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Notícias

Filarmonia 2012 (sons)

Filarmonia 2012 (sons)


Programas de 2011

Artigos de Opinião




9 de setembro, filarmonia 168:



A Sociedade Musical e Recreio da Terra Chã foi a quarta banda a atuar neste 2º dia do I festival de Bandas de Porto Judeu. Esta banda é dirigida por Durval Festa, que foi nosso convidado neste programa, também o presidente desta banda marcou presença, e tivemos oportunidade de partilhar algumas opiniões tanto acerca do festival como da própria banda da Terra Chã. Esta banda foi fundada decorria o ano de 1927 sob a regência d prof. José Coelho Gomes. Além da filarmónica, esta associação mantém em atividade a escola de música de instrumentos de sopro, grupo de violas, escola de instrumentos de cordas, grupo de reis, grupo de teatro e danças de carnaval. Em 2000 foi declarada instituição de Utilidade Pública, em 2003 é galardoada com a Medalha de Mérito Municipal da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Esta banda é constituída por 48 elementos e na sua participação neste I Festival de Bandas de Porto Judeu interpretou as seguintes obras: Our Conductor com arranjo de Win Laserons, God Save the Queen, com arranjo de Carlos Marques, Alegria com arranjo de Frank Bernaerts, Love Generation também com arranjo de Frank Bernaerts e Els Preparats de António Carrillos.

2 de setembro, Filarmonia 167



No oitavo programa dedicado ao I Festival de Bandas de Porto Judeu teremos a participação da Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense. Esta banda foi fundada a 17 de fevereiro de 1932 e conta com 33 músicos. É dirigida pelo maestro Paulo Borges, que além da sua atividade como regente desta banda filarmónica também realiza trabalho como docente em outros agrupamentos, assim como na Escola Tomás de Borba, foi igualmente formador neste I Festival de Bandas de Porto Judeu. Além da sua atividade como docente, Paulo Borges toca regularmente a solo, diversificando os géneros musicais onde se integra, desde a participação em corridas de touros, passando por agrupamentos de música de câmara a recitais eruditos. O repertório apresentado pela Sociedade Filarmónica Progresso Biscoitense foi: Melopeia de Afonso Alves, Piratas das Caraíbas de Klaus Badelt, Cuore Ventímigliese de Salvatore Mauro, Libertango de Astor Piazzola e Cândido Costa de David Costa.


26 de agosto, Filarmonia 166:


Com a Sociedade Filarmónica Recreio Serretense

No segundo dia do I Festival de Bandas de Porto Judeu teve a participação da Sociedade Recreio Serretense. Esta banda tem neste momento 37 elementos e é dirigida por João Costa, que será nosso convidado no nosso programa desta manhã, assim como o presidente desta banda Emanuel Coelho. A Sociedade Recreio Serretense foi fundada em 1873 e continuou ininterruptamente até aos nossos dias, de realçar a participação no dia 19 de Maio de 2011 na tourada realizada na Praça do Campo Pequeno em Lisboa, onde foram corridos touros da Ganadaria Rego Botelho e as pegas estiveram a cargo dos Forcados da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, foi assim a primeira banda açoriana a atuar no Campo Pequeno. Na sua participação no I Festival de Bandas de Porto Judeu a Sociedade Recreio Serretense interpretou os seguintes temas: Banda da Serreta de José Manuel Raminhos, Bali de david Correia e José Cid Medley com arranjo de David Correia


19 de agosto, Filarmonia 165:

 

Com a Sociedade Filarmónica Recreio dos Artistas:

O segundo dia do I Festival de Bandas de Porto Judeu teve início com o concerto da Banda Recreio dos Artistas. Ainda antes deste concerto, e em todos os dias do festival, teve lugar uma cerimónia de abertura onde todas as bandas participantes formaram em frente do palco, com as respetivas bandeiras e tocavam o seu hino. Esta cerimónia, de carater mais institucional, visava ainda trazer a este festival o “outro lado” das nossas bandas filarmónicas, representando o seu carater marcial. O concerto da Banda Recreio dos Artistas foi realizado com as obras, Daniel Blasco de Eugénio Gomez, Cantares de Sempre de Valdemar Sequeira, Antonin’s New World com arranjo de Dizzy Stratford e Liberdade de A. Bettencourt. Como convidados tivemos o maestro da banda Recreio doa Artistas, Tibério Vargas e o presidente desta banda, Mauro Lourenço. Recordo que durante este dia de sábado 24 de Março, deu-se início à formação de vários músicos das bandas participantes, com a participação de músicos vindos do continente e alguns professores da Escola Tomás de Borba.



