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Império dos Sentidos
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Império dos Sentidos Paulo Alves Guerra / Produção: Ana Paula Ferreira

Concertos

Solistas da Camerata Atlântica | 27 Julho | 19h00

Antena 2 | ISEG

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Solistas da Camerata Atlântica | 27 Julho | 19h00 Solistas da Camerata Atlântica | 27 Julho | 19h00

© Jorge Carmona / Antena 2


27 Julho | 19h00

Auditório do
Concerto à porta fechada

Solistas da Camerata Atlântica

Ana Beatriz Manzanilla, violino
Maria José Laginha, violino
Pedro Saglimbeni Muñoz, viola
Francisca Fins, viola
Nuno Abreu, violoncelo


Programa

A. Dvorak - Quarteto de cordas em fá maior Op. 96 “Americano”

J. Brahms - Quinteto para dois violinos, duas violas e violoncelo nº 2 em sol maior Op. 111



Transmissão direta

Apresentação e Realização: Pedro Ramos
Produção: Anabela Luís




Camerata Atlântica é um projeto musical idealizado pela violinista venezuelana Ana Beatriz Manzanilla, sua diretora artística. Tendo como base 11 instrumentistas profissionais de cordas a Camerata tem a flexibilidade de poder ser alargada a uma formação mais ampla dependendo do repertório a executar.
Após o seu concerto inaugural em Novembro de 2013, a Camerata Atlântica gravou um DVD promocional com obras de compositores da América Latina. Apresentou-se consecutivamente com grande sucesso nos Dias da Música desde 2014 no Centro Cultural de Belém, no Festival de Música em Leiria, na Festival Experience da Universidade de Lisboa, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian no âmbito dos Prémios Jovens Músicos 2014, na temporada de Música Gulbenkian 2015-16 com o trompetista Pacho Flores, no Festival Jardim de Verão da Fundação Gulbenkian 2018 e Natal em Lisboa da EGEAC em 2017, 2018 e 2019, na Temporada 2019 do Teatro Joaquim Benite, no Festival das Artes 2019 e na Temporada Música em São Roque 2019.
A Camerata Atlântica criou o Concurso Nacional de Cordas “Vasco Barbosa”, que contou com a sua primeira edição em 2015 e é já considerado um dos principais Concursos de Música a nível nacional.
Em Maio de 2016 foi selecionada pela Antena 2 para interpretar “Fuga para a América Latina” no encerramento da série especial da União Europeia de Rádios intitulada “A influência da América Latina”, com posterior transmissão na Alemanha, Bulgária, Croácia, Espanha, Grécia, Hungria, República Checa e Roménia.
Em 2017 atuou na programação oficial de Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura, realizou concertos em Espanha e editou o seu primeiro CD intitulado “Fuga para a América Latina”.
Numerosos solistas tem atuado com a Camerata Atlântica, nomeadamente o contrabaixista Edicson Ruíz, a violinista Lana Trotovsek, os cantores Carolina Figueiredo, Cátia Moreso, Carlos Guilherme, Sandra Medeiros, os pianistas João Bettencourt da Câmara e Vasco Dantas entre outros.
Desde a sua formação a Camerata Atlântica tem promovido diferentes atividades dirigidas aos jovens músicos, nomeadamente o Ciclo de Concertos “Cordas Jovens “em 2018 no Museu Nacional dos Coches, o encontro com o violinista Ray Chen a propósito da sua visita a Lisboa para atuar com a Orquestra Gulbenkian e Masterclasses de instrumentos e Orquestra de Cordas nos Conservatórios de Setúbal, Covilhã, Castelo Branco e Ponta Delgada nos Açores.



