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TARDE INFORMATIVA Com Ana Paula Gomes.

Joaquim Chissano, Carlos Agostinho do Rosário e Armando Guebuza reagiram ao relatório às dividas ocultas em Moçambique

Relatório foi feito pela Kroll Associates

Joaquim Chissano, Carlos Agostinho do Rosário e Armando Guebuza reagiram ao relatório às dividas ocultas em Moçambique


O antigo presidente moçambicano, Joaquim Chissano, considera que o relatório às dividas escondidas em Moçambique é um instrumento que vai aconselhar a melhor utilização do bem público.

Para Joaquim Chissano, o bem público não se resume apenas ao dinheiro, mas também a outros bens materiais de que o país é dotado, que devem ser devidamente usados para garantir o crescimento e desenvolvimento do país.

O Primeiro-Ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, disse que as recomendações servirão de base para que o país continue a reforçar os níveis de transparência na gestão pública.

Quanto ao antigo presidente moçambicano, Armando Guebuza, afirma não estar em condições de emitir qualquer comentário sobre o recém-publicado relatório da auditoria internacional independente feita pela Kroll Associates UK às contas das empresas Ematum, Proindicus e Mozambique Assets Management (MAM).