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Lançamento do livro "A última Lua de Homem Grande", de Mário Lúcio Sousa

Lançamento do livro A última Lua de Homem Grande, de Mário Lúcio Sousa


O autor, Mário Lúcio Sousa, a editora, Publicações Dom Quixote e o CCCV - Centro Cultural de Cabo Verde, têm o prazer de convidar a todas e a todos para o lançamento do livro "A Última Lua de Homem Grande", que acontecerá no dia 17 de maio de 2022, pelas 18h30h, no Centro Cultural de Cabo Verde, localizado na Rua de São Bento 640, 1250-222 Lisboa.

O mais recente romance de Mário Lúcio Sousa tem como tema a vida de Amílcar Cabral, recentemente considerado, por historiadores de todo o mundo, como um dos vinte maiores líderes da História da Humanidade. Finalista do Prémio LeYa em 2021, “A Última Lua de Homem Grande” é um romance notável com impacto mundial, que envolve a um tempo líderes de mais de vinte países – do Papa às grandes figuras do século XX – e homens e mulheres comuns, quantas vezes anónimos, de todo o mundo.

A apresentação do evento ficará a cargo de Clara Seabra, José Luís Hopffer Almada e Julião Soares Sousa. O lançamento também contará com a presença de Maria do Rosário Pedreira, editora das Publicações Dom Quixote.


Sinopse

Com uma vida cheia, mas apenas 49 anos e tanto por fazer, Amílcar Cabral regressa a casa certa noite para encontrar a morte à sua espera. Sem poder fugir aos tiros, cai junto do automóvel e, observando a Lua Cheia, reconstitui, em prodigiosas regressões e bastas reminiscências, todos os passos da sua vida pública e privada para compreender quem o terá assassinado e porquê, desvendando afinal a si mesmo o mistério que permanece até hoje.

Usando a terceira pessoa num original e inusitado monólogo, aquele a quem os seus chamavam «Homem Grande» revisita a infância, a relação com a mãe, a vida de estudante, os amores, as traições, o sonho da independência para as suas duas pátrias – Guiné e Cabo Verde – e põe a nu o absurdo de uma guerra, os meandros dos interesses internacionais e os desmandos do poder em África.



Sobre o autor:

Mário Lúcio Sousa nasceu no Tarrafal, ilha de Santiago, Cabo Verde, em 1964. Licenciado em Direito pela Universidade de Havana, foi deputado ao Parlamento cabo-verdiano e embaixador cultural do seu país antes de se tornar, em 2011, Ministro da Cultura de Cabo Verde. Condecorado com a Ordem do Vulcão, ao lado de Cesária Évora, foi o artista mais jovem de sempre a receber tal distinção. É músico e compositor.

Além do presente romance, é autor de: Nascimento de Um Mundo (poesia, 1990); Sob os Signos da Luz (poesia, 1992); Para Nunca Mais Falarmos de Amor (poesia, 1999); Os Trinta Dias do Homem mais Pobre do Mundo (ficção, 2000), prémio do Fundo Bibliográfico da Língua Portuguesa; Vidas Paralelas (ficção, 2003); Saloon (teatro, 2004); Teatro (coletânea, 2008); O Novíssimo Testamento (romance, 2010), Prémio Literário Carlos de Oliveira; Biografia do Língua (romance, 2015), Prémio Literário Miguel Torga e Prémio do P.E.N. Clube para Narrativa; O Diabo Foi Meu Padeiro (2019); Manifesto a Crioulização (pensamento, 2021).