esta quarta-feira, os preços do petróleo e do gás baixaram nos mercados internacionais, em grande parte por este ser o dia em que a principal notícia da guerra é a de um plano de paz, ainda que seja nesta altura apenas um rascunho. Mesmo assim, sempre que se puder falar em paz num contexto de guerra, essa será sempre uma notícia favorável, também para a economia.Para discutir a economia em tempo de guerra estão neste debate Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa, importante empresa do setor energético, Susana Peralta, professora universitária da Nova-SBE e comentadora RTP, também Helena Garrido, jornalista e comentadora RTP, Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal. à distância mas em permanência estão ainda Gonçalo Lobo Xavier, Diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, e Luís Sequeira, presidente da Associação Portuguesa das Indústrias de Cerâmica e Cristalaria, que já estão a sofrer bastante com esta crise.</itunes:summary>
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          <pubDate>Wed, 16 Mar 2022 22:00:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como parar esta guerra? </title>
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          <itunes:summary>É ou não é possível parar a guerra na Ucrânia? Esta é a nossa pergunta de partida, num dia em que mais 400 civis perderam a vida e em que os refugiados fugidos da Ucrânia são já mais de dois milhões.Ao mesmo tempo, reforçam-se as sanções a Moscovo, com os Estados Unidos a proibirem hoje a aquisição de gás e petróleo da Rússia e a União Europeia a anunciar que pretende reduzir em dois terços a dependência energética de fornecimento russo.E a dois dias do encontro de ministros dos negócios estrangeiros da Rússia e da Ucrânia, o presidente Zelensky foi aplaudido de pé pelo parlamento britânico. E o presidente da China falou ao telefone com o presidente da França e o chanceler da Alemanha. Xi Jinping elogiou os esforços diplomáticos europeus, mas recomendou &quot;contenção máxima&quot;.Em estúdio contamos hoje com Sandra Fernandes Investigadora do CICP - Universidade do Minho, Cândida Pinto, Jornalista e Grande Repórter da RTP, Carlos Gaspar, investigador do IPRI Nova, p Major General João Vieira Borges, e ainda Ksenia Ashrafullina, empreendedora e ativista.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 08 Mar 2022 22:07:00 +0000</pubDate>
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          <title> É ou não é o início de uma Guerra na Europa? </title>
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          <itunes:summary>Este é ou não é o momento em que a guerra na Ucrânia deixou de ser inevitável?Depois da Rússia ter reconhecido a independência dos territórios separatistas de Donetsk e Lugansk, o parlamento russo deu luz verde a Vladimir Putin para utilizar tropas russas fora das fronteiras do país.Para o Ocidente, Estados Unidos, União Europeia, NATO, já não há dúvidas de que a ação militar de Moscovo está em marcha e refere-se mesmo a uma invasão em larga escala. Como resposta, foram hoje anunciadas sanções ao regime russo. Sanções económicas e financeiras, com a promessa de que vão fazer sofrer muito o regime de Putin.É neste contexto que fazemos o debate desta noite, com os professores e investigadores em assuntos internacionais: Bernardo Pires de Lima e Ana Isabel Xavier, em estúdio, e á distãncia estão também José Pedro Teixeira Fernandes e Sandra Dias Fernandes. E estão connosco ainda o economista Pedro Brinca e o major-general Arnaut Moreira.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 22 Feb 2022 22:10:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como modernizar o país? </title>
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          <itunes:summary>E ou não é decisivo que o país aproveite os próximos anos para se modernizar, tornar a economia mais competitiva, e fazer com que os portugueses vivam melhor? A pergunta surge no início de uma nova legislatura, com estabilidade garantida por uma maioria absoluta, e ainda no arranque de uma década em que o dinheiro da Europa vai chegar em força. O país vai receber até 2030 cerca de metade das ajudas que obteve da Europa nos 35 anos anteriores, ou seja, desde que aderiu à então CEE em 1986.Para este debate, de olhos postos no futuro, recebemos neste debate os professores de Economia José Reis, Ricardo Reis, professor e investigador na London School of Economics, connosco em direto de Londres.  Em estúdio estão Tiago Pitta e Cunha, presidente da fundação Oceano Azul, especialista e entusiasta da economia do mar, além de Prémio Pessoa 2021, Helena Freitas, professora de Ecologia, nova diretora do Parque de Serralves e com um histórico relevante quanto ao tema da coesão do território, e ainda Gonçalo Cruz, engenheiro industrial e empreendedor tecnológico. À distância mas em permanência, Rosália Amorim, diretora do Diário de Notícias.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 15 Feb 2022 22:05:00 +0000</pubDate>
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          <title> Portugal é um país ciberseguro? E que oposição à direita? </title>
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          <itunes:summary>Hoje vamos ter, literalmente, dois programas num só. Na segunda parte o tema é político, sobre a oposição que a direita e o centro-direita podem fazer ao novo governo maioritário do PS. Recebemos em estúdio dois destacados militantes do PSD e do CDS, Marco António Costa e Diogo Feio, além dos homens indicados para liderar os novos grupos parlamentares do Chega, Pedro Pinto, e da Iniciativa Liberal, Rodrigo Saraiva.Antes disso, prioridade total ao tema do dia: o assalto informático à Vodafone. Um ataque sem precedentes a uma das principais redes de telecomunicações em Portugal, que afetou a vida de milhões de pessoas e a atividade do INEM, de vários hospitais, da proteção civil e da rede Multibanco.Em estúdio estão o Diretor da Unidade de Combate ao Cibercrime da Polícia Judiciária, Carlos Cabreiro e o Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, Lino Santos. À distância: Francisco Pedro Balsemão, o presidente executivo do Grupo Impresa, dono da SIC e do Expresso, que foi alvo de um ataque do género a 2 de Janeiro, Pedro Machado, o responsável pela proteção de dados da seguradora AGEAS e Luís Antunes, Diretor do Centro de Competências em Cibersegurança da Universidade do Porto.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 08 Feb 2022 22:06:00 +0000</pubDate>
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          <title> É ou não é possível um governo estável? </title>
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          <itunes:summary>Faltam 5 dias para os portugueses decidirem o futuro, desde logo o futuro Parlamento e, por via disso, o governo que há-de gerir o destino do país. Estamos na última semana de campanha, as sondagens anunciam que o vencedor das eleições está longe de estar encontrado, pelos que os discursos surgem agora mais duros e todos os trunfos são lançados.São convidados esta noite os jornalistas e comentadores RTP Luísa Meireles, também Diretora da Agência Lusa, e Manuel Carvalho, diretor do Público, os professores de economia Luís Aguiar Conraria e Susana Peralta, a investigadora de política e média Susana Salgado e ainda o Diretor do Centro de Sondagens da Universidade Católica Ricardo Ferreira Reis.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 25 Jan 2022 22:05:00 +0000</pubDate>
