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OuTonalidades – circuito português de música ao vivo

21ª edição decorre entre setembro a dezembro de 2017.

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OuTonalidades – circuito português de música ao vivo

A Bolsa de Grupos pré-selecionados para o OuTonalidades 2017 fechou com 112 nomes (66 portugueses e 46 estrangeiros).

Decorre agora o período de adesão de Espaços de música ao vivo que pretendam acolher os concertos da 21ª edição do circuito, que decorrerá de setembro a dezembro de 2017.



Dos 112 grupos pré-selecionados para a 21ª edição do “OuTonalidades – circuito português de música ao vivo” constam nomes nacionais como Ace, Bicho do Mato, Birds Are Indie, Captain Boy, Cassete Pirata, CRU, Diogo Picão, Emmy Curl, Fado Violado, First Breath After Coma, Francis Dale, Gobi Bear, Golden Slumbers, Holy Nothing, Joana Barra Vaz, Lavoisier, Les Saint Armand, Marco Oliveira, Moonshiners, Old Jerusalem, Os Velhos, Paraguaii, Pedro e os Lobos, Pedro Mestre, Peixe, Sopa de Pedra, Surma, The Black Zebra e TochaPestana.

Esta edição regista um record de grupos internacionais, com 46 projetos de diversas origens, todos à disposição dos Espaços culturais de todo o país. De Espanha – o maior contingente – figuram Aló Django, Odaiko & Vanesa Muela, Cantos de Cego da Galiza e Portugal, Talabarte e Leília (todos da Galiza), Oques Grasses, Joana Serrat, Roba Estesa e Jordi Molina (da Catalunha) e ainda Núria Graham, Los Vecinos del Callejón e Tommy Caggiani Therion Project. Da listagem internacional fazem também parte nomes como Julieta Brandão, Filhos de Dona Maria e Valdir Verona (Brasil), Les Bons Voisins Normands Pur Jus e Spontus (França), Steel Sheep (Holanda), Orchestrina Adriatica e Vesevo (Itália), Vala Wind (Marrocos) e Louisa Lyne & di Yiddishe Kapelye (Suécia).

Em 2017, continua a ser reforçada a estratégia de colaboração com outros circuitos e festivais, permitindo o intercâmbio de grupos entre Portugal e o estrangeiro, através de alianças já estabelecidas, como a AGADIC (Galiza), Fira Mediterrània de Manresa, Mercat de Música de Vic e AIEnruta (Espanha), e ainda o Circuito Dandô e a Pinho Brasil (Brasil). Assim, por cada grupo estrangeiro acolhido em Portugal, há um grupo português que irá pisar palcos além fronteiras, como já tem acontecido.