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Vibrato Pedro Rafael Costa

Ópera

Gluck | Orfeu e Eurídice | 16 Maio | 18h00

Mezza-Voce

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Gluck | Orfeu e Eurídice | 16 Maio | 18h00 Gluck | Orfeu e Eurídice | 16 Maio | 18h00

16 Maio | 18h00

Programa Mezza-Voce    
Apresentação e Realização: André Cunha Leal 
Produção: Susana Valente     

Gravação do Metropolitan de Nova Iorque
a 4 de Abril de 2020


Christoph Willibald Gluck | Orfeu e Eurídice 


Orfeu: Jamie Barton (MS)
Eurídice: Hei-Kyung Hong (S)
Amor: Hera Hyesang Park (S)

Coro e Orquestra do Metropolitan de Nova Iorque
Direção de Mark Wigglesworth




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Orfeu e Eurídice

Ópera (Ação teatral para música) em 3 atos

Música de Christoph Willibald Gluck (1714-1787)
Libreto do poeta italiano Ranieri de'Calzabigi (1714-1795)

Esta é a trigésima e mais famosa ópera de Christoph Willibald Gluck, da qual existem várias versões diferentes. 
A versão vienense original, em italiano, estreou em Viena a 5 de outubro de 1762 no Burgtheater, na presença da imperatriz Marie-Thérèse. O libreto em italiano é de Ranieri de 'Calzabigi; a coreografia do ballet foi de Gasparo Angiolini; e a interpretação de Orfeu foi confiada a um castrato contralto, Gaetano Guadagni.
A versão de Parma, ainda em italiano, foi reorganizada num único ato (uma espécie de ato de ballet francês), onde o papel-título é transposto pelo próprio Gluck para o soprano castrato italiano, Vito Giuseppe Millico.
A versão de Paris, em francês, foi modificada e ampliada pelo próprio Gluck. Durante a sua estadia nem França, a convite da jovem Marie Antoinette da Áustria, o compositor adaptou a sua ópera ao gosto francês, com o libreto traduzido por Pierre-Louis Moline e sob o título Orphée e Euridice. A 2 de agosto de 1774, estreia com grande sucesso, no Teatro do Palais-Royal, em Paris, com Joseph Legros no papel de Orpheu e Sophie Arnould no papel de Eurídice.
 
Gluck toma o mito de Orfeu como base de um trabalho, e desenvolve as suas ideias para um novo tipo de ópera, ao mesmo tempo que explora questões mais profundas como o desejo, o sofrimento e o poder (e limites) da arte. Gluck desiludido com as formas inflexíveis do género que existiam na época, o compositor procurou reformar o palco operístico com uma união visionária e contínua de música, poesia e dança.




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