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          <title> Estamos na passagem de pandemia a endemia? </title>
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          <itunes:summary>Há hoje menos pessoas internadas que ontem em Portugal. Os números do dia trouxeram essa boa notícia, mas as novas infecções continuam acima das 30 mil diárias. Isto quer dizer que a incidência do vírus está ainda imparável e também que, por muito que a variante ómicron seja mais contagiosa do que agressiva, a incerteza permanece grande.Para mais, e quando alguns países na Europa, como Itália, Alemanha ou França, voltam a apertar as regras, particularmente contra os não-vacinados, surgem indícios de novas variantes, incluindo uma Deltacrón, que resulta de uma conjugação genética da Delta com a Ómicron.Perante tal cenário, é ou não é possível falar-se da passagem de uma situação de pandemia a endemia que ocorre, entre outros fatores, quando uma doença passa a ter um padrão relativamente estável?É a pergunta de partida para os convidados desta emissão: a médica infecciologista pediátrica do Hospital D.Estefânia, Maria João Brito, o Investigador do Departamento de Doenças Infecciosas do Instituto Ricardo Jorge, João Paulo Gomes, o médico Nuno Jacinto, também presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, e ainda o médico especialista em epidemiologia, Henrique Barros, também presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto.</itunes:summary>
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          <description>Há hoje menos pessoas internadas que ontem em Portugal. Os números do dia trouxeram essa boa notícia, mas as novas infecções continuam acima das 30 mil diárias. Isto quer dizer que a incidência do vírus está ainda imparável e também que, por muito que a variante ómicron seja mais contagiosa do que agressiva, a incerteza permanece grande.Para mais, e quando alguns países na Europa, como Itália, Alemanha ou França, voltam a apertar as regras, particularmente contra os não-vacinados, surgem indícios de novas variantes, incluindo uma Deltacrón, que resulta de uma conjugação genética da Delta com a Ómicron.Perante tal cenário, é ou não é possível falar-se da passagem de uma situação de pandemia a endemia que ocorre, entre outros fatores, quando uma doença passa a ter um padrão relativamente estável?É a pergunta de partida para os convidados desta emissão: a médica infecciologista pediátrica do Hospital D.Estefânia, Maria João Brito, o Investigador do Departamento de Doenças Infecciosas do Instituto Ricardo Jorge, João Paulo Gomes, o médico Nuno Jacinto, também presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, e ainda o médico especialista em epidemiologia, Henrique Barros, também presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto.</description>
          <pubDate>Tue, 11 Jan 2022 22:38:00 +0000</pubDate>
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          <title> Douro: 20 anos de Património da Humanidade </title>
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          <itunes:summary>Este &quot;É ou não é?&quot; assinala 20 anos desde que o Douro foi designado como património mundial pela Unesco. Em direto do Museu do Douro, no Peso da Régua, reunimos um painel reforçado com alguns dos stakeholders desta realidade que abraça o vinho, o turismo, a cultura e o património.Recebemos Paul Symington, ex-presidente do conselho de administração do Grupo Symington, reconhecidamente um dos maiores produtores e empresários de uma família histórica ligada ao vinho do Porto; Olga Martins, enóloga e presidente executiva da ?Lavradores de Feitoria?, uma história ligada aos vinhos Douro DOC; Manuel Carvalho, Diretor do Público, mas também ele um douriense, natural de Alijó, apaixonado pela região e pelo vinho e conhecedor da economia deste setor. António Cunha, Presidente da CCDR-N, entidade que lidera as comemorações dos 20 anos do Douro Património Mundial e que ao longo de vinte anos tem sido uma das principais responsáveis pela preservação da etiqueta ?Douro Património Mundial?. Também em direto, mas à distância, Mário Ferreira, empresário pioneiro no turismo fluvial no Douro, CEO da Douroazul.A este painel juntam-se ainda - e a partir de Estrasburgo - Elisa Ferreira, atualmente comissária Europeia com a pasta da coesão social, e ao tempo da designação do Douro como Património da Humanidade era Ministra do Planeamento. E participam ainda a historiadora e Responsável Serviços de Museologia do Museu do Douro Natália Fauvrelle, o arquiteto Belém Lima, o chef de cozinha André Carvalho, havendo ainda tempo para uma visita ao ensaio geral da ópera Mátria, de Eduarda Freitas, a primeira construída sobre textos de Torga.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 14 Dec 2021 22:22:00 +0000</pubDate>
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          <title> Que futuro para a Igreja Católica? </title>
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          <itunes:summary>Este é um momento fundamental para a Igreja católica, em Portugal e no mundo. Por cá, vão agora ser finalmente investigados os possíveis casos de abuso sexual no clero, estando em funções, para isso mesmo e desde há poucos dias, uma Comissão independente liderada pelo pedopsiquiatra Pedro Strecht. No plano internacional, o Papa Francisco deu início a um debate sem precendentes em muitas décadas, num Sínodo que vai até 2023, em nome de uma Igreja diferente e que vai colocar em discussão alguns dos temas mais controversos.É também isso que propomos hoje, debater o papel que a Igreja católica, ainda claramente maioritária em Portugal, pode e deve ter neste século, sem ignorar nenhum dos temas mais controversos, como o celibato obrigatório, o papel das mulheres e a relação da igreja com os homossexuais.  Em estúdio tenho esta noite a reitora da Universidade Católica Isabel Capeloa Gil, António Marujo - Jornalista do jornal digital &quot;Sete margens&quot;, especialista em assuntos religiosos e co-autor do livro &quot;Papa Francisco: A revolução Imparável&quot;, o padre jesuíta José Frazão Correia, também diretor da centenária revista Brotéria, e ainda Teresa Vasconcelos, professora que foi Diretora-Geral do ensino básico e pertence ao Movimento Cívico de Mulheres Graal, o Juiz Desembargador Pedro Vaz Patto, que é o Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz e ainda Pedro Nobre, Psicólogo Clínico e ex-Presidente da Associação Mundial de Saúde Sexual.Além destes convidados tenho igualmente entre o público e com algumas perguntas preparadas... estudantes de ciência de comunicação da católica, um grupo de católicos da capela lisboeta do Rato e elementos da Missão País, um projeto de estudantes universitários católicos.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 07 Dec 2021 22:10:00 +0000</pubDate>
