NOTÍCIAS  N A C I O N A L      5/11
   
 nem tinha que ser conhecida por 
 Portugal. Depois, a seguir ao início da
 intervenção armada, passou a dizer que 
 a intervenção funcionava na base de uma
 autorização implícita ou tácita. E     
 passado algum tempo, Paulo Rangel veio 
 dizer que havia condições, e condições 
 muito rígidas, muito perentórias, que  
 punham a passagem de aviões 
 norte-americanos numa lógica de 
 passagem com autorização condicionada",
 descreveu José Manuel Pureza para 
 concluir que "isto é profundamente     
 contraditório e mostra é o desnorte do 
 governo". 
 
 
 "E, na verdade, é a pequenez a que o   
 governo condenou Portugal numa altura  
 em que mais do que em qualquer outra   
 altura, Portugal tinha que ser um país 
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