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Misericórdias dos Açores reclamam condições de sustentabilidade


A União Regional das Misericórdias dos Açores (URMA) reuniu em Assembleia Geral na ilha Graciosa. 

Foram 8 longas horas de reunião com a sustentabilidade das misericórdias no centro das preocupações. 

O salario mínimo dos funcionários aumenta desde 2014, mas o valor padrão das comparticipações do governo por utente mantém um valor baixo. As misericórdias querem rever a legislação. 

Os órgãos sociais da URMA levam ainda para as audiências com o Presidente do Governo e com a Secretária Regional da tutela um pedido de saneamento financeiro de algumas instituições. As situações mais graves são as misericórdias que servem um maior número de utentes. 

O presidente da União das Misericórdias Portuguesas reconhece o esforço do governo, sublinhando que é importante não pôr em causa a autonomia das instituições. 

As misericórdias dos Açores reúnem em assembleia geral duas vezes por ano. Na região existem 23 misericórdias, com séculos de história e de serviço, que prestam apoio a milhares de açorianos.