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          <title> Como curar o SNS? </title>
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          <itunes:summary>A exaustão tem sido uma palavra repetida para retratar a situação de muitos profissionais de saúde após tantos meses de pandemia. No momento em que a Covid-19 está de novo a preocupar-nos mais, a ministra da saúde falou da importância de se seleccionarem profissionais resilientes e não apenas competentes do ponto de vista técnico.Foram, de imediato, várias as vozes da saúde que se levantaram indignadas, ao ponto de a ministra vir pedir desculpa e de o Presidente da República correr a afirmar que ninguém duvida da resistência dos profissionais de saúde.A verdade é que nos últimos dois meses se demitiram mais de 100 profissionais de saúde, na maioria com cargos de chefia ou mesmo Direção em hospitais do SNS. Alegaram falta de recursos humanos, investimento em carreiras, equipamentos e instalações.A saída de médicos do SNS para o privado é permanente e outros profissionais, como os enfermeiros, já assinaram escusas de responsabilidade em vários serviços, por considerarem não ter condições de cuidar dos doentes em segurança e com qualidade.Nesta emissão em estúdio, contamos com Jorge Roque da Cunha, Presidente do Sindicato Independente dos Médicos, Pedro Pita Barros, Professor de Economia da Saúde, Ana Jorge, Antiga Ministra da Saúde, Carlos Cortes, Presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carmen Garcia, Enfermeira e autora do blogue ?Mãe Imperfeita?, e ainda Eurico Castro Alves, Presidente Convenção da Saúde.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 30 Nov 2021 22:10:00 +0000</pubDate>
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          <title> Este é (ou não é) o país que queremos ter? </title>
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          <itunes:summary>É num espaço que celebra a história numa estrutura virada para o futuro que assinalamos hoje um ano de  É ou não é? Em direto do Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, tendo em fundo os admiráveis veículos centenários, que contam boa parte da história do país, sobretudo entre os séculos XVI e XIX e que desde 2015 são mostrados aos visitantes aqui junto ao Tejo neste edifício admirável e construído propositadamente para o efeito.Utilizamos os coches como mote para um programa em que queremos colocar-nos a caminho entre este presente de um país saído da pandemia, após décadas de revolução tecnológica mas de incipiente crescimento económico. Um novo tempo, o dos próximos anos, que não falta quem considere decisivo para o futuro coletivo, por várias razões. Vamos, por isso, perguntar  se este é ou não é o país que queremos e podemos ter.Respondem esta noite num painel improvável mas que, com orgulho o dizemos, foi possível juntar este noite em direto na televisão pública portuguesa. Estão connosco o escritor Valter Hugo Mãe, o médico e presidente da SEDES Álvaro Beleza, a bióloga e Diretora do Instituto de Medicina Molecular Maria Manuel Mota, o advogado que estuda a desinformação João Marecos, o arquiteto Carrilho de Graça, a atriz e influencer digital Joana Barrios, o presidente executivo da farmacêutica Bial António Portela, o músico Dino D´Santiago e ainda se vai juntar, a partir do Porto, uma das maiores especialistas mundiais em avatares, a professora de ciências e investigadora em animação facial Verónica Orvalho.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 23 Nov 2021 22:08:00 +0000</pubDate>
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          <title> Que alternativa à direita? </title>
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          <itunes:summary>O pais vai ter eleições e escolher o futuro governo no próximo dia 30 de janeiro. António Costa deu ontem uma entrevista à RTP em que disse que não deve haver receios de uma maioria absoluta mas em que evitou colocar sal nas feridas abertas com o PCP e o Bloco de Esquerda.Ao mesmo tempo, reabriu a porta de diálogo à direita, numa altura em que o PSD, tal como o CDS, decide quem será o líder do partido a concorrer às legislativas.O PSD tem eleições internas já este mês, o CDS não deverá ter apesar de haver dois candidatos, enquanto o Chega e a Iniciativa Liberal reconduzem os líderes e se preparam para ganhar eleitorado, isto segundo as sondagens. Perguntamos esta noite se há, neste contexto, uma alternativa de centro-direita potencialmente ganhadora. Em debate estão os militantes do PSD André Coelho Lima, apoiante de Rui Rio, e Miguel Pinto Luz, apoiante de Paulo Rangel. Também em estúdio está o antigo líder do PSD e Primeiro-Ministro Pedro Santana Lopes, actualmente presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Guimarães Pinto, o professor de economia que foi fundador e primeiro líder da Iniciativa Liberal, a politóloga Marina Costa Lobo, investigadora-principal do Instituto de Estudos Sociais e ainda Ricardo Ferreira Reis, que dirige o CESOP, Católica - Sondagens, que coordenou mais um estudo de opinião para a RTP, Antena 1 e Público na semana passada.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 09 Nov 2021 22:12:00 +0000</pubDate>
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          <title> Há solução política para o país? </title>
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          <itunes:summary>Faltam dois dias para o Presidente da República anunciar ao país a data das eleições, se vier a confirmar, como tudo indica, a dissolução da Assembleia da República.E tudo indica porque Marcelo Rebelo de Sousa garantiu mais uma vez que faria tudo exatamente do mesmo modo depois de ter alertado os partidos e o país quanto ao Orçamento do Estado. Hoje vamos questionar se o caminho das eleições é ou não é o único que permite encontrar uma solução para o governo do país, num momento que começou com uma crise de entendimento à esquerda mas que prosseguiu, e aqueceu bastante, com duelos internos à direita. É neste contexto que o Presidente da República reúne esta quarta-feira o Conselho de Estado, antes de falar ao país, na quinta feira.Nesta emissão, em estúdio, estão os comentadores RTP, e ambos professores universitários, Susana Peralta e Pedro Adão e Silva, e também os jornalistas Pedro Tadeu, Diana Ramos, Diretora do Jornal de Negócios e João Vieira Pereira, Diretor do Expresso.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 02 Nov 2021 22:08:00 +0000</pubDate>
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          <title> É ou não é inevitável uma crise política? </title>
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          <itunes:summary>Ao sétimo Orçamento, o governo PS pode cair por não reunir apoios suficientes no Parlamento. E é esta quarta-feira que se fica a saber se isso acontece, sendo que tudo indica que vá acontecer mesmo.É ou não é inevitável uma crise política? Vamos perguntar esta noite aos nossos convidados: os deputados João Paulo Correia do PS, Mariana Mortágua do Bloco de Esquerda e João Oliveira do PCP, que representam as forças partidárias que verdadeiramente decidem o que vai acontecer ao país nos próximos tempos.Igualmente em estúdio estão os comentadores RTP João Soares e Miguel Poiares Maduro, para nos dizerem como olham para um momento político tão sensível e, até há pouco tempo, inesperado.</itunes:summary>
