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Diretor do hospital central de São Tomé e Príncipe suspeito de homicídio e omissão de auxílio

Diretor do hospital central de São Tomé e Príncipe  suspeito de homicídio e omissão de auxílio


O diretor do hospital central Ayres de Menezes, o maior de São Tomé e Princípe, deverá ser hoje ouvido pelo juiz no primeiro interrogatório, no âmbito de um processo crime instruído pelo Ministério Público, o médico é suspeito de homicídio e omissão de auxílio, Pascoal de Apresentação foi detido no último sábado após a denúncia de familiares de uma criança de 2 anos e uma mulher de 63, face a detenção do médico cirurgião, o Bastonário da ordem dos médicos de São Tomé e Príncipe, Eduardo Neto veio avisar as autoridades competentes e o público em geral que não se responsabilizará pelas consequências do foro cirúrgico que poderão advir pela ausência de cirurgião no único centro hospitalar do país.

A ordem dos médicos exige a abertura de um inquérito pelo ministério da saúde, sobre as circunstancias da morte da criança de 2 anos.

Até agora o Governo São-Tomense não se pronunciou sobre este caso mas a Ordem dos Médicos já reagiu, o bastonário Eduardo Neto informa as autoridades competentes e o público em geral que não se responsabiliza pelas consequências que poderão advir da ausência do cirurgião. O comunicado da ordem dos médicos de São Tomé e Principe insta o Ministério da Saúde a abrir "um inquérito, com a máxima brevidade, para o esclarecimento do assunto", promete seguir a evoluçõa deste caso.

O Bastonário Eduardo Neto, lamenta que "apesar de várias solicitações feitas junto ao governo e outras instituições do Estado sobre a necessidade de formação de especialistas e aquisição de meios adequados", isso não tem acontecido, o que coloca "dificuldades para garantir o melhor cuidado médico possível àqueles que recorrem aos serviços de saúde".


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