12 Agosto 2012, Filarmonia 164: 

 

A fechar o primeiro dia do I festival de Bandas de Porto Judeu, ouvimos a Sociedade Recreativa Rainha Santa Isabel da Doze Ribeiras. Esta banda foi fundada em 1988, com intuito de promover e dignificar a música naquela localidade, e muito já foi o trabalho efetuado em prol da cultura. A Sociedade Recreativa Rainha Santa Isabel da Doze Ribeiras interpretou 5 obras: Dia de S. Martinho de Álvaro Reis, The Village People Hit Mix com arranjo de Frank Bernaerts, Gimme Hope Jo’Anna com arranjo de Johny Ocean, Marco Borsato on Stage com arranjo de Jan Van Kraeydonk e Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense de Durval Festa.Como convidados deste programa, temos o maestro desta banda, Durval Festa e o seu presidente, Francisco Nunes. Este programa, como já havia sido referido, foi gravado no final do primeiro dia do festival, e conseguimos tirar as primeiras conclusões relativamente ao sucesso desta iniciativa, a grandiosa sala deste pavilhão multiusos da freguesia de Porto Judeu começava a ficar vazia, e estimasse que mais de quinhentas pessoas tenham estado presentes neste primeiro dia de festival, número muito satisfatório, chegando mesmo a ser surpreendente perante as condicionantes e tipo de agrupamento envolvido.


5 de agosto, Filarmonia 163:



Ainda durante o primeiro dia do Festival de Bandas de Porto Judeu, que decorreu entre 23 e 25 de Março de 2012, tivemos oportunidade de ouvir a Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral. Esta banda teve a sua génese em 1906 e conta neste momento com cerca de 45 elementos, é dirigida pelo maestro Paulo Almeida, que foi o convidado desta manhã de Domingo. Neste programa, gravado em direto logo após a prestação da Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral no I Festival de Bandas de Porto Judeu, tivemos oportunidade de abordar várias temáticas interessantes, passando desde as problemáticas até ao conhecimento comum do compositor Januário Ventura, que compôs a obra 22 de Janeiro, que iniciou o concerto desta banda. Além desta obra, a Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral interpretou também Ammerlan de Jacob de Haan e Invicta de James Swearingen. Relembro que além dos concertos existiu uma componente de formação com, Rodrigo Lima na flauta, Tarás Hipostofgard e Olec Gunko no clarinete e saxofone, Paulo Borges na trompete, Edgar Marques na trompa, João Aibéu na tuba e Cristiano Silva na percussão. Esta formação decorreu no Sábado 24 e Domingo 25 de Março de 2012.


29 de julho, Filarmonia 162:




O nosso terceiro programa dedicado ao I Festival de Bandas de Porto Judeu vai ter como interveniente principal a Filarmónica União Praiense. Esta banda foi fundada decorria o ano de 1904 e conta neste momento com 36 elementos. Como convidado vamos ter o maestro da Filarmónica União Praiense, e compositor Antero Ávila. Antero Ávila é um jovem compositor açoriano, natural da Ilha do Pico e residente na Terceira. Além da sua vasta atividade como compositor, Antero é também executante do instrumento Tuba, professor na Escola Tomás de Borba, maestro e participa ativamente em outros géneros de agrupamento, desde a orquestra do festival Angra Jazz, até agrupamentos tradicionais. Vamos ter oportunidade de ouvir cinco temas executados pela Filarmónica União Praiense, Under the Flag of Glory de Junichi Naito, Interlúdio Festivo de Antero Ávila, On the Edge of Tomorrow de Michael Sweeney, Catalunã de Llano e San Diego de Antero Ávila. Durante este programa iremos ter oportunidade de discutir várias temáticas importantes à cultura, principalmente musical dos Açores, tendo a dupla visão de Antero Ávila enquanto músico açoriano que conhece bastante bem a realidade do continente português, principalmente enquanto aluno da Escola Superior de Música de Lisboa.