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          <pubDate>Tue, 26 Oct 2021 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> É ou não é o fim da pandemia? </title>
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          <itunes:summary>Dizer que a pandemia afetou a nossa vida coletiva é pouco. Nunca nada, em muitas décadas, afetou tanto o nosso dia-a-dia. O ano pandémico coincidiu, em grande parte, com o primeiro ano de emissões do &quot;É ou não é&quot; pelo que o fomos debatendo, várias vezes, perante o impacto devastador nos hospitais, nas escolas, no mundo do trabalho ou na saúde mental.Nesta emissão, em estúdio, estão Margarida Tavares, médica Infecciologista do Hospital de São João, Miguel Castanho, bioquímico e investigador do Instituto de Medicina Molecular, Tiago Correia (Professor de Saúde Internacional no Instituto de Higiene e Medicina Tropical), Filipe Froes, Médico Pneumologista e também Coordenador do Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos para a COVID19), Renata Benavente - Psicóloga e vice-presidente da Ordem dos Psícólogos, que trabalha no Centro de Saúde Almada Seixal.</itunes:summary>
          <itunes:episode>30</itunes:episode>
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          <description>Dizer que a pandemia afetou a nossa vida coletiva é pouco. Nunca nada, em muitas décadas, afetou tanto o nosso dia-a-dia. O ano pandémico coincidiu, em grande parte, com o primeiro ano de emissões do &quot;É ou não é&quot; pelo que o fomos debatendo, várias vezes, perante o impacto devastador nos hospitais, nas escolas, no mundo do trabalho ou na saúde mental.Nesta emissão, em estúdio, estão Margarida Tavares, médica Infecciologista do Hospital de São João, Miguel Castanho, bioquímico e investigador do Instituto de Medicina Molecular, Tiago Correia (Professor de Saúde Internacional no Instituto de Higiene e Medicina Tropical), Filipe Froes, Médico Pneumologista e também Coordenador do Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos para a COVID19), Renata Benavente - Psicóloga e vice-presidente da Ordem dos Psícólogos, que trabalha no Centro de Saúde Almada Seixal.</description>
          <pubDate>Tue, 19 Oct 2021 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> É ou não é o Orçamento de que o país precisa? </title>
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          <itunes:summary>Já há uma proposta de Orçamento do Estado. Foi entregue no Parlamento no final do dia de segunda-feira, dia 11, e muito discutida ao longo do dia seguinte. O que não se vê, para já, é facilidade em que essa proposta seja viabilizada, desde logo porque o PCP e o Bloco de Esquerda já anunciaram que votam contra o documento tal como ele está. Estão neste grande debate da RTP, precisamente os líderes parlamentares desses dois partidos, João Oliveira e Pedro Filipe Soares, além de dirigentes de outras bancadas, como João Paulo Correia do PS, João Almeida do CDS, Inês Sousa Real do PAN e Duarte Pacheco, do PSD, que se junta a nós a partir de Estocolmo, na Suécia.Mais à frente entram em estudio também professores de economia e comentadores especializados para responder à pergunta se este É ou não é o Orçamento de que o país precisa?</itunes:summary>
          <itunes:episode>29</itunes:episode>
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          <description>Já há uma proposta de Orçamento do Estado. Foi entregue no Parlamento no final do dia de segunda-feira, dia 11, e muito discutida ao longo do dia seguinte. O que não se vê, para já, é facilidade em que essa proposta seja viabilizada, desde logo porque o PCP e o Bloco de Esquerda já anunciaram que votam contra o documento tal como ele está. Estão neste grande debate da RTP, precisamente os líderes parlamentares desses dois partidos, João Oliveira e Pedro Filipe Soares, além de dirigentes de outras bancadas, como João Paulo Correia do PS, João Almeida do CDS, Inês Sousa Real do PAN e Duarte Pacheco, do PSD, que se junta a nós a partir de Estocolmo, na Suécia.Mais à frente entram em estudio também professores de economia e comentadores especializados para responder à pergunta se este É ou não é o Orçamento de que o país precisa?</description>
          <pubDate>Tue, 12 Oct 2021 21:45:00 +0100</pubDate>
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          <title> A obesidade em tempo de vírus </title>
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          <itunes:summary>A pandemia de Covid-19 obriga a que se dê atenção à obesidade, particularmente num país que ocupa o quarto lugar na indesejada lista dos que têm mais pessoas com excesso de peso, só atrás dos Estados Unidos, do México e do Chile. E sem meias palavras, devemos começar por dizer isto: estudos realizados no último mês provam que a obesidade aumenta em perto de 50 por cento tanto o risco de contrair da doença, como o de morrer da doença em caso de infeção.É ou não é a pandemia, e todo este perigo acrescido, um bom pretexto para mudarmos de comportamento e de rotinas? Respondem neste programa os convidados desta noite: Susana Fernandes, médica intensivista do Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Norte, o infeciologista António Silva Graça, comentador RTP para acompanhamento da pandemia, Paula Freitas, médica do serviço de endocrinologia do Hospital de São João e também presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, Carlos Neto, professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana que dedicou a vida a estudar a importância da atividade física, em particular nas crianças e ainda a psicóloga Marlene Nunes Silva, que é a Diretora no programa nacional para a atividade física da Direção-Geral da Saúde. Daqui a pouco teremos também o testemunho em direto de João Gobern, conhecido radialista e comentador da RTP,  que nos vai contar o que mudou na vida dele depois de ter perdido 80 quilos.</itunes:summary>
          <itunes:episode>28</itunes:episode>
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          <description>A pandemia de Covid-19 obriga a que se dê atenção à obesidade, particularmente num país que ocupa o quarto lugar na indesejada lista dos que têm mais pessoas com excesso de peso, só atrás dos Estados Unidos, do México e do Chile. E sem meias palavras, devemos começar por dizer isto: estudos realizados no último mês provam que a obesidade aumenta em perto de 50 por cento tanto o risco de contrair da doença, como o de morrer da doença em caso de infeção.É ou não é a pandemia, e todo este perigo acrescido, um bom pretexto para mudarmos de comportamento e de rotinas? Respondem neste programa os convidados desta noite: Susana Fernandes, médica intensivista do Centro Hospitalar e Universitário de Lisboa Norte, o infeciologista António Silva Graça, comentador RTP para acompanhamento da pandemia, Paula Freitas, médica do serviço de endocrinologia do Hospital de São João e também presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, Carlos Neto, professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana que dedicou a vida a estudar a importância da atividade física, em particular nas crianças e ainda a psicóloga Marlene Nunes Silva, que é a Diretora no programa nacional para a atividade física da Direção-Geral da Saúde. Daqui a pouco teremos também o testemunho em direto de João Gobern, conhecido radialista e comentador da RTP,  que nos vai contar o que mudou na vida dele depois de ter perdido 80 quilos.</description>