Ana Beatriz Manzanilla | Violinista venezuelana, membro da Orquestra Gulbenkian desde 1996. Fundadora e directora artística da Camerata Atlântica, é também professora de violino na Escola Superior de Música de Lisboa. Em Portugal tem desenvolvido um trabalho dinâmico com os jovens, nomeadamente como cofundadora da Orquestra Geração; como tutora, desde 2013, do Estágio Gulbenkian para Orquestra; como criadora e diretora do Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa e como tutora de cordas da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Nova Ópera de Lisboa.Colabora desde 2018 como Diretora Musical do Festival Fernando Mascarenhas no Palácio Fronteira em Lisboa.
Em 2019 recebeu o Prémio Relevância na Comunidade na área das Artes, outorgado pelo Instituto Politécnico de Lisboa
Ana Beatriz Manzanilla formou-se no El Sistema de Orquestras Juvenis da Venezuela. Conta no seu curriculum com uma extensa atividade musical, tendo atuado em recitais e concertos acompanhada pelas orquestras mais importantes do seu país - como a Sinfónica Simón Bolívar e a Orquestra Municipal de Caracas- e não só, como a Orquestra Nacional do Panamá, a Orquestra da Juventude de Munique, a Filarmónica Rhodanien de França e, em Portugal, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra do Algarve, a Sinfonietta de Lisboa e a Orquestra Clássica do Centro. Apresentou-se também, na Colômbia, Argentina, Costa Rica, Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha, Polonia, Hungria, República Checa e Bélgica. 
Nascida em Barquisimeto (Venezuela) estudou violino com o Prof. José Francisco del Castillo. A partir de 1989 estudou com Rony Rogoff e em 1995 realizou estudos na European Mozart Academy, em Cracóvia (Polónia). Durante vários anos fez parte da Orquestra Sinfónica de Lara (Venezuela) como concertino adjunto. Foi concertino da Orquestra do Norte. Gravou dois CD com duos para Violino e Viola com Pedro Saglimbeni Muñoz, e, com a Orquestra Gulbenkian o concerto em Sol maior de Mozart no ano das comemorações dos 50 anos da orquestra



Maria José Laginha | Elemento da Orquestra Gulbenkian desde 2007. Estudou na Fundação Musical dos Amigos das Crianças e na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (Artave), com Filomena Cardoso, Leonor Prado, Alberto Gaio Lima e Suzanne Lidegran.
Vencedora no Concurso Prémio Jovens Músicos Nível Médio em 2005.
Participou em diversos masterclasses com professores como Daniel Rowland, Felix Andrievsky, Alexei Mijlin, Boris Kuniev, Gerardo Ribeiro, Christophe Poiget, Igor Volochine e Roman Nodel, entre outros.
Tocou a solo com a Filarmonia das Beiras, Orquestra Artave e Orquestra Gulbenkian.
Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, terminou o curso de Instrumentista de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra.
Colaborou com várias orquestras portuguesas, entre elas a Orquestra Aproarte, Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, orquestra de Câmara Portuguesa e estrangeiras, como The European Union Youth Orchestra e The World Orchestra, com quem participou em digressões mundiais.
É membro da Camerata Atlântica desde a sua formação em 2013.



Pedro Saglimbeni Muñoz | Violetista nascido na Venezuela. Realizou os seus estudos musicais no Sistema da Orquestra Nacional Juvenil da Venezuela e posteriormente na Alemanha. Na Polónia estudou na “European Mozart Academy” de Cracóvia com Nobuko Imai, Serge Collot e Thomas Riebl.
Como solista atuou com as Orquestras Sinfónica Municipal de Caracas, Sinfónica de Maracaibo e Sinfónica de Lara na Venezuela, além da Orquestra, Sinfónica de Colômbia, Orquestra Nacional do Panamá, Filarmónica Rhodanien de França, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Norte e Sinfonietta Lisboa. Actuou em conjunto com o violetista Gerard Caussé e o violinista Nicolas Chumachenko.
Ofereceu Recitais numa digressão pela Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica e na Europa tem-se apresentado na Espanha, França, Itália, Alemanha, Noruega, Bélgica, Polónia, Hungria, República Checa, Inglaterra e Portugal.
Foi primeiro viola solista da Orquestra Sinfónica de Lara (Venezuela), da Filarmónica Rhodanien de França, da European Mozart Academy Orchestra, da Orquestra do Norte, e foi seleccionado para primeira viola da Real Filarmonia de Galícia. Participou em festivais de orquestra nos Estados Unidos e em Puerto Rico.
Desde o ano 1996 reside em Portugal onde estreou a Suíte “Angkor” de Chagas Rosa e ganhou o primeiro prémio do concurso de cordas “Júlio Cardona” (1999). Realizou as integrais das sonatas de Brahms e Hindemith e gravou dois CD com a violinista Ana Beatriz Manzanilla com Duos de Mozart Martinú e Villa-lobos.
Atualmente é primeiro viola solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa e leciona na Escola Superior de Música de Lisboa. Foi convidado para numerosos concertos da Orquestra Gulbenkian e Orquestra Nacional do Porto como viola solista. Foi-lhe atribuído o Titulo de Especialista em Música pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Foi co-fundador da Orquestra Geração e em 2013 foi professor no Curso de Verão para Cordas de Steinen na Alemanha. Durante dois anos foi tutor no Estágio Gulbenkian para Orquestra. É fundador e Viola solista da Camerata Atlântica.