22 de julho, Filarmonia 161:



A segunda banda a participar no I Festival de Bandas de Porto Judeu foi a Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva. Recordo que nos encontramos a transmitir na íntegra este festival, e que as gravações de todos os programas foram efetuadas em direto, durante o festival e logo após a atuação das bandas envolvidas. Assim, a filarmónica Espírito Santo da Agualva, foi a segunda a tocar no primeiro dia deste festival, a 23 de Março de 2012, e o nosso convidado foi o maestro desta banda – Helder Lourenço. A Sociedade Filarmónica Espírito Santo da Agualva foi fundada a 19 de Março de 1922 e conta com cerca de 50 elementos, realiza atuações um pouco por toda a ilha terceira e já se deslocou para fora desta por diversas vezes. Nesta primeira noite de festival tivemos oportunidade de ouvir Aces High de Ron Goodwin, Only Time com arranjo de Jan Van Kraeydonk, En er Mundo de Jesus Fernandez e Artur Quintero, Highlights from Aladdin com arranjo de Michael Sweeney e Liberty Bell de John Phillip de Sousa.

15 de julho, Filarmonia 160:




Vamos dar início a um novo ciclo de programas, o XVII, que será inteiramente dedicado ao I Festival de Bandas de Porto Judeu. Este festival decorreu entre 23 e 25 de Março de 2012, no Porto Judeu, Ilha Terceira. Estiveram presentes 16 bandas filarmónicas desta ilha, e além da componente musical, houve também tempo e vontade para se realizar uma série de Masterclasses, maioritariamente com professores que se deslocaram do continente português propositadamente, e em alguns casos com professores da Escola Tomás de Borba.
Neste primeiro programa vamos ter oportunidade de ouvir a Filarmónica da Associação Cultural de Porto Judeu, banda anfitriã deste festival, a interpretar três temas, Musico Poble de Ferrer Ferran, Ross Roy de Jacob de Haan e El Compae de José Molina Comino. Além da audição da banda, vamos estar à conversa com quatro dos elementos que tornaram possível a realização deste festival, Francisco Rocha – maestro da banda da Associação Cultural de Porto Judeu e mentor deste projeto. José João – músico e docente desta banda, que foi também um dos responsáveis por este festival.
Luísa Aguiar – Presidente da Associação Cultural do Porto Judeu e João Tavares – Presidente da Junta de Freguesia do Porto Judeu. Queremos deixar o nosso público agradecimento à organização deste festival que realizou todos os esforços de forma a facilitar ao máximo o nosso trabalho, assim como ao Rui Pereira, técnico do centro de Angra que realizou todas as captações destes três dias de festival.


8 de julho, Filarmonia 159:



Nascido nos Estados Unidos, Milton André, o Maestro da Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense, é professor de piano na Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico, participou em vários Workshops de Jazz, foi vencedor do prémio de “Melhor Música” em 2005 e 2006 no festival de Música Cristã e foi Pianista da Orquestra de Música Ligeira da Câmara Municipal da Horta bem como participou em diversos agrupamentos Musicais.
Sob a sua direção registámos alguns temas dos quais salientamos:
March For Fun
Disco Lives
Fanfarre Jubuiloso
Jardim da Graça
Eagles in Concert
Cantibles for Winds
Aba Gold


Saudações musicais.



1 de julho, Filarmonia 158:



Há relativamente pouco tempo, à frente da Banda Lira do Rosário, o maestro Duarte Alves substituiu, Humberto Manuel Subica o antigo maestro, que esteve ligado a esta banda desde 1985 e que por motivos de saúde em 2009 deixa a direção e assume o cargo de presidente da Assembleia Geral, colaborando com o atual maestro a nível musical e na composição de peças originais para banda. Não se pode falar da banda Lira do Rosário sem olvidarmos as obras que Manuel Subica compôs, tais como: -6 Fantasias, 1 Overture, 27 arranjos para banda, 15 arranjos para banda e voz, uma seleção, 30 Marchas Graves e 28 Marchas de Rua que são executados pela filarmónica e transmitido a sua sabedoria a outras bandas, quer a nível regional, nacional e para as comunidades açorianas no estrangeiro. Duarte Alves, na gravação recente efetuada para a Antena 1 Açores executou obras de André Weignein, Overture Festive e To Show in, Variazonne in Blue de Jacob de Hann, Fandango Fantasy de Hans van der Heide, Bali de David Correia, Hot Latin, Final Countdown e por fim, Cantares Açorianos de Humberto Manuel Subica