          <pubDate>Tue, 29 Jun 2021 21:56:00 +0100</pubDate>
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          <title> Quarta vaga a caminho? </title>
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          <itunes:summary>O Verão de 2021 que todos acreditávamos seria bem diferente do de 2020, com uma percentagem significativa de população vacinada, uma proteção garantida aos mais velhos e um alívio nos hospitais. No limite, um regresso desejado a velho hábitos de convívio, em particular nos espaços abertos, como as praias. Há escassas semanas Portugal tinha mesmo uma das situações mais favoráveis da Europa quanto à evolução da pandemia.A verdade é que Junho tem sido um mês mais difícil, com novas infeções a ocorrerem em cerca de mil por dia, com aumento de internamentos também e, principalmente, a prevalência de uma nova variante, a Delta, em particular na região de Lisboa, mas que ameaça alastrar ao resto do país e coloca até algumas dúvidas sobre até que ponto são as actuais vacinas a nossa proteção definitiva.São meus convidados esta noite: o investigador do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge, João Paulo Gomes, o epidemiologista e presidente do Conselho Nacional de Saúde Henrique Barros, o pneumologista Filipe Froes, também coordenador do gabinete de crise da Ordem dos Médicos para a Covid-19, a psicóloga e investigadora em psicologia da saúde Marta Moreira marques, que pertence à task force das ciências do comportamento que foi criada para acompanhar a pandemia em Portugal e o médico especialista em saúde pública Bernardo Mateiro Gomes, que se junta a nós a partir dos estúdios da RTP no Porto.</itunes:summary>
          <itunes:episode>27</itunes:episode>
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          <description>O Verão de 2021 que todos acreditávamos seria bem diferente do de 2020, com uma percentagem significativa de população vacinada, uma proteção garantida aos mais velhos e um alívio nos hospitais. No limite, um regresso desejado a velho hábitos de convívio, em particular nos espaços abertos, como as praias. Há escassas semanas Portugal tinha mesmo uma das situações mais favoráveis da Europa quanto à evolução da pandemia.A verdade é que Junho tem sido um mês mais difícil, com novas infeções a ocorrerem em cerca de mil por dia, com aumento de internamentos também e, principalmente, a prevalência de uma nova variante, a Delta, em particular na região de Lisboa, mas que ameaça alastrar ao resto do país e coloca até algumas dúvidas sobre até que ponto são as actuais vacinas a nossa proteção definitiva.São meus convidados esta noite: o investigador do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge, João Paulo Gomes, o epidemiologista e presidente do Conselho Nacional de Saúde Henrique Barros, o pneumologista Filipe Froes, também coordenador do gabinete de crise da Ordem dos Médicos para a Covid-19, a psicóloga e investigadora em psicologia da saúde Marta Moreira marques, que pertence à task force das ciências do comportamento que foi criada para acompanhar a pandemia em Portugal e o médico especialista em saúde pública Bernardo Mateiro Gomes, que se junta a nós a partir dos estúdios da RTP no Porto.</description>
          <pubDate>Tue, 22 Jun 2021 22:15:00 +0100</pubDate>
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          <title> Direitos humanos na era digital: o risco de censura? </title>
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          <itunes:summary>Lutar contra a desinformação na internet é indispensável, mas é ou não é também um combate que traz agarrado o risco de censura? Em Portugal, uma lei recentemente aprovada, a chamada Carta dos Direitos Humanos da Era Digital, dá actualidade a essa questão. Os legisladores garantem que não há nenhum risco de controlo da informação por parte do Estado e um deles é nosso convidado esta noite, o deputado do PS José Magalhães, tido como um dos pais da nova lei. Mas não faltaram figuras, como António Barreto e Pacheco Pereira, que identificaram o risco de regresso ao lápis azul ou de passar a haver uma rede de delação e vigilância. Não é tão contundente, sem deixar de ser crítico, Miguel Poiares Maduro, outro convidado, na qualidade de Presidente do Observatório Europeu dos Média Digitais. O Sindicato dos Jornalistas também não se conforma com a lei tal como está, e disso nos dará conta Sofia Branco, actual presidente do Conselho Deontológico do Sindicato, entidade que apresentou, já no final do ano passado, um parecer sobre lei, preparado pelo advogado Tiago Rodrigues Bastos, que também nos acompanha no programa de hoje. E João Marecos, igualmente advogado e ligado a projetos de média, está também connosco, até porque está a fazer um doutoramento sobre &quot;desinformação em saúde&quot;, que inclui a utilização de &quot;selos de qualidade&quot; para atestar da fiabilidade da informação e que é outro dos pontos controversos desta lei dos direitos humanos na era digital.</itunes:summary>
          <itunes:episode>26</itunes:episode>
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          <description>Lutar contra a desinformação na internet é indispensável, mas é ou não é também um combate que traz agarrado o risco de censura? Em Portugal, uma lei recentemente aprovada, a chamada Carta dos Direitos Humanos da Era Digital, dá actualidade a essa questão. Os legisladores garantem que não há nenhum risco de controlo da informação por parte do Estado e um deles é nosso convidado esta noite, o deputado do PS José Magalhães, tido como um dos pais da nova lei. Mas não faltaram figuras, como António Barreto e Pacheco Pereira, que identificaram o risco de regresso ao lápis azul ou de passar a haver uma rede de delação e vigilância. Não é tão contundente, sem deixar de ser crítico, Miguel Poiares Maduro, outro convidado, na qualidade de Presidente do Observatório Europeu dos Média Digitais. O Sindicato dos Jornalistas também não se conforma com a lei tal como está, e disso nos dará conta Sofia Branco, actual presidente do Conselho Deontológico do Sindicato, entidade que apresentou, já no final do ano passado, um parecer sobre lei, preparado pelo advogado Tiago Rodrigues Bastos, que também nos acompanha no programa de hoje. E João Marecos, igualmente advogado e ligado a projetos de média, está também connosco, até porque está a fazer um doutoramento sobre &quot;desinformação em saúde&quot;, que inclui a utilização de &quot;selos de qualidade&quot; para atestar da fiabilidade da informação e que é outro dos pontos controversos desta lei dos direitos humanos na era digital.</description>
