Ouvir
A dança do tempo
Em Direto
A dança do tempo Com Fernanda Almeida e David Jochua

Roberto Chitsondzo Lança KWIRI

13 Dezembro

Roberto Chitsondzo Lança KWIRI

Foto by


“Foi com uma guitarra de lata que aprendi a tocar”, esta é a frase que Roberto Chitsondzo não esquece quando fala do seu percurso artístico. Por isso, 2017, é o ano em que Chitsondzo sedimenta a sua careira com a edição da sua nobre obra de estreia: Kwiri. Uma obra que abre espaços para expor as diversas dimensões da sua música.

Kwiri, em formato livro-disco – uma nova abordagem de apresentação artístico-cultural em Moçambique – retrata a caminhada de Roberto Chitsondzo: sua infância em Xai-Xai, sua passagem pelo ensino como professor de educação física, sua primeira aparição musical até ingressar ao Ghorwane (sua segunda família), sua militância política, a vida parlamentar e a jornada até a concepção do Kwiri. Esta oba é feita de lugares, encontros, dissabores e, por fim, alegria. Kwiri, é uma obra que dialoga com o país.

A obra tem a participação – com depoimentos e textos inéditos – de diversos segmentos que fazem ou constituem o percurso de Chitsondzo: familiares (e.g., Albertina Chitsondzo, Leonor, Luís Bila), amigos (e.g., Elisio Macamo, Jaime Cuambe, Marcelo Panguana), políticos (e.g., Ivone Soares, Mateus Katupa, Manuel Tomé), escritores (e.g., Mia Couto, Paulina Chiziane) e músicos que dão uma riqueza sublime ao disco (e.g., Ernesto Ndzevo, Yolanda Kakana, Jimmy Dludlu, Moreira Chonguiça, Nelton Miranda). Kwiri, é primeira obra editada pela Khuzula sob produção artística e executiva de Paulo Chibanga e contou com a coordenação editorial do escritor Cremildo Bahule. Com a obra Kwiri, Chitsondzo não abdica Ghorwane. Ele, continua sendo membro da família Ghorwane. Com Kwiri, Chitsondzo, quer mostrar e dialogar de forma intima com o seu público e oferecer o perfume da sua melodia.

Por isso a Khuzula e Roberto Chitsondzo, preparam-se para lançar está obra no dia 13 de Dezembro no Auditório do BCI, como forma de partilhar este feito de Roberto que “é um cantor que não apenas nasceu em Moçambique, mas o também é verdade. Moçambique está nascendo dele, do talento de alguém que nos canta a todos nós e que celebra os lugares e os nomes que temos sem que o soubéssemos antes”.