24 de junho, Filarmonia 157:



"Cycles and Myths", "Al Centenário", "Alpina Fanfarre", "Pasadena", "God save the Queen", "Pacific Dreams", "Latin Gold", "The Washington Post March" e "Yakety Sax", foram temas executados pela filarmónica da Sociedade União Ribeirense sob a direção do jovem maestro Helder Azevedo e integram as duas edições do programa Filarmonia, nº153 e 157, dedicada esta filarmónica fundada em 25 de Maio de 1952 por Manuel Brão, Manuel de Rita e João Azevedo, com sede em Santa Bárbara – nas Ribeiras. Constituída atualmente por 55 elementos, a União Ribeirense tem no seu historial várias deslocações, nomeadamente à Casa dos Açores, no norte de Portugal, sem esquecer viagens a todas as ilhas do arquipélago e muitos intercâmbios com variadíssimas bandas do continente. Neste momento, a sede da banda reúne já boas condições, embora ainda faltem alguns acabamentos. Discutível é, sem dúvida, o seu projeto uma vez que foi desenvolvido tendo a preocupação de ir ao encontro de algumas carências da comunidade de Santa Bárbara, nomeadamente as festas do Divino Espírito Santo.

17 de junho, Filarmonia 156:



A Filarmónica da Associação Cultural do Porto Judeu, pela 4ª, vez está presente com a sua música neste espaço dedicado às bandas Filarmónicas. Não são precisas mais palavras, porque sabemos de antemão o género musical com que nos brindam e a sua qualidade. Chamamos a vossa atenção para a voz de João Carocho.
O maestro Francisco Rocha e a Direção da Associação, estão de parabéns pelo grandioso evento que organizaram nos passados dias 23, 24 e 25 de Março de 2012, o 1º Festival de Bandas do Porto Judeu que contou com a presença de 15 Filarmónicas da ilha Terceira. No próximo ciclo, que terá início em 15 de Julho e será composto por 16 programas, dedicaremos todo o tempo necessário a este evento realizado pela Associação Cultural do Porto Judeu, no qual esteve presente o Marco Torre e foi efetuada a gravação de todas as Filarmónicas por Rui Pereira do Centro de Produção de Angra a quem desde já deixamos publicamente os nossos agradecimentos pelo excelente trabalho registado. Para já, vamos à Musica.
Deixamos o nosso endereço eletrónico: filarmonia@programas.rtp.pt

10 de junho, Filarmonia 155:



Surge, no início do século passado, em Santa Cruz das Ribeiras a Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense, graças a um movimento, possivelmente oriundo da intensa troca de afinidades provenientes das muitas e prolongadas viagens inter-ilhas dos iates de então, tripulados por gente desta terra. Foi fundada por gentes da freguesia das Ribeiras que começaram (com poucos instrumentos vindos em Outubro de 1899) com muita vontade.
Passado um século de várias e diferentes contingências, a sociedade prossegue a sua senda musical, tendo construído entretanto a sua sede com sala de ensaios, salão, bar e sala de jogos.
Pela 1ª vez grava com Jorge Santos para o programa Filarmonia da RDP- Açores em 14 de Maio de 2011 sob a direção de Milton André 8 temas que serão transmitidos nesta e na próxima edição nº159, em 8 de Julho. Nos tempos que decorrem, esta filarmónica vive dias de consolidação e de engrandecimento, graças ao espírito de bem servir, de dedicação esforçada dos seus corpos dirigentes a quem dirigimos uma palavra de cumprimento e reconhecido agradecimento.