          <pubDate>Tue, 15 Jun 2021 22:20:00 +0100</pubDate>
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          <title> O turismo ainda pode salvar a economia? </title>
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          <itunes:summary>É ou não é o turismo que pode ainda salvar a economia portuguesa? Colocamos a pergunta a partir de uns dos principais destinos turísticos nacionais, a ilha da Madeira, que por estes dias é o maior palco da celebração país, do seu maior poeta e das comunidades de portugueses no mundo. Depois de amanhã estarão aqui no Funchal todas as principais figuras do estado a celebrar o 10 de Junho, no que é um óptimo pretexto para olharmos o país e o futuro imediato.Há um par de semanas, um programa como este abriria só com boas notícias: a vacinação progredia, o governo anunciava um plano para apoiar as empresas turísticas depois das moratórias, e os turistas estrangeiros, com destaque para os ingleses, começavam a chegar em força, até porque Portugal era o único destino da Europa Ocidental na lista verde do Reino Unido. A retoma económica, puxada por um setor decisivo, estava anunciada. Só que, de repente, voltou a provar-se que estes são, em definitivo, tempos de incerteza e em que uma previsão é, em boa parte, um exercício de adivinhação. Os ingleses recuaram depois da final da Champions, Portugal saiu da lista verde, voltamos a discutir uma nova variante, a delta ou nepalesa, e os turistas britânicos, de novo obrigados a quarentenas, decidiram antecipar o regresso a casa ou simplesmente cancelaram viagens e reservas.A discutir o papel do turismo na recuperação da economia nacional estão Vera Gouveia Barros, economista especializada em Turismo, Eduardo Jesus, o Secretário Regional do Turismo e de Cultura da Madeira, ou seja, o homem que tem a pasta do turismo no governo madeirense, António Trindade, um dos maiores empresários de hotelaria da Madeira, com hotéis também no continente e três unidades no Brasil, Nini Andrade Silva, consagrada Designer madeirense, com obra de dimensão internacional e muito trabalho na área turismo, e, em permanência e a partir de Lisboa, o presidente do Turismo de Portugal, o organismo estatal responsável pela promoção e valorização da atividade turística, Luís Araújo, por sinal um madeirense de nascimento.</itunes:summary>
          <itunes:episode>25</itunes:episode>
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          <description>É ou não é o turismo que pode ainda salvar a economia portuguesa? Colocamos a pergunta a partir de uns dos principais destinos turísticos nacionais, a ilha da Madeira, que por estes dias é o maior palco da celebração país, do seu maior poeta e das comunidades de portugueses no mundo. Depois de amanhã estarão aqui no Funchal todas as principais figuras do estado a celebrar o 10 de Junho, no que é um óptimo pretexto para olharmos o país e o futuro imediato.Há um par de semanas, um programa como este abriria só com boas notícias: a vacinação progredia, o governo anunciava um plano para apoiar as empresas turísticas depois das moratórias, e os turistas estrangeiros, com destaque para os ingleses, começavam a chegar em força, até porque Portugal era o único destino da Europa Ocidental na lista verde do Reino Unido. A retoma económica, puxada por um setor decisivo, estava anunciada. Só que, de repente, voltou a provar-se que estes são, em definitivo, tempos de incerteza e em que uma previsão é, em boa parte, um exercício de adivinhação. Os ingleses recuaram depois da final da Champions, Portugal saiu da lista verde, voltamos a discutir uma nova variante, a delta ou nepalesa, e os turistas britânicos, de novo obrigados a quarentenas, decidiram antecipar o regresso a casa ou simplesmente cancelaram viagens e reservas.A discutir o papel do turismo na recuperação da economia nacional estão Vera Gouveia Barros, economista especializada em Turismo, Eduardo Jesus, o Secretário Regional do Turismo e de Cultura da Madeira, ou seja, o homem que tem a pasta do turismo no governo madeirense, António Trindade, um dos maiores empresários de hotelaria da Madeira, com hotéis também no continente e três unidades no Brasil, Nini Andrade Silva, consagrada Designer madeirense, com obra de dimensão internacional e muito trabalho na área turismo, e, em permanência e a partir de Lisboa, o presidente do Turismo de Portugal, o organismo estatal responsável pela promoção e valorização da atividade turística, Luís Araújo, por sinal um madeirense de nascimento.</description>
          <pubDate>Wed, 09 Jun 2021 09:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como combater o bullying em Portugal? </title>
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          <itunes:summary>O caso do atropelamento de um menor junto a uma escola no Seixal relançou o debate sobre o bullying, um fenómeno que pode manifestar-se de várias formas: física, psicológica, sexual, social e, cada vez mais, virtual. Perguntamos se esta é ou não é uma realidade crescente, nas escolas e na sociedade e também através da internet.Há agora, em Portugal, um Observatório Nacional de Bullying, que recebeu mais de 400 denúncias só no primeiro ano e houve também um estudo recente no primeiro confinamento que apontou para mais de 60 por cento dos inquiridos, entre crianças e jovens, que afirmaram ter sido vítimas. O mesmo estudo revelou também que mais de 40 por cento dos inquiridos admitiram que também agrediram colegas através da internet.São dados que vamos pormenorizar e debater, com as psicólogas Paula Allen, em estúdio, e Raquel António, que coordenou esse estudo sobre bullying na pandemia. Também o ator Manuel Moreira, que denunciou recentemente bullying homofóbico através das redes sociais, o Presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas e também professor, Filinto Lima, o Coordenador do Policiamento de Proximidade da PSP, Hugo Guinote, e ainda o advogado João Caiado Guerreiro.</itunes:summary>
          <itunes:episode>24</itunes:episode>
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          <pubDate>Tue, 01 Jun 2021 21:59:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como vai ser o futuro do trabalho? </title>
