Comunidades

“1975: INDEPENDÊNCIA? – O ‘verão quente’ nos Açores” de José Andrade

Livro de José Andrade recorda “VERÃO QUENTE” de 1975
nas Ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial


Depois das cidades de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira e da Horta,Ilha do Faial, será hoje, sábado, às 18 horas, na Rua 6 de Junho no Centro Municipal de Cultura de Ponta Delgada,Ilha de São Miguel,o lançamento do livro “1975: INDEPENDÊNCIA? – O ‘verão quente’ nos Açores”, de José Andrade, com as participações de José Manuel Bolieiro, Américo Viveiros, Gustavo Moura, Osvaldo Cabral e Ernesto Resendes.

“1975: INDEPENDÊNCIA? – O ‘verão quente’ nos Açores” é o título do segundo volume da trilogia política “Anos Decisivos”, da autoria de José Andrade, que a editora Letras Lavadas apresenta esta semana em Angra do Heroísmo, Horta e Ponta Delgada.
Este livro, com prefácio de Álvaro Monjardino, recorda as principais figuras e factos da vida política açoriana, durante o período compreendido entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 1975, a partir das notícias e reportagens dos sete jornais diários então publicados nas ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial.
As eleições distritais de 25 de abril para a Assembleia Constituinte, a grande manifestação popular realizada em Ponta Delgada a 6 de junho e a criação da Junta Regional dos Açores empossada a 26 de agosto, são alguns dos acontecimentos abordados no livro, que acompanha também as movimentações independentistas e as iniciativas autonómicas do ano de 1975 nas nove ilhas açorianas.

 
 
A primeira apresentação pública do novo livro de José Andrade decorreu na ilha Terceira a 4 de junho, tendo por lugar o salão nobre da Secretaria Regional da Educação e Cultura, onde então funcionava a Junta Geral do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo.
A sessão, presidida pelo secretário regional Avelino de Meneses, incluiu uma tertúlia de memórias políticas com protagonistas locais de 1975 – José Reis Leite (então diretor do Diário Insular) e Artur Cunha de Oliveira (então presidente da Junta Geral) – moderada pelo jornalista Armando Mendes, chefe de redação do Diário Insular.



A segunda apresentação pública decorreu ontem, 5 de junho, na ilha do Faial na sala de exposições do Museu da Horta, onde anteriormente se encontravam sedeados os serviços do Governo Civil e da Junta Geral do Distrito Autónomo da Horta.
Na Horta a sessão foi presidida pelo diretor do museu Luís Meneses e incluiu também uma tertúlia de memórias políticas com protagonistas locais de 1975 – Fernando Dutra de Sousa (então presidente da Câmara Municipal da Horta) e António Simas Santos (então presidente da Câmara Municipal das Lajes do Pico) – moderada pelo jornalista Rui Gonçalves, diretor do jornal Incentivo.
Finalmente, a terceira apresentação pública decorre na ilha de S. Miguel, hoje, 6 de junho, pelas 18 horas, e tem lugar no jardim interior do Centro Municipal de Cultura, com entrada pela Rua 6 de Junho, frente ao Palácio da Conceição que era sede do Governo Civil e da Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada, bem como da Junta Governativa dos Açores.
Este último lançamento é presidido pelo presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, incluindo igualmente uma tertúlia de memórias políticas com protagonistas locais de 1975 – Américo Viveiros (então deputado à Assembleia Constituinte) e Gustavo Moura (então diretor do jornal Açores) – moderada pelo jornalista Osvaldo Cabral, diretor executivo do Diário dos Açores.
O autor do livro, José Andrade, participa nas três sessões consecutivas, que contam ainda com a participação do prefaciador Álvaro Monjardino em Angra do Heroísmo e do editor Ernesto Resendes em Ponta Delgada. As sessões são abertas à participação do público em geral e serão gravadas para transmissão e arquivo da RDP/Açores.

O Blog Comunidades da RTP Açores, cumprimenta o ilustre escritor, José Andrade, pela importante contribuição que oferece à História Política e Social dos Açores. Neste dia 6 de Junho de 2015, quarenta anos depois, José Andrade oferece-nos um grande trabalho investigativo registrando fatos que ainda povoam a memória dos açorianos e de sua sonhada Autonomia.

Lélia Pereira Nunes e Irene Maria Blayer