Francisca Fins Zlotnikov | Nasceu em 1980. Iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos de idade. Em 1992 ingressa na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave – ARTAVE, onde conclui em 1998, o curso de Instrumentista de Cordas com o Professor Alberto Gaio Lima. Nesse mesmo ano participou no projecto Orquestra A.I.D.I.M.O.S sob a direcção do Maestro Ernst Shelle na Bósnia-Herzegovina. Fez parte da Orquestra das Escolas de Música orientadas pelo Maestro Leonardo de Barros nos estágios de 1995 a 1997. Concluiu a licenciatura em Violino pela Escola Superior de Música em 2003, classe do Professor Aníbal Lima e em Música de Câmara classe da Professora Olga Prats com 20 valores.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Gerardo Ribeiro, Boris Kuniev, Yfrah Nyman, Lydia Mordkovich, Angélique Loyer, Jan Dobrzelewski, David Lefévre, Amichai Grosz, chefe de naipe das violas da Orquestra Filarmónica de Berlim e mais recentemente com a professora Ana Bela Chaves.
Foi concertino da Orquestra Nacional do Tejo e professora da AMO (Academia de Música da Orquestra Nacional do Tejo). Leccionou também na Escola de Música Jaime Chavinha em Minde durante 4 anos.
No verão de 2005 fez parte da Orquestra de Câmara Divertimento (Suiça) sob a direcção Jan Dobrzelewski realizando uma tourneé por várias cidades de Costa Rica no âmbito do XV Festival de Música Credomatic.
Recentemente pôs em prática um desejo antigo de tocar viola relacionado com a sua paixão de tocar em orquestra e música de câmara.
Como Violetista é convidada regularmente a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Metropolitana , Sinfonietta Lisboa, Orquestra de Camara de Cascais e Oeiras, West European Symphony Orchestra), entre outras. Integra a Camerata Atlântica sob a direcção da violinista Ana Beatriz Manzanilla.



Nuno Abreu | Um dos mais destacados violoncelistas da sua geração, concilia a sua carreira de solista com a de docente. Nascido em 1983, iniciou os seus estudos musicais em 1988 na Fundação Musical dos Amigos das Crianças (Lisboa), onde estudou com Maria José Falcão. Em 2005 finalizou a licenciatura em violoncelo na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de Paulo Gaio Lima, com as mais elevadas classificações.
Realizou recitais em Portugal e no estrangeiro tendo estreado peças contemporâneas de compositores portugueses para violoncelo solo. Interpretou em direto na Antena 2, a Quarta Suite de J.S.Bach. Críticos aclamaram as suas interpretações como sendo “um excelente solista, com um som muito bonito e uma técnica irrepreensível” (Jornal Público).
Integrou a Orquestra das Escolas de Música Particulares, a Orquestra Académica Metropolitana, a Orquestra Sinfónica da Northwestern University a Civic Orchestra of Chicago a Orquestra de Câmara Portuguesa e a Orquestra Juvenil Ibero-Americana, onde trabalhou com maestros como Gustavo Dudamel e Charles Dutoit, entre outros. Foi Violoncelo Solo Assistente na Orquestra Sinfónica Portuguesa na temporada 2012/2013 e tem colaborado regularmente com a Orquestra Gulbenkian.
Nos Estados Unidos da América, vence o Prémio Northshore Competition e em Portugal vence o Prémio Jovens Músicos na modalidade de Música de Câmara, nível superior o Concurso de Interpretação das Caldas da Rainha e obtém o 2º Prémio e o Prémio do Público no Concurso de Interpretação do Estoril. Em 2007 concluiu o Mestrado em Performance na Northwestern University School of Music (Chicago), com Hans Jensen, com a máxima classificação
Atualmente é primeiro violoncelo solista da Orquestra Metropolitana de Lisboa onde também desempenha funções docentes e faz parte da Camerata Atlântica como violoncelo solista. 














Fotos Jorge Carmona / Antena 2