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          <itunes:summary>É ou não é o teletrabalho, acelerado pela pandemia, a maior revolução no mundo laboral em muitas décadas? Já se discutia muito o futuro do emprego, com a digitalização e a entrada em força da inteligência artificial, quando surgiu a Covid-19 e com ela a necessidade de proteger as pessoas e a atividade das empresas. Trabalhar a partir de casa foi solução, mas também uma novidade para milhões, no mundo inteiro. Hoje parece  certo que uma percentagem significativa não voltará a ter a vida profissional que tinha antes.Que revolução é esta e quais os maiores desafios que coloca, desde logo na necessidade de equilíbrio entre a vida profissional e familiar? As dúvidas são muitas e as respostas permanecem incompletas, mas parecem obrigar a mexer, desde já, nas leis do trabalho.O debate público está lançado e neste programa é protagonizado por António Saraiva, Presidente da CIP, a Confederação Empresarial de Portugal, Isabel Camarinha, Secretária-Geral da central sindical CGTP-In, Rosário Palma Ramalho, Professora Catedrática da Faculdade de Direito de Lisboa e Presidente da Associação Portuguesa de Direito do Trabalho, Paula Panarra, Diretora-Geral da Microsoft Portugal, também Tiago Santos Pereira, investigador sénior do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e ainda David Lopes, o gestor português que é Presidente da AEON Japão (a terceira maior empresa retalhista da Asia), que se junta a nós a partir de Tóquio, onde são agora 6 da manhã.</itunes:summary>
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          <description>É ou não é o teletrabalho, acelerado pela pandemia, a maior revolução no mundo laboral em muitas décadas? Já se discutia muito o futuro do emprego, com a digitalização e a entrada em força da inteligência artificial, quando surgiu a Covid-19 e com ela a necessidade de proteger as pessoas e a atividade das empresas. Trabalhar a partir de casa foi solução, mas também uma novidade para milhões, no mundo inteiro. Hoje parece  certo que uma percentagem significativa não voltará a ter a vida profissional que tinha antes.Que revolução é esta e quais os maiores desafios que coloca, desde logo na necessidade de equilíbrio entre a vida profissional e familiar? As dúvidas são muitas e as respostas permanecem incompletas, mas parecem obrigar a mexer, desde já, nas leis do trabalho.O debate público está lançado e neste programa é protagonizado por António Saraiva, Presidente da CIP, a Confederação Empresarial de Portugal, Isabel Camarinha, Secretária-Geral da central sindical CGTP-In, Rosário Palma Ramalho, Professora Catedrática da Faculdade de Direito de Lisboa e Presidente da Associação Portuguesa de Direito do Trabalho, Paula Panarra, Diretora-Geral da Microsoft Portugal, também Tiago Santos Pereira, investigador sénior do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e ainda David Lopes, o gestor português que é Presidente da AEON Japão (a terceira maior empresa retalhista da Asia), que se junta a nós a partir de Tóquio, onde são agora 6 da manhã.</description>
          <pubDate>Tue, 25 May 2021 22:08:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como combater o assédio sexual? </title>
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          <itunes:summary>Foi há mais de três anos que o movimento #metoo ganhou uma dinâmica imparável, denunciando casos sucessivos de assédio sexual em diversas áreas de atividade, como no cinema, nos média, em diversas empresas e também na política. A bola de neve cresceu e correu mundo, mas só nas duas últimas semanas o fenómeno ganhou uma força como não tinha revelado ainda em Portugal.Comigo esta noite estão algumas das mulheres que assumiram publicamente terem sido vítimas de assédio, como a apresentadora da RTP Catarina Furtado, a ex-jornalista Bárbara Guevara e a diretora de comunicação do grupo Bel, Helena Ferro Gouveia.São ainda convidados Daniel Cotrim, psicólogo e assessor técnico da direcção da APAV, Anália Torres, professora de Sociologia e coordenadora de um grande estudo sobre assédio sexual e moral no trabalho e ainda Maria José Magalhães, presidente da UMAR (União de Mulheres, Alternativa e Resposta).</itunes:summary>
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          <description>Foi há mais de três anos que o movimento #metoo ganhou uma dinâmica imparável, denunciando casos sucessivos de assédio sexual em diversas áreas de atividade, como no cinema, nos média, em diversas empresas e também na política. A bola de neve cresceu e correu mundo, mas só nas duas últimas semanas o fenómeno ganhou uma força como não tinha revelado ainda em Portugal.Comigo esta noite estão algumas das mulheres que assumiram publicamente terem sido vítimas de assédio, como a apresentadora da RTP Catarina Furtado, a ex-jornalista Bárbara Guevara e a diretora de comunicação do grupo Bel, Helena Ferro Gouveia.São ainda convidados Daniel Cotrim, psicólogo e assessor técnico da direcção da APAV, Anália Torres, professora de Sociologia e coordenadora de um grande estudo sobre assédio sexual e moral no trabalho e ainda Maria José Magalhães, presidente da UMAR (União de Mulheres, Alternativa e Resposta).</description>
          <pubDate>Tue, 11 May 2021 22:06:00 +0100</pubDate>
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          <title> Qual o valor da língua portuguesa? </title>
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          <itunes:summary>Na semana em que a UNESCO lhe dedica um dia mundial, vamos debater a nossa pátria maior, que é a língua portuguesa. A quarta língua materna mais falada no mundo, a primeira no hemisfério sul. Que importância tem hoje no mundo o idioma de Camões, que valor económico tem de facto e qual é a estratégia para crescer e se afirmar num mundo dominado pelo inglês, espanhol e mandarim? &quot;É ou não é&quot; ainda em Português que nos entendemos?Para este debate, contamos com a presença de Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Isabela Figueiredo, escritora e Professora do Ensino Secundário, Nuno Pacheco, jornalista e redator principal do Jornal Público. Ainda em estúdio contamos com a participação especial do músico António Zambujo, que vem tocar ao vivo o tema &quot;LOTE B&quot;, do novo álbum &quot;António Zambujo Voz e Violão&quot;. E à Distância contamos ainda com a participação do músico Stewart Sukuma, em direto de Maputo, Miguel Guerra, docente de História em Língua Portuguesa na Rede do Ensino do Português no Estrangeiro - Camões - em Paris, e ainda de Arthur Dapieve, jornalista da estação de televisão ?Globonews?, em direto do Brasil.</itunes:summary>
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          <description>Na semana em que a UNESCO lhe dedica um dia mundial, vamos debater a nossa pátria maior, que é a língua portuguesa. A quarta língua materna mais falada no mundo, a primeira no hemisfério sul. Que importância tem hoje no mundo o idioma de Camões, que valor económico tem de facto e qual é a estratégia para crescer e se afirmar num mundo dominado pelo inglês, espanhol e mandarim? &quot;É ou não é&quot; ainda em Português que nos entendemos?Para este debate, contamos com a presença de Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Isabela Figueiredo, escritora e Professora do Ensino Secundário, Nuno Pacheco, jornalista e redator principal do Jornal Público. Ainda em estúdio contamos com a participação especial do músico António Zambujo, que vem tocar ao vivo o tema &quot;LOTE B&quot;, do novo álbum &quot;António Zambujo Voz e Violão&quot;. E à Distância contamos ainda com a participação do músico Stewart Sukuma, em direto de Maputo, Miguel Guerra, docente de História em Língua Portuguesa na Rede do Ensino do Português no Estrangeiro - Camões - em Paris, e ainda de Arthur Dapieve, jornalista da estação de televisão ?Globonews?, em direto do Brasil.</description>
