NOTÍCIAS  N A C I O N A L       4/6
   
 (CONTINUAÇÃO) 
 A companhia sublinha que a diferença   
 entre o valor proposto e o reclamado   
 não significa uma recusa de indemnizar.
 Defende que a aplicação de critérios   
 jurisprudenciais não representa uma    
 avaliação do valor de uma vida humana e
 considera que a exposição mediática do 
 acidente não deve determinar o montante
 das indemnizações. 
 
 
 
 A seguradora esclarece ainda que a     
 compensação pela perda do direito à    
 vida é apenas uma das componentes de   
 uma indemnização por morte, à qual     
 podem acrescer outros danos 
 patrimoniais e não patrimoniais. 
 
 
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