3 de junho, Filarmonia 154:



A Sociedade Filarmónica “Lira do Rosário” foi fundada em 20 de Abril de 1920 pelo padre João Furtado Pacheco, coadjuvado por Luís Soares de Macedo. A Filarmónica Fez a sua primeira atuação em Julho do mesmo ano, nas Festas do Sagrado Coração de Jesus, sendo na altura composta por 25 elementos. Foi seu primeiro regente da Filarmónica, António Jacinto da Câmara e Silva. Mais tarde, e durante 45 anos, foi regente da Filarmónica, António Moniz Barreto, também compositor e artista de fina sensibilidade. A sua profissão de Caiador e o prestígio musical e cultural da sua pessoa, trouxeram à organização da Filarmónica o nome popular de “ Banda do Caiador”.
Humberto Manuel Subica, e vários regentes, passaram pela Filarmónica, ocupando atualmente essas funções, o Maestro Duarte Nuno da Costa Alves. Sob a sua regência vamos ouvir a filarmónica executando diversos temas gravados no Cine Teatro Lagoense propositadamente para este programa Filarmonia. Queremos aqui deixar as nossas congratulações pela forma simpática e amável com que a vereação da Câmara Municipal da Lagoa, com o pelouro da Cultura, colaborou neste evento, disponibilizando todos os meios técnicos e humanos colocados à disposição do programa Filarmonia.


27 de maio, Filarmonia 153:



(Podemos denominar por uma banda filarmónica um grupo de pessoas compreendido entre 20 a 60, que se juntam com o objetivo de fazer música. Por outras palavras: animar, por exemplo, uma festa ou uma procissão religiosa ou profana. Pessoas que tocam instrumentos de sopro, de percussão, de metais e mais recentemente de cordas e que conciliam os trabalhos ou estudos com a mesma. Durante todo o Inverno é ensaiado o chamado reportório para o Verão que não é mais que as partituras adicionadas novas e é neste período que é possível fazer novos músicos, trabalho bastante importante para que esta se mantenha de pé. As bandas filarmónicas açorianas também podem candidatar-se a fundos europeus, apresentando projetos que envolvam por exemplo: reformulação de fardamentos, instrumentos, e sedes, porém durante muitos anos só o resultante das tocatas ou alguma doação feita às mesmas poderia patrocinar o continuar no seu ativo.)

Extraído da página inicial do Blogue da Sociedade Filarmónica União Ribeirense da ilha do Pico Deixamos o nosso endereço eletrónico: filarmonia@programas.rtp.pt

20 de maio, Filarmonia 152:



Com a Filarmónica da Associação Cultural do Porto Judeu abrimos um novo ciclo de Bandas Filarmónicas e reescrevemos uma nova página no programa Filarmonia. Hoje vamos apresentar um registo efetuado a 15 de Janeiro de 2011 na Academia de Juventude da Ilha Terceira, na Praia da Vitória.
Escrevi, numa sinopse anterior que, “as filarmónicas nos nossos dias podem lutar com diversos problemas, mas se não mostrarem alternativas aceitáveis à nossa juventude, esta não corresponderá ao apelo contínuo feito pelas direções e maestros das Sociedades Musicais para as integrarem”.
Foi a 2ª vez que tive a oportunidade de gravar esta Filarmónica e verifiquei que estava plena de juventude, cheia de vontade de trabalhar de evoluir. A provar isto, o maestro Francisco Rocha e a direção da associação organizaram, de 23 a 25 de Março de 2012, o 1º Festival de Bandas do Porto Judeu que contou com a presença de 15 Filarmónicas.
No próximo ciclo que será composto por 16 programas, dedicaremos todo o tempo necessário a este evento maior da Associação Cultural do Porto Judeu. Para já, vamos à Musica.

13 de maio, Filarmonia 151:



Terminamos com Sociedade Filarmónica Unânime Praiense o XV ciclo de Bandas no programa Filarmonia. Foram nossos convidados o Presidente da Sociedade, o Sr. Ludgero Silva e o Dr. Carlos Lobão, historiador, que escreveu em 2006 o livro sobre os “125 anos da Sociedade Filarmónica Unânime Praiense” no qual pretendia, acima de tudo, contar a história possível de uma coletividade dedicada ao cultivo da música, à arte dos sons como, indicia a sua designação.
Nesta emissão do programa Filarmonia, poderá ainda ouvir o 1º e 2º andamentos de "Lord Tullamore" do compositor americano Carl Wittrock, de Alfred Willering, autor do tema "The Ring of Fire" e a terminar um tema mais ligeiro do compositor Peter Martin.
Na próxima semana, iniciaremos mais um novo ciclo de 4 bandas que será composto pela Sociedade Filarmónica União Ribeirense - da ilha do Pico, pela Lira do Rosário da Lagoa - da ilha de S. Miguel, Sociedade Filarmónica Recreio Ribeirense - de Santa Cruz das Ribeiras – ilha do Pico, e pela Filarmónica da Associação Cultural do Porto Judeu, Terceira.