          <pubDate>Tue, 04 May 2021 22:00:00 +0100</pubDate>
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          <title> Como estamos de Liberdade e Democracia? </title>
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          <itunes:summary>O tom do Presidente da República no aniversário do 25 de Abril foi de reconciliação entre os portugueses e dos portugueses com a sua História recente. Este é um bom ponto de partida para refletir sobre a qualidade da democracia que começou a ser construída há 47 anos.Fazemo-lo no contexto de uma pandemia que nos limitou os movimentos e num tempo em que os casos de justiça, em particular o processo Marquês, colocaram em debate os alicerces do regime. Para lá da conjuntura, faz sentido analisar também se os populismos crescentes, em vários pontos do mundo, colocam em causa as democracias e a liberdade.Para este debate contamos com vários convidados, desde logo Manuel Alegre, ex-deputado (durante 34 anos), por duas vezes candidato a Presidente da República, militante do PS, escritor e poeta, prémio Camões e Prémio Pessoa e alguém que sempre conjugou a liberdade a partir da esquerda. Também Adolfo Mesquita Nunes, que se diz da &quot;direita das liberdades&quot;, advogado, militante e ex-dirigente do CDS e que já foi secretário de estado do turismo.Conto igualmente com o contributo de Anabela Mota Ribeiro, jornalista, essencialmente uma entrevistadora, ao longo de anos, das maiores figuras da política e da cultura portuguesa e que acaba de protagonizar a série &quot;Filhos da madrugada&quot;, aqui na RTP. Também Filipa Raimundo, professora de Ciência Política no ISCTE e investigadora no Instituto de Ciência Sociais); Inês Ferreira Leite, professora de Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, e à distância mas em permanência connosco,Júlio Machado Vaz, médico psiquiatra, sexólogo, professor e há muitos anos um destacado comunicador.Este programa esteve a ser acompanhado, em direto, por alunos de jornalismo da Universidade do Minho, que também puderam participar no debate.</itunes:summary>
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          <description>O tom do Presidente da República no aniversário do 25 de Abril foi de reconciliação entre os portugueses e dos portugueses com a sua História recente. Este é um bom ponto de partida para refletir sobre a qualidade da democracia que começou a ser construída há 47 anos.Fazemo-lo no contexto de uma pandemia que nos limitou os movimentos e num tempo em que os casos de justiça, em particular o processo Marquês, colocaram em debate os alicerces do regime. Para lá da conjuntura, faz sentido analisar também se os populismos crescentes, em vários pontos do mundo, colocam em causa as democracias e a liberdade.Para este debate contamos com vários convidados, desde logo Manuel Alegre, ex-deputado (durante 34 anos), por duas vezes candidato a Presidente da República, militante do PS, escritor e poeta, prémio Camões e Prémio Pessoa e alguém que sempre conjugou a liberdade a partir da esquerda. Também Adolfo Mesquita Nunes, que se diz da &quot;direita das liberdades&quot;, advogado, militante e ex-dirigente do CDS e que já foi secretário de estado do turismo.Conto igualmente com o contributo de Anabela Mota Ribeiro, jornalista, essencialmente uma entrevistadora, ao longo de anos, das maiores figuras da política e da cultura portuguesa e que acaba de protagonizar a série &quot;Filhos da madrugada&quot;, aqui na RTP. Também Filipa Raimundo, professora de Ciência Política no ISCTE e investigadora no Instituto de Ciência Sociais); Inês Ferreira Leite, professora de Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, e à distância mas em permanência connosco,Júlio Machado Vaz, médico psiquiatra, sexólogo, professor e há muitos anos um destacado comunicador.Este programa esteve a ser acompanhado, em direto, por alunos de jornalismo da Universidade do Minho, que também puderam participar no debate.</description>
          <pubDate>Tue, 27 Apr 2021 22:08:00 +0100</pubDate>
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          <title> Superliga: Nada ficará como antes no futebol? </title>
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          <itunes:summary>A história está a acontecer a cada minuto, e ao início da noite surgiu a notícia de que os doze clubes rebeldes podem já não ser doze, mas dez apenas, com abandono do projeto por parte do Chelsea e do Manchester City, ambos de Inglaterra. O certo é que provocaram um terramoto, que há alguns anos pairava como ameaça mas muitos acreditaram que nunca iria acontecer. Este grupo, com vários dos maiores clubes de futebol da Europa, ingleses, espanhóis e três italianos,... decidiu avançar com a ideia de uma SuperLiga europeia, uma prova de elite que iria tornar secundária a actual Liga dos Campeões.. E propuseram um modelo de funcionamento que torna quase impossível o acesso de outros clubes a essa prova, desde logo de países que não estão entre os cinco mais ricos, como é o caso de Portugal. Para discutir as implicações deste terramoto recebemos neste debate à distância: João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Miguel Poiares Maduro, Jurista e Ex-Presidente do Comité de Governação da FIFA, José Boto, Diretor Desportivo FC Shakhtar Donetsk e Alexandre Mestre, Advogado e Professor de Direito do Desporto. Em estúdio recebemos Raquel Vaz Pinto, Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais da U. Nova, António Tadeia, Comentador RTP e Marco Silva, Treinador de Futebol.</itunes:summary>
          <itunes:episode>19</itunes:episode>
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          <description>A história está a acontecer a cada minuto, e ao início da noite surgiu a notícia de que os doze clubes rebeldes podem já não ser doze, mas dez apenas, com abandono do projeto por parte do Chelsea e do Manchester City, ambos de Inglaterra. O certo é que provocaram um terramoto, que há alguns anos pairava como ameaça mas muitos acreditaram que nunca iria acontecer. Este grupo, com vários dos maiores clubes de futebol da Europa, ingleses, espanhóis e três italianos,... decidiu avançar com a ideia de uma SuperLiga europeia, uma prova de elite que iria tornar secundária a actual Liga dos Campeões.. E propuseram um modelo de funcionamento que torna quase impossível o acesso de outros clubes a essa prova, desde logo de países que não estão entre os cinco mais ricos, como é o caso de Portugal. Para discutir as implicações deste terramoto recebemos neste debate à distância: João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Miguel Poiares Maduro, Jurista e Ex-Presidente do Comité de Governação da FIFA, José Boto, Diretor Desportivo FC Shakhtar Donetsk e Alexandre Mestre, Advogado e Professor de Direito do Desporto. Em estúdio recebemos Raquel Vaz Pinto, Investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais da U. Nova, António Tadeia, Comentador RTP e Marco Silva, Treinador de Futebol.</description>
          <pubDate>Tue, 20 Apr 2021 22:07:00 +0100</pubDate>
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