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Teatro Sem Fios | Escrever, Falar, de Jacinto Lucas Pires | 3 Novembro | 19h00

Artistas Unidos

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Teatro Sem Fios | Escrever, Falar, de Jacinto Lucas Pires | 3 Novembro | 19h00 Teatro Sem Fios | Escrever, Falar, de Jacinto Lucas Pires | 3 Novembro | 19h00

© Jorge Gonçalves


Teatro Sem Fios 

3 Novembro | 19h00 
6 Dezembro | 14h00 (rep.)
11 Dezembro | 5h00 (rep.)

Gravado no Auditório 2 do 
em Lisboa
Produção: Anabela Luís / Artistas Unidos


Escrever, Falar | Jacinto Lucas Pires


Intérpretes
António Simão 
Pedro Carraca 

Direção
 João Meireles


Sinopse
Em lugar nenhum. Dois homens encontram-se (ou simplesmente estão) e permitem-se partilhar as suas histórias como quem constrói um guião. Viajam repetidamente numa história (que são várias) que eles próprios vão moldando tal como o tempo os molda a eles e os faz crescer e ganhar corpo à medida que falam e escrevem um destino partilhado. 
É um trabalho sintético de Jacinto Lucas Pires que nos traz personagens que crescem no arco de tempo dos próprios espetáculos e se encontram, se reescrevem como se pudéssemos assistir ao fenómeno impalpável do aparecimento de uma pessoa em cena. 
É uma breve viagem que dá sempre um passo atrás para rever o seu rumo e, sem o auxílio de qualquer sistema de navegação assistida, se vira novamente para dentro com o objetivo de se enriquecer nas palavras dos dois personagens. 


Pedro Carraca © Jorge Gonçalves



Jacinto Lucas Pires | Nasceu no Porto, a 14 de Julho de 1974. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. 
Publicou vários livros na editora Cotovia, entre os quais Azul-Turquesa (ficção, 1998), Abre para cá (contos, 2000), Livro Usado (viagem ao Japão, 2001), Escrever, Falar (teatro, 2002), Do Sol (romance 2002). 
Escreveu ainda argumentos de curtas-metragens para Pedro Caldas e Fernando Vendrell. Realizou duas curtas-metragens Cinemaamor (1999) e B.D. (2004). 
Escreveu várias peças de teatro para diferentes grupos e encenadores - das quais podemos destacar: Universos e frigoríficos (1998, APA/CCB, enc. Manuel Wiborg), Arranha-Céus (1999, TNSJ/Teatro Bruto, enc. Ricardo Pais), Escrever, Falar (2001, Maus Hábitos/.lilástico, enc. Marcos Barbosa), Coimbra B (2003, Coimbra Capital da Cultura/.lilástico, enc. Marcos Barbosa), Figurantes (2004, Teatro Nacional São João, enc. Ricardo Pais), Mecenas, Mecenas (O Sutiã de Jane Russell) ( 2007, Fundação Calouste Gulbenkian), Os Vivos (2007, O Bando, enc. João Brites), Silenciador (2008, Teatro Oficina, enc. Marcos Barbosa), Sagrada Família (2010, Culturgest/Viriato, enc. Catarina Requeijo), Tu És O Deus Que Me Vê (2010, Teatro Nova Europa, enc. Luís Mestre), Exactamente Antunes (2011, Teatro Nacional São João, enc. Cristina Carvalhal e Nuno Carinhas).
Traduziu Will Eno,  Dennis Kelly e Wallace Shawn. 



António Simão tem os cursos do IFICT (1992) e IFP (1994). Trabalhou com Margarida Carpinteiro, António Fonseca, Aldona Skiba-Lickel, Ávila Costa, João Brites, Melinda Eltenton, Filipe Crawford, Joaquim Nicolau, Antonino Solmer e Jean Jourdheuil. Integra os Artistas Unidos desde 1995, tendo participado recentemente em A Estupidez de Rafael Spregelburd, O Cinema de Annie Baker (2017), Tenho trinta anos, estou nas cadeias há quatro a partir de Luandino Vieira (2017) e Do Alto da Ponte de Arthur Miller, O Borrão e Consultório de Augusto Sobral, Clara de Arthur Miller, Em Voz Alta (Casa Sommer, Cascais / Casa da Cultura, Setúbal / Teatrão, Coimbra) (2018), Ballyturk de Enda Walsh, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro da Politécnica); O Dia Seguinte de Luiz Francisco Rebello, Em Voz Alta (Casa da Cultura, Setúbal) (2019).    

Pedro Carraca  trabalhou com António Feio, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Diogo Dória e Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996. Recentemente participou em A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017), O Cinema de Annie Baker (2017), Tenho trinta anos, estou nas cadeias há quatro a partir de Luandino Vieira (2017), A Vertigem dos Animais Antes do Abate (2017), O Teatro da Amante Inglesa de Marguerite Duras (2018) e O Vento Num Violino de Claudio Tolcachir (2018).     

João Meireles trabalhou com Luís Varela, Manuel Borralho, Ávila Costa, Adolfo Gutkin, Aldona Skiba-Lickel, José António Pires, o Pogo Teatro e o Teatro Bruto. Integra os Artistas Unidos desde 1995, onde participou, mais recentemente, em Jogadores de Pau Miró (2015), A Noite da Iguana de Tennessee Williams, Tenho trinta anos, estou nas cadeias há quatro a partir de Luandino Vieira (2017) e A Vertigem dos Animais Antes do Abate (2017), O Grande Dia da Batalha variações sobre o Albergue Nocturno de Máximo Gorki de Jorge Silva Melo (2018).