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Jornal Economia Com José Gonçalves

“Liwoningo” é o novo disco de Selma Uamusse

“Liwoningo” é o novo disco de Selma Uamusse


“Liwoningo” significa luz em Chope, uma das línguas de Moçambique, e é o novo disco de Selma Uamusse. É o segundo longa-duração da artista, sucede a “Mati” e já está disponível.
Selma Uamusse lançou o seu segundo disco em nome próprio, “Liwoningo”. Produzido por Guilherme Kastrup, produtor premiado com um Grammy pelos álbuns “A Mulher do Fim do Mundo” e “Deus é Mulher” da lenda brasileira Elza Soares, este é um disco que “acentua o património imaterial africano, de Moçambique”, refere a artista em comunicado. “A africanidade continua a inspirar letras e melodias, mas mistura-se por esse mundo fora, em temas e arranjos, uns mais próximos da tradição do folclore, outros que vagueiam entre o electrónico, o rock, o afrobeat e o experimental, mantendo como raiz comum o poder do ritmo, da língua ou das sonoridades africanas, mas sempre aberto outras influências“.

“Liwoningo” começou a ser desvendado com os singles “No Guns” e “Hoyo Hoyo”, lançados a 31 de Janeiro e 27 de Março, respectivamente. Os temas despertaram o interesse e curiosidade do público que em poucos dias esgotou o espectáculo de antestreia da edição do álbum, nos Jardins da Gulbenkian, a 18 de Julho.

Depois do álbum de estreia “Mati” ter viajado por 4 continentes em mais de 60 concertos, o segundo disco de Selma Uamusse conta com participações dos brasileiros Bixiga 70, Rodrigo Campos e Swami Jr., e dos artistas moçambicanos Chenny Wa Gune, Milton Gulli e Lenna Bahule e do korista Mbye Ebrima, da Gâmbia.

Ouve “Mati”, o novo álbum de Selma Uamusse
Longe vão os tempos em que Selma Uamusse pertencia aos Wraygunn. "Mati", o álbum de estreia, foi produzido por Jori Collignon (Skip & Die) e editado pela editora Ao Sul do Mundo.