6 de maio, Filarmonia 150:



A Filarmónica Recreio dos Artistas, de Santa Cruz da Graciosa é, ao momento, a única banda regida por uma maestrina nos Açores. Vânia Bettencourt, é professora pós-graduada em Educação Musical e pertence ao quadro da Escola Básica e secundária da Graciosa.
Uma pessoa jovem simpática, cativante e por vezes com um ar maternal (como salienta o Tiago Correia) que congrega à sua volta muitos dos jovens da Vila de Santa Cruz que desde muito cedo começam a sua formação musical na escola de formação da banda, sendo por isso uma das filarmónicas com maior percentagem de elementos adolescentes em atividade.
Já antes Vânia tinha fundado a orquestra de sopros na Escola Cardeal Costa Nunes, no Pico, e tem em projeto apostar na evolução contínua da banda, sabendo de antemão qual a importância das bandas na cultura açoriana.
Sob a sua direção, a maestrina já levou os seus músicos a concertos vários em Praia da Vitória, Velas, Vila Franca do Campo, Lagoa, Madeira, Santa Maria da Feira e Estados Unidos.

29 de abril, Filarmonia 149:


A Filarmónica Recreio dos Pastores da ilha do Pico foi fundada em 23 de Junho de 1907 por filhos benfeitores da freguesia. Foi seu primeiro regente o Sr. Manuel Baptista. Atualmente dirige a Banda Aníbal Gonçalves, nado e criado na freguesia de S. João do concelho das Lajes do Pico, desde muito novo se dedicou à música, pois com 11 anos já fazia parte da Recreio dos Pastores onde executava requinta. Aos 19 anos emigrou para o Canadá tendo integrado várias bandas. Em 1993 regressou ao Pico e em 1999 foi convidado para dirigir a banda. Em Maio de 2007 gravou o seu primeiro CD e em 2011 a sua Banda grava para a RDP Antena 1 Açores alguns temas para o programa Filarmonia. São estes que incluímos neste programa para além da entrevista efetuada por Marco Torre.

22 de abril, Filarmonia 148:



Roberto Santos era, à altura da gravação da Filarmónica da Sociedade Recreativa e Musical de S. Sebastião da ilha Terceira, em Janeiro de 2011, o Diretor Musical, e foi com ele que o Jorge Santos manteve uma interessante conversa que apresentamos nesta edição de Filarmonia. No campo musical, esta filarmónica sob a regência de João Alberto, registou os seguintes temas que poderá escutar nesta emissão que lhe é dedicada: - Who’s That masked man? Do compositor americano Jay Bocook nascido no Tennessee. - Marcha Turca – Mozart - Mornas e coladeiras – de Afonso Alves compositor português, nascido na freguesia da Foz do Douro, no Porto.
Queremos aqui também deixar o nosso agradecimento a Luís Gil Bettencourt, pela cooperação com o programa Filarmonia, a Paulo Codorniz, José Avelino e à Câmara Municipal da Praia da Vitória pela cedência de meios colocados à disposição.

15 de abril, Filarmonia 147:



A Sociedade Filarmónica Unânime Praiense é talvez a banda da Região Autónoma dos Açores que mais tem viajado, não só no arquipélago mas também no território continental e já por 3 vezes viajou para o estrangeiro. Por onde passa tem dado concertos de grande qualidade que não só dignificam a instituição como prestigiam a ilha do Faial e o arquipélago dos Açores. Esta banda, que tanto aposta sobretudo na formação e na qualidade, é, sem sombra de dúvida, uma das melhores nos Açores. Na regência da Filarmónica encontra-se Ruben Silva, um jovem cheio de dinamismo e de conhecimentos que os implanta na banda e lhes retira o máximo proveito. Hoje em Filarmonia temos Marco Torre que conversa com o diretor musical. A todos as nossas saudações musicais!

