NOTÍCIAS  C U L T U R A       6/8  
   
 (CONTINUAÇÃO) 
 
 
 Na sua intervenção, a escritora incitou
 à vigilância sobre a Inteligência 
 Artificial (IA), numa defesa do 
 "pensamento autónomo e singular". 
 
 
 Para Lídia Jorge, "no mundo de hoje,   
 decomposto, à beira do estado de 
 alucinação", a linguagem, a Poética, o 
 pensamento são determinantes, tal como 
 a vigilância sobre o poder das máquinas
 e a falsidade difícil de desmontar.    
 
 
 Nascida há 79 anos em Boliqueime, no   
 Algarve, Lídia Jorge estreou-se no     
 romance em 1980 com "O Dia dos 
 Prodígios". Ao longo da carreira, 
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