8 de abril, Filarmonia 146:



Fundada em Janeiro de 1913, a Filarmónica Recreio dos Artistas de Santa Cruz da Graciosa teve um percurso de vida difícil como quase todas as sociedades musicais e recreativas do arquipélago. Esta banda sempre cooperou no desenvolvimento cultural e recreativo no meio em que se encontra inserida, com os seus serões culturais, bailes convívios, sessões de cinema, festas religiosas e profanas. Em 1968 obteve o 1º lugar no concurso promovido pela FNAT. No início da década de 80 entrou numa grave crise financeira devido à remodelação da sua sede e a banda foi desativada. Em 1990 a nova direção pagou as dívidas existentes e conseguiu controlar as dívidas, permitindo assim o ressuscitar da filarmónica que desde essa altura conta na sua direção com o carismático presidente, José da Cunha Bettencourt. A banda é constituída por 50 elementos e tem na sua regência a Maestrina Drª Vânia Bettencourt. Esta banda já esteve presente no III ciclo de bandas em Filarmonia, em 2009 nos programas nºs 12,16,20.

1 de abril, Filarmonia 145:

 

A Filarmónica Recreio dos Pastores da ilha do Pico foi fundada em 23 de Junho de 1907 por filhos benfeitores da freguesia. Neste momento tem a geri-la José Armindo Gonçalves, responsável e dinâmico picaroto que tudo faz para manter bem viva a banda da sua freguesia que, apesar de pequena, se esforça por lhe injetar sangue novo e lhe dar alma. No concelho das Lajes do Pico, onde existem várias bandas, esta prima por se apresentar, apesar das muitas e variadas dificuldades, só com os elementos da sua freguesia não recorrendo a músicos de outras filarmónicas. Esta banda abrilhanta festas religiosa e profanas da localidade e do concelho, já viajou por quase todas as ilhas do arquipélago dos Açores e em 2011 alcançou o 3º lugar quando concorreu em Setembro de 20011 ao 2º nível do “ II Concurso de Bandas Filarmonia” da Rádio e Televisão de Portugal onde estiveram presentes 7 bandas. Nesta emissão José Armindo tem entrevista marcada com o Marco Torre.


25 de março, Filarmonia 144:

 

A Filarmónica da Sociedade Recreativa e Musical de S. Sebastião da ilha Terceira, comemora, em Novembro, o seu 146º aniversário. Gravou para o programa Filarmonia da Antena 1 Açores da Rádio e Televisão de Portugal, em 18 de Janeiro de 2011. Dos temas registados naquela semana selecionámos duas obras:
- Palha Blanco, um pasodoble do compositor Afonso Alves;
- As onze partidas do mundo, uma seleção de temas da autoria de Amílcar Morais;
Destacamos a entrevista conduzida por Jorge Santos ao Maestro João Alberto no final da gravação onde falam das dificuldades financeiras para aquisição de novo instrumental, fardamentos, deslocações e outras.
Com esta filarmónica abrimos o XV Ciclo de Bandas que é composto ainda pela Filarmónica Recreio dos Pastores de S. João do Pico, Filarmónica Recreio dos Artistas de Santa Cruz, da ilha Graciosa e pela Filarmónica Unânime Praiense, da Praia do Almoxarife na Ilha do Faial.


18 de março, Filarmonia 143:

 

Na edição 140 de Filarmonia do passado dia 26 de Fevereiro prometemos que voltaríamos para apresentar os 2 últimos temas com que a Banda Fundação Brasileira, no Concerto de Natal brindou os presentes na igreja de Nossa Senhora da Conceição na freguesia dos Mosteiros. A direção artística esteve a cargo do jovem Daniel Caceiro, que está há pouco tempo nos Açores.
- Highligths from Chess – do compositor holandês Johann de Meij
- Carmina Burana – de Karl Orff
Nesta edição, o Marco Torre fala com Durval Viveiros o presidente da Filarmónica.

11 de março, Filarmonia 142: